{"id":3025,"date":"2024-07-18T18:41:27","date_gmt":"2024-07-18T21:41:27","guid":{"rendered":"https:\/\/anibalsilveira.org\/?page_id=3025"},"modified":"2024-07-18T18:41:27","modified_gmt":"2024-07-18T21:41:27","slug":"formas-hebefrenicas-segundo-kleist","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/anibalsilveira.org\/en\/formas-hebefrenicas-segundo-kleist\/","title":{"rendered":"Formas hebefr\u00eanicas segundo Kleist"},"content":{"rendered":"<p class=\"has-text-align-center\"><strong>FORMAS HEBEFR\u00caNICAS, SEGUNDO KLEIST. DESMEMBRAMENTO DA HEBEFRENIA DE HECKER E DE KRAEPELIN<\/strong><sup data-fn=\"5918c715-7f92-49c5-8c93-e45f0b60c19a\" class=\"fn\"><a href=\"#5918c715-7f92-49c5-8c93-e45f0b60c19a\" id=\"5918c715-7f92-49c5-8c93-e45f0b60c19a-link\">1<\/a><\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Na aula anterior abordamos, em tra\u00e7os gerais, a concep\u00e7\u00e3o de Kraepelin sobre a Hebefrenia que foi, mais tarde, ampliada por Bleuler. Procuramos mostrar que h\u00e1 uma diferen\u00e7a muito grande entre essa concep\u00e7\u00e3o de Kraepelin e de Bleuler e a concep\u00e7\u00e3o que norteou Kleist quando estabeleceu os grupos de doentes progressivos. Progressivo, na concep\u00e7\u00e3o de Kleist, corresponde mais \u00e0 cl\u00ednica, isto \u00e9, um curso ou decurso que se faz cont\u00ednuo, pode ter atenua\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o remiss\u00f5es. N\u00e3o h\u00e1 volta ao estado anterior e, al\u00e9m disso, h\u00e1 sempre um rebaixamento progressivo das condi\u00e7\u00f5es mentais do indiv\u00edduo.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Mas isto n\u00e3o quer dizer que n\u00e3o seja acess\u00edvel a tratamentos. N\u00e3o \u00e9 uma concep\u00e7\u00e3o fatalista e sabemos que hoje em dia, com os novos recursos que h\u00e1 na terap\u00eautica, especialmente com os neurol\u00e9pticos e com os m\u00e9todos biol\u00f3gicos de tratamento na psiquiatria, essas formas progressivas s\u00e3o pass\u00edveis de remiss\u00e3o. O que n\u00e3o se sabe, exatamente ainda, \u00e9 o quanto dura essa remiss\u00e3o e se \u00e9 uma remiss\u00e3o real, se \u00e9 verdadeira, ou se ela apenas apresenta a reintegra\u00e7\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es mentais anteriores e se, na realidade, isto \u00e9 um efeito eficiente.<\/p>\n\n\n\n<p>No per\u00edodo de 1938 a 1941, tivemos a oportunidade de utilizar o m\u00e9todo de von Meduna e o m\u00e9todo de Sakel em pacientes esquizofr\u00eanicos, que foram selecionados com esse crit\u00e9rio de progressividade, baseado na patog\u00eanese e n\u00e3o apenas na descri\u00e7\u00e3o cl\u00ednica. Verificamos que pacientes, com at\u00e9 13 anos de doen\u00e7a, retornaram \u00e0 normalidade completa. Mas quanto tempo dura essa remiss\u00e3o? Isso seria necess\u00e1rio verificar mais precisamente. Naturalmente, fizemos isso no per\u00edodo de um ano e durante esse per\u00edodo o paciente n\u00e3o voltou ao hospital. Subentende-se que foi uma remiss\u00e3o real. Mas isto \u00e9 necess\u00e1rio rever-se ainda melhor e s\u00f3 havendo um grupo grande trabalhando nessas condi\u00e7\u00f5es, com a mesma orienta\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 poss\u00edvel tirar-se a limpo esses aspectos.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das obje\u00e7\u00f5es que se fazem ou que se podem fazer, pelo menos, \u00e9 que os crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos s\u00e3o muito vari\u00e1veis e vamos ver que os pacientes, com formas benignas que Kleist descreveu e isolou, apresentam condi\u00e7\u00f5es m\u00f3rbidas que se confundem com as formas progressivas, as formas cr\u00f4nicas, mas constituem apenas coincid\u00eancia de sintomas e n\u00e3o de quadro cl\u00ednico. Por isto, as observa\u00e7\u00f5es feitas em geral na literatura merecem pouco valor quanto \u00e0 convic\u00e7\u00e3o, que possam dar sobre se o paciente retornou \u00e0 normalidade ou n\u00e3o.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Da\u00ed vem aquele conceito de Eugen Bleuler quando ele retomou o grupo que Kraepelin tinha estudado de dem\u00eancia precoce.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele verificou &#8211; ali\u00e1s, Kraepelin j\u00e1 tinha verificado isso e os psiquiatras antigos tamb\u00e9m &#8211; que os pacientes chegavam at\u00e9 um certo ponto, parecendo que iam evoluir para o estado demencial, mas o quadro regredia totalmente. Assim, Bleuler definiu o grupo da esquizofrenia como sendo um conjunto de condi\u00e7\u00f5es em que h\u00e1 uma cis\u00e3o da personalidade, h\u00e1 uma ataxia intraps\u00edquica, como dizia Stransky, isto \u00e9, ocorre um desligamento entre os dinamismos psicol\u00f3gicos e isso aparenta um estado demencial. No entanto, dizia Bleuler: isso pode regredir, pode estacionar ou pode levar o paciente ao estado demencial.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, na concep\u00e7\u00e3o de Bleuler, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel estabelecer um progn\u00f3stico. Ningu\u00e9m pode dizer, tomando um paciente que se encaixe no diagn\u00f3stico de esquizofrenia, se o mesmo vai evoluir para o estado demencial ou se vai retornar ao seu modo de ser anterior.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, incluiu nos quadros cl\u00ednicos da esquizofrenia, pacientes com psicoses reativas, psicoses infecciosas e, portanto, um quadro mental secund\u00e1rio a uma infec\u00e7\u00e3o: desapareceu tamb\u00e9m o crit\u00e9rio etiol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa amplia\u00e7\u00e3o conceitual do significado de esquizofrenia colocou, no mesmo lugar, uma psicose de base gen\u00e9tica com uma psicose causada por doen\u00e7a infecciosa. Essa caracteriza\u00e7\u00e3o acarretou uma generaliza\u00e7\u00e3o excessiva. Dessa forma, na acep\u00e7\u00e3o comum que o termo esquizofrenia tomou no plural, h\u00e1 as formas end\u00f3genas e as formas que s\u00e3o ocasionais, denominadas de esquizofrenias sintom\u00e1ticas. Da\u00ed a concep\u00e7\u00e3o de esquizofrenia secund\u00e1ria de Kurt Schneider. Isto desfaz, por completo, a possibilidade de progn\u00f3stico. Se a psiquiatria n\u00e3o tiver capacidade para, ao examinar o paciente, prever qual seria a solu\u00e7\u00e3o adequada e tamb\u00e9m prever o curso que vai ter a doen\u00e7a, ela est\u00e1 dando muito pouco de si, est\u00e1 auxiliando muito pouco o paciente.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa dificuldade desapareceu ou pelo menos se atenuou muito com o crit\u00e9rio de Kleist. Ele reviu os mesmos pacientes de Kraepelin, mas n\u00e3o seguiu a orienta\u00e7\u00e3o de Bleuler. Ele afirma num dos trabalhos que escreveu, numa revis\u00e3o que ele fez sobre os pacientes esquizofr\u00eanicos, que ele devia muito a Kraepelin e a Bleuler como aperfei\u00e7oadores do conhecimento psiqui\u00e1trico, mas que n\u00e3o seguia nem um nem o outro, ao contr\u00e1rio dos seus contempor\u00e2neos, porque ele achava que o crit\u00e9rio deveria ser outro.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Ele seguia o crit\u00e9rio de Wernicke, conforme temos reiterado, de quem foi disc\u00edpulo e continuador. Esse modo de ver tenta estabelecer a necess\u00e1ria correla\u00e7\u00e3o entre o quadro psicol\u00f3gico e o psicopatol\u00f3gico com as disposi\u00e7\u00f5es cerebrais. Embora n\u00e3o seja uma liga\u00e7\u00e3o direta entre um aspecto e outro, n\u00e3o se deve traduzir um aspecto diretamente no outro, isto \u00e9, as altera\u00e7\u00f5es cerebrais n\u00e3o s\u00e3o diretamente expressas no quadro cl\u00ednico, h\u00e1 uma s\u00e9rie de inter-rela\u00e7\u00f5es entre os aspectos psicol\u00f3gicos e os aspectos som\u00e1ticos, especialmente cerebrais. Assim, \u00e9 inevit\u00e1vel e fundamental que se leve em conta o c\u00e9rebro ou enc\u00e9falo no racioc\u00ednio psiqui\u00e1trico.<\/p>\n\n\n\n<p>Julgando assim e pesquisando com mais rigor os sintomas cl\u00ednicos atrav\u00e9s da patog\u00eanese e n\u00e3o da descri\u00e7\u00e3o do quadro, ele isolou de modo diferente os v\u00e1rios quadros estabelecidos por Kraepelin e depois por Bleuler.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 mencionamos o trabalho de Hecker, em K\u00f6nigsberg, trabalhando com Kahlbaum, delimitando aqueles pacientes que logo de in\u00edcio entravam em estado de decad\u00eancia, evoluindo r\u00e1pido para o estado demencial.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Tomando os pacientes de Hecker e depois de Kahlbaum, que estudou uma variedade em particular, Kleist achou que havia, de fato, quadros que cabiam na rubrica de Hebefrenia, assim como na rubrica de catatonia para os quadros descritos por Kahlbaum.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, mostrou que em todos os grupos havia pacientes que apenas pela semelhan\u00e7a de sintomas entrariam nessa classifica\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o eram realmente hebefr\u00eanicos nem catat\u00f4nicos. O primeiro cuidado de Kleist, portanto, foi estabelecer uma sele\u00e7\u00e3o dos pacientes compat\u00edveis com essas rubricas e desvencilhar desse grupo aqueles que somente pela apar\u00eancia cabiam nessa classifica\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira classifica\u00e7\u00e3o que ele fez, portanto, foi em rela\u00e7\u00e3o aos pacientes que tinham um quadro hebefr\u00eanico ou um quadro catat\u00f4nico, e outros que tinham a denomina\u00e7\u00e3o geral de dem\u00eancia paranoide, isto \u00e9, uma dem\u00eancia em que havia, como caracter\u00edstica fundamental, uma produ\u00e7\u00e3o mental delirante ou alucinat\u00f3ria.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, primeiramente, quando Kleist trabalhou em Erlagen, de 1909 at\u00e9 1916 (interrompendo dois anos durante a primeira guerra europeia), ele mostrou que nos estados delirantes residuais, a que ele chamou grupo da dem\u00eancia paranoide de Kraepelin, havia outro grupo que entrava tardiamente nesse quadro e que apresentava uma s\u00e9rie de altera\u00e7\u00f5es ligadas com a evolu\u00e7\u00e3o senil ou pr\u00e9-senil. Chamou esse grupo de Paranoia de Involu\u00e7\u00e3o, isto \u00e9, desligou do grupo das dem\u00eancias delirantes, baseadas muito em alucina\u00e7\u00f5es, que tinham um comportamento diferente das dem\u00eancias paranoides propriamente ditas.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A dem\u00eancia paranoide constituiria um grupo b\u00e1sico, em sentido estrito, seriam alguns casos que apresentavam um quadro de alucinose progressiva, isto \u00e9, com o sintoma alucinat\u00f3rio como predominante no quadro e os que tinham a elabora\u00e7\u00e3o delirante como aspecto fundamental, com produ\u00e7\u00e3o intensa, que n\u00e3o dependiam tanto da alucina\u00e7\u00e3o, mas de prefer\u00eancia da elabora\u00e7\u00e3o mental, parte mais diferenciada do trabalho mental.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Delimitou, ainda, um outro quadro cl\u00ednico que chamou de \u201cforma paranoide com fuga de ideias\u201d e n\u00e3o sabemos se constitu\u00eda um fen\u00f4meno de interpreta\u00e7\u00e3o que tem essa tend\u00eancia expansiva ou se correspondesse a Psicose Progressiva de Influ\u00eancia. Isso n\u00e3o est\u00e1 claro porque reconstitu\u00edmos isso a partir dos trabalhos que publicou, primeiro, em 1914, e depois no final da sua vida, em 1957.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Posteriormente, havia casos cujo elemento fundamental consistia na confus\u00e3o mental, al\u00e9m de um grupo \u00e0 parte que ele n\u00e3o distinguiu, de in\u00edcio, como quadro cl\u00ednico especial: quadros com incoer\u00eancia ou desordem paral\u00f3gica, mas, com patogenia, fundamentalmente, incoerente na produ\u00e7\u00e3o intelectual ou na express\u00e3o.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Notem que j\u00e1 havia o isolamento de um grupo que estava ainda mal definido na terminologia de Kleist de 1914, mas, que quando ele fez o relat\u00f3rio sobre as dem\u00eancias paranoides, ele acentuou bem esse aspecto, quer dizer, a exist\u00eancia de um tipo particular de dem\u00eancia paranoide com confus\u00e3o que n\u00e3o era comum nas outras formas, na alucinose e na fantasiofrenia.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, na primeira divis\u00e3o que ele fez, formulada em 1914, num relat\u00f3rio sobre as dem\u00eancias foram referidas v\u00e1rias formas paranoides, uma forma de hebefrenia e uma de catatonia. Em seguida, quando retornou ao trabalho em Rostok como docente (ao voltar da guerra), ele distinguiu melhor os quadros da forma paranoide, desdobrando-os em outros dois tipos que, mais tarde, tomaram o nome de Somatopsicose Progressiva, no caso hipocondr\u00edaco e de Autopsicose Progressiva, que \u00e9 expansiva. Notem que ele apenas precisou melhor os quadros cl\u00ednicos, mas usou sempre, desde o in\u00edcio, o crit\u00e9rio patogen\u00e9tico, procurando mostrar qual o motivo fundamental, isto \u00e9, quais as esferas da personalidade est\u00e3o fundamentalmente atingidas, n\u00e3o apenas para a produ\u00e7\u00e3o psic\u00f3tica, mas, para a configura\u00e7\u00e3o do quadro cl\u00ednico. As formas que s\u00e3o confusionais &#8211; a Paral\u00f3gica e a Incoerente -, ele j\u00e1 havia desdobrado como um grupo particular no \u00e2mbito do grupo das formas confusionais.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre as dem\u00eancias paranoides havia aquelas cinco primeiras, que depois se desdobraram em sete, dentre as formas confusionais, inicialmente, como integrantes tamb\u00e9m do grupo paranoide, mas isoladas pelo aspecto fundamental de haver paralogia ou incoer\u00eancia, como elemento fundamental. No grupo da hebefrenia, que ele chamou depois de \u201cdevasta\u00e7\u00e3o afetiva\u201d, distinguiu tr\u00eas quadros caracter\u00edsticos: o da forma pueril, o da forma depressiva e o da forma improdutiva, que se caracterizava pela apatia como colorido fundamental do quadro cl\u00ednico. Depois, desdobrou melhor esse aspecto, com a revis\u00e3o feita por Leonhard, diferenciando a forma autista e a forma ap\u00e1tica, desdobradas da forma improdutiva.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s psicoses catat\u00f4nicas, que j\u00e1 constitu\u00edam um grupo e n\u00e3o uma forma \u00fanica, estabeleceu quatro formas distintas: uma forma com car\u00eancia de iniciativa, que se traduzia no aspecto da comunica\u00e7\u00e3o verbal (Catatonia Mutista); uma forma acin\u00e9tica (Catatonia Acin\u00e9tica); uma forma paracin\u00e9tica com libera\u00e7\u00e3o motora (Catatonia Paracin\u00e9tica); uma forma negativista em que havia o contr\u00e1rio, o aspecto oposto e o indiv\u00edduo n\u00e3o se manifestava, n\u00e3o atendia ao que se lhe pedia, reagia sempre com negativismo, inclusive para a alimenta\u00e7\u00e3o (Catatonia Negativista); e uma forma estereot\u00edpica-iterativa, com agita\u00e7\u00e3o, uma forma agitada. Vamos ver depois que essa distribui\u00e7\u00e3o foi maior ainda, mais precisa, mais especificada, quando ele assumiu a cl\u00ednica de Frankfurt am Main em 1920 (Catatonia Estereot\u00edpica). Distinguiu melhor a patog\u00eanese, particularmente, diferenciando melhor, quanto ao envolvimento das esferas da personalidade: da esfera afetiva e da esfera conativa, no caso.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1935, Leonhard, trabalhando justamente em Erlagen, mais tarde em Rostock, encontrou as formas de Kleist que j\u00e1 mencionamos.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir da pr\u00f3xima p\u00e1gina exibimos dois Quadros onde aparecem as 26 formas progressivas (Esquizofrenia) segundo Kleist, bem como sua patog\u00eanese (Esfera e sistema atingido em cada uma delas).\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quadro I \u2013 As 26 Formas Esquizofr\u00eanicas (Psicoses Progressivas) segundo Kleist<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"984\" height=\"485\" src=\"https:\/\/anibalsilveira.org\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/2024-07-18-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3026\" srcset=\"https:\/\/anibalsilveira.org\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/2024-07-18-2.png 984w, https:\/\/anibalsilveira.org\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/2024-07-18-2-300x148.png 300w, https:\/\/anibalsilveira.org\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/2024-07-18-2-768x379.png 768w, https:\/\/anibalsilveira.org\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/2024-07-18-2-18x9.png 18w\" sizes=\"auto, (max-width: 984px) 100vw, 984px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p><strong>Quadro II \u2013 As 26 Formas Esquizofr\u00eanias (Psicoses Progressivas), segundo Kleist. No quadro A. Silveira procura evidenciar as esferas centralmente envolvidas em cada grupo, bem como os sistemas cerebrais referentes a cada forma\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"887\" height=\"803\" src=\"https:\/\/anibalsilveira.org\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/2024-07-18-3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3027\" srcset=\"https:\/\/anibalsilveira.org\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/2024-07-18-3.png 887w, https:\/\/anibalsilveira.org\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/2024-07-18-3-300x272.png 300w, https:\/\/anibalsilveira.org\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/2024-07-18-3-768x695.png 768w, https:\/\/anibalsilveira.org\/wp-content\/uploads\/2024\/07\/2024-07-18-3-13x12.png 13w\" sizes=\"auto, (max-width: 887px) 100vw, 887px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n<ol class=\"wp-block-footnotes\"><li id=\"5918c715-7f92-49c5-8c93-e45f0b60c19a\">Texto organizado pelo Dr. Roberto Fasano Neto, em 2003, a partir de aula An\u00edbal Silveira, sem refer\u00eancia de local ou data e de quem compilou, sendo revisto, em 08\/11\/22, por integrantes da Comiss\u00e3o de Revis\u00e3o do CEPAS: Fl\u00e1vio Vivacqua, Francisco Drumond de Moura, Paulo Palladini e Roberto Fasano Neto <a href=\"#5918c715-7f92-49c5-8c93-e45f0b60c19a-link\" aria-label=\"Jump to footnote reference 1\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><\/ol>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>FORMAS HEBEFR\u00caNICAS, SEGUNDO KLEIST. 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