{"id":2478,"date":"2024-06-17T20:41:50","date_gmt":"2024-06-17T23:41:50","guid":{"rendered":"https:\/\/anibalsilveira.org\/?page_id=2478"},"modified":"2024-06-17T20:41:50","modified_gmt":"2024-06-17T23:41:50","slug":"niveis-de-elaboracao-intelectual-da-realidade-participacao-dos-fatores-afetivo-e-conativo-da-personalidade","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/anibalsilveira.org\/en\/niveis-de-elaboracao-intelectual-da-realidade-participacao-dos-fatores-afetivo-e-conativo-da-personalidade\/","title":{"rendered":"N\u00edveis de elabora\u00e7\u00e3o intelectual da realidade, participa\u00e7\u00e3o dos fatores afetivo e conativo da personalidade."},"content":{"rendered":"<p class=\"has-text-align-center\"><strong>N\u00edveis de elabora\u00e7\u00e3o intelectual da realidade, participa\u00e7\u00e3o dos fatores afetivo e conativo da personalidade. Duplo aspecto da fun\u00e7\u00e3o intelectual da linguagem, comunica\u00e7\u00e3o do trabalho mental e aperfei\u00e7oamento da elabora\u00e7\u00e3o<\/strong><sup data-fn=\"fd857adf-ffaf-408d-b5b3-cc3eac644ae7\" class=\"fn\"><a href=\"#fd857adf-ffaf-408d-b5b3-cc3eac644ae7\" id=\"fd857adf-ffaf-408d-b5b3-cc3eac644ae7-link\">1<\/a><\/sup><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>(An\u00edbal Silveira)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Como j\u00e1 vimos, a percep\u00e7\u00e3o \u00e9 um processo complexo que abarca toda a superf\u00edcie cortical, exigindo a integridade de suas zonas e a a\u00e7\u00e3o delas em sinergia.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando uma pessoa olha a outra na rua e n\u00e3o a v\u00ea, n\u00e3o houve sinergia dos \u00f3rg\u00e3os da percep\u00e7\u00e3o, n\u00e3o houve interesse, n\u00e3o houve conex\u00e3o com o est\u00edmulo, n\u00e3o houve a consci\u00eancia da pessoa. A percep\u00e7\u00e3o exige consci\u00eancia, mas esta s\u00f3 n\u00e3o a explica. Um indiv\u00edduo pode atuar de maneira coordenada sem estar consciente, como no caso de um ato col\u00e9rico; quando estamos distra\u00eddos podemos n\u00e3o perceber uma coisa, porque nossa aten\u00e7\u00e3o est\u00e1 dirigida para outra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>N\u00edveis da elabora\u00e7\u00e3o intelectual da realidade<\/strong><\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>(ver quadro Din\u00e2mica das opera\u00e7\u00f5es intelectuais)<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh7-us.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXdwQUiUPCPS9aiqvMLKDLY93_WLNBV39z6O4pkQOYi1rozFqjYG_WRTfaX4E-k2AfHj4LERIJy2OmF4M02U4j--sBpXURk5eIY7K9pTyyYYHUCqqIQEdGjwOZcP33rvsdGEMQgyjF3BlR7CegMLeX86AXXP3yQeplnfSwcmRoufkoAN_v-Djg?key=vuaS1XTDSq_ohU_6-yoCJA\" alt=\"Diagrama&lt;br&gt;&lt;br&gt;Descri&ccedil;&atilde;o gerada automaticamente\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Como complemento a este quadro, com o escopo de apresentar a correla\u00e7\u00e3o com a regi\u00e3o cerebral envolvida no processo descrito, apresentamos o quadro abaixo, transcrito da apostila:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Imagem sensorial \u2013 <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">est\u00e1gio subcortical<\/span><\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>Imagem prim\u00e1ria \u2013 <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">est\u00e1gio cortical<\/span><\/strong> \u2013 parieto-occipital (componente acess\u00f3rio; <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">est\u00e1gio cortical<\/span><\/strong> \u2013 frontal (componente principal)<\/li>\n\n\n\n<li>Imagem subjetiva \u2013 <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">est\u00e1gio cortical<\/span><\/strong> \u2013 frontal<\/li>\n\n\n\n<li>Sinal \u2013 <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">est\u00e1gio cortical<\/span><\/strong> \u2013 frontal (humano)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">A imagem sensorial<\/span><\/strong>, \u00e9 a que resulta dos est\u00edmulos dos g\u00e2nglios subcorticais por uma impress\u00e3o encaminhada pelos \u00f3rg\u00e3os correspondentes (tato, vis\u00e3o etc.) isto \u00e9, forma-se indiretamente pela vibra\u00e7\u00e3o dos g\u00e2nglios subcorticais excitados pela recep\u00e7\u00e3o sensorial quando ela \u00e9 percebida, torna-se:<\/li>\n\n\n\n<li><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Imagem prim\u00e1ria<\/span><\/strong>, portanto, j\u00e1 passou para o est\u00e1gio cortical, j\u00e1 \u00e9 consciente. Passa-se no n\u00edvel do c\u00f3rtex cerebral; se houvesse uma deforma\u00e7\u00e3o no c\u00f3rtex cerebral a imagem j\u00e1 \u00e9 alterada. Pode ser global, ou completa ou sincr\u00e9tica e pode-se dar com associa\u00e7\u00e3o de todos os est\u00edmulos (visuais, auditivos etc.). Presta-se \u00e0 contempla\u00e7\u00e3o, \u00e0 observa\u00e7\u00e3o do que acontece no mundo exterior, resultado disso apenas no\u00e7\u00f5es (zona parieto-occipital) \u2192 zona frontal<\/li>\n\n\n\n<li><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">A imagem subjetiva<\/span><\/strong> ou incompleta, ou abstrata, j\u00e1 \u00e9 uma imagem elaborada e dependente da prim\u00e1ria, e sendo ainda do est\u00e1gio cortical, j\u00e1 se situa na zona frontal. Com elas surgem as ideias, os pensamentos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">O sinal ou associa\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica<\/span><\/strong>, ligada a modifica\u00e7\u00f5es da imagem cerebral \u00e9 ligado ao exterior, \u00e9 um aperfei\u00e7oamento da imagem subjetiva, sendo mais abstrata que ela. Est\u00e1 tamb\u00e9m no est\u00e1gio cortical-frontal, mas, \u00e9 pr\u00f3pria do homem. \u00c9 dif\u00edcil de saber se \u00e9 exclusivamente humana, mas sua forma\u00e7\u00e3o corresponde a certa estrutura cerebral frontal que s\u00f3 aparece no homem. A destrui\u00e7\u00e3o dessa zona d\u00e1 perda do conhecimento abstrato e da express\u00e3o abstrata. Esta \u00e9 a fase mais independente da elabora\u00e7\u00e3o intelectual, mas, sem a imagem prim\u00e1ria adequada n\u00e3o chegamos ao sinal.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Sendo o homem um animal que se guia pela vis\u00e3o, ser\u00e1 que esse \u00f3rg\u00e3o sensorial \u00e9 indispens\u00e1vel para uma ideia abstrata ou a facilita? A defici\u00eancia de um \u00f3rg\u00e3o sensorial \u00e9 suprida por outro \u00f3rg\u00e3o. Ex. Helen Keller \u2013 seu tato extraordin\u00e1rio supriu a aus\u00eancia da vis\u00e3o e da audi\u00e7\u00e3o. Na crian\u00e7a o primeiro \u00f3rg\u00e3o a atuar \u00e9 o do tato, mas, depois a vis\u00e3o toma seu lugar.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Audiffrent h\u00e1 uma raiz afetiva na forma\u00e7\u00e3o da imagem prim\u00e1ria. Ela apresenta duas partes: uma <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">principal <\/span><\/strong>e outra <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">acess\u00f3ria<\/span><\/strong>: a acess\u00f3ria \u00e9 determinada pela afetividade e nos d\u00e1 o \u201cju\u00edzo de valor\u201d. A imagem prim\u00e1ria nos faz ver um quadro surrealista, mas, por nossa rea\u00e7\u00e3o afetiva \u00e9 que vamos ter uma ideia do quadro e isso j\u00e1 est\u00e1 no plano subjetivo. Como no teste de Rorschach, h\u00e1 primeiramente um contato intelectual e posteriormente aparece a imagem subjetiva, j\u00e1 carregada ou elaborada por nossa afetividade. A parte acess\u00f3ria leva para uma associa\u00e7\u00e3o inconsciente (afetiva).<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo A. Comte, <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">as imagens prim\u00e1rias<\/span><\/strong> se d\u00e3o por contempla\u00e7\u00e3o ou por observa\u00e7\u00e3o. Ex. ao ver uma flor, temos tamb\u00e9m outros est\u00edmulos: \u00e9 suave, perfumada, agrad\u00e1vel ou desagrad\u00e1vel; de acordo com a afetividade \u2013 cada um, se d\u00e1 as associa\u00e7\u00f5es. A contempla\u00e7\u00e3o \u00e9 de dois tipos: \u00e9 <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">concreta<\/span><\/strong>, quando ligada ao exterior nos d\u00e1 no\u00e7\u00f5es das coisas; \u00e9 <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">abstrata<\/span><\/strong>, quando ligada com o mundo interno e nos d\u00e1 os fen\u00f4menos da atividade dos seres.<\/p>\n\n\n\n<p>Lafitte e Audiffrent estudaram estes aspectos dos n\u00edveis de elabora\u00e7\u00e3o intelectual da realidade. Para <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Lafitte<\/span> <\/strong>o elemento abstrato \u00e9 fen\u00f4meno mais diferenciado que o concreto: primeiramente ter\u00edamos a impress\u00e3o total e em segundo lugar haveria o aspecto da dissocia\u00e7\u00e3o em diversos fatores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Audiffrent<\/span><\/strong> diverge de Lafitte dizendo que o elemento concreto faz o contato com o mundo exterior, levando \u00e0 abstra\u00e7\u00e3o; depois isto h\u00e1 novamente a reconstitui\u00e7\u00e3o do mundo exterior; nesta volta se d\u00e1 o fen\u00f4meno mais diferenciado, menos geral, que \u00e9 da abstra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As no\u00e7\u00f5es (imagens prim\u00e1rias) s\u00e3o contemplativas, mas a contempla\u00e7\u00e3o de A. Comte \u00e9 ativa. Para ele, a medita\u00e7\u00e3o \u00e9 a que nos d\u00e1 o conhecimento do exterior; \u00e9 <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">dedutiva<\/span><\/strong> quando estabelece nexos com os objetos do exterior; e pela compara\u00e7\u00e3o chega ao resultado; indutiva, tamb\u00e9m, leva ao resultado; mas \u00e9 a volta \u00e0 dedu\u00e7\u00e3o que nos leva \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de imagens. Posteriormente, Comte mudou a ordem.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Audiffrent a constru\u00e7\u00e3o depende da abstra\u00e7\u00e3o, por\u00e9m em todos os autores citados encontramos a <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">contempla\u00e7\u00e3o concreta e abstrata<\/span><\/strong> e os dados elaborados, tendo em si uma carga afetiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Para formarmos uma imagem exterior dissociamos os aspectos afetivos e a gradua\u00e7\u00e3o \u00e9 mais f\u00e1cil quanto maior a simplifica\u00e7\u00e3o. A afetividade permite perceber os elementos secund\u00e1rios. Na neurose existem emo\u00e7\u00f5es internas que n\u00e3o permitem dissocia\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">imagem prim\u00e1ria<\/span><\/strong> leva a \u201cju\u00edzos de valor\u201d, enquanto a imagem subjetiva nos d\u00e1 os \u201cju\u00edzos de realidade\u201d. Para que exista a passagem de ju\u00edzos de valor para o de ju\u00edzo de realidade, \u00e9 necess\u00e1ria uma filtragem das cargas afetivas; isso ser\u00e1 mais dif\u00edcil ou mais f\u00e1cil para cada indiv\u00edduo, dependendo do sentido e do significado que elas tenham. A crian\u00e7a v\u00ea apenas \u00e0 m\u00e3e, idealizada e s\u00f3 mais tarde poder\u00e1 dissociar o ser real de suas cargas afetivas, o que sempre traz sofrimento para a crian\u00e7a. Aos seus 7 anos, ela j\u00e1 tem imagens abstratas. \u00c0s vezes ela dissocia da imagem materna uma caracter\u00edstica que n\u00e3o lhe agrada; essa dissocia\u00e7\u00e3o \u00e9 feita com sacrif\u00edcio e h\u00e1 uma defesa da crian\u00e7a quando essas ideias s\u00e3o comparadas com a ideia de outras fontes de aborrecimento. A crian\u00e7a sofre e ela conserva uma ideia abstrata da m\u00e3e ideal.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa s\u00e9rie de fun\u00e7\u00f5es t\u00eam por objetivo chegar \u00e0 abstra\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da medita\u00e7\u00e3o e da contempla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Express\u00e3o<\/span><\/strong> \u2013 A linguagem \u00e9 uma fun\u00e7\u00e3o intelectual que n\u00e3o se reduz nem \u00e0 medita\u00e7\u00e3o nem \u00e0 contempla\u00e7\u00e3o; para expressar nossas ideias pela linguagem, lan\u00e7amos m\u00e3o dos s\u00edmbolos \u2013 \u00e9 o que chamamos de comunica\u00e7\u00e3o, que \u00e9 tamb\u00e9m uma elabora\u00e7\u00e3o; chegamos aos s\u00edmbolos a partir de imagens sensoriais.<\/p>\n\n\n\n<p>Pela carga de afetividade que carrega, a imagem prim\u00e1ria tem uma grande import\u00e2ncia na inf\u00e2ncia. O selvagem tamb\u00e9m usa s\u00edmbolos muito elementares sem qualquer elabora\u00e7\u00e3o, porque n\u00e3o atingem o plano intelectual, mas eles s\u00e3o muito carregados de afetividade, t\u00eam grande for\u00e7a de express\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A linguagem e o sinal s\u00e3o ligados \u00e0 zona cortical frontal.<\/p>\n\n\n\n<p>A linguagem tem dupla finalidade: (1) <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">express\u00e3o<\/span><\/strong> \u2013 transmitir o pensamento; (2) <strong><span style=\"text-decoration: underline;\">elabora\u00e7\u00e3o abstrata<\/span><\/strong> \u2013 sinal (pensamento filos\u00f3fico, matem\u00e1tico) desprovido ent\u00e3o totalmente de caracter\u00edsticas afetivas, o pensamento intelectual se apresenta puro.<\/p>\n\n\n\n<p>Existe uma seria\u00e7\u00e3o dos diversos n\u00edveis da elabora\u00e7\u00e3o intelectual, desde a imagem sens\u00edvel at\u00e9 o sinal. Segundo A. Comte e Pavlov a rela\u00e7\u00e3o constante entre uma sensa\u00e7\u00e3o e uma imagem constitui o sinal.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es intelectuais p\u00f5em em jogo todas as fun\u00e7\u00f5es especiais. O adulto, em um determinado pensamento, v\u00ea a imagem visual, mas tamb\u00e9m tem ideias da imagem ac\u00fastica; est\u00e3o ligadas no mesmo sentido, mas j\u00e1 s\u00e3o muito intelectuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas imagens prim\u00e1rias h\u00e1 no\u00e7\u00e3o que se orientam para a associa\u00e7\u00e3o na imagem subjetiva tamb\u00e9m pode servir para a associa\u00e7\u00e3o e ambas ser\u00e3o usadas na express\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo \u2013 na linguagem po\u00e9tica usamos mais uma express\u00e3o em termos de imagens prim\u00e1rias. J\u00e1 na linguagem matem\u00e1tica a express\u00e3o \u00e9 dada por uma passagem da imagem prim\u00e1ria para a imagem subjetiva representada pelo sinal.<\/p>\n\n\n<ol class=\"wp-block-footnotes\"><li id=\"fd857adf-ffaf-408d-b5b3-cc3eac644ae7\">N\u00e3o tenho refer\u00eancias quanto a esta aula. N\u00e3o submetida a revis\u00e3o do autor. <a href=\"#fd857adf-ffaf-408d-b5b3-cc3eac644ae7-link\" aria-label=\"Jump to footnote reference 1\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><\/ol>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00edveis de elabora\u00e7\u00e3o intelectual da realidade, participa\u00e7\u00e3o dos fatores afetivo e conativo da personalidade. 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