{"id":113,"date":"2022-06-21T12:37:06","date_gmt":"2022-06-21T15:37:06","guid":{"rendered":"http:\/\/anibalsilveira.org\/?page_id=113"},"modified":"2026-02-14T19:22:10","modified_gmt":"2026-02-14T22:22:10","slug":"institucional","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/institucional\/","title":{"rendered":"Memorial de An\u00edbal Silveira"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-group\"><div class=\"wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow\">\n<p>Composto com o Memorial apresentado \u00e0 Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo por ocasi\u00e3o do concurso \u00e0 doc\u00eancia-livre de Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica \u2013 Inscrito em 15 de janeiro de 1941; e com o apresentado \u00e0 Escola Paulista de Medicina por ocasi\u00e3o do concurso para Livre-Doc\u00eancia em Psiquiatria, em 1963.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">1941<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">_______________<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">1963<\/p>\n\n\n\n<p><strong>AN\u00cdBAL SILVEIRA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(Dr. An\u00edbal Cipriano da Silveira Santos \u2013 CRM 2025)<\/p>\n\n\n\n<p>(17\/03\/1902 \u2013 16\/08\/1979)<\/p>\n\n\n\n<p>Psiquiatra do Hospital de Juqueri, SP (1931-1951). Livre-docente de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo. Fellow em fisiologia do c\u00f3rtex cerebral da John Simon Guggenheim Memorial Foundation (1941). Assistente de Pesquisas Psiqui\u00e1tricas da Universidade de Illinois, Chicago )1942-1943). Encarregado de Servi\u00e7o de Higiene Mental, Departamento de Sa\u00fade do Estado. Professor de Psicopatologia na Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras da Universidade de S\u00e3o Paulo (desde 1954); Professor-visitante em 1954, Professor-auxiliar desde 1958, Professor-colaborador em 1962.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>INDEX<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u00cdndice-Cat\u00e1logo M\u00e9dico Paulista (J. de Andrade Maia) \u2013 1938<\/li>\n\n\n\n<li>\u00cdndice-Cat\u00e1logo M\u00e9dico Paulista (J. de Andrade Maia) \u2013 1939<\/li>\n\n\n\n<li>Guggenheim Fellow, Biennial Reports (H. Allen Moe) \u2013 1941 -1942 (e seguintes)<\/li>\n\n\n\n<li>Alumni \u2013 Instituto Brasil-Estados unidos (M. Bastos Belchior) \u2013 1949<\/li>\n\n\n\n<li>Dicion\u00e1rio Bio-Bibliogr\u00e1fico M\u00e9dico Brasileiro (J. de Andrade Maia) \u2013 1951<\/li>\n\n\n\n<li>Repert\u00f3rio de Cient\u00edficos Latino-Americanos \u2013 UNESCO (E. Establier) \u2013 1951<\/li>\n\n\n\n<li>Dicion\u00e1rio de Autores Paulistas (L. Corr\u00eaa de Melo) \u2013 1954<\/li>\n\n\n\n<li>International Directory of Psychologists (E. H. Jacobson) &#8211; 1957<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>EXPOSI\u00c7\u00c3O DAS ATIVIDADES<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A \u2013 DADOS BIBLIOGR\u00c1FICOS<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Filho do Prof. Joaquim da Silveira Santos e de D. Am\u00e9lia Augusta da Silveira Santos, naturais de S\u00e3o Roque SP, nasceu naquela cidade a 17 de mar\u00e7o de 1902 (ver docs. de 1 a 7). Casou-se em Piracicaba SP, a 28 de abril de 1932m com D. Thais Pinto da Silveira Santos e do cons\u00f3rcio tem tr\u00eas filhos, Hume An\u00edbal, Marina Am\u00e9lia e Cid V\u00ednio.<\/li>\n\n\n\n<li>Fez os estudos prim\u00e1rios na cidade natal, depois em Piracicaba, no mesmo Estado. Nesta cidade, cursou, de 1918 a 1921, a Escola Normal Oficial, diplomando-se nesse ano (doc. n.\u00b08); em 1924 completou o curso de proped\u00eautica, no Gin\u00e1sio do Estado da Capital (S. Paulo), mediante exames de madureza, o que lhe conferiu o grau de bacharel em Ci\u00eancias e Letras (doc. n.\u00b0 9). No ano seguinte, 1925, matriculou-se na Faculdade de Medicina e Cirurgia de S. Paulo (capital) \u2013 hoje integrada \u00e0 Universidade do Estado, cujo curso concluiu em dezembro de 1930 (doc. n.\u00b09). Defendeu tese na Cadeira de Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica e Neuri\u00e1trica. Foi aprovado com distin\u00e7\u00e3o \u2013 9,5 \u2013 e colou grau a 28 de janeiro de 1931 (doc. n.\u00b09). Obteve, assim o diploma de doutor em Medicina (doc. n.\u00b010).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>B \u2013 FORMA\u00c7\u00c3O T\u00c9CNICA E SITUA\u00c7\u00c3O FUNCIONAL<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>A partir do 1. \u00b0 ano do curso cl\u00ednico trabalhou efetivamente como interno volunt\u00e1rio na 2.\u00aa Cadeira de Cl\u00ednica M\u00e9dica, sob dire\u00e7\u00e3o do Professor Ov\u00eddio Pires de Campos (doc. n.\u00b011), na 3.\u00aa Enfermaria de Homens da Santa Casa de Miseric\u00f3rdia \u2013 1928 a 1930.<\/li>\n\n\n\n<li>\u00a0Durante o \u00faltimo ano do curso m\u00e9dico (1930) ingressou, na qualidade de interno acad\u00eamico nomeado (abril de 1930), para o corpo cl\u00ednico do Hospital de Juqueri (depois ampliado, com os desdobramentos de servi\u00e7o, em Departamento de Assist\u00eancia a Psicopatas do Estado) (doc. n.\u00b011).\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>Em mar\u00e7o de 1931 foi nomeado m\u00e9dico anatomopatologista (doc. 12b), em regime de tempo integral, em substitui\u00e7\u00e3o ao titular do cargo. No ano seguinte, cessado o impedimento do substitu\u00eddo, passou a exercer o cargo de alienista, em regime de tempo parcial, na Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica da Assist\u00eancia a Psicopatas, rec\u00e9m-criada. Exerceu tais atividades de cl\u00ednica de agudos no Hospital Psicop\u00e1tico da Imigra\u00e7\u00e3o \u2013 como parte dessa Cl\u00ednica; em julho desse mesmo ano o referido Hospital foi evacuado para se transformar em \u201chospital de sangue\u201d; transferiu-se, ent\u00e3o, com os assistidos, para a 2.\u00aa Col\u00f4nia de Homens do Hospital de Juqueri. A partir de 1932 trabalhou sempre como psiquiatra, na Assist\u00eancia a Psicopatas, embora sob denomina\u00e7\u00f5es diversas: m\u00e9dico-alienista \u2013 1933 (doc. n\u00b0 12c), m\u00e9dico-interno residente, sob regime de tempo integral \u2013 1935 (doc. n.\u00b0 12d), m\u00e9dico psiquiatra em tempo parcial \u2013 1938 (doc. n.\u00b012e).<\/li>\n\n\n\n<li>Em 1935 criaram-se no j\u00e1 ent\u00e3o Hospital Central de Juqueri, da Assist\u00eancia a Psicopatas, pavilh\u00f5es para admiss\u00e3o de doentes agudos, um para cada sexo; respondeu por ambos naquele ano, passando depois a dirigir o Pavilh\u00e3o de Observa\u00e7\u00f5es de Homens (8.\u00b0). Apenas interrompeu essa atividade cl\u00ednica no Hospital durante o per\u00edodo de outubro de 1941 a 4 de mar\u00e7o de 1943, em que se afastou para cumprir bolsa de estudos nos Estados Unidos da Am\u00e9rica (ver doc. n.\u00b0<sup>s<\/sup> 7, 13, 17 a-e).<\/li>\n\n\n\n<li>Pode nesse est\u00e1gio, em Chicago, efetuar pesquisas de neurofisiologia e de eletroencefalografia (docs. 13, 17, 29), bem como a seguir dois cursos trimestrais no Institute for Psychoanalysis, de Alexander (doc. n.\u00b0 14).<\/li>\n\n\n\n<li>Em 1947, institu\u00eddas no Hospital Central duas Chefias de Cl\u00ednica, para a Sec\u00e7\u00e3o Masculina (1.\u00b0) e para a Feminina (2.\u00b0), foi designado para assumir a primeira. Nesse cargo, que exerceu at\u00e9 22 de janeiro de 1951 (doc. 15d), procurou organizar os servi\u00e7os internos de rotina, sistematizando o trabalho dos m\u00e9dicos e da enfermagem, bem como instituindo pesquisas no \u00e2mbito cl\u00ednico (docs. 15 a-c), segundo refere no inciso III-A.<\/li>\n\n\n\n<li>Depois de 22 anos de atividades no Hospital de Juqueri passou para o Departamento de Sa\u00fade do Estado em outubro de 1951, posto inicialmente \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do Departamento (doc. 16 a), depois mediante reloca\u00e7\u00e3o (doc. 16b). Menciona igualmente no inciso III, sec\u00e7\u00e3o B, os trabalhos de interesse coletivo desenvolvidos neste setor da Sa\u00fade P\u00fablica.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>I<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-left\"><strong>ESTUDOS CL\u00cdNICOS, PESQUISAS EM FISIOLOGIA CEREBRAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>ASPECTOS CL\u00cdNICOS<\/p>\n\n\n\n<p>Por orienta\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria, que precedeu de muitos anos o in\u00edcio dos estudos m\u00e9dicos (1925) e mesmo os de psicologia que fizera na Escola Normal de Piracicaba (1918-1921), o Autor sempre considerou as doen\u00e7as mentais como reflexo das condi\u00e7\u00f5es anormais de coletividade, traduzidas no desgaste emocional permanente. N\u00e3o no sentido de resultado direto das atribui\u00e7\u00f5es moment\u00e2neas, mas como decorr\u00eancia, atrav\u00e9s dos s\u00e9culos, da desagrega\u00e7\u00e3o social em que a esp\u00e9cie humana se debate desde os \u00faltimos s\u00e9culos da era precedente e mais n\u00edtida a partir do s\u00e9culo XIV de nossa era. Sempre manteve tamb\u00e9m que dentro dessa g\u00eanese geral, em sentido abstrato, numerosos fatores se entrela\u00e7am para produzir em cada paciente os caracteres particulares do desenvolvimento e da configura\u00e7\u00e3o do quadro cl\u00ednico: \u00e9 o que permite reunir os desvios m\u00f3rbidos em entidades nosol\u00f3gicas, fazendo-se a abstra\u00e7\u00e3o as peculiaridades individuais. Ademais, todo conjunto m\u00f3rbido, ainda quando seja de ordem intrinsecamente lesional, \u00e9 inicialmente funcional e mant\u00e9m sempre, mesmo que mascaradas, express\u00f5es funcionais e positivas que poder\u00e3o ser utilizadas para o reajustamento social do paciente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A considera\u00e7\u00e3o dessas condi\u00e7\u00f5es gen\u00e9ricas e especiais, levou o autor a orientar os estudos e a atividade psiqui\u00e1trica em tr\u00eas dire\u00e7\u00f5es prevalentes:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Compreens\u00e3o din\u00e2mica <\/em>da psiquiatria, como investiga\u00e7\u00e3o e como recurso terap\u00eautico; da\u00ed a necessidade de estudar psicologicamente os pacientes, de os mobilizar e integrar no processo terap\u00eautico, para o qual \u00e9 necess\u00e1rio o concurso do m\u00e9dico, do psic\u00f3logo, do assistente social e da enfermagem. Por isso aderiu prontamente \u00e0 chamada <em>ortopsiquiatria<\/em>, tornando-se membro da American Orthpsychiatric Association (1941); e apresentou mo\u00e7\u00f5es ao 5.\u00b0 Congresso Brasileiro da especialidade (1948) e a reuni\u00f5es anuais da World Federation for Mental Health (1950, 1952); para que nossos hospitais psiqui\u00e1tricos assumissem essa pr\u00e1tica (1948) e que todas nossas escolas m\u00e9dicas institu\u00edssem o estudo da psicologia, da higiene mental e da gen\u00e9tica humana (1950, 1952).\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><em>Preven\u00e7\u00e3o dos desajustamentos <\/em>mediante o aconselhamento baseado na Gen\u00e9tica humana. Interessou-se por este ramo da Gen\u00e9tica desde muito antes de se haver ele constitu\u00eddo e afirmado como campo espec\u00edfico: na \u00e9poca em que ainda se denominava <em>heredobiologia<\/em>, setor psiqui\u00e1trico do qual se originou a Gen\u00e9tica humana, a qual n\u00e3o deriva da Gen\u00e9tica Geral, s\u00f3 iniciada no come\u00e7o do s\u00e9culo. Antes ainda de encetar os estudos m\u00e9dicos, em 1923, manteve correspond\u00eancia com Charles B. Davenport, nos Estados Unidos, com N. H. Nilson-Ehle e com Hermann Lundborg, na Su\u00e9cia, diretores dos tr\u00eas \u00fanicos institutos que se consagravam especificamente \u00e0 heredobiologia. Nesse dom\u00ednio combateu entre n\u00f3s a chamada esteriliza\u00e7\u00e3o eug\u00eanica compuls\u00f3ria (trabalhos n.\u00b0<sup>s<\/sup> 1-3, 1927, 1929; 5, 1929; 10, 1931; 80, 1945). \u00c9 nesse sentido, amplo, como disciplina integrada \u00e0 Sa\u00fade P\u00fablica e nos moldes do sanitarismo, que entende a <em>Higiene Mental<\/em> e \u00e9 dentro dessa concep\u00e7\u00e3o que tem procurado lev\u00e1-la \u00e0 pr\u00e1tica, mais sistematicamente desde 1951.<\/li>\n\n\n\n<li><em>Investiga\u00e7\u00e3o dos dinamismos cerebrais, <\/em>a qual subentende dois aspectos, solid\u00e1rios entre si:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Mediante a chamada <em>neuro farmacologia<\/em> e a <em>eletroencefalografia<\/em>; a primeira, \u00e0 qual consagrou uma revis\u00e3o geral como parte de um estudo sobre esquizofrenia \u2013 n.\u00b0 25, 1937 \u2013 transformou-se rapidamente no extenso campo atual de investiga\u00e7\u00f5es neurofisiol\u00f3gicas, farmacodin\u00e2micas e terap\u00eauticas a que a psiquiatria deve poderoso surto de progresso; a atividade bioel\u00e9trica oferece tamb\u00e9m oportunidade para largos desenvolvimentos, neurofisiol\u00f3gicos e cl\u00ednicos, que todos os psiquiatras e neurologistas reconhecem. Desde 1937 o Autor fez sentir \u00e0 Dire\u00e7\u00e3o do Hospital de Juqueri a necessidade inadi\u00e1vel de promover ambas as ordens de pesquisas, para as quais n\u00e3o conseguiu recursos materiais indispens\u00e1veis.<\/li>\n\n\n\n<li>Mediante os dinamismos <em>neurofisiol\u00f3gicos <\/em>e <em>neuropatol\u00f3gicos, <\/em>interligados. Estes \u00faltimos, vi\u00e1veis apenas com o recurso cl\u00ednico, foram os mais acess\u00edveis \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o do Autor, o que fez com que os Colegas em geral lhe interprestassem a orienta\u00e7\u00e3o como \u201clocalizat\u00f3ria\u201d, no sentido organicista, quando em verdade o Autor tem mostrado publicamente, desde o primeiro trabalho sobre o assunto (n.\u00b0 10, 1933, publicado em 1934), que tal concep\u00e7\u00e3o das \u201clocaliza\u00e7\u00f5es\u201d anat\u00f4micas era anacr\u00f4nica j\u00e1 no in\u00edcio do s\u00e9culo passado, desde as pesquisas de Gall. Encara as \u201clocaliza\u00e7\u00f5es\u201d quanto a \u00f3rg\u00e3os cerebrais, n\u00e3o quanto a fun\u00e7\u00f5es; e procurou sempre os mostrar como integrando sistemas funcionais cujo dinamismo \u00e9 paralelo ao das fun\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas.\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Sempre manteve o Autor que n\u00e3o existe antagonismo entre o plano psicol\u00f3gico da personalidade e o plano din\u00e2mico das estruturas cerebrais, conquanto sejam diversos os m\u00e9todos para investigar aquele e este. Da mesma forma, n\u00e3o ocorre discord\u00e2ncia entre a psicopatologia e a patologia cerebral.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa maneira din\u00e2mica de interpretar os dist\u00farbios mentais e os dist\u00farbios da harmonia cerebral permitiu o Autor tentar a sistematiza\u00e7\u00e3o de alguns quadros cl\u00ednicos da patologia cerebral. Dir\u00e1 em abreviado na Sec\u00e7\u00e3o III. Mas foi principalmente com o advento da leucotomia de Egas Moniz, depois ampliada com lobotomia, que se apresentou oportunidade maior para a aplica\u00e7\u00e3o cl\u00ednica desses princ\u00edpios. Procurou interpretar sob essa luz os resultados e as indica\u00e7\u00f5es da leucotomia \u2013 a que chamou \u201cseletiva\u201d em acep\u00e7\u00e3o algo diversa da de neurocirurgi\u00f5es argentinos. Tamb\u00e9m a isto se referir\u00e1 na Sec\u00e7\u00e3o III.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Procurou, ainda em 1937, realizar com esse objetivo algumas verifica\u00e7\u00f5es experimentais \u2013 acess\u00edveis \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o do Hospital de Juqueri \u2013 em companhia do Dr. Aloysio de Mattos Pimenta.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>FISIOLOGIA CEREBRAL<\/p>\n\n\n\n<p>A precariedade de recursos de pesquisa no Hospital de Juqueri n\u00e3o permitia resolver duas quest\u00f5es de neurofisiologia que o Autor tinha em mente:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Comprovar os dinamismos intercorticais e subc\u00f3rtico-corticais de reg\u00eancia em plano fisiol\u00f3gico, presumidos pelo Autor; seriam eles a base da reg\u00eancia patol\u00f3gica admitida clinicamente. Exatamente a interrup\u00e7\u00e3o dessa reg\u00eancia, ainda na hip\u00f3tese do Autor, explicaria os resultados da leucotomia \u201cseletiva\u201d<\/li>\n\n\n\n<li>Verificar, topisticamente, as camadas do c\u00f3rtex cerebral das quais partiriam os impulsos, nas \u00e1reas reguladoras, ou \u00e0s quais chegariam eles, nas \u00e1reas regidas.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Entendeu o Autor que poderiam ser verificados ambos os tipos de dados, mediante o recurso ao m\u00e9todo de coagula\u00e7\u00e3o local do c\u00f3rtex, de Dusser de Barenne, associada ao estudo do eletroencefalograma experimental. Ademais essa verifica\u00e7\u00e3o lhe pareceu indispens\u00e1vel para esclarecer outros problemas gerais da patologia cl\u00ednica. Para elucidar esses aspectos decidiu candidatar-se em 1940 a uma bolsa de estudos da Guggenheim Foundation, que em 1939 se estendera a pesquisadores da Am\u00e9rica Latina. Formulou ent\u00e3o um programa de pesquisas (ANEXO I e doc. n.\u00b017) para cuja aprecia\u00e7\u00e3o teve a honra de contar com Dusser de Barenne, Foerster, Kleist, Vogt, e entre autoridades nacionais, com Aloysio de Castro, Adherbal Tolosa e Paulino Longo. Dusser de Barenne o honrou sobremaneira ao lhe oferecer o Laborat\u00f3rio de Neurofisiologia da Universidade de Yale, em New Haven para as pesquisas e ao aceder em orient\u00e1-lo. Com igual oferta o distinguiu Spiegel, para a experimenta\u00e7\u00e3o e o servi\u00e7o cl\u00ednico na Universidade Temple, Filadelfia. Obtida a bolsa de estudos \u2013 a que concorreram 400 candidatos da Am\u00e9rica Latina (Biennial Report, Guggenheim Foundation, 1941-1942), n\u00e3o pode alcan\u00e7ar a supervis\u00e3o de Dusser de Barenne, que falecera recentemente. Orientou-o por\u00e9m o eminente sucessor de Dusser de Barenne, W. S. McCulloch, que passou a dirigir o Laborat\u00f3rio, transferindo-se para Chicago, e que teve a defer\u00eancia de ratificar a oferta primitiva.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>No Laborat\u00f3rio de Neurofisiologia do Illinois Neuropsychiatric Institute, pode verificar que os problemas te\u00f3rico-experimentais que propunha j\u00e1 constitu\u00edam objeto de cogita\u00e7\u00e3o por parte de McCulloch e Bailey (docs. 17 <em>b<\/em> e <em>c<\/em>). O m\u00e9todo de coagula\u00e7\u00e3o laminar (Dusser de Barenne) j\u00e1 estava sendo ali associado ao de aplica\u00e7\u00e3o local de estricnina (Dusser de Barenne). Assim, a interrela\u00e7\u00e3o c\u00f3rtico-cortical, a que visava investigar, veio a entrosar-se com o programa de pesquisas de Bailley, McCulloch e von Bonin.<\/li>\n\n\n\n<li>Ao m\u00e9todo inicial de coagula\u00e7\u00e3o das camadas corticis superficiais (Dusser de Barenne) come\u00e7ava a combinar-se o de coagula\u00e7\u00e3o profunda, descoberto por Craig Goodwin. Coube ao autor do curriculum obter, em companhia de Roseman e de Goodwin, os primeiros resultados positivos com a nova t\u00e9cnica (docs. ns. 18, p\u00e1gina 3, 5 \u00faltimas linhas; 17<em> d<\/em>, p\u00e1gina 2, \u00a73. \u00b0).<\/li>\n\n\n\n<li>Estabeleceu pela associa\u00e7\u00e3o dos tr\u00eas m\u00e9todos \u2013 termocoagula\u00e7\u00e3o laminar, a\u00e7\u00e3o da estricnina, eletroc\u00f3rticograma \u2013 a <em>identidade<\/em> entre o <em>est\u00edmulo neurofisiol\u00f3gico <\/em>e o <em>est\u00edmulo ps\u00edquico<\/em> (auditivo, no caso), pesquisando o c\u00f3rtex auditivo do gato (doc. 17<em>d<\/em>, p\u00e1gina2).<\/li>\n\n\n\n<li>Conseguiu verificar experimentalmente que h\u00e1 rela\u00e7\u00f5es de reg\u00eancia da \u00e1rea 7 (equivalente \u00e0 parieto-temporal humana) sobre a \u00e1rea 6, frontal, no macaco; e que ap\u00f3s duas semanas a reg\u00eancia desaparecera por efeito da termocoagula\u00e7\u00e3o na \u00e1rea 7 \u2013 retorna, embora de modo imperfeito (docs. ns. 17<em> d<\/em> e 18); n\u00e3o verificou, por\u00e9m, rela\u00e7\u00e3o de reg\u00eancia em sentido inverso, isto \u00e9, da \u00e1rea 6 para com o campo 7.<\/li>\n\n\n\n<li>Teve igualmente o privil\u00e9gio de mostrar o <em>comportamento diverso das camadas corticais III e V, <\/em>quanto \u00e0 <em>emiss\u00e3o<\/em> <em>dos est\u00edmulos<\/em> e ao<em> recebimento deles <\/em>(ver doc. n.\u00b0 18, p\u00e1gina 229, \u00a7 2. \u00b0 e 3.\u00b0).<\/li>\n\n\n\n<li>Ampliando-se-lhe de modo inesperado e honroso o dom\u00ednio dos estudos a que se propusera, participou das pesquisas de Bailey, McCoulloch e von Bonin para estabelecer o mapa funcional do c\u00f3rtex no macaco e no chimpanz\u00e9 (doc. 18, p\u00e1gina inicial, inciso Acknowlegement; e doc. 17 <em>c, <\/em>pen\u00faltimo par\u00e1grafo.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>II<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ATIVIDADE DID\u00c1TICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A \u2013 EM \u00c2MBITO UNIVERSIT\u00c1RIO<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Obteve em 1941 o t\u00edtulo de docente-livre na Cadeira de Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica na Faculdade de Medicina da Capital, hoje da Universidade de S\u00e3o Paulo, mediante concurso de t\u00edtulos e de provas (doc. n.\u00b020)<\/li>\n\n\n\n<li>No mesmo ano de 1941 viajou para os Estados Unidos da Am\u00e9rica do Norte, sob os ausp\u00edcios da Funda\u00e7\u00e3o Guggenheim. Passou a trabalhar assim no Illinois Neuropsychiatric Institute, como referido na Sec\u00e7\u00e3o I.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Nessa ocasi\u00e3o foi distinguido com a nomea\u00e7\u00e3o para o cargo de Assistente de Pesquisas Psiqui\u00e1tricas na Universidade de Illinois, \u201cem car\u00e1ter excepcional por n\u00e3o ser cidad\u00e3o norte-americano nem pretender resid\u00eancia no pa\u00eds\u201d (doc. 21 <em>a<\/em>), para o ano letivo iniciado em fevereiro de 1942. E foi honrado ainda com a renova\u00e7\u00e3o do termo, por um ano, sem continua\u00e7\u00e3o, a partir de 1.\u00b0 de setembro (doc. n.\u00b021 <em>b<\/em>), embora o Col\u00e9gio M\u00e9dico e a Universidade conhecessem oficialmente que o est\u00e1gio no Illinois Neuropsychiatric Institute expiraria em dezembro daquele ano. Teve assim oportunidade de integrar oficialmente o importante grupo de pesquisas do Illinois Neuropsychiatric Institute, sob a chefia de Bailey e McCulloch.<\/p>\n\n\n\n<p>Retornando ao pa\u00eds, conseguiu efetuar oficialmente, na qualidade de docente-livre, tr\u00eas cursos de aperfei\u00e7oamento na Faculdade de Medicina: dois em 1946 e o terceiro em 1947 (doc. n.\u00b022 <em>a-c<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Em 1953, o Prof. Eur\u00edpedes Sim\u00f5es de Paula, Diretor da Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras da Universidade de S\u00e3o Paulo, convidou o Autor \u2013 por proposta da Prof.\u00aa Annita Cabral, aprovada pela Congrega\u00e7\u00e3o \u2013 para integrar a Comiss\u00e3o Examinadora de doutoramento (doc. n.\u00b023).<\/li>\n\n\n\n<li>Ainda por parte daquele Diretor, e no mesmo ano, foi distinguido com o convite para ministrar aulas na Cadeira de Psicologia, por designa\u00e7\u00e3o da Prof\u00aa Annita Cabral. Como professor visitante encarregou-se ent\u00e3o da disciplina do Curso de Especializa\u00e7\u00e3o em Psicologia da Cadeira III (doc. n.\u00b0 24 <em>a<\/em>). Com isso teve a honra de figurar entre os docentes da Faculdade, distin\u00e7\u00e3o essa que tem sido renovada (doc. n.\u00b0 24, <em>c-e<\/em>).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Entre as atividades t\u00e9cnicas que nessa condi\u00e7\u00e3o exerceu, integrou a Congrega\u00e7\u00e3o Especial para o concurso de livre-doc\u00eancia da Cadeira de Psicologia Educacional, em 1954 (doc. n.\u00b0 24 <em>b<\/em>).<\/li>\n\n\n\n<li>At\u00e9 1959 as atividades propriamente docentes consistiram nas de professor auxiliar (desde 1956) da Cadeira III, Psicologia, regida pela Prof\u00aa Annita Cabral. Prosseguindo nos encargos iniciais participava de dois tipos de curso:<\/li>\n\n\n\n<li>No de Especializa\u00e7\u00e3o em Psicologia Cl\u00ednica incumbia-se de tr\u00eas programas:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>&#8211; Psicologia fisiol\u00f3gica, 1.\u00b0 ano de especializa\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Psicopatologia, nos dois anos de especializa\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; M\u00e9todo de Rorschach, tamb\u00e9m nos dois anos.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Lecionava aquelas mesmas disciplinas, como programa avulso nos cursos de bacharelado, ou nos parcelados, ou ainda como mat\u00e9ria optativa para os alunos de Filosofia, ou de Pedagogia, ou de Ci\u00eancias Sociais, que as escolhessem.<\/li>\n\n\n\n<li>A partir de 1960 acrescentou \u00e0quelas tarefas a de lecionar no Curso de Psicologia, pois teve a honra de ser proposto para a disciplina de Psicopatologia \u2013 na \u00e9poca denominada \u201cPsicologia Patol\u00f3gica e do Anormal\u201d \u2013 integrante da terceira s\u00e9rie do curr\u00edculo. Ministrou-a assim aos alunos de Psicologia desde a 1.\u00aa turma do 3.\u00b0 ano, pois o Curso fora instalado em 1958.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Ao lecionar a 2.\u00aa turma do 3.\u00b0 ano de Psicologia, em 1961, pode contar com o aux\u00edlio da Lic. Elsa Lima Gon\u00e7alves Antunha, a qual se encarregou de semin\u00e1rios, podendo ent\u00e3o ser iniciado o estudo sistem\u00e1tico de fen\u00f4menos parapsicol\u00f3gicos. No ano seguinte conseguiu o aux\u00edlio de mais um assistente, o Dr. Isaias Hessel Melsohm, com o que todos os programas se desenvolveram largamente, atingindo em 1963 o total de 20, inclu\u00eddo a\u00ed o de trabalhos pr\u00e1ticos de neuroanatomia no Departamento do Prof. O. Machado de Souza na Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (ver ANEXO II-A).<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Em fins de 1963 foi estruturado o Curso de Psic\u00f3logo da Faculdade, como parte profissional do Curso de Psicologia; e o Autor obteve contrato de outra assistente no cargo de Instrutora, a Lic. Sarita Joselina de F\u00e9o. Encarregou-a dos trabalhos pr\u00e1ticos de \u201cT\u00e9cnicas projetivas\u201d, especialmente da \u201cProva de Rorschach\u201d. Com a estrutura do novo setor de ensino, a disciplina a cargo do Autor \u2013 Psicopatologia \u2013 desenvolver\u00e1 mais 4 programas planejados para 1964, com o que o total de seria\u00e7\u00f5es se eleva para 28 (ANEXO II-A).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>A cargo pessoal do Autor ficam nesse conjunto, dez programas: fls 1, 2, 5, 8, 11, 15, 18, 20 e 24 do ANEXO II-A. E no todo a disciplina Psicopatologia participa de cinco cursos da Faculdade de Filosofia: (a) curr\u00edculo b\u00e1sico de Psicologia, (b) orienta\u00e7\u00e3o educativa, (c) mestrado, (d) forma\u00e7\u00e3o de psic\u00f3logo, (e) bacharelado e \u201cde mat\u00e9rias optativas\u201d (ANEXO II-A).<\/p>\n\n\n\n<p>Deseja salientar que com esse entrosamento de aulas te\u00f3ricas, de trabalhos pr\u00e1ticos e de semin\u00e1rios, a seria\u00e7\u00e3o de todos os programas que constituem a disciplina Psicopatologia permitir\u00e1 aos discentes s\u00f3lida base para o exerc\u00edcio da profiss\u00e3o. Em ordem crescente de depend\u00eancia e de especializa\u00e7\u00e3o, encontram-se a\u00ed no setor b\u00e1sico: (1) Psicologia fisiol\u00f3gica; (2) estudo da personalidade pelo m\u00e9todo de Rorschach; (3) dinamismos gerais da psicopatologia; (4) patog\u00eanese dos dist\u00farbios nos v\u00e1rios quadros psiqui\u00e1tricos; (5) problemas especiais de aprendizado. No n\u00edvel de especializa\u00e7\u00e3o profissional o conjunto abrange: (6) patog\u00eanese diferencial nas diversas condi\u00e7\u00f5es psiqui\u00e1tricas; (7) dinamismos cerebrais fundamentais (neurofisiologia); (8) psicologia din\u00e2mica; (9) psicoterapia como orienta\u00e7\u00e3o especializada; (10) no\u00e7\u00f5es de psiquiatria essenciais para o psic\u00f3logo. Deseja frisar que com essa base ser\u00e3o, seguramente evitados os graves inconvenientes de se aventurar o psic\u00f3logo n\u00e3o m\u00e9dico a corrigir dist\u00farbios que seriam da al\u00e7ada do psiquiatra.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"5\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Al\u00e9m dessas tarefas de ordem docente, planejou o Autor, no \u00e2mbito da Faculdade, pesquisas em psicologia, pelas quais os alunos t\u00eam mostrado interesse, e que ao mesmo tempo envolvem quest\u00f5es de utilidade pr\u00e1tica como m\u00e9todos de trabalho e quanto aos resultados que possam produzir:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Estudo cient\u00edfico de fen\u00f4menos chamados parapsicol\u00f3gicos;<\/li>\n\n\n\n<li>Investiga\u00e7\u00f5es sobre o eidetismo;<\/li>\n\n\n\n<li>Estudo experimental da din\u00e2mica sensorial.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Apenas a primeira dessas verifica\u00e7\u00f5es pode ser iniciada, pois as outras dependem de local de trabalho, do qual a disciplina ainda n\u00e3o disp\u00f5e.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>B \u2013 CURSOS DE APERFEI\u00c7OAMENTO<\/p>\n\n\n\n<p>Teve ocasi\u00e3o de organizar e ministrar 15 cursos de aperfei\u00e7oamento na especialidade e de participar de 22 outros.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Dentre os que organizou e proferiu inteiramente (15) ou organizou em colabora\u00e7\u00e3o (8), menciona no primeiro grupo o de fisiologia cerebral, em 1945 (doc. n.\u00b0 26<em> c<\/em>), o qual parece ter sido o primeiro no g\u00eanero, entre n\u00f3s; e no segundo caso o de extens\u00e3o universit\u00e1ria de neuropsiquiatria (doc. n.\u00b0<em>26 <\/em>b), na Faculdade de Medicina da Bahia, Cadeiras de Psiquiatria (Prof. M\u00e1rio Leal) e de Cl\u00ednica Neurol\u00f3gica (Prof. Carlos Gama), tamb\u00e9m em 1945. Parece igualmente haver sido o primeiro dessa modalidade, em S\u00e3o Paulo, o curso p\u00fablico sobre o m\u00e9todo de Rorschach que organizou e ministrou em 1945 (doc. n.\u00b0 26<em> d<\/em>).<\/li>\n\n\n\n<li>Contribuiu com n\u00famero vari\u00e1vel de aulas para 14 cursos de aperfei\u00e7oamento, entre os quais tr\u00eas de Higiene Mental na Faculdade de Higiene e Sa\u00fade P\u00fablica, a cargo do Prof. Vicente de Sampaio Lara (doc. n.\u00b0 26 <em>e<\/em>), o de Diagn\u00f3stico e Terap\u00eautica Psiqui\u00e1trica da Escola Paulista de Medicina, em 1951 (doc. n.\u00b0 26 <em>f<\/em>), o de Fatores do Comportamento Humano, Museu de Arte de S\u00e3o Paulo, 1955 (doc. n.\u00b0 26 <em>g<\/em>), e o mais recente, o de Gen\u00e9tica aplicada \u00e0 Neurologia, no Hospital das Cl\u00ednicas, Servi\u00e7o do Prof. Adherbal Tolosa, em setembro do corrente ano (doc. n.\u00b0 26 <em>h<\/em>).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>III<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ORIENTA\u00c7\u00c3O CL\u00cdNICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>I \u2013 CONCEP\u00c7\u00d5S TE\u00d3RICAS<\/p>\n\n\n\n<p>Em decorr\u00eancia da orienta\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria que segue, sempre considerou as doen\u00e7as mentais sob a luz da psicodin\u00e2mica, segundo resumiu na Sec\u00e7\u00e3o I. Da\u00ed procurar estabelecer em cada paciente, mesmo sem les\u00f5es cerebrais, a patog\u00eanese do quadro cl\u00ednico \u2013 n\u00e3o a mera verifica\u00e7\u00e3o dos sintomas \u2013 como ponto de apoio para o poss\u00edvel reajustamento, ainda que \u00e0 comunidade do hospital. Essa orienta\u00e7\u00e3o de \u201cnunca cruzar os bra\u00e7os\u201d, mesmo ante pacientes de psicose residual, fez adeptos entre os Colegas jovens, em n\u00famero crescente. Alguns anos depois, a mentalidade terap\u00eautica inaugurada por Meduna e \u2013 mais recentemente \u2013 a descoberta dos compostos neurotr\u00f3picos vieram retificar-lhe o acerto.<\/p>\n\n\n\n<p>A orienta\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica do Autor pode ser identificada, desde os primeiros trabalhos, em tr\u00eas dire\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Como finalidade prec\u00edpua, visa \u00e0 preven\u00e7\u00e3o das desordens mentais mais que ao tratamento individual; e entende a chamada Higiene mental como aplica\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e n\u00e3o como difus\u00e3o de preceitos (trabalhos de ns. 1 a 10, 1927-1931; n.\u00b0 69, 1944; 80, 1945 e demais do t\u00f3pico inicial da rubrica IX do <em>Curriculum<\/em>)<\/li>\n\n\n\n<li>Em sentido doutrin\u00e1rio, recorre \u00e0 Gen\u00e9tica humana \u2013 de in\u00edcio denominada heredobiologia e heredopatologia \u2013 como compreens\u00e3o do quadro cl\u00ednico em causa, o que permite fazer com que a atua\u00e7\u00e3o corretiva preceda, muita vez, \u00e0 eclos\u00e3o dos dist\u00farbios (trabalhos ns.9, 1928; 10, 1931; 13, 1935; 17, 1936; 259, 1952; 307, 1954; e demais da rubrica IX do <em>Curriculum<\/em>, t\u00f3pico inicial);<\/li>\n\n\n\n<li>No estudo propriamente individual do paciente, a patog\u00eanese e a an\u00e1lise psicopatol\u00f3gica norteiam a compreens\u00e3o do quadro em causa (trabalhos ns. 11, 1934; de 14 a 18, de 21 a 23, 1936; de 28 a 34,1938; e outros tr\u00eas \u00faltimos t\u00f3picos, rubrica IX, do <em>Curriculum<\/em>).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Desde os primeiros trabalhos procurou frisar a \u00edntima solidariedade entre o plano subjetivo da personalidade humana e os planos estrutural e din\u00e2mico do c\u00e9rebro na exterioriza\u00e7\u00e3o dos quadros m\u00f3rbidos (trabalhos 2, 8, 13-18, 21, 22, 25-28, 30-33, 38-41, 44-50, 82, 168). E, por outro lado, que todos os dados \u2013 filogen\u00e9ticos, fisiol\u00f3gicos, estruturais, psicol\u00f3gicos t\u00eam que ser utilizados em semiologia para compreender o quadro mental (21, 24, 27, 39, 168, 223).<\/p>\n\n\n\n<p>Com esse crit\u00e9rio estudou e analisou o fen\u00f4meno do automatismo mental de Cl\u00e9rambault, em 29 pacientes, depois em mais 9 (12, 1935; 14, 17, 1936). Ao que parece somente um trabalho de Teixeira Lima e Guerner, n\u00e3o publicado, focalizara o assunto. Tive tamb\u00e9m ocasi\u00e3o de estudar a encefalite \u201cpsic\u00f3tica\u201d de Marchand (15, 20, 1936). Ainda no campo da Semiologia, em colabora\u00e7\u00e3o com Jo\u00e3o Baptista dos Reis, ent\u00e3o Assistente de Laborat\u00f3rio do Hospital de Juqueri, procurou estudar em bases precisas e de modo sistem\u00e1tico grupos de altera\u00e7\u00f5es liqu\u00f3ricas globais em doentes com encefalite toxi-infecciosa, t\u00f3xica, ou com amolecimento cerebral (35). A julgar pelas an\u00e1lises na Zentralbl. Neur. u. Psychiatrie e nos Fortschr. Neurol., foi esse o primeiro trabalho sobre o assunto, na literatura. Cumpre acentuar que aquele ilustre Colega, hoje na Escola Paulista de Medicina, Cl\u00ednica Neurol\u00f3gica, levou a not\u00e1veis refinamentos a t\u00e9cnica e chegou a concep\u00e7\u00f5es muito mais amplas e definidas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outro recurso semiol\u00f3gico \u2013 a pneumoencefalografia \u2013 foi utilizado pelo Autor de modo algo diverso que o habitual: em pacientes com dist\u00farbios \u201cfocais\u201d estritamente psiqui\u00e1tricos. Com ele chegou a conclus\u00f5es concordantes em esquizofr\u00eanicos de quadro \u201cresidual\u201d 926, 1937; 31, 31, 1938; 51, 1941), em pacientes com les\u00f5es cerebrais comprovadas (28, 30, 36, 1936; 82, 1945; 230, 1950; 240, 243, 1951) e principalmente em casos nos quais havia indica\u00e7\u00e3o para interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica no c\u00e9rebro (22, 23, 1936; 33, 36, 1938).<\/p>\n\n\n\n<p>Com esse modo de interpretar a patog\u00eanese, estudou, no caso da esquizofrenia: o modo de a\u00e7\u00e3o dos processos de Meduna e de Sakel (26, 1937; 38, 39, 1939); sugest\u00f5es para a escolha do tratamento conforme o quadro cl\u00ednico (29, 34, 1938; 37, 42, 1939; 51, 1941); e causas de erro pass\u00edveis de falsear o resultado terap\u00eautico (34, 36, 37, 1938; 38, 40-43, 1939; 44, 1940; 51, 1941). Em rela\u00e7\u00e3o ao modo de a\u00e7\u00e3o e \u00e0s indica\u00e7\u00f5es dos m\u00e9todos em causa, chegou a conclus\u00f5es mais precisas que as da literatura respectiva, na opini\u00e3o de Meduna (ver ANEXO V). Pode ainda precisar o bi\u00f3tico em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s remiss\u00f5es terap\u00eauticas (42, 44, 1946), sistematizar a an\u00e1lise dos fen\u00f4menos motores e vegetativos no choque de Meduna (26, 1937; 31, 32, 1938; 39, 43, 1939) e principalmente da psicopatog\u00eanese no processo (26, 1937; 40, 42, 1939). Isolou v\u00e1rios dist\u00farbios perceptivos durante a fase final do acesso provocado, os quais lhe pareceram assumir significado progn\u00f3stico (43, 1939). Valeu-se de cintas cinematogr\u00e1ficas para documentar v\u00e1rios desses fen\u00f4menos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No campo da din\u00e2mica cerebral procurou estabelecer as rela\u00e7\u00f5es de depend\u00eancia entre fun\u00e7\u00f5es de \u00e1reas do lobo frontal e fun\u00e7\u00f5es de zonas corticais posteriores (11, 1934; 12, 13, 1935; 14, 18-23, 1936; 24-27, 1937; 28, 1938; 45, 1940; 168. 1948). Dessas dedu\u00e7\u00f5es resultou o recurso \u00e0 leucotomia \u201cseletiva\u201d na acep\u00e7\u00e3o do Autor; para a fundamenta\u00e7\u00e3o desta empreendeu pesquisas neurofisiol\u00f3gicas em Chicago, como espec\u00edfica na Sec\u00e7\u00e3o I. Os resultados de tal processo neurocir\u00fagico t\u00eam correspondido ao pressuposto te\u00f3rico (76, 1944; 147, 1946;107, 1948; 226, 228, 230, 232, 1950).<\/p>\n\n\n\n<p>Sob essa luz, da psicopatologia associada \u00e0 fisiologia cerebral, pode estabelecer quadros sindr\u00f4micos particulares do lobo frontal (11, 1935; 12, 1935;20, 1936), o que lhe valeu cita\u00e7\u00e3o de Aloysio de Castro (11, ANEXO V-B, II); e identificar a s\u00edndrome do lobo frontal consequente a les\u00f5es distantes, na regi\u00e3o parieto-temporal (24, 25, 1937; 30, 33, 1938; 82, 1945; 420, 1963). A no\u00e7\u00e3o de sistemas cerebrais, como correlato de sistemas funcionais subjetivos, na qual se calca a doutrina das fun\u00e7\u00f5es cerebrais que o Autor segue, coincide em muitos aspectos com a que foi institu\u00edda por Kleist.&nbsp; E an\u00e1lises que fez de s\u00edndromes \u201ctop\u00edsticas\u201d do c\u00e9rebro e dos v\u00e1rios quadros m\u00f3rbidos end\u00f3genos, baseado nela (11-14, 17, 22-25) mereceram aprova\u00e7\u00e3o daquele insigne inovador da psiquiatria (ver cartas de Meduna e de Kleist, transcritas no ANEXO V-A).<\/p>\n\n\n\n<p>II \u2013 SERVI\u00c7OS A CARGO DO AUTOR<\/p>\n\n\n\n<p>Durante os 34 anos de servi\u00e7o p\u00fablico na especialidade \u2013 dos quais 22 no Hospital de Juqueri \u2013 o Autor tem tido responsabilidade, vari\u00e1vel embora, na orienta\u00e7\u00e3o de Colegas e de auxiliares.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>NO HOSPITAL DE JUQUERI<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Desde o in\u00edcio da carreira profissional entendia que as atividades de rotina n\u00e3o podem isolar-se da pesquisa. Teve que exercer a ambos os misteres, isoladamente, como autodidata, pois a prec\u00e1ria organiza\u00e7\u00e3o do Hospital de Juqueri, n\u00e3o permitia trabalho em conjunto nem troca de ideias como parte do servi\u00e7o cl\u00ednico. Logo, por\u00e9m teve o prazer de orientar jovens internos acad\u00eamicos que foram sendo sucessivamente designados para os pavilh\u00f5es \u2013 um em cada sec\u00e7\u00e3o do Hospital \u2013 a cargo do Autor. Mais tarde pode associar-se a Colegas tamb\u00e9m empenhados no trabalho de pesquisa como integrante da atividade hospitalar \u2013 especialmente A. de Mattos, Pimenta, A. Sette Jr., C. Pereira da Silva, C. Roberto Alves, J. B. dos Reis, M. Robortella, P. Pinto Pupo.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o ingresso de novos psiquiatras para o Hospital de Juqueri veio a formar-se espontaneamente, por iniciativa de Colegas, um grupo de trabalho com reuni\u00f5es de enfermaria, sob a orienta\u00e7\u00e3o do Autor. A esse grupo se reuniram logo depois Colegas da Capital, de modo a ampliar as primitivas discuss\u00f5es de enfermaria; continuaram, todavia, com o caracter\u00edstico de extraoficiais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando designado Chefe de Cl\u00ednica na Sec\u00e7\u00e3o Masculina do Hospital Central teve ocasi\u00e3o de tornar sistem\u00e1tica a orienta\u00e7\u00e3o dos Colegas. Foi poss\u00edvel organizar o trabalho nos pavilh\u00f5es confiados \u00e0 Chefia, de modo que o labor cotidiano permitisse tamb\u00e9m pesquisas de ordem cl\u00ednica. Com isso o tiroc\u00ednio psiqui\u00e1trico poder-se-\u00eda firmar sem que fosse necess\u00e1rio aos Colegas dispender energia e tempo alheio ao esfor\u00e7o da rotina. Ao mesmo tempo procurou sistematizar o servi\u00e7o nos pavilh\u00f5es, quer dos auxiliares m\u00e9dicos, que da enfermagem (ver ANEXO III-A e doc. 15 <em>a-d<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo a que teve a honra de orientar veio a tornar-se, a seu torno, orientador de outros Colegas, de modo que aquelas linhas gerais de trabalho t\u00eam tomado amplitude e difus\u00e3o que \u2013 cumpre ressaltar \u2013 n\u00e3o traduzem o esfor\u00e7o real do Autor. Por m\u00e9rito desses Colegas tem-se afirmado tal orienta\u00e7\u00e3o em congressos nacionais e internacionais de maneira honrosa para a psiquiatria local. Salienta o Autor que na reuni\u00e3o do Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, em homenagem a Kleist (31-1-1949); foram apresentados 9 temas e 30 apresenta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, a cargo de 16 Colegas. No fasc\u00edculo de Arq. Neuro-Psiquiat. Dedicado a Kleist (vo. 17, n.\u00b02, 1959), figuram 9 trabalhos. E na sess\u00e3o de homenagem p\u00f3stuma da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina em honra do grande pesquisador 9 trabalhos, com 15 autores, foram apresentados (fevereiro de 1961).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>EM CENTROS DE SA\u00daDE DA CAPITAL<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Transferiu a atividade para o Departamento de Sa\u00fade da Capital em outubro de 1951 (doc. n.\u00b016). Foi encarregado a\u00ed do Servi\u00e7o de Higiene Mental no Servi\u00e7o de Centros de Sa\u00fade da Capital, trabalhando inicialmente na unidade de Santana. Em outubro de 1955 assumiu igual cargo na de Santa Cec\u00edlia, atendendo da\u00ed por diante a ambas, em dias alternados.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 no dec\u00eanio fina da carreira p\u00fablica pode assim dedicar-se ao trabalho preventivo da psiquiatria, tratando de perto \u2013 e em grande escala \u2013 os problemas de ajustamento psicol\u00f3gico e social de grande parte da popula\u00e7\u00e3o a\u00ed assistida. Entende que deve ser justamente essa a principal fun\u00e7\u00e3o do psiquiatra: dinamizar e dar sentido humano aos conhecimentos t\u00e9cnicos da especialidade, surpreendendo os desajustamentos ps\u00edquicos em fase inicial ou em vias de eclodir e procurando corrigi-los. Os dados que afloram \u00e0 consulta comum \u2013 n\u00e3o psiqui\u00e1trica \u2013 nos Centros de Sa\u00fade mostram quanto a popula\u00e7\u00e3o necessita dessa orienta\u00e7\u00e3o, a qual procura com avidez. E revelam quanto \u00e9 falho ainda, o aparelhamento de assist\u00eancia preventiva. Sugerem, por outro lado, modifica\u00e7\u00f5es na estrutura da unidade em causa \u2013 o Centro de Sa\u00fade \u2013 como ali\u00e1s o sentem os m\u00e9dicos e as educadoras que a\u00ed militam.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O tipo de trabalho nos Centros de Sa\u00fade n\u00e3o permite aos m\u00e9dicos a atividade em conjunto como a de hospital psiqui\u00e1trico; mas a troca de experi\u00eancia a prop\u00f3sito das ocorr\u00eancias cl\u00ednicas \u2013 no ritmo de intensa movimenta\u00e7\u00e3o que caracteriza a assist\u00eancia educativa \u2013 leva, de certa maneira, \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de grupos de trabalho. Ao contr\u00e1rio, a atividade das educadoras tem como tra\u00e7o essencial a atua\u00e7\u00e3o planejada e em grupo. A experi\u00eancia do Autor nesse ambiente faz ver que o Servi\u00e7o da chamada Higiene Mental constitui o elemento de liga\u00e7\u00e3o de cuja aus\u00eancia se ressentem ambos os planos de atividade e pode aumentar a efici\u00eancia dos servi\u00e7os internos do Centro de Sa\u00fade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse campo de a\u00e7\u00e3o procurou o Autor estruturar o servi\u00e7o de modo a preencher as seguintes finalidades: (a) consultas de orienta\u00e7\u00e3o ao p\u00fablico que frequenta o Centro de Sa\u00fade, e que procura o Servi\u00e7o por iniciativa pr\u00f3pria ou por encaminhamento interno; (b) \u201cagrupamentos\u201d educativos para consulentes que apresentem problemas em comum ou para m\u00e3es de consulentes-\u00edndice; reuni\u00f5es com as educadoras da unidade para ventilar problemas t\u00e9cnicos e para orient\u00e1-las na psicologia aplicada \u00e0 higiene mental e \u00e0 gen\u00e9tica humana.<\/p>\n\n\n\n<p>Torna-se oportuno reformular a finalidade do Servi\u00e7o como de <em>Orienta\u00e7\u00e3o da Fam\u00edlia<\/em> para que corresponda ao cunho que lhe \u00e9 pr\u00f3prio. E \u00e9 necess\u00e1rio ampli\u00e1-lo de modo a abranger todos os Centros de Sa\u00fade da Capital, a fim de suprir as necessidades da popula\u00e7\u00e3o. Tal reformula\u00e7\u00e3o constitui objetivo atual do Autor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>IV<\/p>\n\n\n\n<p><strong>EMPREENDIMENTO DE INTERESSE COLETIVO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A estrutura\u00e7\u00e3o do atual Servi\u00e7o de higiene Mental dos Centros de Sa\u00fade, tal como referida na Sec\u00e7\u00e3o III-B, ganharia em efici\u00eancia se integrada em organiza\u00e7\u00e3o mais ampla, que permitisse uniformizar e centralizar os trabalhos. O Autor tinha em mente organiza\u00e7\u00e3o desta ordem quando em 1951 se transferiu para o Departamento de Sa\u00fade do Estado. Pensava ent\u00e3o em um instituto voltado \u00e1 Gen\u00e9tica Humana, que parece indispens\u00e1vel ao aparelhamento de Sa\u00fade P\u00fablica do Estado. Tal instituto compreenderia um departamento central, de pesquisa, e outro perif\u00e9rico, de capta\u00e7\u00e3o e atua\u00e7\u00e3o junto ao p\u00fablico. Este \u00faltimo \u2013 a experi\u00eancia atual o mostra \u2013 assumiria efici\u00eancia m\u00e1xima se localizado nos Centros de Sa\u00fade, como o atual Servi\u00e7o de Higiene Mental.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto do Autor mereceu acolhida pronta e franca do Diretor Geral do Departamento de Sa\u00fade, Dr. Luiz Morata Proen\u00e7a. Todavia n\u00e3o poderia ser realizado sem a reestrutura\u00e7\u00e3o do Departamento, como \u00e9 \u00f3bvio. Para efeito pr\u00e1tico seria estabelecida a sec\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica \u2013 o atual Servi\u00e7o de Higiene Mental, que permitiria verificar, como organiza\u00e7\u00e3o piloto, a viabilidade e a utilidade dessa orienta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o fito de obter dados concretos para estabelecer o projeto viajou para os Estados Unidos da Am\u00e9rica em 1951 e para a Europa em 1952, sob os ausp\u00edcios do Departamento de Sa\u00fade e mediante bolsa de viagem do Conselho Nacional de Pesquisas. Visitou na primeira viagem o Departamento de Gen\u00e9tica M\u00e9dica de Kallmann, no Instituto Psiqui\u00e1trico da Universidade de Columbia, em Nova York; e o Pavilh\u00e3o de Convuls\u00f5es, de Lennox, no Centro M\u00e9dico Infantil, de Boston. Na Europa percorreu os Servi\u00e7os de Dahlberg (Uppsala), Gedda (Roma), Gianferrari (Mil\u00e3o), Kemp (Copenhagem), Scultz (M\u00fcnchen), von Verschuer (M\u00fcnster). Pode assim discutir com as principais autoridades atuais no ramo da Gen\u00e9tica Humana a estrutura proposta, cuja inova\u00e7\u00e3o \u2013 a de associar o trabalho de pesquisa e a finalidade de aconselhamento \u2013 mereceu aprova\u00e7\u00e3o. Entende o Autor que a Gen\u00e9tica Humana j\u00e1 se acha de h\u00e1 muito em condi\u00e7\u00f5es de sair do \u00e2mbito das pesquisas para o campo de atua\u00e7\u00e3o ampla como institui\u00e7\u00e3o de Sa\u00fade P\u00fablica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Como a restrutura\u00e7\u00e3o do Departamento de Sa\u00fade dependeria de provid\u00eancias legislativas, o Autor procurou contornar a dificuldade propondo cria\u00e7\u00e3o an\u00e1loga na Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras da Universidade de S\u00e3o Paulo. Poderia ser estruturada assim a sec\u00e7\u00e3o de pesquisas, estabelecendo-se um conv\u00eanio com o Departamento de Sa\u00fade a fim de instalar nos Centros de Sa\u00fade da Capital a sec\u00e7\u00e3o de liga\u00e7\u00e3o como no projeto anterior (doc. n.\u00b019<em> a<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>O Reitor da Universidade de S\u00e3o Paulo, Prof. Al\u00edpio Correa Netto designou uma comiss\u00e3o para estruturar o projeto \u2013 da qual o Autor fez parte (doc. n.\u00b016 <em>c<\/em>) -, por\u00e9m este n\u00e3o chegou a se concretizar. No mesmo sentido ainda, o Autor entrou em contacto com a Funda\u00e7\u00e3o Rockefeller (doc. n.\u00b019 <em>b<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente, o Deputado Dr. Fernando Mauro apresento \u00e0 Assembleia Legislativa, em 1961, um projeto de Lei, que se acha em segunda discuss\u00e3o, relativo ao assunto (doc. n.\u00b0 19 <em>c<\/em>). Tal projeto altera a estrutura do Departamento de Sa\u00fade do Estado no sentido de incluir-lhe entre as finalidades as de pesquisa e de assist\u00eancia p\u00fablica no campo da gen\u00e9tica humana. Cria assim as condi\u00e7\u00f5es para que seja integrada no \u00e2mbito da Sa\u00fade P\u00fablica essa aparelhagem de preven\u00e7\u00e3o que parece indispens\u00e1vel \u00e0 luz dos conhecimentos atuais (doc. n.\u00b0 19 <em>d<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>V<\/p>\n\n\n\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS A PUBLICA\u00c7\u00d5ES DO AUTOR<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>APRECIA\u00c7\u00d5ES DE AUTORIDADES CIENT\u00cdFICAS<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Tem constitu\u00eddo extraordin\u00e1rio est\u00edmulo para a orienta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e de pesquisas, opini\u00f5es de autoridades como Kleist, Krapf, McCulloch, Meduna, Mira y L\u00f3pez, Morel, Morgenthaler, Rees, Stokvis (ANEXO V e docs. de ns. 66 a 74). Toma a liberdade de transcrever no ANEXO V alguns trechos dessas aprecia\u00e7\u00f5es, por se ligarem a t\u00f3picos mencionados no presente memorial. Quando em 1940 se candidatou a bolsa de pesquisas em neurofisiologia teve a honra de contar com express\u00f5es igualmente honrosas de Aloysio de Castro, de Dusser de Barenne, de Foerster, de Chr. Jakob, de Jasper, de Spiegel, de O. Vogt. A estas faz apenas alus\u00e3o, pois os documentos respectivos se extraviaram quando, no in\u00edcio de 1943, foram enviados ao Autor, de volta ao Brasil, pelo Servi\u00e7o de Intelig\u00eancia da Marinha Americana.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Sobre o primeiro trabalho que publicou em rela\u00e7\u00e3o ao tratamento de esquizofr\u00eanicos cr\u00f4nicos pelo cardiazol, recebeu de Meduna, antes ainda de se tornar conhecido pessoalmente do criador do m\u00e9todo, express\u00f5es elogiosas. Dois anos depois, em 1939, pode Meduna acompanhar de perto o modo de o Autor efetuar o tratamento convulsivante e de anotar a crise convulsiva, as pesquisas psicopatol\u00f3gicas e o resultado terap\u00eautico. E teve ent\u00e3o a amabilidade de ratificar a opini\u00e3o pr\u00e9via, em carta de 20-7-1939, de Buenos Aires, para onde se achava em tr\u00e2nsito.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Ainda sobre o tratamento de esquizofr\u00eanicos, o Autor mereceu aprecia\u00e7\u00e3o muito benevolente de Krapf, ao lhe analisar a tese de doc\u00eancia \u2013 o m\u00e9todo de Meduna em esquizofr\u00eanicos cr\u00f4nicos \u2013 no Index de Neurologia y Psiquiatr\u00eda, de Buenos Aires.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Quanto \u00e0s pesquisas em fisiologia cerebral, MacCulloch se exprimiu de modo sumamente honroso a respeito do Autor, n\u00e3o somente em cartas \u00e0 dire\u00e7\u00e3o da Faculdade de Medicina de S\u00e3o Paulo e \u00e0 do Hospital de Juqueri, mas tamb\u00e9m em cap\u00edtulo que redigiu para o livro de Bucy \u2013 The precentral motor c\u00f3rtex, 1943, 1949.<\/li>\n\n\n\n<li>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 atividade propriamente psiqui\u00e1trica, recebeu refer\u00eancias que sobremodo o honram de Kleist \u2013 a princ\u00edpio indiretamente, em comunica\u00e7\u00e3o pessoal de Meduna (doc. 69 <em>b<\/em>); de Mira y L\u00f3pez, no prefaciar-lhe a monografia publicada em colabora\u00e7\u00e3o; e de Morel, quando prop\u00f4s o Autor \u00e0 elei\u00e7\u00e3o para s\u00f3cio correspondente da Societ\u00e9 Suisse de Psychiatrie; de Stokvis, ao convid\u00e1-lo para integrar o corpo de reda\u00e7\u00e3o das Acta Psychotherapeutica, Psychosomatica, Orthopaedagogica (1952) e das Acta Psychotherapeutica et Psychosomatica (1963).<\/li>\n\n\n\n<li>Sobre o trabalho cl\u00ednico-preventivo no Servi\u00e7o de Higiene Mental, em Centros de Sa\u00fade da Capital, recebeu a aprova\u00e7\u00e3o de Rees, de quando o Diretor da World Federation for Mental Health se inteirou pessoalmente do modo como a\u00ed se desenvolve a atividade do Autor.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>Finalmente em refer\u00eancia ao m\u00e9todo de Rorschach, Morgenthaler, a principal figura do psicodiagn\u00f3stico depois de Rorschach, acolheu com especial generosidade os trabalhos que o Autor lhe dedicou por ocasi\u00e3o do 80.\u00b0 anivers\u00e1rio. E prop\u00f5e que o \u00faltimo destes, que resume o modo de o Autor encarar o m\u00e9todo, seja vertido para o alem\u00e3o e publicado em Rorschachiana.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>CITA\u00c7\u00d5ES DE TRABALHOS<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Tem chegado ao conhecimento do Autor numerosas fontes que lhe citam diversos trabalhos. Dessas fontes, 21 s\u00e3o monografias e 38 s\u00e3o livros (ANEXO V-B).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Monografias \u2013 <\/em>Nos estudos monogr\u00e1ficos, 15 devidos a autores estrangeiros, s\u00e3o citados trabalhos do Autor, pertencentes \u00e0s seguintes categorias: <em>higiene e eugenia <\/em>em um (n.\u00b0 1 do ANEXO V-B); <em>prova de Rorschach <\/em>em um (n.\u00b0 18); <em>din\u00e2mica de fun\u00e7\u00f5es cerebrais <\/em>em dois (ns. 3 e 12); <em>tratamento de esquizofr\u00eanicos <\/em>em seis (ns. 2, 4, 5, 7, 9, 16); <em>neurofisiologia<\/em> em onze (ns. 6, 8, 10, 11, 13, 14, 15, 17, 19, 20, e 21).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em>Livros \u2013 <\/em>Cabem nas seguintes rubricas os trabalhos mencionados em livros \u2013 21 deles de autores estrangeiros \u2013 <em>biotipologia <\/em>em dois (ns. 9 e 28 do ANEXO V-B, II); <em>psicologia em geral, <\/em>em dois (ns. 24 e 28); <em>cl\u00ednica psiqui\u00e1trica, <\/em>em quatro (ns. 12, 16, 34 e 37); <em>psicodiagn\u00f3stico,<\/em> principalmente o m\u00e9todo de Rorschach, em cinco (ns. 15, 20, 25, 33 e 35); <em>neurofisiologia<\/em>, em nove (ns. 10, 14, 17, 18, 21, 22,29, 31 e 32); <em>tratamento de esquizofr\u00eanicos, <\/em>em onze (ns. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 13, 19 e 27).<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>RESUMOS DE PUBLICA\u00c7\u00d5ES DO AUTOR<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Deixa de arrolar os especialistas que t\u00eam citado o Autor em artigos t\u00e9cnicos, porque muito numerosos e porque s\u00e3o em geral refer\u00eancias incidentes. Reporta-se, por\u00e9m, a resumos e an\u00e1lises publicadas em revistas m\u00e9dicas, quer nacionais, quer estrangeiras, no total de 26. Destas, 18 s\u00e3o publicadas no exterior (ANEXO V-C).<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre estes peri\u00f3dicos, oito se publicam na Europa, cinco na Am\u00e9rica Latina e cinco nos Estados Unidos da Am\u00e9rica. Dos oito nacionais, cinco se editam nesta Capital. Entre as revistas nacionais, quatro acolhem trabalhos de cl\u00ednica geral; tr\u00eas se dedicam \u00e0 neurologia e \u00e0 psiquiatria conjuntamente, uma \u00e0 psiquiatria somente. Entre os peri\u00f3dicos do exterior um \u00e9 de orienta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, outro especializado em gen\u00e9tica humana, tr\u00eas se consagram \u00e0 neurologia, cinco \u00e0 psiquiatria e oito \u00e0 neurologia e psiquiatria simultaneamente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>VI<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ATIVIDADE PROFISSIONAL E T\u00cdTULOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora tenha sido mero autodidata em todos os tr\u00e2mites da carreira propriamente psiqui\u00e1trica, um feliz conjunto de circunst\u00e2ncias fez com que esta se moldasse \u00e0 seria\u00e7\u00e3o e aos padr\u00f5es normais de forma\u00e7\u00e3o. Assim, antes de praticar a psiquiatria como especialidade, teve a ventura de contar com mestres e guias excepcionais durante o aprendizado m\u00e9dico e neurol\u00f3gico. Contou, a partir do 4.\u00b0 ano m\u00e9dico com a orienta\u00e7\u00e3o de Ov\u00eddio Pires de Campos e do grupo qualificado que o assistia na 3.\u00aa Enfermaria de Homens da Santa Casa. Ainda no per\u00edodo de estudos \u2013 em que n\u00e3o existia internato \u2013 frequentou com assiduidade e com empenho a 1.\u00aa Enfermaria de Almeida Prado onde al\u00e9m das aulas daquele eminente cl\u00ednico lhe foi ministrada o incompar\u00e1vel ensino neurol\u00f3gico de Vampr\u00e9 e do extraordin\u00e1rio conjunto de Assistentes, logo depois tornados chefes de escola. Dessa forma apreendeu da maneira mais completa o verdadeiro sentido da neurologia, ou, melhor, da neuropsiquiatria, em que a mesma manifesta\u00e7\u00e3o, seja som\u00e1tica, seja neurol\u00f3gica, seja ps\u00edquica, ter\u00e1 de ser investigada sob todos os aspectos da complexa unidade humana. Antes de ultimar o curso m\u00e9dico, em 1930, foi nomeado interno-acad\u00eamico no Hospital de Juqueri \u2013 onde, como rotina, atendia a todo o servi\u00e7o cl\u00ednico de dois pavilh\u00f5es, um na Sec\u00e7\u00e3o Masculina, outro na Feminina.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao concluir o curso m\u00e9dico, 1931, ficou vago por um ano o cargo de an\u00e1tomo-patologista do Hospital e o Autor foi nomeado para o preencher. Teve, assim, por um ano, a tarefa de efetuar necropsias e superintender todos os trabalhos de laborat\u00f3rio, o que lhe permitiu completar os estudos de citoarquitetonia e de patologia cerebral que ele empreendera por conta pr\u00f3pria durante o internato acad\u00eamico. A excelente biblioteca especializada do Hospital de Juqueri \u2013 em que existia o c\u00e9lebre atlas arquitet\u00f4nico de von Economo e Koskinas \u2013 supria a car\u00eancia de orienta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que se ressentiam ent\u00e3o os trabalhos hospitalares de rotina. A seguir, exerceu na Capital temporariamente o servi\u00e7o de agudos da rec\u00e9m-criada Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica de Assist\u00eancia a Psicopatas, como foi dito na Sec\u00e7\u00e3o I. Votada \u00e0 atividade psiqui\u00e1trica de pavilh\u00e3o, efetuou-a ainda em col\u00f4nias de cr\u00f4nicos e, durante 5 anos, como m\u00e9dico-interno residente. Foi depois designado chefe de pavilh\u00e3o e afinal chefe de cl\u00ednica psiqui\u00e1trica. Transferido para o Departamento de Sa\u00fade do Estado em 1951, foi-lhe dado aplicar-se ao campo mais f\u00e9rtil e mais \u00fatil da psiquiatria: a preven\u00e7\u00e3o dos desajustamentos e a orienta\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p>Salvo em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo de trabalho em tempo integral, exerce desde 1932 a cl\u00ednica da especialidade na Capital, bem como a atividade de per\u00edcia psiqui\u00e1trica.<\/p>\n\n\n\n<p>Na carreira universit\u00e1ria, conquistou em 1941, o t\u00edtulo de Docente-livre de Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica na Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo; foi honrado com o de Assistente de Pesquisas Psiqui\u00e1tricas na Universidade de Illinois, em Chicago; e a partir de 1954 tem sido honrado com o cargo de Professor, sob contrato, na Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras da Universidade de S\u00e3o Paulo. Em 1956 recebeu da Faculdade Nacional de Medicina o honroso convite para integrar a Banca Examinadora do Concurso \u00e0 C\u00e1tedra de Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica, a realizar-se no ano seguinte.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Foi honrado com a inclus\u00e3o no corpo de reda\u00e7\u00e3o de 6 revistas t\u00e9cnicas, duas delas locais: desde 1934 pertence \u00e0 Reda\u00e7\u00e3o da Revista de Neurologia e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo (doc. n.\u00b0 27) e em 1946 foi designado membro da Comiss\u00e3o de Reda\u00e7\u00e3o dos Arquivos da Assist\u00eancia a Psicopatas de S\u00e3o Paulo (doc. n.\u00b032). No plano internacional, tornou-se redator da Revista Latino-Americana de Psiquiatria, Argentina (1950); <em>Contributing editor <\/em>do International Journal of Group Psychotherapy, USA (1951); membro da Comiss\u00e3o de Reda\u00e7\u00e3o das Acta Psychotherapeutica, Psychosomatica, Orthpaedagogica, Amsterdam (1952) e das Acta Psychotherapeutica et Psychosomatica, Basel (1963) (doc. ns. 39, 40, 42, 51).<\/p>\n\n\n\n<p>VII<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SOCIEDADES CIENT\u00cdFICAS PARA AS QUAIS FOI ELEITO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em decorr\u00eancia da orienta\u00e7\u00e3o que lhe tem norteado a atividade cl\u00ednica, foi eleito membro de sociedades cient\u00edficas de esp\u00edrito diverso. Podem elas ser reunidas em 8 tipos:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Em primeiro lugar as que se votam \u00e0 <em>psiquiatria cl\u00ednica<\/em>, no total de seis: as de n.\u00b0 1, 4, 5, 10, 13, 25, no ANEXO VII;\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>(2) seguem-se-lhes as sociedades dedicadas a <em>ci\u00eancias humanas<\/em> assim chamadas, cinco ao todo: ns. 6, 14, 17, 22, 24;<\/li>\n\n\n\n<li>A seguir, as que se dedicam \u00e0 <em>psicologia<\/em>, quatro: 2, 12, 18, 21, 27, de;<\/li>\n\n\n\n<li>\u00c0 <em>gen\u00e9tica humana<\/em>, tamb\u00e9m quatro: 2, 12, 18, 21;<\/li>\n\n\n\n<li>Em n\u00famero de tr\u00eas, as que visam a <em>higiene mental<\/em> \u2013 8, 15, 20;\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>Duas de <em>psicoterapia de grupo, <\/em>7, 23; e<\/li>\n\n\n\n<li>Duas de <em>\u00edndole neurol\u00f3gica<\/em> \u2013 19 e 26; e finalmente,\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>A de <em>ortopsiquiatria, <\/em>n.\u00b0 3.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Desse total de 27 sociedades, 14 s\u00e3o nacionais com sede nesta Capital. Em cinco delas foi, al\u00e9m disso, escolhido para o cargo de dire\u00e7\u00e3o. Por ordem cronol\u00f3gica, foi presidente do Departamento de Neuropsiquiatria da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina (1941); do Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d (1946); da Sociedade Rorschach de S\u00e3o Paulo (1952-1953); vice-presidente da Sociedade Pavlov de Fisiologia e Medicina (1955); e presidente do Instituto Paulista de Parapsicologia, para o per\u00edodo inicial, de 1963 a 1965. Foi tamb\u00e9m distinguido com o t\u00edtulo de s\u00f3cio honor\u00e1rio do Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, em 1959. De duas agremia\u00e7\u00f5es cient\u00edficas \u00e9 s\u00f3cio fundador: Sociedade Rorschach de S\u00e3o Paulo (1952) e Departamento de Psiquiatria da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina (1960).<\/li>\n\n\n\n<li>Dentre as sociedades estrangeiras foi fundador da American Group Psychotherapy Association, 1945. Foi eleito membro correspondente da Sociedad de Neurologia y Psiquiatria de Buenos Aires (1949), da American Genetic Association (1953); e, como \u00fanico psiquiatra brasileiro, da Soci\u00e9t\u00e9 Suisse de Psychiatrie (1950).\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>VIII<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CONGRESSOS CIENT\u00cdFICOS PARA OS QUAIS CONTRIBUIU<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 o momento apresentou trabalhos em 39 congressos da especialidade, \u00e0 maioria dos quais, por\u00e9m n\u00e3o pode comparecer pessoalmente. Desses 25 foram de car\u00e1ter internacional, embora cinco deles realizados em territ\u00f3rio brasileiro (ANEXO VIII). Quanto ao tema geral que reuniu tais congressos, agrupam-se estes em 7 categorias:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Psiquiatria cl\u00ednica, <\/em>com 8 reuni\u00f5es (ns. 5, 7, 12, 16, 17, 31, 34, 28 do ANEXO VIII).<\/li>\n\n\n\n<li><em>Psicologia geral e aplicada, <\/em>7 reuni\u00f5es (ns. 2, 13, 14, 21, 23, 28. 29).<\/li>\n\n\n\n<li><em>Neurologia e ramos afins, <\/em>7 reuni\u00f5es (ns. 1, 6, 10, 18, 19, 27, 39)<\/li>\n\n\n\n<li><em>Gen\u00e9tica humana, <\/em>6 reuni\u00f5es (ns. 26, 30, 32, 33, 35, 37).<\/li>\n\n\n\n<li><em>Medicina e higiene, <\/em>5 reuni\u00f5es (ns. 3, 4, 8, 9, 22).<\/li>\n\n\n\n<li><em>Higiene mental, <\/em>4 reuni\u00f5es (ns. 11, 15, 20, 24).<\/li>\n\n\n\n<li><em>Psicoterapia, <\/em>2 reuni\u00f5es (ns. 25 e 36).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>No \u00e2mbito dos congressos nacionais foi distinguido com a designa\u00e7\u00e3o para relatar temas oficiais no 5.\u00b0 Congresso Brasileiro de Psiquiatria de Medicina Legal (Rio, 1948), com a vice-presid\u00eancia de Sec\u00e7\u00e3o na 1.\u00aa Reuni\u00e3o Brasileira de Gen\u00e9tica Humana (Curitiba, 1958), para discuss\u00e3o em mesa redonda no 6.\u00ba Congresso nacional de Neurologia, Psiquiatria e Higiene Mental (Belo Horizonte), 1962).\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>Em refer\u00eancia aos conclaves no exterior, participou como Delegado Brasileiro do Congresso Internacional de Rorschach, Z\u00fcrich (1949); da 3.\u00aa Reuni\u00e3o Anual da Federa\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Mental, do 2.\u00b0 Congresso Internacional de Criminologia e do Congresso Internacional de Psiquiatria, todos em Paris, 1950; da 5.\u00aa Reuni\u00e3o Anual da Federa\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Mental em Bruxelas (1952) e do 2.\u00b0 Congresso Internacional de Rorschach, Berna (1952). No Congresso Internacional de Psiquiatria foi designado Diretor Brasileiro da Sec\u00e7\u00e3o III; e, em Paris, Presidente da sess\u00e3o, orador em sess\u00e3o plen\u00e1ria e, para a sess\u00e3o de encerramento, eleito pelo plen\u00e1rio Delegado brasileiro.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Concorreu como membro da comiss\u00e3o organizadora, para dois destes congressos, de psicoterapia de grupo: o do Canad\u00e1, e 1954, no qual tamb\u00e9m foi orador oficial; e o de Buenos Aires, em 1956.<\/p>\n\n\n\n<p>No 5.\u00b0 Congresso Internacional de Psicoterapia, em Viena, 1961, foi eleito para vice-presid\u00eancia de sess\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>IX<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TRABALHOS CIENT\u00cdFICOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Teve ocasi\u00e3o de apresentar, em reuni\u00f5es cient\u00edficas de sociedades e congressos da especialidade ou em cursos de aperfei\u00e7oamento, 345 comunica\u00e7\u00f5es, n\u00e3o publicadas na \u00edntegra. Com o total de artigos publicados \u2013 74 \u2013 e 6 estudos monogr\u00e1ficos (inciso IV), perfazem assim o total de 425 interven\u00e7\u00f5es p\u00fablicas especializadas. N\u00e3o se incluem nesse computo os laudos psiqui\u00e1tricos \u2013 que perfazem 2 volumes datilografados, conservados in\u00e9ditos \u2013 nem as an\u00e1lises de livros e revistas, que publicou.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse conjunto de 425 trabalhos (ver ANEXO IX) pode ser distribu\u00eddo em 7 rubricas:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Higiene mental e eugenia; gen\u00e9tica humana, <\/em>com 60 unidades;<\/li>\n\n\n\n<li><em>Patologia cerebral; localiza\u00e7\u00f5es cerebrais \u2013 <\/em>36;\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><em>Psiquiatria cl\u00ednica, em geral \u2013<\/em> 125;<\/li>\n\n\n\n<li><em>Psicologia em geral;<\/em> <em>antropologia aplicada<\/em> \u2013 52;<\/li>\n\n\n\n<li><em>Fisiologia cerebral<\/em>; <em>eletroencefalografia<\/em> \u2013 30;\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><em>Psicodiagn\u00f3stico de Rorschach <\/em>\u2013 112;<\/li>\n\n\n\n<li><em>Leucotomia cerebral <\/em>\u2013 10 trabalhos<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Do total, 19 se reportam \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o hospitalar e 209 ao ensino da especialidade; n\u00e3o se acham inclu\u00eddas neste grupo as aulas proferidas na Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras (USP), as quais, conforme vai assinalado no inciso IX do <em>Curriculum vitae, <\/em>n\u00e3o foram arroladas.<\/p>\n\n\n\n<p>***<\/p>\n\n\n\n<p>Como <em>Extrato <\/em>da presente exposi\u00e7\u00e3o, ao qual se apensam a t\u00edtulo de pe\u00e7as justificativas os ANEXOS de I a IX, inclui a seguir o <em>Curriculum vitae.&nbsp;<\/em><br><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>CURRICULUM VITAE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(atualizado at\u00e9 1963)<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>PESQUISAS E CURSOS AP\u00d3S DOUTORAMENTO<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Pesquisas sobre fisiologia do c\u00f3rtex cerebral, em gatos, macacos e chimpanz\u00e9s, realizadas no Illinois Neuropsychiatric Institute, isoladamente e em colabora\u00e7\u00e3o com os Profs. McCulloch (neurofisiologia), Bailey (neurocirurgia) e von Bonin (citoarquitetonia cerebral \u2013 Chicago, de 7-11-1941 a 24-12-1942.<\/li>\n\n\n\n<li>Curso de eletroencefalograia, experimental e cl\u00ednica, no Illinois Neuropsychiatric Institute, de 7-11-1941 a 24-12-1942, Chicago. Efetuado mediante bolsa de estudos da Funda\u00e7\u00e3o Guggenheim e sob a orienta\u00e7\u00e3o dos Profs. McCulloch (Departamento de Psiquiatria, Laborat\u00f3rio de Neurofisiologia) de Bailey (Departamento de Cirurgia Neurol\u00f3gica).<\/li>\n\n\n\n<li>Cursos no Institute for Psychoanalysis, Chicago: a) \u201cCasos cl\u00ednicos\u201d, trimestre de outono, 1942 (Prof. Alexander, Dr. French); b) \u201cProblemas especiais de t\u00e9cnica\u201d (por exce\u00e7\u00e3o: curso reservado aos <em>candidatos<\/em> do Instituto e aos s\u00f3cios da Sociedade Psicoanal\u00edtica de Chicago), trimestres de outono e inverno, 1942 (Prof. Alexander, Dr. Weiss).\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>ATIVIDADE DID\u00c1TICA<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>CURSOS NA FACULDADE DE FILOSOFIA, CI\u00caNCIAS E LETRAS (USP)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Por designa\u00e7\u00e3o do douto CTA da Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras da Universidade de S\u00e3o Paulo, em 1960, est\u00e1 lecionando Psicopatologia no Curso de Psicologia desde a primeira turma de alunos do referido Curso, criado em 1958. Encarrega-se dessa disciplina na qualidade de Professor-colaborador, sob contrato. De in\u00edcio \u2013 de 1954 a 1956 \u2013 exerceu-a como Professor-visitante na Cadeira III, Psicologia (Prof\u00aa Annita de Castilho e Marcondes Cabral), depois como Professor auxiliar da Cadeira, contratado, at\u00e9 1959.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 <em>Programas iniciais da disciplina Psicopatologia<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>De in\u00edcio \u2013 no Curso de Especializa\u00e7\u00e3o em Psicologia Cl\u00ednica daquela Cadeira \u2013 desenvolveu tr\u00eas programas, dois deles abrangendo dois anos de curso:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Fundamentos de Psicologia fisiol\u00f3gica \u2013 20 aulas, 1.\u00b0 ano<\/li>\n\n\n\n<li>Dinamismos gerais em Psicopatologia \u2013 20 aulas, 1.\u00b0 ano<\/li>\n\n\n\n<li>M\u00e9todo de Rorschach, no\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas \u2013 20 aulas, 1.\u00b0 ano<\/li>\n\n\n\n<li>Dinamismos psicopatol\u00f3gicos nos v\u00e1rios quadros m\u00f3rbidos \u2013 18 aulas, 2.\u00b0 ano<\/li>\n\n\n\n<li>Elementos de interpreta\u00e7\u00e3o no m\u00e9todo de Rorschach \u2013 18 aulas, 2.\u00b0 ano.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 <em>Auxiliares de ensino<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Com a amplia\u00e7\u00e3o das atribui\u00e7\u00f5es, em 1960, conseguiu para a disciplina no Curso de Psicologia o concurso de 3 assistentes, com os quais divide as atribui\u00e7\u00f5es do ensino. S\u00e3o, por ordem cronol\u00f3gica:<\/p>\n\n\n\n<p>Lic. Sra. Elsa Lima Gon\u00e7alves Antunha, contratada<\/p>\n\n\n\n<p>Dr. Isais Hessel Melsohn, colocado \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da Faculdade<\/p>\n\n\n\n<p>Lic. Srta. Joselina de F\u00e9o, contratada<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 <em>Programas atuais de Psicopatolog\u00eda<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Gra\u00e7as a essa importante colabora\u00e7\u00e3o foi poss\u00edvel ampliar os trabalhos da disciplina, desdobrando os programas te\u00f3ricos e planejando semin\u00e1rios e trabalhos pr\u00e1ticos, no total de 12 at\u00e9 1962, de 20 em 1963 e agora de 28 para 1964 (ver ANEXO II-A) e documentos respectivos<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Programas a cargo do Autor<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Desse \u00faltimo total s\u00e3o desenvolvidos pelo Autor os seguintes programas te\u00f3ricos, numerados de acordo com a seria\u00e7\u00e3o seguida na disciplina Psicopatologia ao relatar na Faculdade os cursos a que se prop\u00f5e:<\/p>\n\n\n\n<p>1 \u2013 Psicologia fisiol\u00f3gica \u2013 34 aulas (n.\u00b01)<\/p>\n\n\n\n<p>2 \u2013 Psicopatologia: Dinamismos gerais \u2013 30 aulas (n.\u00b02)<\/p>\n\n\n\n<p>3 \u2013 Problemas b\u00e1sicos da prova de Rorschach \u2013 30 aulas (n.\u00b05)<\/p>\n\n\n\n<p>4 \u2013 Psicopatologia: Dinamismos particulares \u2013 15 aulas (n.\u00b08)<\/p>\n\n\n\n<p>5 \u2013 T\u00e9cnica de elabora\u00e7\u00e3o do psicograma de Rorschach \u2013 15 aulas (n.\u00b011)<\/p>\n\n\n\n<p>6 \u2013 Psicopatologia aplicada \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o educativa \u2013 26 aulas (n.\u00b015)<\/p>\n\n\n\n<p>7 \u2013 Psicopatologia diferencial: Dinamismos cerebrais \u2013 16 aulas (n.\u00b018)<\/p>\n\n\n\n<p>8 \u2013 Dinamismos psicopatol\u00f3gicos nos diferentes quadros m\u00f3rbidos \u2013 16 aulas (n.\u00b020)<\/p>\n\n\n\n<p>9 \u2013 Fundamentos de interpreta\u00e7\u00e3o na prova de Rorschach \u2013 15 aulas (n.\u00b022)<\/p>\n\n\n\n<p>10 \u2013 Psiquiatria para o psic\u00f3logo \u2013 16 aulas (n.\u00b024)<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"5\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Cursos para os quais a disciplina Psicopatologia contribui<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>S\u00e3o os seguintes os cursos da Faculdade em que a disciplina colabora:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Curso b\u00e1sico de Psicologia<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;3.\u00b0 ano \u2013 2 semestres<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;4.\u00b0 ano \u2013 1.\u00b0 semestre<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Curso de Orienta\u00e7\u00e3o Educativa (Prof.\u00aa Maria Jos\u00e9 Garcia Werebe):<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;4.\u00b0 ano<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Curso de Mestrado em Psicologia:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;A partir do 4.\u00b0 ano<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Curso de Psic\u00f3logo, organizado para 1964:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;5.\u00b0 ano de Psicologia<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"5\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Cursos de Bacharelado e Cursos optativos:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;4.\u00b0 ano dos v\u00e1rios cursos da Faculdade<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"6\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Curso de Especializa\u00e7\u00e3o em Psicologia Cl\u00ednica (em vias de extin\u00e7\u00e3o):<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;4.\u00b0 ano do Curso de Filosofia da Faculdade<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>CURSOS DE APERFEI\u00c7OAMENTE NA ESPECIALIDADE<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Lecionou at\u00e9 o fim de setembro de 1963 em 37 cursos de aperfei\u00e7oamento na especialidade, dos quais 23 foram organizados pelo Autor:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Organizou e proferiu 15 desses cursos: 5 no Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 3 na Faculdade de Medicina de S\u00e3o Paulo, 2 na Sociedade Rorschach de S\u00e3o Paulo, 2 na Escola de Sociologia e Pol\u00edtica de S\u00e3o Paulo, 1 na Sociedade de Psicologia de S\u00e3o Paulo, 1 no Servi\u00e7o de Medidas e Pesquisas Educacionais, 1 no Centro Acad\u00eamico \u201cOswaldo Cruz\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Organizou em colabora\u00e7\u00e3o 8 outros cursos: 3 no Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 1 no Hospital de Juqueri, 1 na Faculdade de Medicina da Bahia, 1 na Escola Paulista de Medicina, 1 na Sociedade Rorschach de S\u00e3o Paulo, 1 no Centro Acad\u00eamico \u201cOswaldo Cruz\u201d, em cada um dos quais deu n\u00famero vari\u00e1vel de aulas.<\/li>\n\n\n\n<li>Proferiu aulas em 14 cursos outros: em 3 de Higiene Mental da Faculdade de Higiene de S\u00e3o Paulo (1949 a 1951), a convite do Diretor interino, Prof. Dr. Vicente Lara; em 3 no Hospital das Cl\u00ednicas da Universidade de S\u00e3o Paulo (1952, 1959 e 1963); na Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina (1953); na Escola de Sociologia e Pol\u00edtica de S\u00e3o Paulo, no Centro de Estudos \u201cDom Vital\u201d, na Associa\u00e7\u00e3o dos M\u00e9dicos dos Centros de Sa\u00fade da Capital (1960; no Instituto de Psicologia da Faculdade de Filosofia Sedes Sapientiae (1961); no Departamento Cultural de \u201cA Tribuna\u201d, Santos SP (1962).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Tais cursos versaram sobre Psiquiatria Cl\u00ednica (11), Psicodiagn\u00f3stico de Rorschach (8), Psicologia M\u00e9dica (7), Semiologia Psiqui\u00e1trica (4), Higiene Mental (3), Fisiologia Cerebral (2), Gen\u00e9tica Humana (2).<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>ORIENTA\u00c7\u00c3O CL\u00cdNICA<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>TRABALHOS NO HOSPITAL DE JUQUERI<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Inicialmente, quando encarregado do servi\u00e7o de psiquiatria em pavilh\u00f5es de tratamento, orientou espontaneamente o trabalho de Colegas que ali ingressavam como internos ou como assistentes de psiquiatria. Formou-se mais tarde um grupo de estudos psiqui\u00e1tricos, tamb\u00e9m espont\u00e2neo, no qual orientou desde 1945 em reuni\u00f5es de enfermaria<\/p>\n\n\n\n<p>Desde 1948, como Chefe de Cl\u00ednica da Sec\u00e7\u00e3o Masculina, organizou no Hospital de Juqueri reuni\u00f5es psiqui\u00e1tricas sistem\u00e1ticas, de tr\u00eas tipos:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Confer\u00eancias semanais,<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>Semin\u00e1rios mensais,<\/em><\/li>\n\n\n\n<li><em>Simp\u00f3sios anuais.<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Organizou o servi\u00e7o interno da Chefia, m\u00e9dico e de enfermagem; metodizou o trabalho cl\u00ednico e estabeleceu normas para as atividades de rotina e para a pesquisa psiqui\u00e1trica<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>SERVI\u00c7O DE HIGIENE MENTAL, CENTROS DE SA\u00daDE DA CAPITAL<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><em>Preven\u00e7\u00e3o eug\u00eanica \u2013 <\/em>Procurou organizar para o Departamento de Sa\u00fade do Estado, desde novembro de 1951, um <em>Instituto de Preven\u00e7\u00e3o Eug\u00eanica e de Gen\u00e9tica Humana. <\/em>Para verificar aspectos pr\u00e1ticos dessa organiza\u00e7\u00e3o viajou em 1951 para os Estados Unidos e em 1952 para a Europa, de ambas as vezes sob os ausp\u00edcios do Conselho Nacional de Pesquisas, do Rio. Tal Instituto aguarda a reestrutura\u00e7\u00e3o do Departamento, a qual est\u00e1 em vias de realiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1955 apresentou, no mesmo sentido, ao Sr. Secret\u00e1rio da Sa\u00fade P\u00fablica e da Assist\u00eancia Social, um anteprojeto de organiza\u00e7\u00e3o de um <em>Servi\u00e7o de Higiene Gen\u00e9tica.&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Higiene Mental \u2013 <\/em>Como parte inicial desse Instituto organizou no Centro de Sa\u00fade de Santana, em 1952, o <em>Servi\u00e7o de Higiene Mental. <\/em>Esse servi\u00e7o, sob as normas da Gen\u00e9tica Humana, se estendeu desde 1955 para o Centro de Sa\u00fade de Santa Cec\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao todo, matriculou no Servi\u00e7o de Higiene Mental, at\u00e9 a presente revis\u00e3o, 7.025 consulentes, que prefizeram at\u00e9 aquela data 28.035 consultas individuais. No per\u00edodo abrangido pela atual revis\u00e3o, o Servi\u00e7o efetuou um total de 603 encaminhamentos de consulentes para servi\u00e7os externos, m\u00e9dicos e assistenciais.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li>TRABALHOS PUBLICADOS<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Dos 425 trabalhos enumerados no ANEXO IX publicou 80, dos quais seis constituem estudos monogr\u00e1ficos (ANEXO IV).<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>MONOGRAFIAS\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>No primeiro de tais estudos \u2013 265 p\u00e1ginas, 1929 (n.\u00b0 5 do ANEXO IX) \u2013 o cap\u00edtulo VI discute a necessidade de criarem-se \u201cSociedades de Eugenia\u201d, como dispositivo de assist\u00eancia p\u00fablica: deveriam entrosar-se com organismos que propunha para planejar, selecionar e orientar os esportes: escolas normais de fisicultora (cap\u00edtulos VI e VII), departamentos de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica e conselho de fisicultora (cap\u00edtulos XII e XIII), o que n\u00e3o existia, que no Estado, quer no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra monografia (n.\u00b010) focaliza a cria\u00e7\u00e3o de Cl\u00ednica psiqui\u00e1trica para agudos, de que carecia a assist\u00eancia psiqui\u00e1trica do Estado. Depois de estudar os aspectos m\u00e9dicos e estruturais da Cl\u00ednica, procura caracterizar, na terceira parte, as vantagens do <em>Ambulat\u00f3rio de Higiene Mental<\/em>; entende a esta como conjunto de atua\u00e7\u00f5es assistenciais preventivas, inclusive com a \u201cinstitui\u00e7\u00e3o de exames pr\u00e9-nupciais ranqueados \u2013 por\u00e9m nunca <em>compuls\u00f3rios<\/em> ao p\u00fablico\u201d e com a conquista da colabora\u00e7\u00e3o ativa da popula\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em outros dois estudos se voltam a temas essencialmente psiqui\u00e1tricos: respectivamente, a tratamento da esquizofrenia e \u00e0 pneumoencefalografia. Exp\u00f5e no primeiro deles (n.\u00b0 51 \u2013 150 p\u00e1ginas, 1941), al\u00e9m de resultados obtidos em 100 pacientes, o modo como encara a esquizofrenia e o modo de a\u00e7\u00e3o do choque de Meduna. No segundo, em colabora\u00e7\u00e3o, estabelece v\u00e1rias s\u00edndromes psiqui\u00e1tricas \u201clocalizat\u00f3rias\u201d, mostra o valor semiol\u00f3gico da pneumoencefalografia nos quadros estritamente psiqui\u00e1tricos \u2013 em 4 pacientes \u2013 e define a maneira essencialmente din\u00e2mica como entende a patologia cerebral e interpreta os dist\u00farbios psiqui\u00e1tricos nas les\u00f5es cerebrais (n.\u00b0 82 \u2013 101 p\u00e1ginas, 1947).<\/p>\n\n\n\n<p>Passa em revista os aspectos gerais da psicologia fisiol\u00f3gica, em um cap\u00edtulo do livro \u201cPsicologia Moderna\u201d (n.\u00b0168). Acentua a\u00ed que as diferentes fun\u00e7\u00f5es subjetivas exprimem o entrosamento das diversas estruturas cerebrais sem que, entretanto, possam reduzir-se diretamente a processos vegetativos destas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A \u00faltima publica\u00e7\u00e3o monogr\u00e1fica (n.\u00b0425), ainda no prelo ao redigir-se o presente memorial, apresenta o modo de o Autor considerar a elabora\u00e7\u00e3o do psicograma de Rorschach, como passo intermedi\u00e1rio para a interpreta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>TRABALHOS AVULSOS<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Dos 74 trabalhos avulsos publicados, que se enquadram nas 7 rubricas do inciso IX, disp\u00f5e de separata em rela\u00e7\u00e3o a 52. Reunidos estes pela afinidade do tema de cada artigo, podem ser assim distribu\u00eddos:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Psicologia e provas psicol\u00f3gicas, <\/em>152 p\u00e1ginas;<\/li>\n\n\n\n<li><em>Higiene mental e gen\u00e9tica humana, <\/em>164 p\u00e1ginas;<\/li>\n\n\n\n<li><em>Esquizofrenia, <\/em>168 p\u00e1ginas<\/li>\n\n\n\n<li><em>Psiquiatria cl\u00ednica, em geral, <\/em>170 p\u00e1ginas<\/li>\n\n\n\n<li><em>Psicologia cerebral, <\/em>172 p\u00e1ginas<\/li>\n\n\n\n<li><em>Psiquiatria e dinamismos psicopatol\u00f3gicos, <\/em>180 p\u00e1ginas<\/li>\n\n\n\n<li>PUBLICA\u00c7\u00d5ES QUE ESTAMPARAM ARTIGOS DO AUTOR<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Os artigos do Autor foram publicados em 23 revistas no todo: 15 nacionais \u2013 9 em S\u00e3o Paulo, 1 de Recife, 5 do Rio de Janeiro; 8 estrangeiros \u2013 2 em alem\u00e3o, 2 francesas, 1 holandesa, 2 norte-americanas, 1 peruana.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"5\" class=\"wp-block-list\">\n<li>REFER\u00caNCIAS A PUBLICA\u00c7\u00d5ES DO AUTOR<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Dos trabalhos referidos no inciso anterior, alguns mereceram aprecia\u00e7\u00e3o de autoridades em Psiquiatria, outros t\u00eam sido citados por autores nacionais e estrangeiros, quer em estudos monogr\u00e1ficos, quer em livros; quase todos foram resumidos em peri\u00f3dicos cient\u00edficos (ANEXO V).<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>APRECIA\u00c7\u00c3O DE AUTORIDADES CIENT\u00cdFICAS<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Distinguiram-no opini\u00f5es de autoridades como Kleist, Krafp, McCulloch, Meduna, Mira y L\u00f3pez, Morel, Morgenthaler, Rees, Stokvis; sobre o plano de pesquisas (ANEXO I) recebeu tamb\u00e9m aprecia\u00e7\u00f5es de Aloysio de Castro, de Dusser de Barenne, de Foerster, de Chr. Jakob, de Spiegel, de Vogt, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s quais, por\u00e9m, n\u00e3o disp\u00f5e de documentos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>CITA\u00c7\u00d5ES DE TRABALHOS<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O Autor tem conhecimento das seguintes fontes em que se acha citado:<\/p>\n\n\n\n<p>I \u2013 <em>Monografias \u2013 <\/em>21, das quais 15 de autores estrangeiros: 1 em portugu\u00eas, 4 em alem\u00e3o, 9 em espanhol, 8 em ingl\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>II \u2013 <em>Livros<\/em> \u2013 38, dentre os quais 21 publicados no exterior: 1 em portugu\u00eas, 3 em alem\u00e3o, 9 em espanhol, 3 em franc\u00eas, 7 em ingl\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>RESUMOS DE PUBLICA\u00c7\u00d5ES DO AUTOR<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Resumos e an\u00e1lises de trabalhos do Autor t\u00eam aparecido em revistas com a seguinte distribui\u00e7\u00e3o, no total de 26: nacionais, 8; alem\u00e3s, 4; argentinas, 3; equatoriana, 1; francesas, 2; holandesa, 1; inglesa, 3; norte-americanas, 5; peruana, 1.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"6\" class=\"wp-block-list\">\n<li>ATIVIDADE PROFISSIONAL E T\u00cdTULOS<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Quando estudante de medicina foi interno de Cl\u00ednica M\u00e9dica por 3 anos (1928-1930) e, ainda nessa condi\u00e7\u00e3o, interno-acad\u00eamico por 1 ano do Hospital de Juqueri (1930), encarregado da assist\u00eancia m\u00e9dica em 2 pavilh\u00f5es simultaneamente \u2013 um na Sec\u00e7\u00e3o Masculina, outro na Feminina. Em 1931 foi An\u00e1tomo-patologista do Hospital. Exerceu a\u00ed, depois, a resid\u00eancia m\u00e9dica sob tempo integral (1935-1938). Trabalhou em servi\u00e7o de agudos e em col\u00f4nias para cr\u00f4nicos (1932). Como psiquiatra em tempo parcial foi Chefe de Pavilh\u00e3o (1932-1934, 1938-1947) e finalmente Chefe de Cl\u00ednica (1947-1951).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Passando em 1951 para o Departamento de Sa\u00fade do Estado, foi encarregado do Servi\u00e7o de Higiene Mental em Centros de Sa\u00fade da Capital. Pode votar-se a\u00ed aos aspectos essencialmente preventivos da psicologia e da psiquiatria no sentido de reajustamento, de atua\u00e7\u00e3o sobre problemas psicol\u00f3gicos e psiqui\u00e1tricos nascentes e de orienta\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>No dom\u00ednio da atividade profissional deseja mencionar alguns dados:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Exerce na Capital a cl\u00ednica especializada e \u00e9 perito no Forum da Capital, desde 1932.<\/li>\n\n\n\n<li>Foi escolhido para integrar o corpo de reda\u00e7\u00e3o de revistas t\u00e9cnicas:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Revista de Neurologia e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo (1934);<\/li>\n\n\n\n<li>Arquivos da Assist\u00eancia a Psicopatas de S\u00e3o Paulo (1946);<\/li>\n\n\n\n<li>Revista Latino-Americana de Psiquiatria Argentina (1950);<\/li>\n\n\n\n<li>International Journal of Group Psychotherapy, USA (1951);<\/li>\n\n\n\n<li>Acta Psychotherapeutica, Psychosomatica, Orthopaedagofica, Amsterdam (1952);<\/li>\n\n\n\n<li>Acta Psychotherapeutica et Psychosomatica, Basel (1963).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Obteve em concurso bolsa de estudos em neurofisiologia da John Simon Guggenheim Memorial Foundation (1941);<\/li>\n\n\n\n<li>Em concurso de t\u00edtulos e provas obteve a Doc\u00eancia-livre em Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (1941).<\/li>\n\n\n\n<li>Foi distinguido, em Chicago, com o cargo de Assistente de Pesquisas Psiqui\u00e1tricas da Universidade de Illinois (1942-1943).<\/li>\n\n\n\n<li>Exerce, mediante contrato, o cargo de Professor de Psicopatologia, na Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras, da Universidade de S\u00e3o Paulo (desde 1954).<\/li>\n\n\n\n<li>Teve a honra de ser convidado, em 1956, para integrar a Banca Examinadora do Concurso \u00e0 C\u00e1tedra de Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica em 1957, Faculdade Nacional de Medicina, Rio, Gb.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"7\" class=\"wp-block-list\">\n<li>SOCIEDADES CIENT\u00cdFICAS PARA AS QUAIS FOI ELEITO<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Foi eleito membro de 27 sociedades cient\u00edficas, 13 das quais no exterior:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Entre as 14 sociedades nacionais, desta Capital, foi honrado com a <em>vice-presid\u00eancia<\/em> em uma \u2013 Sociedade Pavlov de Fisiologia e Medicina (1955); com a <em>presid\u00eancia<\/em> em quadro outros; Departamento de Neuropsiquiatria da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina (1941), Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d (1946), Sociedade Rorschach de S\u00e3o Paulo (1952-1953), Instituto Paulista de Parapsicologia (1963); foi ainda distinguido com a elei\u00e7\u00e3o para <em>s\u00f3cio honor\u00e1rio <\/em>do Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d (1959).<\/li>\n\n\n\n<li>Salienta entre as sociedades estrangeiras, 10 nos Estados Unidos, a American Orthopsychiatric Association, USA (1941), para a qual foi eleito antes ainda de viajar para a America do Norte: na \u00e9poca eram Carlos Seguin e o Autor os dois \u00fanicos membros estrangeiros; a Sociedad de Neurolog\u00eda y Psiquiatr\u00eda de Buenos Aires (1949) e a American Genetic Association (1953), nas quais foi eleito membro correspondente; a International Rorschach Society, Su\u00ed\u00e7a, da qual \u00e9 membro fundador (1949); e especialmente a Societ\u00e9 Suisse de Psychiatrie, que o honrou de modo particular ao eleg\u00ea-lo, membro correspondente (1950), distin\u00e7\u00e3o que at\u00e9 aquela data, no 80.\u00b0 anivers\u00e1rio da Sociedade, s\u00f3 fora conferida a 30 psiquiatras n\u00e3o su\u00ed\u00e7os e pela primeira vez a um brasileiro.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"8\" class=\"wp-block-list\">\n<li>CONGRESSOS CIENT\u00cdFICOS PARA OS QUAIS CONTRIBUIU<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Contribuiu com trabalhos para 39 congressos \u2013 25 de tipo internacional, dos quais 5 efetuados no Brasil \u2013 conforme o ANEXO VIII.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi distinguido, com a Vice-presid\u00eancia de Sec\u00e7\u00e3o ou com a designa\u00e7\u00e3o para Relator Oficial, em 3 conclaves nacionais; 5.\u00b0 Congresso Brasileiro de Psiquiatria, Neurologia e Medicina Legal, Rio, 1948 (Relator oficial), 1.\u00aa Reuni\u00e3o Brasileira de Gen\u00e9tica Humana, Curitiba, PR, 1958 (Vice-presidente da Sec\u00e7\u00e3o de Gen\u00e9tica M\u00e9dica), 6.\u00b0 Congresso Nacional de Neurologia, Psiquiatria e Higiene Mental, Belo Horizonte, MG, 1962 (Relator em Mesa Redonda).<\/p>\n\n\n\n<p>Em congressos internacionais participou como Delegado Brasileiro em 6 \u2013 em Z\u00fcrich (1949), 3 em Paris (1950), em Bruxelas (1952), em Berna (1952); foi Membro organizador de Sec\u00e7\u00e3o, Encarregado de discutir tema oficial, Presidente de Sess\u00e3o e Delegado Estrangeiro, no Congresso Internacional de Psiquiatria (Paris, 1950); ainda membro da Comiss\u00e3o organizadora de dois congressos de Psicoterapia de Grupo (Canada 1954, Buenos Aires, 1956), no primeiro dos quais foi tamb\u00e9m orador oficial; e foi eleito Vice-presidente de Sess\u00e3o do 5.\u00b0 Congresso Internacional de Psicoterapia, em Viena (1961).<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"9\" class=\"wp-block-list\">\n<li>TRABALHOS PSIQUI\u00c1TRICOS (Publica\u00e7\u00f5es, Comunica\u00e7\u00f5es, Confer\u00eancias)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Apresentou ou publicou at\u00e9 a data da presente revis\u00e3o 425 trabalhos sobre a especialidade, entre comunica\u00e7\u00f5es, monografias, confer\u00eancias cient\u00edficas e cursos. \u00c9 a seguinte a distribui\u00e7\u00e3o desses trabalhos por ordem cronol\u00f3gica segundo os diferentes setores da especialidade:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Higiene mental e eugenia; gen\u00e9tica humana<\/em> (60 trabalhos) \u2013 N.\u00b0<sup>s <\/sup>1-10, 69, 80, 190, 207, 208, 224, 234-237, 241, 245-248, 251-254, 257, 259, 260, 264-266, 268, 301, 302, 307, 312-315, 316, 320, 323, 352, 355, 356, 360, 364, 368, 371, 393, 402, 413, 421-423.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Patologia cerebral: localiza\u00e7\u00f5es cerebrais <\/em>(36 trabalhos) \u2013 N.\u00b0<sup>s<\/sup> 11, 12, 19, 22-25, 30, 33, 36, 48, 68, 82, 85, 87, 150, 151, 188, 198, 200, 201, 209, 227, 231, 240, 243, 249, 250, 303, 354, 363, 394, 396, 401, 420.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Psiquiatria cl\u00ednica, em geral <\/em>(125 trabalhos) \u2013 n.\u00b0<sup>s<\/sup> 13-18, 20, 26-29, 31, 32, 34, 35, 37-40, 42, 43, 45, 47, 49-52, 55, 57, 60, 61, 64, 65, 67, 71-74, 79, 81, 122-131, 144-146, 148, 149, 152-167, 185, 189, 192, 193, 195, 199, 211, 212-223, 238, 239, 242, 244, 256, 262, 305, 308, 318, 351, 353, 359, 367, 370, 373-382, 395, 397, 403, 406, 406, 409, 410, 416-418.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Psicologia em geral; antropologia aplicada <\/em>(52 trabalhos) \u2013 N.\u00b0<sup>s <\/sup>21, 41, 44, 103, 104, 143, 168, 170-184, 186, 191, 194, 202, 203, 210, 225, 255, 306, 319, 334, 335, 337-349, 365, 404, 405, 408, 412.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fisiologia cerebral; eletroencefalografia <\/em>(30 trabalhos) \u2013 N.\u00b0<sup>s <\/sup>53, 54, 56, 59, 70, 75, 84, 88-102, 105, 233, 322, 336, 369, 398, 399.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Psicodiagn\u00f3stico de Rorschach <\/em>(112 trabalhos) \u2013 N.\u00b0<sup>s<\/sup> 62, 63, 66, 77, 78, 83, 106-121, 132-142, 169, 204-206, 258, 263, 267, 269-280, 281-300, 304, 309-311, 317, 324-333, 350, 357, 361, 362, 366, 372, 383-392, 400, 407, 411, 414, 415, 419, 424, 425.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Leucotomia cerebral <\/em>(10 trabalhos) \u2013 N.\u00b0<sup>s<\/sup> 76, 147, 187, 196, 197, 226, 228, 229, 230, 232.<\/p>\n\n\n\n<p>Desta rela\u00e7\u00e3o, a qual n\u00e3o abrange as aulas na Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras da Universidade de S\u00e3o Paulo, os trabalhos que se referem ao ensino de neuropsiquiatria, bem como os relativos \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o hospitalar, somam 228, assim distribu\u00eddos:<\/p>\n\n\n\n<p><em>Organiza\u00e7\u00e3o hospitalar <\/em>(10 trabalhos) \u2013 N.\u00b0<sup>s<\/sup> 6-8, 70, 81, 121, 144, 145, 189, 192, 195, 203, 224, 238, 248, 253, 257, 320, 371.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Ensino da psiquiatria <\/em>(209 trabalhos) \u2013 N.\u00b0<sup>s <\/sup>57, 61, 62, 64, 71, 72, 83-86, 88-104, 106-120, 122-141, 146, 148, 149, 153-167, 170-184, 202, 206, 212-223, 236, 237, 244, 246, 247, 249, 250, 261, 262, 269-280, 281-300, 306, 318, 319, 322, 324-333, 334, 337-340, 360, 370, 373-382, 383-392, 393, 398, 399 408, 412, 417, 418, 421-423.<\/p>\n\n\n\n<p>ANEXO I&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PROGRAMA DE PESQUISAS EM FISIOLOGIA CEREBRAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><sup>3 <\/sup><em>\u201cPrograma de estudos&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp;\u201c(enviado aos referentes)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDesde 1930 temos estudado a patologia cerebral e procurado conhecer-lhes as bases neurofisiol\u00f3gicas. No projeto que se segue, acentuamos o aspecto experimental de tais pesquisas: as verifica\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas s\u00e3o meramente subsidi\u00e1rias e se efetuar\u00e3o apenas se houver tempo dispon\u00edvel. Em ambos os campos, experimental e cl\u00ednico, temos em vista a eletroencefalografia como instrumento da fisiologia cerebral. Pretendemos focalizar em nossa pesquisa:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Camadas corticais que originam ou que recebem os impulsos sensoriais \u2013 ou que perfazem ambas as fun\u00e7\u00f5es;\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>Reg\u00eancia de regi\u00f5es corticais posteriores ou de estruturas profundas sobre o c\u00f3rtex frontal.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><em>\u201cBase experimental proposta \u2013 <\/em>Animais de experi\u00eancia devem ser submetidos a dois processos:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Termocoagula\u00e7\u00e3o laminar segundo Dusser de Barenne e\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>Excis\u00e3o da subst\u00e2ncia branca subcortical como na leucotomia de Egas Moniz; antes e depois destas opera\u00e7\u00f5es dever\u00edamos pesquisar:<\/li>\n\n\n\n<li>O quadro eletroencefalogr\u00e1fico local e o provocado \u00e0 dist\u00e2ncia e<\/li>\n\n\n\n<li>O limiar de convuls\u00e3o (m\u00e9todo de Spiegel).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><em>\u201cBase cl\u00ednica proposta \u2013 <\/em>no caso de supormos de tempo e de material cl\u00ednico adequado, ser\u00e3o pesquisadas as altera\u00e7\u00f5es de potencial bioel\u00e9trico do c\u00f3rtex, em doentes de tipo Alzheimer e de tipo Peck, igualmente quanto \u00e0s ondas locais dos campos e \u00e0s de repercuss\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>Import\u00e2ncia do trabalho proposto<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO eletroencefalograma constitui um dos m\u00e9todos mais sens\u00edveis e talvez o mais seguro, com que a fisiologia do c\u00f3rtex cerebral humano possa ser investigada. Muitas conclus\u00f5es em patologia cerebral, na pr\u00e1tica m\u00e9dica, derivam dele, uma vez que os dados experimentais t\u00eam mostrado que diferen\u00e7as de potenciais bioel\u00e9tricos dependem clamente de varia\u00e7\u00e3o nas estruturas cerebrais. Entretanto, esse recurso deve ser estudado cuidadosamente, em bases experimentais, para se aplicar \u00e0 patologia humana. Entre as condi\u00e7\u00f5es mais importantes nesse estudo figura a de evitar os desvios que zonas corticais distantes possam acarretar nas \u00e1reas estudadas. Fen\u00f4menos devidos a edema, a aumento de press\u00e3o intracraniana, a rea\u00e7\u00f5es inflamat\u00f3rias, por exemplo, que ocorrem em condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, podem constituir s\u00e9ria causa de erro. Para afastar tais fatores de distor\u00e7\u00e3o pensamos em tra\u00e7as experimentalmente correla\u00e7\u00f5es entre diferentes \u00e1reas corticais mediante a destrui\u00e7\u00e3o seletiva de campos arquitet\u00f4nicos ou de camadas deles. A compara\u00e7\u00e3o ente o limiar de Spiegel e os quadros eletroencefalogr\u00e1ficas em tais condi\u00e7\u00f5es parece constituir importante contribui\u00e7\u00e3o nesse dom\u00ednio da fisiologia e da patologia do c\u00e9rebro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPelo aspecto pr\u00e1tico lembrar\u00edamos que o eletroencefalograma vem completar, no campo da neurocirurgia, os recursos localizat\u00f3rios habituais, como por exemplo a ventriculografia direta, a pneumoencefalografia, a arteriografia cerebral de Egas Moniz. N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio salientar o valor dos m\u00e9todos acima referidos, de Dusser de Barenne e de Spiegel.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEm rela\u00e7\u00e3o ao trabalho cl\u00ednico proposto, poder\u00e1 ser complemento \u00fatil ao programa, porque poder\u00e1 permitir que se conjuguem os dados \u201clocalizat\u00f3rios\u201d psiqui\u00e1tricos e os bioel\u00e9tricos, \u00e0 luz da patologia cerebral.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>ANEXO II<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ATIVIDADE DID\u00c1TICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>CURSOS NA FACULDADE DE FILOSOFIA, CI\u00caNCIAS E LETRAS (USP)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Cargo: <em>Professor colaborador, <\/em>sob contrato, no <em>Curso de Psicologia<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Disciplina: <em>Psicologia e T\u00e9cnicas projetivas<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Auxiliares: Lic. Elsa Lima Gon\u00e7alves Antunha, instrutora<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Lic. Joselina de F\u00e9o, instrutora<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Dr. Isaias Hessel Melsohn, assistente<\/p>\n\n\n\n<p><em>Programas a cargo dos docentes<\/em><em>:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Curso b\u00e1sico de Psicologia<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>3.\u00b0 ano (2 semestres)<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Psicologia fisiol\u00f3gica \u2013 <\/em>34 aulas<\/li>\n\n\n\n<li><em>Psicopatologia:<\/em> <em>Dinamismos gerais \u2013 <\/em>30 aulas<\/li>\n\n\n\n<li>Semin\u00e1rio de parapsicologia \u2013 a cargo da Lic. Elsa L. G. Antunha<\/li>\n\n\n\n<li>Semin\u00e1rio de psicopatologia \u2013 a cargo do Dr. Isaias H. Melsohn<\/li>\n\n\n\n<li><em>Problemas b\u00e1sicos da prova de Rorschach \u2013 <\/em>30 aulas<\/li>\n\n\n\n<li>Exerc\u00edcios pr\u00e1ticos com a prova de Rorschach \u2013 a cargo da Lic. Joselina De F\u00e9o<\/li>\n\n\n\n<li>Est\u00e1gio em hospital psiqui\u00e1trico \u2013 sob orienta\u00e7\u00e3o do Dr. Isaias H. Melsohn (n.\u00b0 6 em 1963)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>4.\u00b0 ano (1.\u00b0 semestre)<\/p>\n\n\n\n<p>8. <em>Psicopatologia: dinamismos particulares \u2013 <\/em>15 aulas (n.\u00b07 em 1963)<\/p>\n\n\n\n<p>9. Semin\u00e1rio sobre dist\u00farbios de aprendizado \u2013 a cargo da Lic. Elsa L. G. Antunha (n.\u00b0 8 e, 1963)<\/p>\n\n\n\n<p>10. Semin\u00e1rio sobre psicologia \u2013 a cargo do Dr. Isaias H.&nbsp; Melsohn (n.\u00b09 em 1963)<\/p>\n\n\n\n<p>11. <em>T\u00e9cnicas de elabora\u00e7\u00e3o do psicograma de Rorschach \u2013 <\/em>15 aulas (n.\u00b0 10 em 1963)<\/p>\n\n\n\n<p>12. Tratamento do protocolo de Rorschach \u2013 a cargo da Lic. Joselina de F\u00e9o<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Curso de orienta\u00e7\u00e3o Educativa <\/em>(4.\u00b0 ando de Did\u00e1tica Geral e Especial)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>13.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e<\/p>\n\n\n\n<p>14. Higiene Mental aplicada \u2013 aulas te\u00f3ricas e semin\u00e1rio, a cargo da Lic. Elsa L. G. Antunha (n.\u00b011 em 1963)<\/p>\n\n\n\n<p>15. <em>Psicopatologia aplicada \u2013 <\/em>26 aulas (n.\u00b012 em 1963)<\/p>\n\n\n\n<p>16.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>e<\/p>\n\n\n\n<p>17. Temas de Psicologia din\u00e2mica \u2013 15 aulas te\u00f3ricas e semin\u00e1rios, a cargo do Dr. Isaias H. Melsohn (n.\u00b0 13 em 1963)<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Curso de Mestrado em Psicologia <\/em>(a partir do 4.\u00b0 ano)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>1.\u00b0 semestre: Programas de 8 a 12<\/p>\n\n\n\n<p>2.\u00b0 semestre:<\/p>\n\n\n\n<p>18. <em>Psicopatologia diferencial: Dinamismos cerebrais \u2013 <\/em>16 aulas (n.\u00b016 em 1963)<\/p>\n\n\n\n<p>19. Trabalhos pr\u00e1ticos de anatomia cerebral \u2013 Laborat\u00f3rio do Departamento de Anatomia Descritiva, Fac. Med. USP, sob orienta\u00e7\u00e3o daquele Departamento (gentileza do Prof. Odorico Machado de Souza)<\/p>\n\n\n\n<p>20. <em>Dinamismos psicopatol\u00f3gicos nos diferentes quadros m\u00f3rbidos \u2013 <\/em>16 aulas (n.\u00b0 18 em 1963)<\/p>\n\n\n\n<p>21. Est\u00e1gio em hospital psiqui\u00e1trico \u2013 sob orienta\u00e7\u00e3o de Dr. Isaias H. Melsohn<\/p>\n\n\n\n<p>22. <em>Fundamentos de interpreta\u00e7\u00e3o na prova de Rorschach \u2013 <\/em>15 aulas (n.\u00b0 20 em 1963)<\/p>\n\n\n\n<p>23. Exerc\u00edcios pr\u00e1ticos de avalia\u00e7\u00e3o do Rorschach \u2013 a cargo da Lic. Joselina de F\u00e9o<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Curso de Psicologia, <\/em>organizado para 1964<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>&nbsp;5.\u00b0 ano de Psicologia<\/p>\n\n\n\n<p>24. <em>Psiquiatria para o psic\u00f3logo \u2013 <\/em>16 aulas (a ser confiado a novo assistente, logo que poss\u00edvel)<\/p>\n\n\n\n<p>25. Aspectos particulares do aprendizado \u2013 aulas te\u00f3ricas a cargo da Lic. Elsa L. G. Antunha<\/p>\n\n\n\n<p>26. Problemas especiais de psicoterapia \u2013 aulas te\u00f3ricas a cargo do Dr. Isaias H. Mensohn<\/p>\n\n\n\n<p>27. Semin\u00e1rio de Psiquiatria \u2013 a cargo do Dr. Isaias H. Melsohn<\/p>\n\n\n\n<p>28. Est\u00e1gio em hospital psiqui\u00e1trico \u2013 sob orienta\u00e7\u00e3o do Dr. Isaias H. Melsohn<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"5\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Curso de bacharelado e de mat\u00e9rias optativas<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>4.\u00b0 ando dos Cursos da Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Em Psicopatologia:<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Em n\u00edvel b\u00e1sico: Programa 1 ou Programas 1, 2 e 4<\/li>\n\n\n\n<li>Em n\u00edvel adiantado: Programas 8 e de 18 a 20<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Em T\u00e9cnicas projetivas:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Em n\u00edvel b\u00e1sico: Programas 5 e 6<\/li>\n\n\n\n<li>Em n\u00edvel adiantado: Programas 11, 12, 22 e 23<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"6\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Curso de Especializa\u00e7\u00e3o em Psicologia (Cadeira III) \u2013 <\/em>(Extinto a partir de 1964, com a estrutura\u00e7\u00e3o do Curso de Psic\u00f3logo)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>1.\u00b0 ano de especializa\u00e7\u00e3o (4.\u00b0 ano da Faculdade):<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>a) <em>Fundamentos da Psicologia fisiol\u00f3gica \u2013 <\/em>20 aulas (a partir de 1960. Igual ao programa n.\u00b0 1)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>2 &#8211; b) <em>Dinamismos gerais em Psicopatologia \u2013 <\/em>20 aulas (a partir de 1960, igual ao programa n.\u00b02)<\/p>\n\n\n\n<p>3 \u2013 a) <em>M\u00e9todo de Rorschach: No\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas \u2013 <\/em>20 aulas (a partir de 1960, igual ao programa n.\u00b05)<\/p>\n\n\n\n<p>2.\u00b0 ano de especializa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>4 \u2013 a) <em>Dinamismos psicopatol\u00f3gicos nos v\u00e1rios quadros m\u00f3rbidos \u2013 <\/em>18 aulas (substitu\u00eddo em 1961 pelos programas de n.\u00b0<sup>s<\/sup> 8 e 20)<\/p>\n\n\n\n<p>5 \u2013 a) <em>Elementos de interpreta\u00e7\u00e3o no m\u00e9todo de Rorschach \u2013 <\/em>18 aulas (a partir de 1961, igual ao programa n.\u00b0 22)<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>CURSOS DE APERFEI\u00c7OAMENTO<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Curso de Psiquiatria, no Hospital de Juqueri, S\u00e3o Paulo, para psiquiatras do estabelecimento e da Capital \u2013 de junho a dezembro de 1943. Organizado, em colabora\u00e7\u00e3o, para o Hospital de Juqueri e o Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d \u2013 31 temas seriados. Tr\u00eas confer\u00eancias a cargo do Autor (b).<\/li>\n\n\n\n<li>Curso de Psiquiatria de Guerra, em 15 aulas, S\u00e3o Paulo \u2013 25-4 a 13-6, 1944. Organizado em colabora\u00e7\u00e3o, para o Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d e o Departamento de Medicina Militar da A.P.M. \u2013 Duas aulas a cargo do Autor (b).<\/li>\n\n\n\n<li>Curso de Extens\u00e3o Universit\u00e1rias na Faculdade de Medicina, Universidade da Bahia. Organizado em colabora\u00e7\u00e3o, para as Cadeiras de Neurologia (Prof. Carlos Gama) e Psiquiatria (Prof. M\u00e1rio Leal), Salvador, BA \u2013 Tr\u00eas aulas a cargo do Autor, em maio de 1945 (b).<\/li>\n\n\n\n<li>Curso sobre \u201cElementos de fisiologia cerebral aplic\u00e1veis \u00e0 cl\u00ednica\u201d \u2013 15 aulas. Organizado pelo Autor. S\u00e3o Paulo, 6-7 a 13-8, 1945 (a).<\/li>\n\n\n\n<li>Curso sobre \u201cProblemas atuais de psicologia m\u00e9dica\u201d \u2013 15 aulas. Organizado e dirigido pelo Autor \u2013 S\u00e3o Paulo, de 6-7 a 13-8, 1945 \u2013 Duas aulas a cargo do Autor (b).<\/li>\n\n\n\n<li>Curso sobre \u201cAplica\u00e7\u00e3o cl\u00ednica da prova de Rorschach\u201d. Organizado e proferido pelo Autor, em car\u00e1ter intensivo, te\u00f3rico-pr\u00e1tico, para o Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d \u2013 S\u00e3o Paulo, de 21-11 e 21-12, 1945 (a)<\/li>\n\n\n\n<li>\u201cNo\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas de psicoterapia\u201d. Curso de Aperfei\u00e7oamento na Cadeira de Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica, Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo \u2013 12 aulas. Organizado e proferido pelo Autor. S\u00e3o Paulo, de 7-1 a 4-2, 1946. Duas aulas a cargo do Dr. Paulo Lentino (a)<\/li>\n\n\n\n<li>\u201cDiagn\u00f3stico diferencial com o m\u00e9todo de Rorschach\u201d. Curso de Aperfei\u00e7oamento na Cadeira de Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica, Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo \u2013 10 aulas. Organizado e proferido pelo Autor. S\u00e3o Paulo, de 28-1 a 18-2, 1946 (a)<\/li>\n\n\n\n<li>Curso de \u201cSemiologia Psiqui\u00e1trica\u201d. Organizado, em colabora\u00e7\u00e3o, para o Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, no Hospital de Juqueri \u2013 S\u00e9rie de 20 aulas. Hospital de Juqueri, de 4-5 a 26-10, 1946 \u2013 Tr\u00eas aulas a cargo do Autor (b)<\/li>\n\n\n\n<li>\u201cSemi\u00f3tica aplicada \u00e0 Psiquiatria\u201d \u2013 Curso de Aperfei\u00e7oamento na Cadeira de Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica, Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo \u2013 15 aulas. Organizado e proferido pelo Autor \u2013 S\u00e3o Paulo, de 14-5 a 16-6, 1947 (a)<\/li>\n\n\n\n<li>Curso pr\u00e1tico de \u201cPsiquiatria Cl\u00ednica\u201d. Organizado e dirigido pelo Autor, em colabora\u00e7\u00e3o, para o Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d e os hospitais da \u00e1rea de Juqueri \u2013 20 temas seriados, apresentados \u00e0 turma de psiquiatras e psic\u00f3logos inscritos com o Autor (12), sob forma de discuss\u00e3o doutrin\u00e1ria e demonstra\u00e7\u00e3o cl\u00ednica de enfermaria \u2013 Hospital de Juqueri, de 4-5 a 26-10, 1947 (a)<\/li>\n\n\n\n<li>Curso sobre \u201cN\u00edvel psicol\u00f3gico da fisiologia cerebral\u201d \u2013 15 aulas. Organizado e proferido pelo Autor, para o Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, S\u00e3o Paulo, de 26-1 a 8-3, 1948 (a)<\/li>\n\n\n\n<li>Curso sobre \u201cMedicina Psicossom\u00e1tica\u201d. Organizado, em colabora\u00e7\u00e3o, para o Centro Acad\u00eamico \u201cOswaldo Cruz\u201d, USP, S\u00e3o Paulo, 1949 \u2013 Aula inaugural a cargo do Autor (b)<\/li>\n\n\n\n<li>Curso te\u00f3rico-pr\u00e1tico, em aulas semanais sobre \u201cPsicodiagn\u00f3stico de Rorschach\u201d. Organizado e proferido pelo Autor para o Grupo de Rorschach da Sociedade de Psicologia de S\u00e3o Paulo, durante o ano de 1949 (<em>Monitores: <\/em>Drs. A. Barradas, I. Mathias, O. B. Salles e S. Vizzotto) (a)<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no Curso de \u201cHigiene Mental para Educa\u00e7\u00e3o Sanit\u00e1ria\u201d, Faculdade de Higiene e Sa\u00fade P\u00fablica \u2013 S\u00e3o Paulo. Duas aulas a cargo do Autor em novembro de 1949 (c)<\/li>\n\n\n\n<li>Curso sobre \u201cSemiologia Psiqui\u00e1trica\u201d \u2013 12 aulas. Organizado e proferido pelo Autor para o Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, Hospital de Juqueri, de 4-3 a 19-8, 1950 (a)<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no Curso de Higiene Mental (Prof. Vicente Lara), Faculdade de Higiene e Sa\u00fade P\u00fablica, USP, S\u00e3o Paulo, 1950 \u2013 Duas aulas a cargo do Autor, em novembro de 1950 (c)<\/li>\n\n\n\n<li>Curso de \u201cDiagn\u00f3stico e Terap\u00eautica Neuro-psiqui\u00e1trica\u201d. Organizado, em colabora\u00e7\u00e3o, na Escola Paulista de Medicina para o Centro Acad\u00eamico \u201cPereira Barreto\u201d \u2013 Aula a cargo do autor em 10-9-1951 (b)<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no Curso de Higiene Mental para Educadoras Sanit\u00e1rias (Prof. Vicente Lara), Faculdade de Higiene e Sa\u00fade P\u00fablica, USP \u2013 Duas aulas a cargo do Autor, em outubro de 1951 (c)<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no Curso de Semiologia Psiqui\u00e1trica (Dr. Jos\u00e9 Longman), Cl\u00ednica Neurol\u00f3gica da Faculdade de Medicina, USP (Prof. Adherbal Tolosa), Hospital das Cl\u00ednicas \u2013 Duas aulas a cargo do Autor, em fevereiro de 1952 (c)<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no curso de f\u00e9rias para m\u00e9dicos, \u201cEspecialidades em cl\u00ednica\u201d. Departamento Cient\u00edfico da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina \u2013 Duas aulas a cargo do Autor, em fevereiro de 1953 (c)<\/li>\n\n\n\n<li>Curso sobre \u201cQuest\u00f5es b\u00e1sicas do m\u00e9todo de Rorschach\u201d \u2013 12 aulas. Organizado e proferido pelo Autor. Patroc\u00ednio conjunto da Sociedade de Psicologia de S\u00e3o Paulo, da Sociedade Rorschach de S\u00e3o Paulo e do Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d. S\u00e3o Paulo, de 8-6 a 8-7, 1953 (a)<\/li>\n\n\n\n<li>Curso te\u00f3rico-pr\u00e1tico sobre o m\u00e9todo de Rorschach \u2013 20 aulas. Organizado e proferido pelo Autor no Servi\u00e7o de Medidas e Pesquisas Educacionais. (Prof. Adolfo Packer). S\u00e3o Paulo, de 8-9 a 20-11, 1953 (a)<\/li>\n\n\n\n<li>Curso sobre \u201cFatores do comportamento humano\u201d. Organizado em colabora\u00e7\u00e3o para o Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d \u2013 Aula em 111-10-1955 (b)<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no Curso de \u201cPsicologia patol\u00f3gica\u201d da Escola de Sociologia e Pol\u00edtica de S\u00e3o Paulo (Prof. A. Rubbo M\u00fcller) \u2013 Aula em 13-6-1956<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no Curso sobre \u201cPersonalidades Psicop\u00e1ticas\u201d, do Centro D. Vital, a Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo \u2013 Aula em 27-8-1956 (c)<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no Curso sobre \u201cAtividade nervosa superior\u201d da Sociedade Pavlov de Fisiologia e Medicina, S\u00e3o Paulo \u2013 Aula a 15-10-1956 (c)<\/li>\n\n\n\n<li>Curso sobre \u201cInterpreta\u00e7\u00e3o no m\u00e9todo de Rorschach\u201d \u2013 10 aulas. Organizado e proferido pelo Autor na Escola de Sociologia e Pol\u00edtica de S\u00e3o Paulo \u2013 de 22-4 a 23-5, 1957 (a)\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>Curso sobre \u201cTeoria da personalidade segundo o ensino de Augusto Comte\u201d \u2013 13 aulas. Organizado e proferido pelo Autor na Escola de Sociologia e Pol\u00edtica de S\u00e3o Paulo \u2013 de 4-3 a 15-4, 1958 (a)<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no Curso sobre \u201cGen\u00e9tica Humana\u201d, Hospital as Cl\u00ednicas, USP \u2013 Aula em 20-10-1959 (c)<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no Curso sobre \u201cEscolas de orienta\u00e7\u00e3o psicoter\u00e1pica\u201d, do Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d \u2013 Aula em 12-9-1960 (c)<\/li>\n\n\n\n<li>Curso sobre \u201cSemiologia dos dist\u00farbios mentais\u201d \u2013 10 aulas. Organizado e proferido pelo Autor no Centro Acad\u00eamico \u201cOswaldo Cruz\u201d \u2013 S\u00e3o Paulo \u2013 de 27-9 a 11-11, 1960 (a)<\/li>\n\n\n\n<li>\u201cCurso te\u00f3rico-pr\u00e1tico intensivo sobre o m\u00e9todo de Rorschach\u201d \u2013 10 aulas. Organizado e proferido, em colabora\u00e7\u00e3o, para o Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d. Uma turma a cargo do Autor (Aulas pr\u00e1ticas para essa turma, a cargo dos Drs. Tomchinsky e D\u2019Andretta) \u2013 S\u00e3o Paulo \u2013 de 24 a 28-10, 1960 (a)<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no \u201cCurso sobre Radia\u00e7\u00f5es\u201d da Associa\u00e7\u00e3o dos M\u00e9dicos dos Centros de Sa\u00fade da Capital \u2013 Aula em 10-11-1960 (c)<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no Curso sobre \u201cMedicina Psicossom\u00e1tica\u201d, Instituto de Psicologia da Faculdade de Filosofia Sedes Sapientiae (Prof. Bachir Haidar) \u2013 Aula a 22 e 29, maio de 1961 (c)<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no Curso \u201cDepoimentos sobre Parapsicologia\u201d, Departamento Cultural de \u201cA Tribuna\u201d, Santos SP, aula a 24-31962 (c)<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o no Curso sobre \u201cGen\u00e9tica aplicada \u00e0 Neurologia\u201d (Dr. A. B. Lef\u00e8vre), da Cl\u00ednica Neurol\u00f3gica (Prof. Adherbal Tolosa), Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo, Hospital das Cl\u00ednicas, S\u00e3o Paulo \u2013 Tr\u00eas aulas a cargo do Autor, em 10, 13 e 17 de setembro, 1963 (c)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>ANEXO III<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ORIENTA\u00c7\u00c3O CL\u00cdNICA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 NO HOSPITAL DE JUQUERI<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Orienta\u00e7\u00e3o de Colegas \u2013 <\/em>Foram os seguintes os Colegas que teve a honra de iniciar na psiquiatria, quando estudantes internos, ou de orientar, segundo a ordem cronol\u00f3gica: Prof. Jos\u00e9 Ribeiro do Valle, Drs. En\u00e9as de Assis Saes, Joy Arruda, Nilo Trindade da Silva, Orestes Barini, Eduardo Guedes Casimiro, Caetano Trap\u00e9, Mario Robortella, Spartaco Vizzotto, Ibrahim Mathias, Lu\u00eds de Barros Salles, Thomas Blaizes (Panam\u00e1), Noemio Wenniger, Paulo de Tarso Monte Serrat.\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>A partir de 1947, como Chefe de Cl\u00ednica, veio a estender essa orienta\u00e7\u00e3o aos Colegas dos demais pavilh\u00f5es da Sec\u00e7\u00e3o Masculina. Tal orienta\u00e7\u00e3o, quanto \u00e0s pesquisas cab\u00edveis em \u00e2mbito hospitalar e quanto \u00e0 atividade de rotina, pode ser assim resumida:<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>M\u00e9todos de investiga\u00e7\u00e3o \u2013 a) Prova de Rorschach: <\/em>Organizou desde 1945, um grupo de Colegas para estudo sistem\u00e1tico da prova de Rorschach, como meio de melhorar o n\u00edvel de observa\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica no Hospital. Tal grupo se reunia semanalmente, durante o ano todo, a partir de 1945. Foram integrantes desse grupo inicialmente: Drs. Coriolano Roberto Alves, Orestes Barini, Anthero Barradas Barata, Edmundo Maia, Antonio Carlos de Moraes Passos, Paulo Simioni, Caetano Trap\u00e9, Atila Ferreira Vaz. Em 1946 v\u00e1rios dentre eles deixaram o Hospital e foram substitu\u00eddos no grupo, pelos Drs. Jos\u00e9 Longman, Ibrahim Mathias, Isa\u00edas Hessel Melsohn, Octavio L. de Barros Salles, Spartaco Vizzoto. Desde 1947 v\u00e1rios colegas e estudantes de psicologia, da Capital, bem como psiquiatras da Sec\u00e7\u00e3o Feminina do Hospital, tamb\u00e9m se incorporaram ao grupo.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<em>b) Provas psicol\u00f3gicas e pesquisa heredol\u00f3gica:<\/em> Designado Chefe de Cl\u00ednica, em 1947, estabeleceu para o corpo m\u00e9dico de cada pavilh\u00e3o comum (4) a lota\u00e7\u00e3o de 5 psiquiatras, um deles como Chefe. E procurou faze com que em cada grupo um Colega se dedicasse ao m\u00e9todo de Rorschach, outro ao de Mira, outro \u00e0 heredologia, em car\u00e1ter sistem\u00e1tico; ao quarto integrante do grupo caberia a supervis\u00e3o da laborterapia, para a qual, entretanto n\u00e3o houve recursos dispon\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Reuni\u00f5es Cl\u00ednicas \u2013 <\/em>At\u00e9 1945 as revis\u00f5es de pacientes para diagn\u00f3stico e tratamento eram feitas apenas com o interno ou com o assistente, \u00fanico tiroc\u00ednio compat\u00edvel com a organiza\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria do Hospital. Desde 1946 o interesse de Colegas fez com que se formasse espontaneamente um grupo de estudos pr\u00e1tico: pode ent\u00e3o instituir reuni\u00f5es semanais de enfermaria a fim de orientar aqueles Colegas.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Desde que se tornou Chefe de Cl\u00ednica sistematizou essas reuni\u00f5es cl\u00ednicas, as quais a partir de 1948 passaram a obedecer a tr\u00eas tipos:<\/p>\n\n\n\n<p><em>a) Confer\u00eancias cl\u00ednicas semanais \u2013 <\/em>de tipo essencialmente pr\u00e1tico, destinadas ao exame de doentes e \u00e0 discuss\u00e3o do diagn\u00f3stico, cada uma assim disposta: 1.\u00b0) uma observa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica de especial interesse; 2.\u00b0) duas outras, para esclarecer dados ou a conclus\u00e3o diagn\u00f3stica; 3.\u00b0) exposi\u00e7\u00e3o de tema pr\u00e1tico para orienta\u00e7\u00e3o da rotina hospitalar, pelo Chefe de Cl\u00ednica.<\/p>\n\n\n\n<p><em>b) Semin\u00e1rios mensais \u2013<\/em> destinados a focalizar pesquisas cl\u00ednicas de \u00e2mbito hospitalar: 1.\u00b0) apresenta\u00e7\u00e3o do tema por um Psiquiatra ou pelo Chefe de Cl\u00ednica; 2.\u00b0) discuss\u00e3o pelos Colegas previamente inscritos; 3.\u00b0) discuss\u00e3o sem pr\u00e9via inscri\u00e7\u00e3o; 4.\u00b0) resumo e conclus\u00f5es, pelo Chefe de Cl\u00ednica.<\/p>\n\n\n\n<p><em>c) Simp\u00f3sio anual \u2013<\/em> para conhecer-se o andamento de pesquisas cl\u00ednicas realizadas numa mesma dire\u00e7\u00e3o nos pavilh\u00f5es da Chefia; efetuado com a participa\u00e7\u00e3o de todos os Colegas da Chefia.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Servi\u00e7o cl\u00ednico do Hospital \u2013 <\/em>Orienta\u00e7\u00e3o seguida como Chefe de Cl\u00ednica: 1.\u00b0) Procurou unificar o crit\u00e9rio diagn\u00f3stico dos Colegas. 2.\u00b0) Adotou como norma examinar com o respectivo psiquiatra todo doente cuja <em>alta<\/em> fosse proposta. 3.\u00b0) Refez, uniformizando-as, f\u00f3rmulas para requisitar exames subsidi\u00e1rios. 4.\u00b0) Institui registros para provas psicol\u00f3gicas e para leucotomia. 5.\u00b0) Instituiu <em>boletins de admiss\u00e3o, <\/em>de <em>alta <\/em>e de <em>remo\u00e7\u00e3o<\/em>, que n\u00e3o havia no Hospital. 6.\u00b0) Remodelou o relat\u00f3rio mensal dos Pavilh\u00f5es, dando-lhes novo tipo que permite avalia\u00e7\u00e3o mensal dos Pavilh\u00f5es, dando-lhes novo tipo que permite avalia\u00e7\u00e3o f\u00e1cil e objetiva do movimento cl\u00ednico e de todos os servi\u00e7os. 7.\u00b0) Institui o relat\u00f3rio anual da Chefia. 8.\u00b0) Organizou e fez imprimir folhas especiais para ambos os tipos de relat\u00f3rio. 9.\u00b0) Redigiu normas provis\u00f3rias para o servi\u00e7o dos psiquiatras e dos auxiliares. 10.\u00b0) Organizou em anteprojeto as atribui\u00e7\u00f5es do corpo cl\u00ednico e da enfermagem.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 EM CENTROS DE SA\u00daDE DA CAPITAL<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Servi\u00e7o de Higiene Mental \u2013 <\/em>Instalado no Centro de Sa\u00fade de Santana desde fevereiro de 1952 e no de Santa Cec\u00edlia desde outubro de 1955, o Servi\u00e7o a cargo do Autor constitui atualmente o \u00fanico votado a esse mister no Servi\u00e7o de Centros de Sa\u00fade da Capital.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><em>Orienta\u00e7\u00e3o \u2013<\/em> A Higiene mental \u00e9 praticada a\u00ed n\u00e3o como disciplina de divulga\u00e7\u00e3o para o p\u00fablico sob a forma de conselhos ou de campanhas, por\u00e9m como especialidade essencialmente m\u00e9dico-assistencial, que estuda cada paciente sob os diferentes prismas psicossociais, com a inten\u00e7\u00e3o de corrigir os fatores de desajustamento e de prevenir-lhes a atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Centro de Sa\u00fade de Santana \u2013 <\/em>Desde o in\u00edcio (1952), tem como fun\u00e7\u00f5es:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 <em>Consultas para os matriculados no Centro: <\/em>inicial, destinada \u00e0 matr\u00edcula; e de revis\u00f5es frequentes.<\/li>\n\n\n\n<li>\u2013 <em>Encaminhamentos <\/em>de consulentes do HM, sempre que oportuno, para dispens\u00e1rios, para organiza\u00e7\u00f5es assistenciais, para institutos de previd\u00eancia.<\/li>\n\n\n\n<li>\u00a0\u2013 <em>Orienta\u00e7\u00e3o em grupo,<\/em> dos matriculados: como \u201cagrupamento\u201d psicol\u00f3gico \u2013 sob a luz da psicoterapia em grupo \u2013 quer para m\u00e3es de consulentes-\u00edndice, quer para grupos de consulentes com problemas em comum.<\/li>\n\n\n\n<li>\u2013 <em>Colabora\u00e7\u00e3o<\/em> nos \u201cCursos para Noivas\u201d e em \u201cCursos educativos\u201d espor\u00e1dicos, promovidos pelas Educadoras sanit\u00e1rias da Universidade.<\/li>\n\n\n\n<li>\u2013 <em>Reuni\u00f5es internas <\/em>com as Educadoras sanit\u00e1rias, a fim de orient\u00e1-las no campo da psicologia aplicada e no da gen\u00e9tica humana.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><em>Atua\u00e7\u00e3o \u2013 <\/em>Funciona apenas em car\u00e1ter interno, sem divulga\u00e7\u00e3o oficial, o que evita que o p\u00fablico o procure como \u201cambulat\u00f3rio de psiquiatria\u201d:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Assume o aspecto de <em>departamento de liga\u00e7\u00e3o<\/em> para com os 5 servi\u00e7os m\u00ednimos que integram os Centros de Sa\u00fade: Higiene Pr\u00e9-Natal, Higiene Infantil, Higiene Pr\u00e9-Escolar, Higiene Escolar, Exames M\u00e9dicos Peri\u00f3dicos.<\/li>\n\n\n\n<li>Os consulentes matriculados em Higiene Mental prov\u00eam dos demais Servi\u00e7os agora mencionados;<\/li>\n\n\n\n<li>Os que o procuram diretamente \u2013 por indica\u00e7\u00e3o de outros consulentes ou de organiza\u00e7\u00e3o m\u00e9dica externa \u2013 s\u00e3o encaminhados para o servi\u00e7o interno correspondente, que os atender\u00e1 em conjunto com o de Higiene Mental.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Centro de Sa\u00fade de Santa Cec\u00edlia \u2013 <\/em>Embora sob as mesmas normas gerais resumidas em a), o Servi\u00e7o a\u00ed difere em um aspecto em particular: tornou-se espontaneamente, <em>departamento de liga\u00e7\u00e3o <\/em>para os demais Centros de Sa\u00fade da Capital. Assim, pelo fato de atender a consulentes de todos os bairros da Capital, a fun\u00e7\u00e3o descrita nos itens 1.\u00b0 e 2.\u00b0 acima lhe absorvem por completo a atividade, n\u00e3o deixando margem para as demais.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Condi\u00e7\u00f5es atuais do Servi\u00e7o \u2013 <\/em>A procura crescente por parte dos consulentes de todos os bairros \u2013 encaminhados pelos Servi\u00e7os respectivos e, em maior quantidade, pelos pr\u00f3prios consulentes \u2013 tornou totalmente insuficiente a capacidade atual do Servi\u00e7o de Higiene Mental.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Frequ\u00eancia de consulentes \u2013 <\/em>o total de 7.025 matriculados, que com o qde revis\u00f5es perfaz 28.035 consultas \u2013 em 10 anos \u2013 representa apenas pequena parte da popula\u00e7\u00e3o que tem procurado matr\u00edcula no Servi\u00e7o. Em geral as admiss\u00f5es a\u00ed s\u00f3 podem ser feitas um m\u00eas ap\u00f3s o pedido inicial. Da mesma forma, os que foram encaminhados para outros locais (a, 2.\u00b0), 601, constituem somente parte dos que necessitariam de encaminhamento.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li><em>Estrutura \u2013<\/em> Essa morosidade lament\u00e1vel decorre de ser o Autor o \u00fanico m\u00e9dico do Servi\u00e7o para toda a Capital e de contar apenas com duas Educadoras sanit\u00e1rias como auxiliares, uma em Santana e outra em Santa Cec\u00edlia.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Estrutura proposta \u2013 <\/em>O Autor prop\u00f4s \u00e0 Dire\u00e7\u00e3o dos Centros de Sa\u00fade da Capital a organiza\u00e7\u00e3o e a amplitude que a experi\u00eancia de 12 anos parece recomendar como o m\u00ednimo compat\u00edvel com a efici\u00eancia.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Localiza\u00e7\u00e3o<\/em> \u2013 \u00c9 mister que se instale o Servi\u00e7o de Higiene Mental em cada Unidade Sanit\u00e1ria, pelo menos em cada uma das principais.<\/li>\n\n\n\n<li><em>Lota\u00e7\u00e3o <\/em>\u2013 Cada Centro desses principais deve contar com um Psiquiatra, encarregado e com uma Educadora sanit\u00e1ria; e para cada dois Centros cont\u00edguos o Servi\u00e7o deve ter uma Visitadora domiciliar e um Psic\u00f3logo.<\/li>\n\n\n\n<li><em>Fun\u00e7\u00f5es <\/em>\u2013 Em ess\u00eancia, as fun\u00e7\u00f5es atuais \u2013 uma vez que sejam plenamente preenchidas \u2013 dar\u00e3o completa efici\u00eancia ao Servi\u00e7o:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Consultas, para matr\u00edcula e para revis\u00f5es;<\/li>\n\n\n\n<li>Encaminhamento para servi\u00e7os externos sempre que haja indica\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>\u201cAgrupamentos\u201d de orienta\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoterapia de grupo;<\/li>\n\n\n\n<li>Orienta\u00e7\u00e3o do pessoal do Servi\u00e7o e da Unidade Sanit\u00e1ria:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>a) para t\u00e9cnica de \u201cagrupamento\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>b) para aperfei\u00e7oamento t\u00e9cnico;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"6\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Colabora\u00e7\u00e3o nos cursos internos, especialmente o de prepara\u00e7\u00e3o para o casamento e em campanhas de atua\u00e7\u00e3o sobre a comunidade no bairro.<\/li>\n\n\n\n<li><em>Rotina de servi\u00e7o \u2013 <\/em>Tamb\u00e9m aqui, o esquema atual de trabalho adquirido e amplitude com o desdobramento do Servi\u00e7o:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>3 dias destinados \u00e0s consultas individuais;<\/li>\n\n\n\n<li>1 dia para psicoterapia de grupo;<\/li>\n\n\n\n<li>1 dia reservado para servi\u00e7os t\u00e9cnicos: semanalmente para reuni\u00f5es com o pessoal da Unidade Sanit\u00e1ria e para pesquisas de interesse do Servi\u00e7o; mensalmente, para troca de ideias entre os integrantes do Servi\u00e7o nas v\u00e1rias Unidades.<\/li>\n\n\n\n<li><em>Denomina\u00e7\u00e3o \u2013 <\/em>Corresponde melhor \u00e0s finalidades que parecem adequadas a esse campo da Sa\u00fade P\u00fablica o nome de <em>Orienta\u00e7\u00e3o da Fam\u00edlia, <\/em>que o de <em>Higiene Mental.<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Gen\u00e9tica Humana \u2013 <\/em>Incomparavelmente mais amplo e eficiente se tornar\u00e1 o trabalho visado por esse Servi\u00e7o se integrado nos princ\u00edpios da Gen\u00e9tica Humana. O Autor prop\u00f4s, por isso, a introdu\u00e7\u00e3o de um \u00f3rg\u00e3o dessa natureza no aparelhamento preventivo do Departamento de Sa\u00fade do Estado. Tal organiza\u00e7\u00e3o compreenderia \u2013 na <em>parte de atua\u00e7\u00e3o junto ao p\u00fablico<\/em>, portanto <em>al\u00e9m<\/em> dos dispositivos de dire\u00e7\u00e3o e administra\u00e7\u00e3o \u2013 dois Departamentos:\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Sec\u00e7\u00e3o de Pesquisas Cl\u00ednicas \u2013 <\/em>com todos os elementos habituais para coleta e tratamento dos dados relativos ao cabedal gen\u00e9tico da popula\u00e7\u00e3o da Capital. \u00c9 indispens\u00e1vel a\u00ed o entrosamento com os demais institutos de investiga\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, o que se faria atrav\u00e9s do Departamento de Liga\u00e7\u00e3o, e do Ambulat\u00f3rio destinado ao p\u00fablico, em servi\u00e7os externos e servi\u00e7os internos.<\/li>\n\n\n\n<li><em>Sec\u00e7\u00e3o propriamente assistencial \u2013<\/em> com centraliza\u00e7\u00e3o da atividade de aconselhamento gen\u00e9tico. Este adquire o m\u00e1ximo de efici\u00eancia \u2013 como meta principal de Sa\u00fade P\u00fablica \u2013 exatamente nos organismos de a\u00e7\u00e3o m\u00e9dica preventiva, que s\u00e3o os Centros de Sa\u00fade com os do Departamento de Sa\u00fade do Estado. A atua\u00e7\u00e3o a\u00ed se faria atrav\u00e9s do <em>Servi\u00e7o de Orienta\u00e7\u00e3o da Fam\u00edlia<\/em>, cujo esbo\u00e7o atual, a cargo do Autor, permite afirmar que o p\u00fablico procura com avidez esse tipo de assist\u00eancia m\u00e9dica e que com este colabora de maneira integral.\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>ANEXO IV<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PUBLICA\u00c7\u00d5ES DO AUTOR<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 MONOGRAFIAS<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica \u2013 265 p\u00e1gs., S\u00e3o Paulo: A. Tisi; 1929 (n.\u00b05) (Caps. VI, XI, XIII, parte II, relativos \u00e0 Higiene Mental e Eugenia).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Em seu primeiro Memorial, o autor se referiu a este trabalho com as seguintes palavras: Nosso livro \u201cEduca\u00e7\u00e3o F\u00edsica\u201d (265 p\u00e1gs., Tisi, S. Paulo, 1929) considera aspectos de eugenia e de higiene mental (v. Parte II, Caps. VI, VII, IX-XIII), da mesma forma que os artigos de 1 a 8 e nossa tese de doutoramento (n.\u00b09). Todos os demais trabalhos visam estritamente a neuropsiquiatria.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos cap\u00edtulos mencionados o A. estuda respectivamente a organiza\u00e7\u00e3o de escolas normais de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica (VI), de escolas de fisicultura infantil (VII), de sociedades de eugenia, de um departamento de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica e do conselho nacional de fisicultura (XI \u2013 XIII).<\/p>\n\n\n\n<p>Mostra que a fisicultura necessita de ser orientada pelos princ\u00edpios biol\u00f3gicos, especialmente m\u00e9dicos, a fim de preencher a finalidade prec\u00edpua que \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o eug\u00eanica das popula\u00e7\u00f5es nacionais. Para isso, prop\u00f5e a cria\u00e7\u00e3o de escolas normais especializadas, analogamente ao que j\u00e1 existe no estrangeiro e mostra de que forma o crit\u00e9rio m\u00e9dico, essencialmente visando a higiene ps\u00edquica, deve presidir a institui\u00e7\u00e3o dos educadores neste setor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com o mesmo crit\u00e9rio de uniformiza\u00e7\u00e3o e de orienta\u00e7\u00e3o racional deveriam ser superintendidos os trabalhos de propaganda da fisicultura e a efetiva\u00e7\u00e3o dos diferentes esportes j\u00e1 em pr\u00e1tica no pa\u00eds. Estuda os diversos tipos de departamento acima enunciados, analisando a estrutura que sob esse aspecto da higiene mental e da eugenia lhes deveria corresponder.<\/p>\n\n\n\n<p>Det\u00e9m-se particularmente no cap\u00edtulo referente \u00e0 eugenia, cujo sum\u00e1rio \u00e9 o seguinte: \u201cSociedades de eugenia \u2013 Campanha a executar \u2013 Organiza\u00e7\u00e3o \u2013 Dois exemplos \u2013 A antropometria nacional\u201d (Cap. XI, p\u00e1gs. 225-238).<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Da Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica e do ambulat\u00f3rio de Higiene Mental \u2013 83 p\u00e1ginas. Tese de doutoramento. Tese inaugural. Aprovada com distin\u00e7\u00e3o \u2013 grau 9,50. Fac. Medicina; S\u00e3o Paulo; 1931 (n.\u00b010).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. estuda a\u00ed a organiza\u00e7\u00e3o desse importante instituto como parte integrante da assist\u00eancia a doentes mentais, de que carecia a aparelhagem do Estado.<\/p>\n\n\n\n<p>Na primeira parte focaliza o papel preponderante dessa institui\u00e7\u00e3o na assist\u00eancia psiqui\u00e1trica, como hospital aberto, donde decorrem os seguintes caracter\u00edsticos: a) acesso f\u00e1cil aos doentes, sem formalidades especiais; b) prote\u00e7\u00e3o social eficiente, ao enfermo e \u00e0 fam\u00edlia; c) sele\u00e7\u00e3o de encaminhamento para hospitais fechados correspondentes; d) maior efici\u00eancia terap\u00eautica em raz\u00e3o da precocidade da interven\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e ao mesmo tempo menor disp\u00eandio com assist\u00eancia e pessoal de enfermagem. Lembra em seguida as principais causas desencadeantes das psicoses agudas; alude \u00e0 incid\u00eancia percentual desses estados agudos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s psicoses aut\u00f3ctones e de evolu\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica; e por fim analisa os inconvenientes acarretados pela assist\u00eancia fechada quando represente regime exclusivo. Ilustra com 10 casos resumidos as considera\u00e7\u00f5es sobre a assist\u00eancia psiqui\u00e1trica imediata.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A segunda parte destina-se ao estudo da instala\u00e7\u00e3o material da cl\u00ednica. O A. estuda a lota\u00e7\u00e3o de doentes, baseando-se na de institutos correspondentes norte-americanos, alem\u00e3es, franceses, h\u00fangaro e apoiando-se em estat\u00edstica de psicoses agudas que levantou no Hospital de Juqueri e relativa ao quinqu\u00eanio 1925-1930. Passa a localiza\u00e7\u00e3o urbana do instituto e finalmente \u00e0s particularidades de estrutura, de orienta\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica e higi\u00eanica, bem como \u00e0s instala\u00e7\u00f5es destinadas ao pessoal m\u00e9dico e de enfermagem.<\/p>\n\n\n\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o m\u00e9dica \u00e9 focalizada na parte terceira. Analisa a\u00ed as diferentes fun\u00e7\u00f5es do servi\u00e7o proposto, bem como os tipos de assist\u00eancia respectivos.<\/p>\n\n\n\n<p>A sec\u00e7\u00e3o final destina-se a estudar as fun\u00e7\u00f5es, a organiza\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, as depend\u00eancias e os meios de a\u00e7\u00e3o social terap\u00eautica, preventiva e investigat\u00f3ria, do ambulat\u00f3rio de higiene mental.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>O M\u00e9todo de Meduna em esquizofr\u00eanicos cr\u00f4nicos \u2013 150 p\u00e1gs. Tese de doc\u00eancia, Fac. Medicina: S\u00e3o Paulo; 1941 (n.\u00b051).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para a semiologia psiqui\u00e1trica: a Pneumoencefalografia \u2013 100 p\u00e1gs., 1 quadro no texto, 16 tabe\u00e7as e 96 figuras (Colab. com M. Robortella e C. P. da Silva) \u2013 Arq. Assist. Psicopatas: S\u00e3o Paulo; 1948 (n.\u00b082).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"5\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Psicologia fisiol\u00f3gica, <em>Cap. III <\/em>in O KLINEBERG \u2013 Psicologia Moderna \u2013 p\u00e1gs 73-100 \u2013 Agir: S\u00e3o Paulo; 1953 (2.\u00aa ed. no prelo) (n.\u00b0 168).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"6\" class=\"wp-block-list\">\n<li>M\u00e9todo de Rorschach: Elabora\u00e7\u00e3o do psicograma, 308 p\u00e1gs. (no prelo, 1963). EdBras, Editora Brasileira, Ltda, S\u00e3o Paulo: 1985.\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 TRABALHOS AVULSOS<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"7\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Eugenismo do abor\u00edgene \u2013 Correio Paulistano, 10-1-1927 (1).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>An\u00edbal Silveira nos apresenta o seguinte resumo referente a esta publica\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>Em resposta \u00e0 tese publicada por Oliveira Viana o A. procura mostrar como \u00e9 ilus\u00f3rio o crit\u00e9rio meramente antropol\u00f3gico para a classifica\u00e7\u00e3o das ra\u00e7as. Depois de lembrar a hierarquia \u00e9tnica quanto aos fatores subjetivos da personalidade, aduz exemplos com os quais mostra a eugenicidade do abor\u00edgene brasileiro, quer considerado como grei, quer como express\u00e3o individual. Em seguida cita estudos de sertanistas contempor\u00e2neos, em que se focalizam alguns tipos eminentes, suja pela espantosa capacidade de assimila\u00e7\u00e3o intelectual, seja pelas excepcionais qualidades art\u00edsticas, seja pela inteireza de car\u00e1ter, seja ainda pelo alto n\u00edvel moral; todos esses exemplos como frisa, s\u00e3o colhidos entre abor\u00edgenes de nossos dias, em estado de estrito primitivismo, pertencentes a tribus que se acreditavam ferozes. Recorda ainda estudos como os de Roquete Pinto, relativos ao elevado n\u00edvel de higidez f\u00edsica e mental dos nossos selvagens.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"8\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Higiene e eugenia \u00e0 luz da moral \u2013 Gaz. Cl\u00edn. (S\u00e3o Paulo) 26, n.\u00b0s 2 e 3: 180-191; 1928 (2).\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O autor nos fornece o seguinte resumo deste trabalho:<\/p>\n\n\n\n<p>Em contraste com os aspectos experimentais da gen\u00e9tica, os de ordem cl\u00ednica n\u00e3o puderam ser ainda estabelecidos com o rigor de leis naturais. Por isso, o A. tem como ilus\u00f3ria a aplica\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios da gen\u00e9tica \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o m\u00e9dico-social. Estuda rapidamente as causas que interferem na harmonia mental e, portanto, na chamada higiene ps\u00edquica. Mostra depois a complexidade que o problema eug\u00eanico assume na esp\u00e9cie humana e lembra como se torna dif\u00edcil apreciar em cada caso cl\u00ednico concreto o grau de eugenismo ou de cacogenismo. O padr\u00e3o de eugenicidade h\u00e1 de consistir em qualidades subjetivas e n\u00e3o nas de ordem som\u00e1tica. Recorda que as taras cacog\u00eanicas de origem social s\u00e3o inacess\u00edveis \u00e0 esteriliza\u00e7\u00e3o eug\u00eanica e que, por outro lado, pessoas individualmente h\u00edgidas podem ser heredologicamente indesej\u00e1veis por contar com a avalanche de ascendentes elementos francamente aneug\u00eanicos. Da\u00ed insurgir-se contra a \u201cesteriliza\u00e7\u00e3o eug\u00eanica compuls\u00f3ria\u201d, a qual deve ser substitu\u00edda pelo trabalho de educa\u00e7\u00e3o eug\u00eanica sistem\u00e1tica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"9\" class=\"wp-block-list\">\n<li>De eugenia \u2013 Correio Paulistano, 8, 15, 25, 29-9; 9, 15-3; 1928 (3).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Relativamente a este trabalho, o A. apresenta o seguinte resumo:<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa s\u00e9rie de artigos destinados \u00e0 propaga\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios eug\u00eanicos, o A. define o que se deve entender por tipo eug\u00eanico relativamente \u00e0 esp\u00e9cie humana. Depois faz coment\u00e1rios sobre os diversos aspectos antropol\u00f3gicos e biossociais das popula\u00e7\u00f5es nacionais. Revela-se depois ainda aos princ\u00edpios da eugenia e \u00e0 relev\u00e2ncia deste ramo ao mesmo tempo biol\u00f3gico e social para o aperfei\u00e7oamento da esp\u00e9cie. Por fim faz ver quais as provid\u00eancias que se deveriam adotar desde logo para solucionar os importantes problemas nacionais da miscigena\u00e7\u00e3o racional e da clarifica\u00e7\u00e3o progressiva da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"10\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Bases fisiol\u00f3gicas da fisiocultura \u2013 Rev. Med. (S\u00e3o Paulo) 12:330-338; 1927 (4).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Mostra que a educa\u00e7\u00e3o corporal n\u00e3o deve cuidar-se como finalidade, mas antes como meio de aperfei\u00e7oamento \u00e9tnico. Encarada sob esse aspecto a atividade esportiva dever\u00e1 ser norteada n\u00e3o pelas prefer\u00eancias individuais, por\u00e9m ao contr\u00e1rio pela utilidade que os diversos ramos atl\u00e9ticos apresentam em rela\u00e7\u00e3o ao escopo eug\u00eanico. Depois de analisar os princ\u00edpios cient\u00edficos que regem o aperfei\u00e7oamento som\u00e1tico mediante a cultura f\u00edsica e a repercuss\u00e3o do exerc\u00edcio f\u00edsico sobre os diversos setores da personalidade examina, com exemplos concretos, algumas das modalidades esportivas que devem considerar-se \u201cconstrutoras\u201d e algumas das que seriam conden\u00e1veis \u00e0 luz da eugenia.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"11\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Do ambulat\u00f3rio de higiene mental. Colabora\u00e7\u00e3o na campanha social \u2013 Bol. Hig. Mental (S\u00e3o Paulo) 23:2-5; 1930 (6).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"12\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Assist\u00eancia geral aos psicopatas \u2013 Bol. Hig. Mental (S\u00e3o Paulo) 25:1; 1931 (7).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"13\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Reeduca\u00e7\u00e3o de doentes mentais \u2013 Bol. Hig. Mental (S\u00e3o Paulo) 25:2; 1931 (8).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"14\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Esporte e higiene mental \u2013 Bol. Hig. Mental (S\u00e3o Paulo) 25: 3-4; 1931 (9).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Relativamente a estas \u00faltimas tr\u00eas publica\u00e7\u00f5es, afirma o autor:<\/p>\n\n\n\n<p>Nesses artigos, dedicados a v\u00e1rios aspectos da higiene mental, o A. estuda respectivamente: a) o papel educativo que no ambiente das fam\u00edlias de doentes mentais os psiquiatras e os auxiliares do servi\u00e7o social de ambulat\u00f3rios psiqui\u00e1tricos devem exercer; b) a necessidade da amplia\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o em via de se organizar em nosso Estado, dos institutos p\u00fablicos de psiquiatria; dessa maneira, as diversas modalidades da medicina mental terap\u00eautica, preventiva e corretiva poderiam ganhar em extens\u00e3o e em profundidade, distribuindo-se por organiza\u00e7\u00f5es v\u00e1rias as tarefas at\u00e9 o momento confiadas unicamente ao Hospital de Juqueri; c) a necessidade de incluir no plano de assist\u00eancia psiqui\u00e1trica institui\u00e7\u00f5es capazes de prover as necessidades imediatas dos egresso de hospitais psiqui\u00e1tricos; o ambulat\u00f3rio de higiene mental e o servi\u00e7o de investiga\u00e7\u00f5es sociais permitiriam o satisfat\u00f3rio estudo dos egressos no pr\u00f3prio ambiente, bem como a preven\u00e7\u00e3o de novos surtos; d) a interfer\u00eancia dos princ\u00edpios de higiene mental no dom\u00ednio da cultura esportiva, de modo a racionalizar a pr\u00e1tica dos esportes e transform\u00e1-la em meio de educa\u00e7\u00e3o eug\u00eanica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"15\" class=\"wp-block-list\">\n<li>S\u00edndromo do lobo frontal \u2013 S\u00e3o Paulo Med. 7, vol. I:167-183; 1934 (11).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>As rela\u00e7\u00f5es entre intelig\u00eancia e c\u00f3rtex cerebral \u2013 principalmente frontal \u2013 n\u00e3o est\u00e3o ainda estabelecidas de maneira un\u00e2nime, a-pesar-de investigados h\u00e1 v\u00e1rios s\u00e9culos. O A. lembra em r\u00e1pido apanhado que isso se deve \u00e0 complexidade do assunto, \u00e0 diversidade do esp\u00edrito cient\u00edfico dominante nas diferentes \u00e9pocas e da orienta\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria dos diversos pesquisadores. Em todo o caso, a diretriz dominante \u00e9 atualmente a de estudar os fatos pelo aspecto fisiol\u00f3gico e n\u00e3o segundo os conceitos psicol\u00f3gicos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dos numerosos trabalhos contempor\u00e2neos, que cita de passagem, ressalta que se pode depreender a exist\u00eancia de verdadeiro s\u00edndromo psiqui\u00e1trico do lobo frontal. Insiste apenas aos sintomas de \u201ccar\u00eancia de iniciativa\u201d (Mangel an Antrieb) (Kleist) de \u201cdesorienta\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o\u201d (Pierre Marie e B\u00e9hague), ao d\u00e9ficit global da intelig\u00eancia (Anglade), depois na tr\u00edade \u2013 \u201camn\u00e9sia de fixa\u00e7\u00e3o, apatia, irritabilidade\u201d. Reputa relativamente frequente a ocorr\u00eancia dessa s\u00edndrome em hospitais psiqui\u00e1tricos: em 144 doentes que observou ao acaso no decorrer de 1933, no Hospital de Juqueri, o A. encontrou 7 casos bem averiguados dessa modalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A gravidade das perturba\u00e7\u00f5es mentais n\u00e3o depende da etiologia da les\u00e3o nem da natureza do processo patol\u00f3gico, mas da topografia e da extens\u00e3o dele no c\u00e9rebro. S\u00e3o esses dois \u00faltimos fatores ainda que determinam a fisionomia cl\u00ednica do s\u00edndromo. Nesse estudo o A. segue a doutrina fisiol\u00f3gica segundo a qual as fun\u00e7\u00f5es intelectuais irredut\u00edveis s\u00e3o a observa\u00e7\u00e3o \u2013 concreta e abstrata, a medita\u00e7\u00e3o indutiva e dedutiva, e a express\u00e3o \u2013 verbal, gr\u00e1fica e m\u00edmica. N\u00e3o faz aqui a cr\u00edtica dessa doutrina, o que deixa para outro trabalho, onde mostra que as mais recentes investiga\u00e7\u00f5es an\u00e1tomo-cl\u00ednicas a confirmam. Tais fun\u00e7\u00f5es s\u00e3o exercidas por \u00f3rg\u00e3os, e n\u00e3o <em>centros<\/em>, situados na c\u00f3rtex frontal. Mas o desvio delas \u00e9 tamb\u00e9m ligado \u00e0 patologia dos g\u00e2nglios da base e \u00e0 das demais regi\u00f5es da c\u00f3rtex, o que o A. reserva igualmente para discutir em outros escritos.<\/p>\n\n\n\n<p>Analisando as observa\u00e7\u00f5es pessoais e as constantes da literatura mundial, o A. divide o s\u00edndromo do lobo frontal em v\u00e1rios grupos cl\u00ednicos, que correspondem a diferen\u00e7as de sede das les\u00f5es: mais rara \u00e9 a sintomatologia puramente intelectual, que pode apresentar aspectos parciais \u2013 desorienta\u00e7\u00e3o alops\u00edquica (fun\u00e7\u00f5es rudimentares), autops\u00edquica mais apatia (fun\u00e7\u00f5es superiores), desordens da express\u00e3o, e enfim apar\u00eancia demencial (todas as fun\u00e7\u00f5es do intelecto); em regra ao quadro mental se associam perturba\u00e7\u00f5es da atividade (irritabilidade, turbul\u00eancia, impulsividade, timidez), e da afetividade; simples ou complexo, tal quadro ps\u00edquico pode apresentar-se em concomit\u00e2ncia a desordens neurol\u00f3gicas: perda de equil\u00edbrio, ataxia, paralisias, parestesias, convuls\u00f5es epileptiformes.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos doentes cuja observa\u00e7\u00e3o \u00e9 relatada, a pneumoencefalografia permitiu evidenciar les\u00f5es nos lobos frontais, em sedes diferentes para os diferentes quadros psiqui\u00e1tricos.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"16\" class=\"wp-block-list\">\n<li>As fun\u00e7\u00f5es do lobo frontal bibliografia \u2013 Rev. Neurol. Psiquiatria, S\u00e3o Paulo 1:196-228; 1935 (12)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. recapitula os trabalhos que t\u00eam focalizado a correla\u00e7\u00e3o entre a intelig\u00eancia e o lobo frontal, desde os primitivos, de ordem filos\u00f3fica, at\u00e9 os que recorrem \u00e0 morfologia e \u00e0 anatomia comparadas; det\u00e9m-se especialmente nas recentes pesquisas arquitet\u00f4nicas (Economo, O. Vogt, Rose). Depois de fazer as cr\u00edticas dos que aceitam o paralelismo e dos que o negam, conclui pela depend\u00eancia das fun\u00e7\u00f5es intelectuais para com a regi\u00e3o pr\u00e9-frontal.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto os dados anat\u00f4micos n\u00e3o bastam para conduzi \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o dessas fun\u00e7\u00f5es. \u00c9 preciso conhec\u00ea-las previamente, isto \u00e9, decomp\u00f4-las nas categorias irredut\u00edveis. Mostra o A. que esta opera\u00e7\u00e3o custou grandes esfor\u00e7os \u00e0 coletividade humana, a qual s\u00f3 chegou \u00e0 conclus\u00e3o definitiva ap\u00f3s s\u00e9culos de tentativas e de solu\u00e7\u00f5es prematuras. Deixa para outro artigo o desenvolvimento dessa quest\u00e3o, e focaliza somente as linhas gerais, quanto \u00e0 intelig\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Da Enciclop\u00e9dia do s\u00e9culo XVIII faz derivar as tr\u00eas escolas atuais: a psicol\u00f3gica, a an\u00e1tomo-cl\u00ednica e a que recorre ao m\u00e9todo subjetivo. Comenta os numerosos trabalhos da escola objetivista, a partir das experi\u00eancias com a excitabilidade el\u00e9trica e as mutila\u00e7\u00f5es at\u00e9 as mais recentes observa\u00e7\u00f5es neuropsiqui\u00e1tricas de ap\u00f3s-guerra. Analisa, tamb\u00e9m, rapidamente as produ\u00e7\u00f5es da escola psicol\u00f3gica (as cl\u00e1ssicas, as dos psicanalistas, as pavlovianas). Alude a seguir ao rumo que tomaram os estudos an\u00e1tomo-cl\u00ednicos, cujo resultado foi demolir a teoria dos \u201ccentros cerebrais\u201d (v. von Monakow, Sciamanna, Brugia, entre outros).<\/p>\n\n\n\n<p>Faz ver o A. como os dados objetivos, experimentais e cl\u00ednicos, ao mesmo tempo que infirmam o \u201ccentrismo\u201d, v\u00eam em apoio da terceira escola antes aludida. Esta divide as manifesta\u00e7\u00f5es da alma humana em sentimentos (afetividade), atividade e intelig\u00eancia. Neste \u00faltimo dom\u00ednio, as fun\u00e7\u00f5es simples s\u00e3o a observa\u00e7\u00e3o, concreta e abstrata, a medita\u00e7\u00e3o \u2013 indutiva e dedutiva, e a express\u00e3o (linguagem) verbal, gr\u00e1fica ou m\u00edmica. Os \u00f3rg\u00e3os que desempenham essas fun\u00e7\u00f5es mant\u00eam conex\u00f5es com os de outras regi\u00f5es corticais e com os n\u00facleos cinzentos da base, fato que \u00e9 essencial para se compreender a fisiologia do c\u00e9rebro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Tais \u00f3rg\u00e3os, pass\u00edveis de localiza\u00e7\u00e3o, foram situados segundo o m\u00e9todo subjetivo, m\u00e9todo este que encontra aplica\u00e7\u00e3o crescente nas pr\u00f3prias investiga\u00e7\u00f5es an\u00e1tomo-cl\u00ednicas e experimentais. Ele s\u00f3 foi, por\u00e9m, empregado de maneira perfeitamente cient\u00edfica, sistematizada, por Augusto Comte. O A. mostra como as pesquisas citoarquitet\u00f4nica e mieloarquitet\u00f4nicas v\u00eam confirmar as sedes relativas indicadas por aquele fil\u00f3sofo; s\u00e3o analisadas principalmente os estudos an\u00e1tomo-cl\u00ednicos de Kleist e de Rose.<\/p>\n\n\n\n<p>Les\u00f5es da c\u00f3rtex frontal realizam, conforme a extens\u00e3o e a topografia, mais ou menos completamente o s\u00edndrome do lobo frontal, cuja express\u00e3o cl\u00ednica depende assim dos \u00f3rg\u00e3os atingidos. Devido \u00e0s conex\u00f5es anat\u00f4micas raramente a sintomatologia \u00e9 de ordem intelectual exclusivamente. Quase sempre a ela se associam desordens da afetividade, ou da iniciativa, ou perturba\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"17\" class=\"wp-block-list\">\n<li>S\u00edndromo de automatismo mental de Cl\u00e9rambault \u2013 Rev. Neurol. Psiquiatria. S\u00e3o Paulo 1:374-382; 1935 (13)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. salienta o grande alcance te\u00f3rico e o valor pr\u00e1tico do s\u00edndromo isolado por De Cl\u00e9rambault. Descreve os tra\u00e7os essenciais dessa variedade m\u00f3rbida, a patogenia e a etiologia, assinalando a seguir as condi\u00e7\u00f5es gerais adequadas ao estudo dela.<\/p>\n\n\n\n<p>Faz depois algumas restri\u00e7\u00f5es a respeito do mecanismo, algum tanto excessivo, bem como sobre a seria\u00e7\u00e3o \u2013 automatismo, alucina\u00e7\u00e3o, del\u00edrio. Julga mais acorde \u00e0 fisiologia cerebral relacionar estes fen\u00f4menos ao funcionamento anormal respectivamente de g\u00e2nglios da base, dos \u00f3rg\u00e3os corticais da observa\u00e7\u00e3o e dos da medita\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo an\u00e1tomo-cl\u00ednico de casos t\u00edpicos de automatismo poderia, segundo cr\u00ea, fornecer preciosas indica\u00e7\u00f5es quanto \u00e0s fun\u00e7\u00f5es de certos n\u00facleos cinzentos centrais, bem como subsidiar a terap\u00eautica psiqui\u00e1trica.<\/p>\n\n\n\n<p>O presente artigo foi sugerido pela medita\u00e7\u00e3o dos casos de automatismo mental que o A. observou no Hospital de Juqueri. Entre 400 alienados que ali examinou no decorrer de aproximadamente 3 anos, 29 exibiam o referido s\u00edndromo. Das respectivas observa\u00e7\u00f5es ser\u00e3o publicadas em excertos, no pr\u00f3ximo n\u00famero nesta Revista, as 20 mais ilustrativas. V\u00e3o elas da simples sensa\u00e7\u00e3o de automatismo at\u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de uma \u201cpersonalidade segunda\u201d.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"18\" class=\"wp-block-list\">\n<li>S\u00edndromo de automatismo mental de Cl\u00e9rambault. Observa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e coment\u00e1rios. \u2013 Rev. Neurol. Psiquiatria, S\u00e3o Paulo 2:1-31; 1936 (14).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. cr\u00ea justificada a sua contribui\u00e7\u00e3o pessoal diante da pobreza que apresenta a literatura nacional e sul-americana a respeito do importante s\u00edndromo de G. de Cl\u00e9rambaul. Vinte observa\u00e7\u00f5es feitas no Hospital de Juqueri, s\u00e3o publicadas resumidas. Foram escolhidas entre a vinte e nove que apresentavam este quadro ps\u00edquico, em um total de 400 doentes que o A. examinou durante quase 3 anos. Os excertos est\u00e3o grupados segundo a complexidade crescente dos fen\u00f4menos, desse a simples sensa\u00e7\u00e3o de automatismo at\u00e9 o aparecimento de \u201cpersonalidade segunda\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Em um indiv\u00edduo encontrou fen\u00f4menos ainda n\u00e3o registrados na literatura: s\u00e3o o eco somente da alucina\u00e7\u00e3o e a \u201ctransmiss\u00e3o invertida\u201d do pensamento, fatos que ensaia explicar de acordo com a doutrina seguida. Nos dois outros houve a organiza\u00e7\u00e3o de uma \u201cpersonalidade segunda\u201d, por\u00e9m desprovida do car\u00e1ter hostil descrito por De Cl\u00e9rambault; o A. mostra que a observa\u00e7\u00e3o generalizada poder\u00e1 talvez confirmar a exist\u00eancia desta variedade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em apoio de suas observa\u00e7\u00f5es o A. procura distinguir, mediante a an\u00e1lise cl\u00ednica, os casos em que a perturba\u00e7\u00e3o se limita aos n\u00facleos cinzentos da base, dos outros em que fere tamb\u00e9m os \u00f3rg\u00e3os situados na c\u00f3rtex. Baseando-se nos mesmos fatos estabelece distin\u00e7\u00e3o entre o \u201cautomatismo mental\u201d devido a perturba\u00e7\u00f5es intelectuais primitivas e o que diz respeito a dist\u00farbios no dom\u00ednio da atividade pr\u00e1tica. Acredita ter mostrado que os processos m\u00f3rbidos desta \u00faltima modalidade condicionam o s\u00edndromo de influ\u00eancia exterior. Considera ainda duas hip\u00f3teses respectivamente para explicar a sensa\u00e7\u00e3o de fen\u00f4menos intelectuais em regi\u00f5es extra-cerebrais diversas e para fornecer uma base fisiol\u00f3gica \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o da \u201cpersonalidade segunda\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os coment\u00e1rios s\u00e3o deduzidos dos fatos cl\u00ednicos. Na realidade apenas o confronto anat\u00f4mico em casos an\u00e1logos poder\u00e1 esclarecer sobre a objetividade das concep\u00e7\u00f5es sobre as quais o A. se apoia, e que s\u00e3o revalidadas pelos estudos an\u00e1tomo-cl\u00ednicos pessoais e pelos j\u00e1 estabelecidos na bibliografia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"19\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Homic\u00eddio como rea\u00e7\u00e3o psicop\u00e1tica em uma septuagen\u00e1ria com les\u00e3o cerebral org\u00e2nica \u2013 Diagn\u00f3stico diferencial e conclus\u00f5es m\u00e9dico-legais <em>\u2013 <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. Luiz Pinto de Toledo) \u2013 Rev. de Neurol. e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo, <em>2, <\/em>p\u00e1gs. 128-134, 1936. (15)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Trata-se de uma mulher de 77 anos que, recolhida a um asilo de inv\u00e1lidos, a\u00ed veio a matar uma companheira de infort\u00fanios, sendo ent\u00e3o internada no Manic\u00f4mio Judici\u00e1rio do Estado para exame de sanidade mental.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O \u00fanico interesse do laudo est\u00e1 em que apesar da extrema escassez de dados referentes aos antecedentes da examinanda a observa\u00e7\u00e3o direta permitiu aos peritos afastar diversas hip\u00f3teses diagn\u00f3sticas. Eles mostram que \u00e9 poss\u00edvel estabelecer <em>intra vitam<\/em> o diagn\u00f3stico diferencial entre as psicopatias da senilidade; depois de recapitular as diversas formas m\u00f3rbidas, decidem-se por <em>aliena\u00e7\u00e3o devida a les\u00f5es cerebrais provavelmente art\u00e9rio-escler\u00f3ticas, com estado demencial apenas em in\u00edcio.<\/em><\/p>\n\n\n\n<ol start=\"20\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Rea\u00e7\u00e3o antissocial (fratric\u00eddio) prodr\u00f4mica de encefalite. Diagn\u00f3stico diferencial. Considera\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas de ordem localizat\u00f3ria. Conclus\u00f5es m\u00e9dico-legais<em> \u2013 <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. J. de Andrade Silva Jr.) \u2013 Rev. de Neurol. e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo, <em>2,<\/em> p\u00e1gs. 246-257, 1936. (16)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O laudo estuda um arm\u00eanio, de 35 anos, que matou a tiros de rev\u00f3lver o irm\u00e3o, em cuja oficina trabalhava. Arguido em seguida pelas autoridades policiais prestou declara\u00e7\u00f5es veross\u00edmeis embora em parte contradit\u00f3rias. Cerca de 4 meses ap\u00f3s entrava para o Manic\u00f4mio Judici\u00e1rio do Estado para per\u00edcia m\u00e9dico-legal. O quadro mental ent\u00e3o assinalado era o de confus\u00e3o com ideias delirantes de grandeza e ao mesmo tempo com atitudes reticentes. Em fase consecutiva as desordens mentais eram do tipo est\u00fapido; havia, por\u00e9m, discord\u00e2ncias de atitudes e mesmo negativismo. Pelo aspecto neurol\u00f3gico notavam-se: tics faciais consistentes em movimentos alternados de enrugamento da fronte com abertura extrema das p\u00e1lpebras e a seguir contra\u00e7\u00e3o do sobrecenho; atitude habitual ficada em semi-flex\u00e3o da cabe\u00e7a e do tronco; vivacidade de reflexos peri\u00f3sticos, tendinosos e idiomusculares; marcha lenta, sem sincinesia dos bra\u00e7os. Mau estado geral. Exames biol\u00f3gicos sem dados anormais. Embora sem a prova de Jung-Bleuler e a da eteriza\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o inaplic\u00e1veis, os peritos excluem a hip\u00f3tese de simula\u00e7\u00e3o e a de pitiatismo. No segundo m\u00eas de interna\u00e7\u00e3o, surto febril de tipo encefal\u00edtico, com as seguintes consequ\u00eancias: aprofundamento da apatia; mutismo total; car\u00eancia de iniciativa; sitiofobia, espurc\u00edcia, intensifica\u00e7\u00e3o do tic facial; hipertonia, predominante no lado direito, agravamento do estado som\u00e1tico. Algumas semanas depois, reerguimento das condi\u00e7\u00f5es gerais; desaparecimento do tic facial, despert\u00e1vel s\u00f3 mediante emo\u00e7\u00e3o; hipertonia nos membros do lado direito, onde h\u00e1 tamb\u00e9m vivacidade de reflexos, incipientes atrofias musculares e esbo\u00e7o do sinal de Babinski; car\u00eancia de atividade pr\u00e1tica, negativismo, mutismo, desinteresse pelo ambiente, \u201capraxia de gesticula\u00e7\u00e3o complexa\u201d (Kleist), irritabilidade, atitude de medo. Exames biol\u00f3gicos ainda sem dados anormais. A investiga\u00e7\u00e3o dos peritos mostrou que seguramente 15 dias ap\u00f3s o crime eram j\u00e1 patentes as desordens neurol\u00f3gicas e mentias evidenciadas quando o paciente foi internado no Manic\u00f4mio Judici\u00e1rio. Ap\u00f3s considera\u00e7\u00f5es de ordem cl\u00ednica no dom\u00ednio das localiza\u00e7\u00f5es cerebrais, os peritos concluem que se trata de \u201cencefalite psic\u00f3tica\u201d de forma subaguda ou cr\u00f4nica, cujo per\u00edodo prodr\u00f4mico se teria processado na \u00e9poca do crime.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"21\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Valor semiol\u00f3gico do automatismo mental de Cl\u00e9rambault. Coment\u00e1rios em torno de alguns casos pessoais<em> \u2013 <\/em>S\u00e3o Paulo M\u00e9d., <em>9<\/em>, vol. II, p\u00e1gs. 67-80, 1936. (17)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. resume 9 casos pessoais in\u00e9ditos de automatismo mental para justificar os seus coment\u00e1rios. Procura mostra: (a) que o s\u00edndromo merece individualiza\u00e7\u00e3o; (b) que corresponde a fun\u00e7\u00f5es \u2013 normais ou em estado patol\u00f3gico \u2013 diversas das que s\u00e3o comprometidas na alucina\u00e7\u00e3o; (c) que \u00e9 poss\u00edvel estabelecer para cada sentido os \u00f3rg\u00e3os a que est\u00e1 ligado o fen\u00f4meno de automatismo; (d) que apresenta valor semiol\u00f3gico preciso, utiliz\u00e1vel, conforme as circunst\u00e2ncias, para progn\u00f3stico e ainda para orientar a terap\u00eautica em psiquiatria e para ulteriores estudos an\u00e1tomo-cl\u00ednicos relativos principalmente aos n\u00facleos cinzentos da base.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"22\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Catalepsia peri\u00f3dica concomitante a fen\u00f4menos de automatismo mental e dist\u00farbios neurovegetativos epis\u00f3dicos<em> <\/em>(Observa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, com apresenta\u00e7\u00e3o de doente) \u2013 Reuni\u00e3o neuropsiqui\u00e1trica do Hospital de Juqueri, 6-6-1936.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. apresenta a observa\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica de um paciente cujo comportamento exterior se caracteriza pelo autismo habitual e pela car\u00eancia de iniciativa pr\u00e1tica. Depois de expor os dados anamn\u00e9sticos subjetivos e objetivos analisa o in\u00edcio da doen\u00e7a atual e o quadro psiqui\u00e1trico observado pelo A.; salienta aqui, entre os fen\u00f4menos intelectuais de incid\u00eancia peri\u00f3dica, os que se filiam ao automatismo mental de Cl\u00e9rambault. Estes assumem a forma abstrata, de ordem negativa; verbal-auditiva, positiva e inibit\u00f3ria; motora, positiva e negativa; cenest\u00e9sica, positiva e inibit\u00f3ria. Mostra ainda a incid\u00eancia de fen\u00f4menos cataleptiformes, acompanhados de dist\u00farbios neurovegetativos, os quais somente se objetivam quando se desencadeiam os transtornos perceptivos mencionados; entre os dist\u00farbios neurovegetativos observados menciona sudorese de distribui\u00e7\u00e3o especial, tend\u00eancia \u00e0 cianose, sialorreia, taquicardia e colapso cardiovascular, perif\u00e9rico. Recorda, finalmente, o significado \u201clocalizat\u00f3rio\u201d dos diferentes dist\u00farbios neurol\u00f3gicos e ps\u00edquicos, bem como a probabilidade de se filiarem todos, pela concomit\u00e2ncia, \u00e0 mesma sede diencef\u00e1lica. Para ilustrar a comunica\u00e7\u00e3o apresenta 6 esquemas relativos \u00e0 fisiopatologia de n\u00facleos diencef\u00e1licos e do sistema nervoso vegetativo.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"23\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Tumor cerebral em menina de 7 anos<em> <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com os Drs. Vicente Batista da Silva, A. Mattos Pimenta e P. Pinto Pupo) \u2013 Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Pediatria, reuni\u00e3o de 19-6-1936.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Os AA. relatam os exames praticados em menina que tiveram oportunidade de observar no Hospital de Juqueri, onde esteve internada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Afirmam que apesar de se tratar de observa\u00e7\u00e3o individual, al\u00e9m disso procedida no per\u00edodo final de grande hidrocefalia, julgam justificada por v\u00e1rios motivos a comunica\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>1\u00b0- Ocorria o S\u00edndromo de Simmonds, o que pelos autores cl\u00e1ssicos s\u00f3 foi assinalado at\u00e9 hoje 5 vezes na inf\u00e2ncia;<\/p>\n\n\n\n<p>2\u00b0- Embora as neoplasias cerebrais na inf\u00e2ncia n\u00e3o sejam raras, no caso presente o era;<\/p>\n\n\n\n<p>3\u00b0- O neoplasma era representado por duas massas independentes, de aspecto macrosc\u00f3pico semelhante, uma quiasm\u00e1tica e outra no hemisf\u00e9rio cerebral;<\/p>\n\n\n\n<p>4\u00b0- Pela hist\u00f3ria cl\u00ednica e pelo decurso pensam poder afastar a hip\u00f3tese de craniofaringeoma e optar pela de glioma; o \u00f3bito ocorrera poucos dias antes da comunica\u00e7\u00e3o, pelo que n\u00e3o era poss\u00edvel aos autores apresentar os exames histol\u00f3gicos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Documentam a comunica\u00e7\u00e3o com 3 fotografias da doentinha, radiografia do cr\u00e2nio, 2 chapas de arteriografia cerebral e v\u00e1rias fotografias do enc\u00e9falo.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"24\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Encefalites \u201cpsic\u00f3ticas\u201d de Marchand. A prop\u00f3sito de um caso m\u00e9dico-legal<em> \u2013 <\/em>bibliografia \u2013 11 p\u00e1gs. \u2013 A Folha M\u00e9d., Rio de Janeiro, 5-10-1936. (20)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. salienta a import\u00e2ncia das encefalites para o estudo da neurologia e da psiquiatria nos moldes contempor\u00e2neos e particularmente para a verifica\u00e7\u00e3o an\u00e1tomo-cl\u00ednica das localiza\u00e7\u00f5es cerebrais. Estas \u00faltimas haviam sido focalizadas de modo prematura, mas agora entram novamente para a fase positiva, f\u00e9rtil, das pesquisas. Para esta orienta\u00e7\u00e3o contribuiu grandemente o conhecimento das encefalites.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembra que al\u00e9m da encefalite epid\u00eamica e de outros tipos j\u00e1 fartamente investigados cumpre considerar as encefalites que Marchand e colaboradores v\u00eam estudando h\u00e1 mais de quinze anos. Faz r\u00e1pidas considera\u00e7\u00f5es sobre os s\u00edndromos mentais encontrados nas formas aguda, subaguda e cr\u00f4nica, das encefalites psic\u00f3tica; depois as estuda pelo aspecto propriamente histol\u00f3gico \u2013 quanto ao tipo das les\u00f5es e \u00e0s sedes mais constantes -, pelo lado do sangue e do l\u00edquido c\u00e9falo-raquidiano, pela evolu\u00e7\u00e3o cl\u00ednica particular e pelo car\u00e1ter nosol\u00f3gico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente cita o conceito de Marchand sobre a aus\u00eancia de perturba\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas por encefalites \u201cpsic\u00f3ticas\u201d. E discorda desse conceito, apoiando-se nos seguintes dados: (1. \u00b0) nas observa\u00e7\u00f5es em que se basearam Marchand e seus colaboradores; (2. \u00b0) nas observa\u00e7\u00f5es pessoais dessa variedade m\u00f3rbida que o autor tem estudado no Hospital de Juqueri; (3. \u00b0) na acep\u00e7\u00e3o algo restrita em que Marchand parece empregar a designa\u00e7\u00e3o de \u201cneurol\u00f3gicas\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ilustrar suas asser\u00e7\u00f5es resume o laudo de um doente que com o Dr. Julio de Andrade e Silva Jr. Observara para efeito m\u00e9dico-legal.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"25\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Teoria das fun\u00e7\u00f5es cerebrais segundo Augusto Comte. Apanhado geral<em> \u2013 <\/em>Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 5-11-1936.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Salienta o A. a necessidade de conhecer-se o estado mental normal, o que s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel mediante princ\u00edpios cient\u00edficos precisos e uniformes. A estes requisitos satisfaz plenamente a doutrina cerebral de Augusto Comte. Lembra que o estudo do enc\u00e9falo cabe em parte na biologia e em parte na moral, segundo o fil\u00f3sofo franc\u00eas. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s fun\u00e7\u00f5es mentais o problema consiste: (1. \u00b0) em determinar quais as fun\u00e7\u00f5es elementares; (2. \u00b0) em localizar os \u00f3rg\u00e3os correspondentes. O m\u00e9todo seguido por Comte baseia-se na filia\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, na verifica\u00e7\u00e3o comparada atrav\u00e9s da escala zool\u00f3gica e na comprova\u00e7\u00e3o pela patologia humana. S\u00e3o 3 os grupos principais de fun\u00e7\u00f5es simples: afetividade (10), atividade (3), intelig\u00eancia (5). Combina\u00e7\u00f5es de v\u00e1rias destas 18 fun\u00e7\u00f5es representam atividades mentais complexas: mem\u00f3ria, imagina\u00e7\u00e3o, aten\u00e7\u00e3o, vontade etc. Alude a cada uma delas rapidamente. Refere que Augusto Comte se limitou \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o relativa dos \u00f3rg\u00e3os encef\u00e1licos; mas as verifica\u00e7\u00f5es anat\u00f4micas finas de Vogt e Brodmann e as an\u00e1tomo-cl\u00ednicas de Kleist entre outros, t\u00eam demonstrado plenamente o acerto das concep\u00e7\u00f5es daquele pensador.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"26\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Tumor cerebral da fossa anterior (meningioma paramediano) em doente sexagen\u00e1rio. Observa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e anat\u00f4mica<em> \u2013 <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. P. Pinto Pupo) \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>I,<\/em> p\u00e1gs. 57-76, 1936. (22)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Trata-se de um sexagen\u00e1rio internado a 30-1-1930 no Hospital de Juqueri. Um ano antes da interna\u00e7\u00e3o come\u00e7ara a denotar desordens progressivamente graves no comportamento. A observa\u00e7\u00e3o direta revelou: s\u00edndromo do lobo frontal com apar\u00eancia demencial vari\u00e1vel em intensidade e acrescido de agrafia e apraxia; hipotonia no territ\u00f3rio inferior facial direito; incoordena\u00e7\u00e3o nos membros inferiores e no superior esquerdo; assimetria de reflexos com predom\u00ednio dos tendinosos e peri\u00f3sticos \u00e0 direita e diminui\u00e7\u00e3o dos cut\u00e2neo abdominais nesse lado; varia\u00e7\u00f5es e por vezes retropuls\u00e3o durante a marcha; estase papilar, sem edema, mais acentuada \u00e0 direita; altera\u00e7\u00f5es liqu\u00f3ricas comuns nos tumores endocranianos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Feito o diagn\u00f3stico de tumor no lobo frontal esquerdo, possivelmente extracerebral, foi a situa\u00e7\u00e3o precisada pela ventriculografia direta e pela pneumoencefalografia: ventr\u00edculo lateral esquerdo desviado para cima e para traz, direito grandemente dilatado em toda a extens\u00e3o. O estado som\u00e1tico n\u00e3o permitia tentar ent\u00e3o a interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica. \u00d3bito a 1-4-1936. Necr\u00f3psia: meningeoma paramediano na fossa orbit\u00e1ria; edema na c\u00f3rtex e no centro oval esquerdos; degenera\u00e7\u00e3o maci\u00e7a de feixes longos no hemisf\u00e9rio esquerdo e, em consequ\u00eancia a focos de desintegra\u00e7\u00e3o, de algumas vias longitudinais no direito. Baseados no estudo histol\u00f3gico minucioso procuram os autores estabelecer as correla\u00e7\u00f5es an\u00e1tomo-cl\u00ednica comport\u00e1veis no caso.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"27\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Tumor do \u00e2ngulo pontocerebelar com estase papilar tardia<em> \u2013 <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. G. Junqueira Franco) \u2013 7 figs. \u2013 2 pranchas estereosc\u00f3picas \u2013 bibliografia \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>1<\/em>, p\u00e1gs. 77-89, 1936. (23)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Os autores apresentam o caso de um paciente com grande neoplasia do \u00e2ngulo pontocerebelar, no qual a estase papilar s\u00f3 aparecera cinco dias antes do \u00f3bito: fato este que se explicava pela aus\u00eancia do s\u00edndromo de hipertens\u00e3o endocraniana. A finalidade do trabalho \u00e9 chamar a aten\u00e7\u00e3o para este sinal objetivo importante o qual, todavia \u2013 embora raramente \u2013 pode faltar nos tumores da fossa posterior.<\/p>\n\n\n\n<p>A necr\u00f3psia revelou hidrocefalia interna incipiente, sobretudo ao n\u00edvel do 3. \u00b0 ventr\u00edculo, o que vem mais uma vez mostrar o mecanismo da estase papilar. Os autores encaram principalmente este papel patog\u00eanico.<\/p>\n\n\n\n<p>Pelo aspecto neurol\u00f3gico tratava-se de s\u00edndrome piramido-extrapiramidal mais acentuado do lado oposto ao do neoplasma. O paciente fora internado no Hospital de Juqueri, onde os A.A. o examinaram.<\/p>\n\n\n\n<p>Baseando-se ainda na observa\u00e7\u00e3o pessoal e mormente no grande n\u00famero de cita\u00e7\u00f5es encontradas na literatura da especialidade julgam ter trazido algum esclarecimento a este problema, que t\u00e3o de perto interessa \u00e0 neurooftalmologia.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"28\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Campos arquitet\u00f4nicos do lobo frontal e fun\u00e7\u00f5es da intelig\u00eancia. Resumo an\u00e1tomo-fisiol\u00f3gico cr\u00edtico. Ensaio cl\u00ednico baseado em observa\u00e7\u00f5es pessoais<em> \u2013 <\/em>26 figs. 1 em cores \u2013 bibliografia \u2013 Rev. de Neurol. e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo, <em>3<\/em>, p\u00e1gs. 131-161, 1937. (24)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O autor p\u00f5e a quest\u00e3o da possibilidade de se localizarem anatomicamente as fun\u00e7\u00f5es da intelig\u00eancia e responde-a afirmativamente. Lembra que para esse efeito o m\u00e9todo mais adequado \u00e9 o an\u00e1tomo-cl\u00ednico e procura analisar as causas que t\u00eam levado os pesquisadores a conclus\u00f5es grandemente vari\u00e1veis, apesar de aplicarem o mesmo m\u00e9todo de estudo. A principal dessas causas \u00e9 n\u00e3o se levarem suficientemente em conta as liga\u00e7\u00f5es que a c\u00f3rtex do lobo frontal contrai com as demais partes do enc\u00e9falo, segundo procura demonstrar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Descreve resumidamente a estrutura fina do lobo frontal, comparando as \u00e1reas citoarquitet\u00f4nica de Campbell e principalmente as de Brodmann e de Economo e Koskinas; da distribui\u00e7\u00e3o mielogr\u00e1fica de Flechsig passa para os campos mieloarquitet\u00f4nicos de Vogt, que confronta aos de Brodmann e Economo.<\/p>\n\n\n\n<p>Cita as experi\u00eancias de excita\u00e7\u00e3o el\u00e9trica de F\u00f6rster e as eletroencefalogr\u00e1ficas de Kornm\u00fcller, passando em seguida \u00e0 patologia cerebral de guerra. Analisa ent\u00e3o as conclus\u00f5es de Feuchtwanger e se det\u00e9m principalmente nas de Kleist.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apresenta o conceito pessoal sobre a \u201ccar\u00eancia de iniciativa\u201d, a \u201capraxia de gesticula\u00e7\u00e3o complexa\u201d e as \u201cperturba\u00e7\u00f5es al\u00f3gicas do pensamento\u201d, de Kleist. Assinala a not\u00e1vel concord\u00e2ncia \u2013 quanto \u00e0 convexidade da c\u00f3rtex frontal \u2013 entre localiza\u00e7\u00f5es demonstradas objetivamente por Kleist e as que Augusto Comte propusera em 1850, baseado no m\u00e9todo subjetivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para finalizar lembra que entre os doentes observados pelo autor no Hospital de Juqueri ocorre frequentemente o s\u00edndromo do lobo frontal, quer puro, quer acompanhado de desordens neurol\u00f3gicas. Apoiado nos seus casos pessoais julga poder distinguir o s\u00edndromo primitivo do c\u00e9rebro frontal e o que resulta de les\u00f5es parieto-temporais. Para documentar esse fato reproduz muito abreviadamente os dados principais de 10 observa\u00e7\u00f5es e os confronta com os da pneumoencefalografias respectivas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"29\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Les\u00f5es casuais e les\u00f5es sistem\u00e1ticas do c\u00e9rebro nas doen\u00e7as mentais<em> \u2013 <\/em>40 figs. \u2013 bibliografia \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>2<\/em>, p\u00e1gs. 191-217, 1937. (25)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. salienta a import\u00e2ncia semiol\u00f3gica e mesmo terap\u00eautica dos conhecimentos an\u00e1tomo-patol\u00f3gicos hoje acumulados a respeito das doen\u00e7as mentais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Menciona as causas que t\u00eam dificultado a sistematiza\u00e7\u00e3o de tais dados: perturba\u00e7\u00f5es mentais chamadas end\u00f3genas, desordens consideradas funcionais, outras devidas a repercuss\u00e3o anat\u00f4mica ou fisiol\u00f3gica, e finalmente a aus\u00eancia poss\u00edvel de dist\u00farbios em caso de les\u00f5es cerebrais mesmo extensas. Explica assim a diversidade de interpreta\u00e7\u00e3o das diferentes escolas psiqui\u00e1tricas, cujas concep\u00e7\u00f5es enumera rapidamente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mostra como podem conciliar-se os fatos \u00e0 luza da fisiol\u00f3gica cerebral; examina esta quanto aos elementos anat\u00f4micos propriamente e as condi\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas principais, concluindo que as fun\u00e7\u00f5es correspondentes aos diferentes \u00f3rg\u00e3os do enc\u00e9falo representam fen\u00f4menos de categoria especial, regido por leis naturais particulares.<\/p>\n\n\n\n<p>Explicam-se assim as varia\u00e7\u00f5es mentais conforme a ra\u00e7a, o sexo, o indiv\u00edduo, por um lado; e por outro, os tipos de rea\u00e7\u00e3o psic\u00f3tica e a chamada \u201cestrutura das psicoses\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Alude, a seguir, \u00e0s doen\u00e7as mentais din\u00e2micas ou funcionais; e depois \u00e0s de car\u00e1ter irregress\u00edvel, onde considera os sintomas locais e \u00e0 dist\u00e2ncia, sejam eles funcionais assim chamados ou anat\u00f4micos.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de mostra que as doen\u00e7as din\u00e2micas s\u00e3o pass\u00edveis de tornar-se lesionais e que o mesmo pode suceder com os dist\u00farbios expressos pelos sintomas, passa aos casos cl\u00ednicos que constituem o motivo central da presente exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para documenta o trabalho o autor escolheu 12 fotografias de pe\u00e7as anat\u00f4micas referentes a observa\u00e7\u00f5es pessoais e 20 c\u00f3pias de pneumoencefalografias relativas a outros casos cl\u00ednicos tamb\u00e9m de observa\u00e7\u00e3o pessoal; todos os pacientes foram internados no Hospital de Juqueri, em cujo Arquivo Cl\u00ednico figuram os protocolos em extenso.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"30\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o tratamento convulsivante nos esquizofr\u00eanicos \u2013 I: Tentativa de explica\u00e7\u00e3o para os resultados<em>. \u2013 <\/em>2 figs. \u2013 bibliografia \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>2<\/em>, 391-450, 1937. (26)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>A presente comunica\u00e7\u00e3o inicia uma s\u00e9rie, no total de 9, em que o autor relatar\u00e1 estudos que empreende desde o ano p. passado, sobre o assunto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alude \u00e0s medidas sistem\u00e1ticas que emprega no estudo dos doentes: verifica\u00e7\u00e3o do tipo cl\u00ednico pela an\u00e1lise detida dos dados pr\u00e9-m\u00f3rbidos e da hist\u00f3ria cl\u00ednica; observa\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica pelo <em>test<\/em> de Rorschach inclusive; tratamento pr\u00e9vio desintoxicante e piretoter\u00e1pico; pneumoencefalografia; exames hematol\u00f3gicos minuciosos; an\u00e1lise completa do l\u00edquor c\u00e9falo-raquidiano; pode assim afirmar o diagn\u00f3stico da esquizofrenia e excluir a hip\u00f3tese de remiss\u00e3o espont\u00e2neo ou casual.<\/p>\n\n\n\n<p>Mostra que o m\u00e9todo definitivo de von Meduna \u00e9 o que mais conv\u00e9m para hospitais fechados e o mais facilmente aplic\u00e1vel em larga escala; e isso n\u00e3o s\u00f3 por n\u00e3o causar les\u00f5es no sistema nervoso central e por n\u00e3o ter contraindica\u00e7\u00f5es especiais, mas ainda porque dispensa a atua\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica do ambiente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A doutrina que adota sobre as fun\u00e7\u00f5es cerebrais, os casos an\u00e1tomo-cl\u00ednicos acumulados na literatura psiqui\u00e1trica e finalmente os de sua observa\u00e7\u00e3o pessoal permitem ao autor analisar os diversos quadros esquizofr\u00eanicos \u00e0 luz da patologia cerebral. Julga poder distinguir a\u00ed 3 tipos: (1) desordens prim\u00e1rias da <em>atividade<\/em>; (2) desordens primariamente <em>intelectuais; <\/em>(3) dist\u00farbios <em>afetivos prim\u00e1rios<\/em>; em todos os tipos o car\u00e1ter exterior fundamental \u00e9 dado pelas perturba\u00e7\u00f5es da <em>atividade. <\/em>Descreve esses tipos em tra\u00e7os gerais e lembra que correspondem respectivamente \u00e0s seguintes sedes prim\u00e1rias: (1) parieto-temporal; (2) parieto-occipital; (3) frontal. A forma lesional oferece caracteres histol\u00f3gicos t\u00edpicos, que exp\u00f5e; mas \u00e9 a localiza\u00e7\u00e3o do processo que, a seu ver, confere a express\u00e3o cl\u00ednica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Estribado nos mesmos dados acima referidos interpreta a insulina e o cardiazol como os medicamentos mais adequados para o tratamento; e exp\u00f5e a sua concep\u00e7\u00e3o pessoal sobre a a\u00e7\u00e3o diversa de ambos: a insulina normaliza as fun\u00e7\u00f5es de atividade agindo mediante o choque visceral, as regula\u00e7\u00f5es vegetativas diencef\u00e1licas e finalmente o instinto de conserva\u00e7\u00e3o; o cardiazol chegaria ao mesmo efeito atuando diretamente sobre a c\u00f3rtex cerebral. Recorda ent\u00e3o os trabalhos sobre a diversidade de respostas ante o \u201celetroencefalograma\u201d, bem como a da composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica, a do \u201cmetabolismo intermedi\u00e1rio\u201d e a a\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios medicamentos, conforme a \u00e1rea encef\u00e1lica considerada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa maneira de encara a quest\u00e3o da esquizofrenia \u2013 articulando os dados psicol\u00f3gicos, psicopatol\u00f3gicos e localizat\u00f3rios \u2013 permite-lhe, segundo cr\u00ea, dois tipos de dedu\u00e7\u00f5es de interesse pr\u00e1tico: (a) interpretar o mecanismo de a\u00e7\u00e3o do choque insul\u00ednico e do cardiazol; (b) distinguir nos casos concretos qual deles deve ser o indicado. Chega assim \u00e0s seguintes conclus\u00f5es: (1\u00b0) O tratamento de von Meduna encontra indica\u00e7\u00e3o particular: (a) nos esquizofr\u00eanicos de tipo catat\u00f4nico com defici\u00eancia predominante de iniciativa; (b) nos de tipo paranoide; (c) nos hebefr\u00eanicos; (2\u00b0) O choque insul\u00ednico deve ser aplicado especialmente: (a) nos da forma chamada \u201cdem\u00eancia precoce\u201d; (b) nos da catatonia ou da paranoide, quando predominam a hipercinesia, a incoordena\u00e7\u00e3o motora, a instabilidade intelectual; (c) nos esquizofr\u00eanicos em que dominam as desordens da afetividade; (3\u00b0) Se os transtornos n\u00e3o s\u00e3o recentes ou se o ambiente n\u00e3o se presta \u00e0 reeduca\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica, ser\u00e1 prefer\u00edvel recorrer primeiro ao tratamento de von Meduna. (4\u00b0) O tempo de doen\u00e7a, para efeito de progn\u00f3stico, apenas vale como probabilidade de as les\u00f5es cerebrais j\u00e1 serem irremov\u00edveis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"31\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Das leis est\u00e1ticas e din\u00e2micas da intelig\u00eancia. Aplica\u00e7\u00e3o \u00e0 patologia mental<em> <\/em>\u2013 bibliografia \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>2<\/em>, 571-582, 1937. (27)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Em complemento a comunica\u00e7\u00f5es anteriores, nas quais tem apreciado a influ\u00eancia das les\u00f5es encef\u00e1licas nos diversos quadros psiqui\u00e1tricos, o A. relembra agora as leis que regem o funcionamento intelectual no estado h\u00edgido e no estado patol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de frisar o conceito das localiza\u00e7\u00f5es cerebrais segundo a doutrina que segue, passa a analisar as condi\u00e7\u00f5es normais da intelig\u00eancia. Alude aos fen\u00f4menos do mundo objetivo, como est\u00edmulo, alimento e regulador das fun\u00e7\u00f5es intelectuais, mediante as vias sensoriais diversas. Recorda, ent\u00e3o, os cinco atributos simples que constituem a intelig\u00eancia (contempla\u00e7\u00e3o, concreta e abstrata; medita\u00e7\u00e3o, indutiva e dedutiva; express\u00e3o); e reproduz o enunciado das 3 leis est\u00e1ticas e das 3 din\u00e2micas, estabelecidas por Augusto Comte em rela\u00e7\u00e3o ao entendimento humano.<\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente exemplifica os diferentes estados m\u00f3rbidos ocasionados pela ruptura das condi\u00e7\u00f5es normais enumeradas. Passa em revista, previamente, o tipo mental da inf\u00e2ncia e do estado selvagem, depois a atividade ps\u00edquica durante o sonho; em seguida refere-se aos dist\u00farbios de tipo esquizofr\u00eanico, depois aos do quadro paranoico, depois ainda ao s\u00edndromo de Cl\u00e9rambault e \u00e0s alucina\u00e7\u00f5es para enfim deter-se um pouco em rela\u00e7\u00e3o a certos particulares que surgem em neuroses e no mecanismo da psican\u00e1lise.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"32\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Pervers\u00e3o de instintos e do car\u00e1ter, consequente a encefalite epid\u00eamica na inf\u00e2ncia. Homic\u00eddio. Considera\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas de ordem localizat\u00f3ria. Conclus\u00f5es m\u00e9dico-legais<em> \u2013 <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. Luiz Pinto de Toledo) \u2013 1 fig. \u2013 bibliografia \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>3<\/em>, p\u00e1gs. 31-52, 1938. (28)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Trata-se de um indiv\u00edduo que assassinara na via p\u00fablica, altas horas da noite, a uma mulher com quem casualmente se encontrara pouco antes. Conduzido horas depois \u00e0 Pol\u00edcia Central passou a alegar obstinadamente que de nada se recordava desde pouco antes de cometer o crime at\u00e9 o momento em que fora encarcerado. Ao exame psiqui\u00e1trico procedido naquele departamento persistia na alega\u00e7\u00e3o, a qual pareceu defens\u00e1vel porque a prova da hiperpneia determinou ent\u00e3o convuls\u00f5es, precedidas de estado crepuscular. Foi ent\u00e3o internado no Manic\u00f4mio Judici\u00e1rio do Estado para exame de sanidade mental.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A observa\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica prolongada, a prova da hiperpneia, repetida em condi\u00e7\u00f5es plenamente satisfat\u00f3rias e a do <em>cardiazol<\/em> em doses supraterap\u00eautica segundo von Meduna, permitem aos atuais peritos excluir a hip\u00f3tese de epilepsia; ao mesmo tempo a verifica\u00e7\u00e3o dos sinais oculares e a an\u00e1lise dos antecedentes pessoais e sociais do criminoso os autorizam a diagnosticar encefalite de von Economo ocorrida na inf\u00e2ncia. Mostram que a pretendida amn\u00e9sia n\u00e3o tem os caracteres do equivalente epil\u00e9tico nem os da intoxica\u00e7\u00e3o pela diamba (<em>maconha<\/em>) \u2013 de que o observando se diz fumador \u2013 e aludem rapidamente ao tipo psiqui\u00e1trico devido \u00e0 encefalite na inf\u00e2ncia. Comentam em seguida os acidentes ocorridos durante aprova da pneumoencefalografia, os quais os conduzem a considerar lesados os n\u00facleos cinzentos circunjacentes ao 3. \u00b0 ventr\u00edculo; esses fatos, bem com a diversidade de a\u00e7\u00e3o da hiperpn\u00e9ia e a negatividade da prova do <em>cardiazol,<\/em> s\u00e3o analisados rapidamente \u00e0 luza da fisiologia cerebral. Concluem ent\u00e3o que o paciente apresenta <em>pervers\u00e3o de instintos e de car\u00e1ter consequente a encefalite epid\u00eamica na inf\u00e2ncia.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O homic\u00eddio foi cometido em plena consci\u00eancia, como rea\u00e7\u00e3o habitual do observando; por\u00e9m esse modo de agir traduz o feitio m\u00f3rbido da personalidade e como consequ\u00eancia o observando deve permanecer internado no Manic\u00f4mio Judici\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"33\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Diretrizes para a escolha entre o coma insul\u00ednico e o choque convulsivante no tratamento de esquizofr\u00eanicos \u2013 Contribui\u00e7\u00e3o cl\u00ednica pessoal<em> \u2013 <\/em>Jorn. Sul-amer. de Medicina e Especialidades. \u2013 Bibliografia \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>3<\/em>, p\u00e1gs. 53-65, 1938. (29)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Depois de salientar as diverg\u00eancias dos resultados at\u00e9 agora obtidos com ambos os m\u00e9todos, na literatura mundial, o A. lembra que o principal fator das discord\u00e2ncias consiste na diversidade das manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas dos pacientes respectivos. \u00c9 para este aspecto que chama a aten\u00e7\u00e3o: e refere que a sele\u00e7\u00e3o dos doentes para cada um desses m\u00e9todos \u00e9 poss\u00edvel \u00e0 luz dos fatos cl\u00ednicos. Resume o conceito pessoal sobre a a\u00e7\u00e3o dos dois m\u00e9todos de tratamento, conceito esse que se baseia no estudo da fisiologia e da patologia do c\u00e9rebro e que exp\u00f4s pormenorizadamente em outro trabalho (Arquivos de Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, II, 319-450; 1937). N\u00e3o se limita a distinguir nos esquizofr\u00eanicos apenas a forma fundamental (<em>simples, paranoide, catat\u00f4nica, hebefr\u00eanica<\/em>) mas procura verificar, dentro de cada um, a esfera ps\u00edquica mais atingida em cada caso concreto; a justifica\u00e7\u00e3o dessa an\u00e1lise cl\u00ednica acha-se no aludido artigo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o que pode estabelecer, s\u00e3o mais indicados para o tratamento convulsivante os esquizofr\u00eanicos que habitualmente apresentam embotamento simples da iniciativa, os desinteressados pelo meio ambiente, sem espontaneidade para falar; e aqueles cujas desordens afetivas consistem principalmente no embotamento, na agressividade, no negativismo. O choque insul\u00ednico seria mais prop\u00edcio aos doentes em que aparecem perturba\u00e7\u00f5es graves dos instintos, com ambival\u00eancia afetiva ou intelectual; \u00e0queles em que predominam a hipercinesia ou a paracinesia; enfim \u00e0queles cujos transtornos intelectuais n\u00e3o resultam s\u00f3 de defici\u00eancia de iniciativa. A experi\u00eancia pessoal do A. a esse respeito tem sido confirmada implicitamente por trabalhos cl\u00ednicos e experimentais da literatura psiqui\u00e1trica. Foi por isso que se resolveu expor suas ideias pessoas, dada a relev\u00e2ncia capital do problema terap\u00eautico a\u00ed referido.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"34\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Tratamentos modernos nos esquizofr\u00eanicos, em compara\u00e7\u00e3o com os m\u00e9todos de rotina. Resultados estat\u00edsticos em duzentos casos pessoais. \u2013 Neurobiol. (Recife) 1:327-342; 1938 (34)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. lembra que na aplica\u00e7\u00e3o dos processos de von Meduna e de Sakel para o tratamento de esquizofr\u00eanicos pode ocorrer certo n\u00famero de causas de erro, as quais n\u00e3o t\u00eam sido afastadas pelos psiquiatras em geral. Salienta apenas a diversidade de conceitos te\u00f3ricos sobre as esquizofrenias, a possibilidade de remiss\u00e3o espont\u00e2nea dos pacientes tratados e a viabilidade de outros meios medicamentosos.<\/p>\n\n\n\n<p>Julga por esse motivo que possa ter interesse o estudo do material cl\u00ednico pessoa, em cuja an\u00e1lise procura evitar aquelas causas de erro ao interpretar os resultados. Desde 1932 at\u00e9 o presente medicou pelos m\u00e9todos comuns 240 esquizofr\u00eanicos, dos quais apresenta 200. Desse total obtiveram remiss\u00e3o completa, com <em>alta<\/em>, 18 doentes e melhoras acentuadas 15. Donde a propor\u00e7\u00e3o de 16,5% de melhoras duradouras. Somente depois que os meios comuns se mostraram ineficientes \u00e9 que o A. aplica aos esquizofr\u00eanicos os m\u00e9todos novos. Assim, daquele total de 200 passaram depois 40 pelos tratamentos: convulsivante \u2013 35 \u2013 e hipoglicemiantes \u2013 5. As remiss\u00f5es conseguidas desta forma foram em n\u00famero de 14 e as melhoras acentuadas 11. Resultados apreci\u00e1veis, portanto, em 25 para 40, isto \u00e9, em n\u00famero quatro vezes superior ao dos m\u00e9todos usuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos pacientes a que se refere fica assim afastada n\u00e3o s\u00f3 a possibilidade de remiss\u00e3o espont\u00e2nea (s\u00f3 2 foram medicados no 1. \u00b0 semestre) como tamb\u00e9m a de \u00eaxito com outros processos, pois que todos haviam sido submetidos ao tratamento de rotina. Tamb\u00e9m n\u00e3o variaram as condi\u00e7\u00f5es de ambiente e de observa\u00e7\u00e3o, nem sequer o material cl\u00ednico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"35\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Doen\u00e7a de Alzheimer sob a forma de apraxia construtiva, alexia, agrafia e amn\u00e9sia verbal (Observa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica pessoal).<em> Etiopatogenia dos sintomas. \u2013 <\/em>Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 5-2-1938.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Trata-se de paciente observado pelo autor, no Hospital de Juqueri, desde 1937. Conta atualmente 62 anos e est\u00e1 doente h\u00e1 7. O que motiva a apresenta\u00e7\u00e3o do caso cl\u00ednico \u00e9 em primeiro lugar a raridade da incid\u00eancia m\u00f3rbida em si, no nosso meio; depois o fato de aparecerem a\u00ed fen\u00f4menos ps\u00edquicos que constituem verdadeira verifica\u00e7\u00e3o experimental quanto a \u00e1reas corticais bem definidas; finalmente a particularidade de a perturba\u00e7\u00e3o capital ser pass\u00edvel de registro cinematogr\u00e1fico.<\/p>\n\n\n\n<p>Chama a aten\u00e7\u00e3o para o tipo particular de apraxia, o \u201cde constru\u00e7\u00e3o\u201d, para a alexia, que foi sintoma de in\u00edcio e para a perda total de localiza\u00e7\u00e3o neurol\u00f3gica no espa\u00e7o real; fato este \u00faltimo que contrasta com a conserva\u00e7\u00e3o do \u201cesquema do corpo\u201d, o que o filme respectivo demonstra. Discute os sintomas cl\u00ednicos \u00e0 luz da carta cerebral de Kleist e admite como atingidos os campos 40, 39, 10, provavelmente tamb\u00e9m o 18, todos de Brodmann; a regi\u00e3o sobretudo lesada seria a parte superior de cada campo. Salienta a veracidade cl\u00ednica das divis\u00f5es funcionais que, segundo Kleist, correspondem a essas diferentes \u00e1reas. Projeta aut\u00f3grafos do paciente e um esquema dos campos histol\u00f3gicos (Brodmann) que sup\u00f5e interessados no processo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Alude, finalmente, aos elementos para diagn\u00f3stico diferencial com outros tipos de doen\u00e7a da senilidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"36\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o tratamento convulsivante nos esquizofr\u00eanicos \u2013 II: Modalidades do acesso provocado. An\u00e1lise das observa\u00e7\u00f5es pessoais \u00e0 luz da patologia cerebral<em> \u2013 <\/em>Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 5-4-1938.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O autor acredita ter encontrado na an\u00e1lise cuidadosa das convuls\u00f5es provocadas elemento para orientar com certa seguran\u00e7a a pr\u00e1tica do m\u00e9todo de von Meduna. Como at\u00e9 agora n\u00e3o apareceu na literatura m\u00e9dica nenhum trabalho dedicado especialmente a essa quest\u00e3o, a seu ver fundamental, chama a aten\u00e7\u00e3o para o assunto, baseando-se nas observa\u00e7\u00f5es pessoais.<\/p>\n\n\n\n<p>Descreve no <em>ataque completo<\/em> (denomina\u00e7\u00e3o acorde \u00e0 de von Angyal e Gyarf\u00e1s) 4 fases sucessivas, cada uma com fen\u00f4menos particulares dignos de estudo. Depois alude \u00e0 forma <em>abortiva<\/em> e ao modo de rea\u00e7\u00e3o ps\u00edquica dos doentes ante cada uma dessas eventualidades. Em seguida estuda cada fase de per si, assinalando principalmente os complexos fen\u00f4menos da fase preliminar, da t\u00f4nica e da cl\u00f4nica; os da 4. \u00b0 fase, post-parox\u00edstica, ser\u00e3o estudados na pr\u00f3xima comunica\u00e7\u00e3o. Esses diversos fen\u00f4menos em si variam de doente para doente, mas no mesmo indiv\u00edduo obedecem sempre ao mesmo tipo: da\u00ed a import\u00e2ncia semiol\u00f3gica, segundo cr\u00ea o autor ter observado. Cotejando as varia\u00e7\u00f5es individuais dos fen\u00f4menos t\u00f4nicos e motores identificou nos seus pacientes, at\u00e9 agora, 12 tipos distintos de ataque.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Refere rapidamente a interpreta\u00e7\u00e3o localizat\u00f3ria desses fen\u00f4menos quanto \u00e0 fisiologia cerebral, analisando-os quer quanto ao tipo, quer quanto \u00e0 sucess\u00e3o, em presen\u00e7a da carte cerebral de Kleist e do esquema de Foerster. Depois mostra de que forma as v\u00e1rias fases do ataque, no mesmo paciente, se modificam no decorrer do tratamento: donde atribuir significado progn\u00f3stico a esse fato. Procura explicar tamb\u00e9m esta particularidade \u00e0 luza da fisiologia e da patologia cerebrais e mostrar a efic\u00e1cia de tal orienta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica para nortear a pr\u00e1tica cl\u00ednica. Acredita que j\u00e1 disp\u00f5e de elementos n\u00e3o s\u00f3 para avaliar a melhora dos pacientes, mas tamb\u00e9m para ajuizar o grau da remiss\u00e3o e mesmo a veracidade dela. Os estudo pessoais n\u00e3o est\u00e3o ainda conclu\u00eddos, mas julga de seu dever comunicar os fatos que j\u00e1 pode observar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"37\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o tratamento convulsivante nos esquizofr\u00eanicos \u2013 III: Dist\u00farbios de percep\u00e7\u00e3o e de express\u00e3o desencadeados pelo choque convulsivante; ensaio cl\u00ednico localizat\u00f3rio baseado nas observa\u00e7\u00f5es pessoais<em> \u2013 <\/em>Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 5-9-1938.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Prosseguindo em suas contribui\u00e7\u00f5es para o m\u00e9todo convulsivante o A. localiza alguns fen\u00f4menos que ainda n\u00e3o viu registrados na literatura correspondente e que julga de grande interesse para o tratamento de esquizofr\u00eanicos segundo o processo de von Meduna. Estuda primeiro as percep\u00e7\u00f5es patol\u00f3gicas de car\u00e1ter <em>positivo<\/em>, quer na fase de ataque provocado, quer na quarta fase: automatismo mental de Cl\u00e9rambault \u2013 3 pacientes, alguns em ambas as fases; dist\u00farbios sensoriais elementares \u2013 3, apenas na 1.\u00aa fase; cenestopatias, na 1.\u00aa fase \u2013 3 pacientes; alucina\u00e7\u00f5es cenest\u00e9sicas prov\u00e1veis, na 4.\u00aa fase somente \u2013 5 doentes; alucina\u00e7\u00f5es auditivas, que o A. julga indubit\u00e1veis, &#8211; na 1.\u00aa fase em 5 doentes e na \u00faltima em 33. Depois refere as de ordem <em>negativa; <\/em>na fase inicial, escotoma negativo \u2013 2 observandos; perda do <em>esquema do corpo,<\/em> em 2 tamb\u00e9m; total inexcitabilidade sensorial, em 20 doentes; na 4.\u00aa fase incapacidade de <em>compreens\u00e3o de frases, <\/em>transit\u00f3ria, em 35 doentes; amn\u00e9sia retro-anter\u00f3grada, em 3; finalmente, inexcitabilidade integral, mas tempor\u00e1ria, em todos os 40 pacientes que estuda na presente comunica\u00e7\u00e3o. Relata a seguir os fen\u00f4menos de express\u00e3o, alguns deles muito curiosos: gestos hipercin\u00e9ticos, nem sempre ritmados em 35; quanto \u00e0 m\u00edmica, f\u00e1cies de pavor em 30 pacientes, acompanhada de ansiedade em 25; estereotipias diversas em 20; movimentos de preens\u00e3o em 4; <em>mascar for\u00e7ado <\/em>e movimentos r\u00edtmicos de engolir, em 3; gesticula\u00e7\u00e3o <em>imposta <\/em>e complexa, em 3; carfologia em 1 e tic facial intenso em outro; no dom\u00ednio da articula\u00e7\u00e3o verbal pode anotar: ecolalia em 2 doentes; apraxia verbal, tipo paraf\u00e1sico em 2; palilalia de tom crescente e de car\u00e1ter lit\u00e2nico, em 5; assobio ou canto de modas populares, em estado de total inconsci\u00eancia, em 1 doente e choro e gemido, tamb\u00e9m sob inconsci\u00eancia, em 5; disartria imediatamente ao despertar, em 3 e finalmente anartria, na mesma situa\u00e7\u00e3o, em 37. Tais fen\u00f4menos constantes em cada doente, surgem na fase final e na inicial do acesso, bem como na incid\u00eancia do ataque incompleto ou abortivo e se mostraram ao todo em 37 indiv\u00edduos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Relaciona a ocorr\u00eancia de ambas as classes de fen\u00f4menos com a rea\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica de \u00e1reas do c\u00e9rebro humano (aspecto localizat\u00f3rio do estudo do A.), depois com o tipo cl\u00ednico dos pacientes (aspecto semiol\u00f3gico) e finalmente com a evolu\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel ou desfavor\u00e1vel do tratamento (aspecto progn\u00f3stico). Assinala em particular este \u00faltimo aspecto, lembrando que o psiquiatra ter\u00e1 assim \u2013 pelo estudo dos fatos que regista o A. \u2013 crit\u00e9rio objetivo para avaliar a realidade da melhora ou da remiss\u00e3o do esquizofr\u00eanico.<\/p>\n\n\n\n<p>Ilustra a comunica\u00e7\u00e3o projetando um esquema fisiol\u00f3gico do c\u00e9rebro.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"38\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Import\u00e2ncia das concep\u00e7\u00f5es localizat\u00f3rias para a neuropsiquiatria e particularmente para as interven\u00e7\u00f5es no c\u00e9rebro<em> \u2013 <\/em>I Congr. Paulista de Neurol., Psicol., Psiquiatria, Endocrinol., etc., S\u00e3o Paulo, 27-7-1938.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Alude muito rapidamente ao problema das localiza\u00e7\u00f5es cerebrais e lembra a acep\u00e7\u00e3o mais acertada com rela\u00e7\u00e3o a elas: a acep\u00e7\u00e3o \u201corganol\u00f3gica\u201d. Tal modo de ver explica a possibilidade de sintomas ps\u00edquicos locais como rea\u00e7\u00e3o a dist\u00farbios gerais e a de sinais ps\u00edquicos \u00e0 dist\u00e2ncia como sequ\u00eancia de les\u00f5es anat\u00f4micas focais.<\/p>\n\n\n\n<p>Resume ent\u00e3o o quadro psiqui\u00e1trico do lobo frontal, em que distingue do grupo frontal propriamente dito o grupo orbit\u00e1rio; e depois o quadro neurol\u00f3gico do lobo frontal, onde tamb\u00e9m distingue os sintomas intr\u00ednsecos e os frontais de origem cerebelar. Mostra que tanto o s\u00edndromo neurol\u00f3gico quanto o s\u00edndromo psiqui\u00e1trico carecem de valor localisat\u00f3rio quando ocorrem isoladamente; e que adquirem valor preciso quando associados. Para documentar resume quatro observa\u00e7\u00f5es an\u00e1tomo-cl\u00ednicas pessoais (um de atrofia circunscrita e 3 de tumores intracranianos).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Passa em seguida ao s\u00edndromo psiqui\u00e1trico e ao s\u00edndromo neurol\u00f3gico ligados a altera\u00e7\u00f5es anat\u00f3micas da regi\u00e3o parieto-temporal. Tamb\u00e9m aqui estuda os quadros locais e os de repercuss\u00e3o frontal, mostrando como se podem distinguir entre si. Vale-se, ainda aqui, de observa\u00e7\u00f5es pessoais (1 psiqui\u00e1trica e 2 an\u00e1tomo-cl\u00ednicas), que resume e documenta.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois lembra os quadros psiqui\u00e1tricos e neurol\u00f3gicos peculiares \u00e0 regi\u00e3o-parieto-occipital. Mostra que a\u00ed os sintomas ps\u00edquicos tomam o primeiro plano. E cita, para exemplo, uma observa\u00e7\u00e3o pessoal de les\u00e3o cerebral em foco.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apresenta apenas as observa\u00e7\u00f5es que pode documentar com precis\u00e3o, para mostrar a frequ\u00eancia com que acorrem sintomas localizat\u00f3rios no campo da psiquiatria; mas o n\u00famero de doentes em que os tem observado \u00e9 elevad\u00edssimo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Recorda em poucas palavras as concep\u00e7\u00f5es de Kleist, sobre a patologia cerebral; e frisa que o conhecimento desses fatos \u00e9 fundamental para o psiquiatra, principalmente quando h\u00e1 necessidade de interven\u00e7\u00e3o no c\u00e9rebro.<\/p>\n\n\n\n<p>A comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 documentada com 28 proje\u00e7\u00f5es relativas a radiografias e pe\u00e7as anat\u00f4micas, com duas fotografias estereosc\u00f3picas e com tr\u00eas pe\u00e7as anat\u00f4micas, todas relativas a observa\u00e7\u00f5es pessoais.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"39\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Altera\u00e7\u00f5es n\u00e3o meta-lu\u00e9ticas do l\u00edquido c\u00e9falo-raquidiano em doentes mentais. Ensaio de sistematiza\u00e7\u00e3o cl\u00ednica \u2013 (em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. J. Be. Dos Reis) \u2013 I. Congr. Paulista de Neurol., Psicol. Psiquiatria, Endocrinol., etc., S\u00e3o Paulo, 27-7-1938 \u2013 1 tabela \u2013 bibliografia \u2013 51 p\u00e1gs. \u2013 Brasil-M\u00e9d., <em>53<\/em>, n.\u00bas 15, 16 e 17, de 8, 15 e 22 de abril, 1930. (35)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Os AA. p\u00f5em em foco as altera\u00e7\u00f5es do l\u00edquor que encontraram em pacientes internados no Hospital de Juqueri e que n\u00e3o pertencem ao grupo da neuro-s\u00edfilis em qualquer de suas fases. Dividem o material de observa\u00e7\u00e3o em duas categorias: encefalite psic\u00f3tica t\u00f3xica ou infecciosa e altera\u00e7\u00f5es por arteriosclerose cerebral. S\u00e3o ocorr\u00eancias de grande import\u00e2ncia quanto ao diagn\u00f3stico, ao progn\u00f3stico e principalmente ao tratamento; entretanto, fazem ver, escasseiam dados a este respeito na literatura mundial. S\u00f3 est\u00e3o sistematizados os estudos dos quadros neurolu\u00e9tico, mening\u00edtico e tumoral, que analisam rapidamente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de descrever o quadro do l\u00edquor normal segundo a experi\u00eancia pessoal dos AA. Fazem ver que \u00e9 mister proceder sistematicamente em todos os doentes, ao exame completo dos dados liqu\u00f3ricos que oferecera interesse cl\u00ednico. Ao fato de n\u00e3o ser atendido este particular \u00e9 que atribu\u00edmos a car\u00eancia de dados da literatura m\u00e9dica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Estudando as altera\u00e7\u00f5es encontradas lembram o mecanismo imediato de produ\u00e7\u00e3o delas. Passam ent\u00e3o em revista as observa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas relativas ao assunto, limitando-se apenas \u00e0quelas de que t\u00eam documenta\u00e7\u00e3o completa. Dividem-nas em 3 grupos: (1) encefalite psic\u00f3tica de Marchand, de origem infecciosa (8 casos); encefalite psic\u00f3tica de Marchand, de origem t\u00f3xica (5 casos); amolecimento cerebral (5 casos). Confrontam os protocolos cl\u00ednicos e os dos exames do l\u00edquor, tecendo, para finalizar, alguns coment\u00e1rios a respeito das observa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"40\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Ensaio de psicopatologia no choque convulsivante. Aplica\u00e7\u00e3o de import\u00e2ncia pr\u00e1tica imediata. 2.\u00aa Reuni\u00e3o Jorn. Neuro-Psiqu. Panamer., Lima, Tomo II:578-586; 1939 (40)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Estudo baseado em 55 pacientes do material \u201cesquizofr\u00eanico\u201d pessoal do autor, aos quais tem tratado pelo m\u00e9todo de von Meduna. N\u00e3o se det\u00e9m na descri\u00e7\u00e3o dos fen\u00f4menos ps\u00edquicos, o que j\u00e1 fez em outros trabalhos. Procura somente metodizar a exposi\u00e7\u00e3o dos fatos e mostra as consequ\u00eancias de ordem pr\u00e1tica deles.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Refere primeiro os dist\u00farbios expressivos (m\u00edmica facial, gestos paracin\u00e9ticos ou hipercin\u00e9ticos, gestos coordenados ou simb\u00f3licos, elocu\u00e7\u00e3o verbal), depois as desordens perceptivas (esteroceptivas e proprioceptivas, automatismo mental de Cl\u00e9rambault, alucina\u00e7\u00f5es auditivas, visuais e cenest\u00e9sicas), a possibilidade de fixa\u00e7\u00e3o e evoca\u00e7\u00e3o mnem\u00f4nicas. Passa para as perturba\u00e7\u00f5es da elabora\u00e7\u00e3o, evidenci\u00e1veis nas fases pr\u00e9-parox\u00edsticas e post-parox\u00edstica, bem como \u00e0 dist\u00e2ncia e, a seguir, para as de compreens\u00e3o (torpor, estado crepuscular, inconsci\u00eancia total) quer da fase pr\u00e9via, quer da fase terminal do ataque.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Menciona finalmente a rea\u00e7\u00e3o global do psiquismo ante o choque provocado, analisando o comportamento afetivo e pr\u00e1tico dos doentes (ang\u00fastia, pavor, recusa absurda ou coordenada, agita\u00e7\u00e3o crepuscular), bem como a atitude consciente fora dos acessos terap\u00eauticos; e lembra ainda a exterioriza\u00e7\u00e3o de desordens ocultadas (alucina\u00e7\u00f5es, conceitos delirantes) ou ent\u00e3o subconscientes, ao que atribui tamb\u00e9m fun\u00e7\u00e3o curativa. Assinala a grande import\u00e2ncia semiol\u00f3gica e sobretudo progn\u00f3stica desses fatos, at\u00e9 hoje n\u00e3o publicados pelos autores que se ocupam com o m\u00e9todo convulsivante.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"41\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Valor dos sinais neurops\u00edquicos para o diagn\u00f3stico topogr\u00e1fico das les\u00f5es cerebrais em foco. Observa\u00e7\u00e3o pessoal, cl\u00ednica e anat\u00f4mica. \u2013 Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 5-11-1938.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. faz a revis\u00e3o do s\u00edndromo psiqui\u00e1trico devido \u00e0 les\u00e3o anat\u00f4mica do lobo frontal, salientando que, conforme esta se limite \u00e0 c\u00f3rtex ou atinja a profundidade do lobo, podem diferir os sintomas. Mostra ainda que \u00e9 preciso distinguir dos sintomas originados na convexidade propriamente dita os sintomas ligados a altera\u00e7\u00f5es da regi\u00e3o orbit\u00e1ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Refere que o problema tem sido mal focalizado pelos AA. Em geral, os quais atribuem maior import\u00e2ncia localizat\u00f3ria aos sinais neurol\u00f3gicos do que aos psiqui\u00e1tricos; entretanto a maioria daqueles n\u00e3o permite precisar se a les\u00e3o \u00e9 frontal ou cerebelar, ou t\u00eamporo-polar ou orbit\u00e1ria. Da\u00ed a orienta\u00e7\u00e3o pessoal que o A. segue no estudo dos doentes e que exp\u00f5e, porque representa recurso de grande utilidade; quando ocorrem sintomas neuropsicol\u00f3gicos localizat\u00f3rios a exist\u00eancia ou n\u00e3o de sintomas ps\u00edquicos \u00e9 que decide sobre a sede suspeitada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Exp\u00f5e, como exemplo, o caso de um paciente suspeito de tumor cerebral, que recentemente observou no Hospital de Juqueri. De acordo com a orienta\u00e7\u00e3o que adota, diagnosticou como sede a regi\u00e3o orbit\u00e1ria do hemisf\u00e9rio esquerdo e sup\u00f4s que o neoplasma fosse extra-cortical e apenas comprimisse o lobo frontal. Lamentavelmente n\u00e3o puderam ser feitas as provas neurocir\u00fargicas, nem oftalmo-neurol\u00f3gicas, nem as rino-neurol\u00f3gicas. O paciente faleceu 1 m\u00eas ap\u00f3s a interna\u00e7\u00e3o e a necr\u00f3psia confirmou ponto por ponto as hip\u00f3teses cl\u00ednicas quanto \u00e0 sede e \u00e0 posi\u00e7\u00e3o do tumor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Documenta a comunica\u00e7\u00e3o com uma radiografia de cr\u00e2nio, 3 fotografias do c\u00e9rebro e 6 microfotografias relativas ao neoplasma (meningeoma).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"42\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Pelos m\u00e9todos de von Meduna e de Sakel, mas contra a aplica\u00e7\u00e3o deles como tratamento inicial<em> \u2013 <\/em>Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 5-12-1938.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Depois de lembrar o valor positivo dos recentes tratamentos nos esquizofr\u00eanicos, o A. mostra que \u00e9 indispens\u00e1vel modificar o sistema atualmente em vigor quanto aos estudos estat\u00edsticos nesse dom\u00ednio; condena o fato de se iniciar imediatamente ap\u00f3s o in\u00edcio dos dist\u00farbios, o m\u00e9todo de Sakel ou o de von Meduna, tanto quanto o de se estenderem esses tratamentos a pacientes de outras variedades m\u00f3rbidas onde h\u00e1 outros processos eficientes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Refere os resultados que tem obtido com o m\u00e9todo convulsivante, ainda em estudo: entre 40 pacientes, dos quais 10 ainda se acham no in\u00edcio do tratamento. J\u00e1 obteve 11 <em>remiss\u00f5es integrais <\/em>e 13 <em>parciais;<\/em> entretanto nenhum doente contava menos de 8 meses de doen\u00e7a; havia 5 com 1 <em>ano<\/em>, 14 entre 1,5 e 3,5 <em>anos<\/em>. 10 entre 4 e 7 <em>anos<\/em>, 2 com 8 <em>anos<\/em>, 1 com 10 <em>anos<\/em> e 2 com 13 <em>anos de doen\u00e7a<\/em>. Nenhuma forma psicogen\u00e9tica, nenhum surto anterior remitido. O A. faz notar que exclui sistematicamente de seu material de observa\u00e7\u00e3o esses casos. Assim, n\u00e3o foram tratados por esse processo 22 pacientes: 6 tipicamente esquizofr\u00eanicos, tiveram alta com outros m\u00e9todos; 10 porque haviam remitido em outros surtos, n\u00e3o foram inclu\u00eddos no tratamento e tamb\u00e9m obtiveram <em>alta<\/em> sem ele; finalmente 6 apresentavam o quadro esquizofr\u00eanico por encefalite de Marchand, dos quais 4 obtiveram alta. Donde se seguisse o sistema geralmente adotado, se segue que obteria \u201ccom o m\u00e9todo\u201d 31 remiss\u00f5es integrais em 62 pacientes ao inv\u00e9s de 11 em 40.<\/p>\n\n\n\n<p>Insurge-se contra a aplica\u00e7\u00e3o imediata dos m\u00e9todos em apre\u00e7o, (1\u00b0) porque isso falseia os resultados para melhor, induzindo em erro a aprecia\u00e7\u00e3o de processos que ainda n\u00e3o est\u00e3o definitivamente comprovados; se for julgado indispens\u00e1vel o emprego do m\u00e9todo, o paciente respectivo que n\u00e3o figure nas estat\u00edsticas. Tamb\u00e9m se volta contra esse procedimento por achar que pode assumir o car\u00e1ter de desumano: podem ocorrer acidentes graves como luxa\u00e7\u00f5es, fraturas, fraturas e luxa\u00e7\u00f5es combinadas, o que impossibilita de prosseguir no tratamento: apresenta a prop\u00f3sito casos pessoais. Ainda por este mesmo motivo, combate: (a) a aplica\u00e7\u00e3o dos m\u00e9todos em outras modalidades m\u00f3rbidas em que h\u00e1 outros recursos; (b) a aplica\u00e7\u00e3o do tratamento convulsivante em ambiente de ambulat\u00f3rio. Como acidentes graves, mas que n\u00e3o teve ocasi\u00e3o de observar pessoalmente, lembra os casos de \u201cpsicose post-insulinoter\u00e1pica\u201d (Pacheco e Silva), desordens neurol\u00f3gicas irremov\u00edveis e mesmo a morte.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"43\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Influ\u00eancia real do tratamento convulsivante sobre o psiquismo esquizofr\u00eanico. Tr\u00eas casos de aparente recidiva.<em> \u2013 <\/em>Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 6-2-1939.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Procura mostrar que, qualquer que seja o mecanismo de a\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo de von Meduna, a efici\u00eancia pode comprovar-se pela modifica\u00e7\u00e3o acentuada do psiquismo, mesmo que sobrevenha reca\u00edda ou que o paciente n\u00e3o atinja a remiss\u00e3o. Como exemplo, refere em resumo o decurso terap\u00eautico de tr\u00eas esquizofr\u00eanicos do material cl\u00ednico pessoal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O primeiro, de tipo catat\u00f4nico hipocin\u00e9tico, obteve remiss\u00e3o integral pelo m\u00e9todo depois de terem sido in\u00fateis os tratamentos habituais. Decorridos 2 meses da <em>alta<\/em>, foi o paciente reinternado no Hospital de Juqueri com quadro alucinat\u00f3rio agudo, agitado. A segunda observa\u00e7\u00e3o, igualmente do autor, pode comprovar que se tratava de encefalite psic\u00f3tica infecciosa aguda, gripal, testemunhada pelos exames liqu\u00f3ricos, pela anamnese e pelo decurso. Passado o epis\u00f3dio o paciente retomou as condi\u00e7\u00f5es integrais pr\u00e9-psic\u00f3ticas e post-terap\u00eauticas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O seguindo, igualmente catat\u00f4nico hipocin\u00e9tico, igualmente remitido s\u00f3 depois de ser submetido ao choque convulsivante, recaiu depois de onde meses. Clinicamente tratava-se de forma \u201clesional\u201d conforme o assinalara a 1\u00aa observa\u00e7\u00e3o. Os sintomas hipocin\u00e9ticos n\u00e3o mais reapareceram, segundo a fam\u00edlia e segundo o pr\u00f3prio paciente, que reconhecia a recidiva como tal.<\/p>\n\n\n\n<p>No terceiro caso a forma mental era paranoide com car\u00eancia de iniciativa e a remiss\u00e3o, integral, s\u00f3 se obteve depois da s\u00e9rie de convuls\u00f5es provocadas. No quadro predominavam de maneira not\u00e1vel a falta de iniciativa e o colecionismo. Cinco meses ap\u00f3s ter atingido a remiss\u00e3o integral foi reconduzido ao Hospital de Juqueri. A observa\u00e7\u00e3o hospitalar assinala que desta vez o paciente se achava completamente livre do colecionismo e que conservava a iniciativa no mesmo n\u00edvel em que quando deixara o Hospital. A anamnese objetiva mostrou que as desordens da recidiva haviam sido apenas reativas e que o paciente exercia a contento as ocupa\u00e7\u00f5es quando a fam\u00edlia providenciou a reinterna\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"44\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o tratamento convulsivante nos esquizofr\u00eanicos \u2013 IV: Fen\u00f4menos neurovegetativos no acesso provocado<em> \u2013 <\/em>Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 5-4-1939.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. estuda alguns dos fen\u00f4menos neurovegetativos que se desencadeiam durante o choque convulsivante e em rela\u00e7\u00e3o aos quais n\u00e3o tem encontrado refer\u00eancia na literatura respectiva de que disp\u00f5e. Menciona em primeiro lugar os que surgem no per\u00edodo \u201cde lat\u00eancia\u201d, tanto como pren\u00fancio dos fen\u00f4menos motores quanto na qualidade de dist\u00farbios equivalentes. Descreve em seguida os transtornos de inerva\u00e7\u00e3o visceral e cut\u00e2nea que tem observado na fase t\u00f4nica e outros ainda no momento de transi\u00e7\u00e3o desta para a cl\u00f4nica. Alude ainda a dist\u00farbios neurovegetativos que se manifestam no per\u00edodo p\u00f3s-parox\u00edstico, soporoso.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mostra que algumas vezes os fen\u00f4menos aludidos se apresentam aut\u00f4nomos, isto \u00e9, como \u00fanico efeito da inje\u00e7\u00e3o do convulsivante e n\u00e3o acompanhando os sintomas motores; e que em geral surgem inalter\u00e1veis no decorrer da s\u00e9rie de choques, conservando os mesmo caracteres peculiares a cada paciente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Estudando a maneira como incidem e a situa\u00e7\u00e3o cronol\u00f3gica desses fen\u00f4menos no acesso provocado julga poder atribuir-lhes significado \u201clocalizat\u00f3rio\u201d e interpret\u00e1-los \u00e0 luz da patologia cerebral. Acredita igualmente que o estudo deles, ao mesmo tempo cl\u00ednico e experimental, poder\u00e1 contribuir para se conhecer o dinamismo de a\u00e7\u00e3o do tratamento de von Meduna.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"45\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Estudos biotipol\u00f3gicos em esquizofr\u00eanicos tratados pelo m\u00e9todo de von Meduna<em> \u2013 <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. Coriolano R. Alves) \u2013 2\u00aa Jorn. Neuro-psiqui\u00e1tr. Panamer., Lima, mar\u00e7o de 1939 \u2013 5 figs. \u2013 2 tabelas \u2013 bibliografia \u2013 Neurobiologia (Recife), <em>2, <\/em>p\u00e1gs. 155-169, 1939.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Os AA. Focalizam os resultados de exames biotipol\u00f3gicos, ainda em andamento, nos pacientes que submetem ao tratamento convulsivante. Limitam-se aqui aos que obtiveram remiss\u00e3o integral (11) ou parcial (23); entre aqueles primeiros n\u00e3o pode ser completada a ficha biotipol\u00f3gica de 6 e por isso apenas se consideram 18 pacientes.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de mencionar os fatores a considerar na aprecia\u00e7\u00e3o dos resultados e de referir a import\u00e2ncia do tipo constitucional segundo os estudos estat\u00edsticos de Mauz, reproduzem como exemplo uma ficha tipol\u00f3gica de cada grupo encontrado. Especificam a incid\u00eancia percentual dos diferentes tipos e estabelecem a seguir as rela\u00e7\u00f5es com o tipo de remiss\u00e3o; n\u00e3o encontraram nenhuma correla\u00e7\u00e3o especial, como tamb\u00e9m n\u00e3o haviam encontrado no grupo dos que n\u00e3o aproveitaram o tratamento. Resumem ent\u00e3o em tabela os tipos som\u00e1ticos em confronto com a dura\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, o quadro cl\u00ednico e o resultado terap\u00eautico. Classificam todos os doentes segundo Viola, Barb\u00e1ra-Berardinelli, Kretschmer.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Julgam-se autorizados, diante das investiga\u00e7\u00f5es objetivas que relatam, a atribuir o resultado cl\u00ednico n\u00e3o ao tipo som\u00e1tico \u2013 pois que todos os pacientes haviam j\u00e1 percorrido todos os tratamentos de rotina dos autores \u2013 mas \u00e0 atua\u00e7\u00e3o propriamente do processo de von Meduna.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"46\" class=\"wp-block-list\">\n<li>(a) Algumas causas de erro que cumpre evitar nos tratamentos modernos em esquizofr\u00eanicos<em> \u2013 <\/em>2\u00aa Jorn. Neuro-psiqui\u00e1tr. Panamer. \u2013 Lima, mar\u00e7o de 1939.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"47\" class=\"wp-block-list\">\n<li>(b) \u2013 Einige Fehlerquellen, die sich bei den modernen Schizophreniebehandlungen vermeiden lossen<em> \u2013 <\/em>bibliografia \u2013 Allgemaine Zeitschrift f\u00fcr Psychiatrie, <em>114<\/em>, p\u00e1gs. 125-139, 1940. (42)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Focalizando os tratamentos modernos de choque, o A. pouco se demora quanto aos erros de t\u00e9cnica propriamente, recordando apenas as considera\u00e7\u00f5es de von Meduna, de Sakel, de von Braunm\u00fchl. Estuda as quest\u00f5es que lhe parecem de maior monta e mais urgentes, isto \u00e9, as que se referem ao material cl\u00ednico.<\/p>\n\n\n\n<p>Mostra com casos objetivos as principais causas de falseamento para melhor: (a) doentes que parecem esquizofr\u00eanicos e n\u00e3o s\u00e3o (heterointoxica\u00e7\u00e3o em encefalopatia, estado crepuscular epis\u00f3dico de Kleist); (b) doentes apenas esquiz\u00f3ides (com encefalite psic\u00f3tica de Marchand ou com rea\u00e7\u00e3o psicog\u00eanica); (c) pacientes realmente esquizofr\u00eanicos mas remitidos sem interven\u00e7\u00e3o dos m\u00e9todos mencionados (surto delirante reativo, epis\u00f3dio por encefalite psic\u00f3tica, remiss\u00e3o espont\u00e2nea, remiss\u00e3o por outros m\u00e9todos menos ativos, surtos anteriores remitidos); depois algumas ocorr\u00eancias que podem falsear o resultado para pior: casos em que psiquiatricamente o tratamento foi insuficiente ou mal conduzido.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para finalizar, analisa algumas estat\u00edsticas e mostra com a sua estat\u00edstica pessoal que as <em>remiss\u00f5es integrais<\/em> seriam triplicadas (33 em vez de 11) se adotasse o crit\u00e9rio e os procedimentos comuns dos AA. Que praticam o tratamento convulsivante.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"48\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Behandlung Schizophrener mittels Insulins \u2013 oder Konsulsions-shocks? Klinischer Beitrag f\u00fcr die Auswahl der Kranken.<em> \u2013 <\/em>bibliografia \u2013 Zeitschrift f\u00fcr die gesamte Neurol. Und Psychiatrie, <em>166<\/em>, p\u00e1gs. 604-622, 1939.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Com crit\u00e9rio ao mesmo tempo patogen\u00e9tico e cerebropatol\u00f3gico, mediante o qual o A. considera o problema da esquizofrenia, a especificidade das altera\u00e7\u00f5es corticais nesta variedade m\u00f3rbida passa para plano secund\u00e1rio, muito embora a ocorr\u00eancia delas seja importante para o progn\u00f3stico. Em rela\u00e7\u00e3o aos modernos tratamentos de choque, n\u00e3o os emprega nunca nos seus esquizofr\u00eanicos sem ter antes tentado os m\u00e9todos comuns; pensa por isso que os dados do material pessoal de esquizofr\u00eanicos possam contribuir para o estudo cl\u00ednico da quest\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a orienta\u00e7\u00e3o do A., a qual re\u00fane os fatos psicol\u00f3gicos aos de localiza\u00e7\u00f5es cerebrais, podem os quadros esquizofr\u00eanicos grupar-se em 3 tipos, independentemente das sub-formas cl\u00ednicas: (1) desordens prim\u00e1rias da atividade, (2) desordens afetivas prim\u00e1rias, (3) desordens primariamente intelectuais. Segundo esse mesmo modo de ver o m\u00e9todo de Sakel e o de von Meduna desenvolvem dinamismo de a\u00e7\u00e3o inteiramente diverso. \u00c9 de opini\u00e3o que a insulina agiria mediante o seguinte encadeamento: choque biol\u00f3gico visceral, est\u00edmulo sobre as regula\u00e7\u00f5es vegetativas diencef\u00e1licas, sobre o instinto de conserva\u00e7\u00e3o individual e finalmente sobre as fun\u00e7\u00f5es da atividade. As doses \u201csupraterap\u00eauticas\u201d de cardiazol, pelo contr\u00e1rio, provocariam um choque atuando diretamente sobre as \u00e1reas corticais: as desordens vegetativas e outras seriam cronologicamente secund\u00e1rias. Aproximando-se as duas ordens de fatos poder-se-\u00e1 talvez resolver clinicamente a quest\u00e3o da indica\u00e7\u00e3o terap\u00eautica para ambos os m\u00e9todos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O autor recorda abreviadamente alguns fen\u00f4menos importantes de patologia cerebral que tem observado com o tratamento convulsivante e depois refere a experi\u00eancia cl\u00ednica pessoal. Entre 250 casos colhidos no material \u201cesquizofr\u00eanico\u201d pessoa (dura\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a entre 6 meses e 12 anos) remitiram com os m\u00e9todos comuns 34 (19 integralmente): propor\u00e7\u00e3o de 13,6%. Somente os que n\u00e3o aproveitaram foram depois medicados pelo cardiazol (55) ou pela insulina (5); em 15 o m\u00e9todo convulsivante ainda est\u00e1 em andamento. Nenhum caso recente; nenhum de decurso por surtos. O n\u00famero de remiss\u00f5es foi de 24 (11 integrais) com o choque convulsivante e 4 remiss\u00f5es integrais com o insul\u00ednico. Considerando somente os casos j\u00e1 ultimados tem-se a percentagem de 60% para o m\u00e9todo de von Meduna, ou de 62,2% para todos os pacientes. O tempo de doen\u00e7a do material cl\u00ednico, ao iniciarem-se as terap\u00eauticas modernas, variava entre 8 meses e 13 anos; e nos 15 pacientes em que aqueles produziram remiss\u00e3o integral variava entre 8 meses e 4 anos.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"49\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o tratamento convulsivante nos esquizofr\u00eanicos: V \u2013 O fator biotipol\u00f3gico em confronto com os demais<em> \u2013 <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. Coriolano R. Alves) \u2013 Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 24-1-1940.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Os AA. fazem o estudo antropol\u00f3gico no material esquizofr\u00eanico pessoal submetido ao tratamento convulsivante. Consideram o tipo som\u00e1tico, a idade, a cor, al\u00e9m de outras caracter\u00edsticas antropom\u00e9tricas no grupo de 77 dentre 80 pacientes em tratamento: 3 n\u00e3o haviam sido examinados pelo m\u00e9todo de Viola. Fazem depois estudo an\u00e1logo, em separado, no grupo dos que obtiveram remiss\u00e3o completa ou parcial e no grupo dos que n\u00e3o aproveitaram o tratamento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Confrontando a seguir o tempo de doen\u00e7a com os demais dados, em cada um dos grupos e no material cl\u00ednico em conjunto, mostram que os resultados assinalados n\u00e3o variaram em fun\u00e7\u00e3o do tempo doen\u00e7a nem em fun\u00e7\u00e3o do tipo som\u00e1tico. Quanto a este fator em particular evidenciam que predominava o grupamento longil\u00edneo-normol\u00edneo quer nos grupos, quer no total. Entre os brevil\u00ednios a quase totalidade era de cr\u00f4nicos. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estrutura som\u00e1tica evidenciam que n\u00e3o havia predom\u00ednio dos p\u00edcnicos entre os remitidos nem de leptoss\u00f4micos entre os n\u00e3o remitidos; em geral o tipo p\u00edcnico incidia em propor\u00e7\u00e3o m\u00ednima.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"50\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o estudo do automatismo mental. O \u201ceco\u201d neurol\u00f3gico e o \u201ceco\u201d ps\u00edquico<em> \u2013 <\/em>Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 15-2-1940.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. refere-se inicialmente aos fen\u00f4menos de automatismo mental, focalizando em particular os do chamado \u201ceco\u201d (eco do pensamento, eco da leitura, eco de vozes reais ou alucinat\u00f3rias) bem como a enuncia\u00e7\u00e3o intraps\u00edquica de gestos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de rever rapidamente as interpreta\u00e7\u00f5es cab\u00edveis para explicar o fen\u00f4meno lembra que pode ser ele atribu\u00eddo ao funcionamento anormal de \u00e1reas hom\u00f3logas em ambos os hemisf\u00e9rios. Tal explica\u00e7\u00e3o encontra analogia nas sincinesias patol\u00f3gicas, objetivadas em filme cinematogr\u00e1fico que o A. pode obter com um paciente do Hospital de Juqueri sem dist\u00farbios mentais permanentes, mas sujeito a convuls\u00f5es; apresenta hemiparesia esquerda mais acusada no bra\u00e7o e principalmente na m\u00e3o. Da s\u00e9rie de sincinesias provoc\u00e1veis no caso, o A. estuda as da m\u00e3o, que correspondem ao tipo imitativo e coordenat\u00f3rio e s\u00e3o determinadas pela gesticula\u00e7\u00e3o da m\u00e3o livre. S\u00e3o elas acentuadas a tal ponto que o observando pode apreender objetos com a m\u00e3o paral\u00edtica pela simples execu\u00e7\u00e3o de movimentos adequados com a m\u00e3o normal. Em outros pacientes, com outros tipos de sincinesia, n\u00e3o notou o mesmo pormenor.<\/p>\n\n\n\n<p>O A. mostrou como, \u00e0 luz da fisiologia cerebral, pode ser explicada esta particularidade neurol\u00f3gica, lembrando a analogia do fato para com o do mecanismo fisiopatol\u00f3gico do \u201ceco\u201d ps\u00edquico.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"51\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Les\u00f5es prov\u00e1veis do estriado. Apresenta\u00e7\u00e3o de doentes<em> \u2013 <\/em>Reuni\u00e3o Neuro-psiqui\u00e1tr. Do Hospital de Juqueri, 15-3-1940.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Salienta o papel importante dos n\u00facleos cinzentos cerebrais na fisiologia do enc\u00e9falo e, portanto, o de altera\u00e7\u00f5es correspondentes quanto \u00e0 patologia cerebral.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o se det\u00e9m na descri\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica nem arquitet\u00f4nica desses n\u00facleos porque j\u00e1 s\u00e3o naturalmente bem conhecidos. Refere apenas as interrela\u00e7\u00f5es desses n\u00facleos quanto \u00e0 filog\u00eanese, quanto ao funcionamento normal na escala zool\u00f3gica, quanto \u00e0s perturba\u00e7\u00f5es por desarmonia e por <em>d\u00e9ficit<\/em> anat\u00f4mico. Depois lembra rapidamente as rela\u00e7\u00f5es de subordina\u00e7\u00e3o e de coordena\u00e7\u00e3o dessas massas centrais em refer\u00eancia \u00e0s zonas corticais afetas \u00e0s un\u00e7\u00f5es intelectuais, as de atividade e \u00e0s da afetividade. Da\u00ed o interesse do grupo cl\u00ednico correspondente, para o psiquiatra: primeiro, porque envolve zonas cerebrais em conex\u00e3o \u00edntima com as que s\u00e3o mais comumente atingidas nos casos psic\u00f3ticos; depois porque o estudo dele \u00e9 importante para o diagn\u00f3stico diferencial entre sindromos lesionais e s\u00edndromos piti\u00e1ticos; finalmente porque permite compreender o papel da afetividade na fisiologia e na patologia da motilidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A incid\u00eancia de fen\u00f4menos extrapiramidais, enfeixados em s\u00edndromos motores, n\u00e3o \u00e9 rara no Hospital de Juqueri. O material cl\u00ednico do autor abrange 2 grandes grupos \u2013 o dos casos lesionais prov\u00e1veis e o dos possivelmente piti\u00e1ticos ou pelo menos psicog\u00eanicos; em ambos os grupos pode identificar quadros de tipo \u201cestriado\u201d, de tipo palidal e de tipo motor mixto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na presente comunica\u00e7\u00e3o recorda somente os da primeira categoria; os doentes correspondem aos seguintes agrupamentos: &#8211; 1. Cor\u00e9ia cr\u00f4nica, (a) senil, (b) t\u00f3xica ou hemorr\u00e1gica \u2013 2. Ataques extrapiramidais de Filimonoff \u2013 3. Diplegia mais discinesia \u2013 4. Tremores \u2013 5. Atetose \u2013 6. Tics \u2013 7. Mal de Parkinson \u2013 8. Rigidez provavelmente por doen\u00e7a de Wilson. Em todos julga prov\u00e1vel a exist\u00eancia de les\u00f5es histol\u00f3gicas: os casos que foram autopsiados ainda n\u00e3o est\u00e3o estudados arquitetonicamente.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"52\" class=\"wp-block-list\">\n<li>A idade como fator patopl\u00e1stico em doentes mentais. Casos cl\u00ednicos e anat\u00f4micos pessoais<em> \u2013 <\/em>Reuni\u00e3o Neuro-psiqui\u00e1tr. do Hospital de Juqueri, 15-5-1940.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. inicia a comunica\u00e7\u00e3o recordando que n\u00e3o pretende fazer considera\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas sobre o tema, por\u00e9m apenas apresentar alguns exemplos concretos para frisar a import\u00e2ncia do problema, com o qual o psiquiatra pr\u00e1tico se defronta diariamente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apenas deseja lembrar que na patologia mental, mais do que em outro qualquer setor da medicina, o quadro cl\u00ednico depende de numerosos fatores complexos, que nem sempre \u00e9 f\u00e1cil identificar. Da\u00ed a necessidade de se pesquisarem em cada caso psic\u00f3tico n\u00e3o s\u00f3 os fatores patog\u00eanicos, mas tamb\u00e9m os patopl\u00e1sticos, a fim de n\u00e3o confundir o feitio cl\u00ednico eventual com a variedade m\u00f3rbida em causa. Um dos fatores acess\u00f3rios que cumpre n\u00e3o esquecer no quadro psic\u00f3tico \u00e9 sem d\u00favida a idade do paciente ao irromperem os dist\u00farbios fundamentais. Ao passo que outros agentes patopl\u00e1sticos \u2013 personalidade pr\u00e9-psic\u00f3tica, n\u00edvel cultural, ambiente social, tend\u00eancia \u00e9tnica, heran\u00e7a biol\u00f3gica, sede encef\u00e1lica predominantemente lesada \u2013 t\u00eam sido bem estudados, o fator idade n\u00e3o tem sido muito investigado. E \u00e9 de import\u00e2ncia primacial, a qual ressalta das numerosas condi\u00e7\u00f5es psico-biol\u00f3gicas que a ele se prendem: recorda somente a diferente correla\u00e7\u00e3o entre os v\u00e1rios setores da personalidade, a diversidade do equil\u00edbrio hormonal, a capacidade efetiva de resist\u00eancia ou de vulnerabilidade dos v\u00e1rios sistemas encef\u00e1licos, consoante a \u00e9poca de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Para apoiar as considera\u00e7\u00f5es escolheu dentre o material cl\u00ednico pessoal, do Hospital de Juqueri, 36 observa\u00e7\u00f5es em que pode afastar a incid\u00eancia de outros fatores patopl\u00e1sticos referidos e atribuir o feitio cl\u00ednico \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de idade. Apresenta de modo resumido, salientando os tra\u00e7os essenciais.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao aspecto etiol\u00f3gico, divida as observa\u00e7\u00f5es em 6 grupos: psicose por traumatismo craniano fechado, intoxica\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica cr\u00f4nica, epis\u00f3dio psic\u00f3tico por intoxica\u00e7\u00e3o profissional, psicose por autointoxica\u00e7\u00e3o predominante, surto psic\u00f3tico de origem toxi-infeccioso, meningoencefalite lu\u00e9tica. Em todos esses casos foram pesquisados a anamnese subjetiva, os informes da fam\u00edlia, a personalidade pr\u00e9-psic\u00f3tica, o decurso, as provas para cl\u00ednicas de rotina do Hospital; em alguns a observa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica foi comprovada pela necr\u00f3psia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para salientar a influ\u00eancia da idade o A. subdividia os grupos referidos em 3 categorias quanto ao in\u00edcio: (a) doen\u00e7a iniciada na inf\u00e2ncia ou na adolesc\u00eancia; (b) doen\u00e7a iniciada entre os 20 e os 35 anos; (c) doen\u00e7a iniciada na madureza e na velhice.<\/p>\n\n\n\n<p>Como car\u00e1ter geral, independente de outros fatores patopl\u00e1sticos e das causas etiol\u00f3gicas, pode o A. salientar a predomin\u00e2ncia de desordens do car\u00e1ter e de instintos, na primeira categoria; o colorido \u201cesquizofr\u00eanico\u201d na segunda; e o aspecto de desagrega\u00e7\u00e3o sistematizada ou de tipo senil na \u00faltima.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"53\" class=\"wp-block-list\">\n<li>S\u00edndromo extrapiramidal fili\u00e1vel \u00e0 automatose. Apresenta\u00e7\u00e3o de doente<em>. \u2013 <\/em>Reuni\u00e3o Neuro-psiqui\u00e1tr. do Hospital de Juqueri, 15-8-1940.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O autor refere-se \u00e0 raridade do quadro denominado \u201cautomatose\u201d e menciona as discuss\u00f5es e obje\u00e7\u00f5es que esse s\u00edndromo neuropsiqui\u00e1trico pode suscitar. Alude aos casos j\u00e1 descritos na literatura mundial e que n\u00e3o permitem d\u00favida quanto \u00e0 realidade cl\u00ednica de tal incid\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Descreve os caracteres essenciais para o diagn\u00f3stico e passa em revista a diagnose diferencial. Refere depois o caso de um paciente entrado h\u00e1 tr\u00eas dias (12 de agosto de 1940) para o Hospital e que o autor examinou no momento da admiss\u00e3o. A observa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica est\u00e1 apenas em in\u00edcio, pois n\u00e3o podia ser de outra forma; mas j\u00e1 est\u00e1 devidamente documentado em firma, gra\u00e7as \u00e0 gentileza do Dr. Edmundo Souza e Silva, a quem agradece. Descreve ent\u00e3o os dist\u00farbios extrapiramidais: enrolamento em torno do eixo do corpo; incid\u00eancia de automatismo verbal motor (gritos) incoerc\u00edvel; o fato de sobrevirem estes fen\u00f4menos paroxisticamente, embora datem j\u00e1 de tr\u00eas anos; e a apresenta\u00e7\u00e3o antes expansiva que deprimida do paciente, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s desordens, muito embora estas o transtornem a ponto de n\u00e3o poder viver em fam\u00edlia; finalmente a particularidade de s\u00f3 se atenuarem as desordens quando o paciente se acha esgotado pelo esfor\u00e7o. A seguir enumera rapidamente os elementos para diagn\u00f3stico diferencial com outros quadros, quer extrapiramidais, quer psicog\u00eanicos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apresenta o paciente em quest\u00e3o, enumerando tamb\u00e9m os exames cl\u00ednicos que solicitou e cujos resultados aguarda.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"54\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Conceitos de esquizofrenia. Casos cl\u00ednicos pessoais<em> \u2013 <\/em>Reuni\u00e3o Neuro-psiqui\u00e1tr. do Hospital de Juqueri. 15-10-1940.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Procura focalizar pelo aspecto pr\u00e1tico, d aplica\u00e7\u00e3o no meio hospitalar, um dos problemas mais debatidos e mais momentosos da psiquiatria contempor\u00e2nea: o da esquizofrenia. Lembra que \u00e9 poss\u00edvel, e at\u00e9 necess\u00e1rio conciliar: (a) a realidade cl\u00ednica dos fatos com as teorias explicativas baseadas nos mesmos; (b) a finalidade imediata de classificar o doente para efeito de acomoda\u00e7\u00e3o hospitalar com a finalidade geral e muito mais importante de estud\u00e1-lo \u00e0 luza da psiquiatria e da patologia humana.<\/p>\n\n\n\n<p>Para conduzir a quest\u00e3o para o plano construtivo \u00e9 necess\u00e1rio, segundo procura mostrar: (1\u00b0) adotar orienta\u00e7\u00e3o ecl\u00e9tica, norteada pela <em>biologia aplicada ao homem<\/em>; (2\u00b0) ter sempre presente que todas as teorias explicativas s\u00e3o <em>meros apanhados provis\u00f3rios<\/em> que exigem revis\u00e3o \u00e0 luz dos fatos, <em>a posteriori<\/em>; (3\u00b0) que as chamadas doen\u00e7as mentais, como as doen\u00e7as som\u00e1ticas, representam apenas <em>grupamentos abstratos, <\/em>de constru\u00e7\u00e3o subjetiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentro desta relatividade a nosografia tem papel importante e n\u00e3o deve ser menosprezada. Lembra ent\u00e3o como o crit\u00e9rio cl\u00ednico permite conciliar as diversas concep\u00e7\u00f5es de esquizofrenia, aparentemente antag\u00f4nicas. Passa em revista, em breves tra\u00e7os, os conceitos mais importantes sobre este grupo cl\u00ednico: (1) fenomenol\u00f3gico-evolutivo; &#8211; (2) constitucionalistico; &#8211; (3) an\u00e1tomo-patol\u00f3gico; (4) psicol\u00f3gico: (a) cl\u00e1ssico, (b) explicativo, (c) compreensivo, (d) psicanal\u00edtico; &#8211; (5) \u201cpsicobiol\u00f3gico\u201d ou ergasiol\u00f3gico; &#8211; (6) etiol\u00f3gico; &#8211; (7) heredol\u00f3gico e patogen\u00e9tico.<\/p>\n\n\n\n<p>Recorda como este \u00faltimo \u00e9 que parece atender melhor as necessidades atuais e permitir a concilia\u00e7\u00e3o das diferentes escolas doutrin\u00e1rias. Fundamenta o modo de ver pessoal e analisa os diferentes dados cl\u00ednicos, para-cl\u00ednicos e subsidi\u00e1rios sem os quais o cl\u00ednico n\u00e3o est\u00e1 autorizado a diagnosticar esquizofrenia. Com tais dados \u00e9 poss\u00edvel a correta diagnose diferencial, o que constitui dever do psiquiatra mesmo pr\u00e1tico, pois \u00e9 do cabedal colhido nos hospitais psiqui\u00e1tricos que resulta o progresso da psiquiatria. Para encerrar, ilustra a comunica\u00e7\u00e3o com casos do material cl\u00ednico pessoal, em que objetiva os diferentes grupos de diagn\u00f3stico diferencial aludidos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"55\" class=\"wp-block-list\">\n<li>\u201cPsicoses degenerativas\u201d. \u201cEstados crepusculares epis\u00f3dicos\u201d (Kleist). Cinco observa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas pessoais.<em> <\/em>\u2013 Assoc. Paulistas de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 5-11-1940.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O A. lembra inicialmente que o diagn\u00f3stico psiqui\u00e1trico deve ser t\u00e3o completo, t\u00e3o preciso e t\u00e3o objetivo quanto o diagn\u00f3stico neurol\u00f3gico; e que em grande n\u00famero de ocorr\u00eancias cl\u00ednicas j\u00e1 \u00e9 isso perfeitamente exequ\u00edvel. Recorda ent\u00e3o os principais caracteres gerais comuns aos diversos grupos psic\u00f3ticos e que s\u00e3o utiliz\u00e1veis para a classifica\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica: quanto ao decurso, ao tipo m\u00f3rbido, \u00e0 altera\u00e7\u00e3o cerebral lesional ou din\u00e2mica, aos fatores neuronais em causa, \u00e0 heran\u00e7a m\u00f3rbida, \u00e0 sintomatologia psicopatol\u00f3gica e \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o do quadro cl\u00ednico. As psicoses podem, nessas condi\u00e7\u00f5es, ser divididas em t\u00edpicas, at\u00edpicas e ocasionais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 nesse segundo grupo que se enquadram as \u201cpsicoses aut\u00f3ctones degenerativas\u201d de Kleist. A grande preval\u00eancia deste grupo bem diferenciado \u00e9 que geralmente tem ele decurso benigno, que poderia ser atribu\u00eddo erroneamente ao tratamento institu\u00eddo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para definir o conceito de \u201cdegenera\u00e7\u00e3o\u201d de Kleist, mostrando que o sentido do termo n\u00e3o \u00e9 o mesmo da escola francesa nem o da escola italiana e recordando a analogia com o da concep\u00e7\u00e3o de Schaffer; tra\u00e7a rapidamente o hist\u00f3rico das \u201cpsicoses degenerativas\u201d de Kleist, depois descreve em breves tra\u00e7os os grupos cicloide, paranoide e epileptoide, aludindo \u00e0 diagnose diferencial com os grupos t\u00edpicos \u2013 psicose circular, paranoia e epilepsia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os casos que apresenta s\u00e3o catalog\u00e1veis como \u201cconfabulose expansiva\u201d, \u201calucinose aguda persecut\u00f3ria\u201d, \u201cpsicose de inspira\u00e7\u00e3o\u201d e \u201cestados crepusculares epis\u00f3dicos\u201d (2 casos). Lembra rapidamente a psicopatologia e a patologia cerebral nesses grupos e depois de mostrar o rigor indispens\u00e1vel para a diagnose diferencial resume os dados importantes das observa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas. Finalmente, mostra que a frequ\u00eancia \u00e9 muito grande: na estat\u00edstica pessoal tais grupos abrangem cerca de 15% de todas as ocorr\u00eancias psic\u00f3ticas (no total de aproximadamente dois mil casos) e 40% das psicoses t\u00edpicas do material cl\u00ednico pessoal. Entretanto s\u00f3 apresenta cinco observa\u00e7\u00f5es porque quer ilustrar os tipos mais pass\u00edveis de confus\u00e3o e mais demonstr\u00e1veis.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Projeta 15 fotografias relativas ao biotipo dos doentes, a aut\u00f3grafos e a desenhos de um dos pacientes.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"56\" class=\"wp-block-list\">\n<li>A classifica\u00e7\u00e3o nacional das doen\u00e7as mentais. Sugest\u00f5es para a revis\u00e3o. Arq. Assist. Psicopatas S\u00e3o Paulo 9:73-106; 1944 (60).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Como sugest\u00f5es para a revis\u00e3o da classifica\u00e7\u00e3o nacional de doen\u00e7as mentais, o autor prop\u00f5e:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Conservar a mesma ordem geral adotada na sistem\u00e1tica oficial; desse modo a s\u00e9rie procede dos quadros eminentemente psiqui\u00e1tricos \u2013 os toxi-infecciosos \u2013 para os menos influenci\u00e1veis pela terap\u00eautica;<\/li>\n\n\n\n<li>Abrir rubrica especial para \u201cpsicoses mixtas e associadas\u201d no grupo das doen\u00e7as mentais end\u00f3genas;<\/li>\n\n\n\n<li>Arrolar em rubricas diferentes a \u201cepilepsia\u201d propriamente dita e as \u201cconvuls\u00f5es sintom\u00e1ticas\u201d, o que trar\u00e1 a vantagem de atender aos interesses da profilaxia eug\u00eanica e aos ensinamentos modernos sobre o assunto, principalmente \u00e0 luz da eletroencefalografia;<\/li>\n\n\n\n<li>Reservar um item para psicose que n\u00e3o caibam nos grupos cl\u00e1ssicos: a classifica\u00e7\u00e3o poderia abrigar assim sem confus\u00e3o, as \u201cpsicoses aut\u00f3ctones at\u00edpicas\u201d (Kleist), as \u201cpsicoses end\u00f3genas marginais\u201d, entre outras;<\/li>\n\n\n\n<li>Passar para o topo da classifica\u00e7\u00e3o os dois grupos da neuro-s\u00edfilis, pois que n\u00e3o s\u00f3 constituem psicoses infecciosas, mas a variedade mais definida; seguir-se-lhes-iam os quadros da neuroaxite epid\u00eamica e os das doen\u00e7as infecciosas em geral;<\/li>\n\n\n\n<li>Classificar em itens distintos \u201cpsicoses por hetero-intoxica\u00e7\u00e3o acidental\u201d e \u201ctoxicomanias\u201d, pois que ambos esses grupos representam ocorr\u00eancias diversas, quer clinicamente, quer sob o aspecto \u201cgen\u00e9tico-din\u00e2mico\u201d.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Acredita que o crit\u00e9rio heredol\u00f3gico \u00e9 o que deve presidir a cataloga\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as mentais, por ser esse at\u00e9 o momento o mais est\u00e1vel e o \u00fanico que permite atende \u00e0 finalidade propriamente social da psiquiatria.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"57\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Functional organization of the cortex of primates \u2013 Journ. Neurophysiol. 7:51-56; 1944 (colab. Com P. Bailey, G. von Bonin, E. Davis, H. Garol, W. S. MacCouloch e. Roseman) (70)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"58\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Aproveitamento de inaptos em servi\u00e7os auxiliares de guerra. Sele\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica de acordo com as aptid\u00f5es. Curso de Psiquiatria de Guerra, S\u00e3o Paulo, 2-5-1944 \u2013 Imprensa M\u00e9dica (Rio: 21:39-49; 1945 (71)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"59\" class=\"wp-block-list\">\n<li>O problema das psicoses infecciosas em tempo de guerra \u2013 Curso de Psiquiatria de Guerra, S\u00e3o Paulo, 12-5-1944 \u2013 Imprensa M\u00e9dica (Rio) 21:50-56; 1945 (72)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"60\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Sugest\u00f5es para a classifica\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica brasileira \u2013 Arq. Dep. Nac. Doen\u00e7as Mentais, Rio (c\/ Mario Robortella e O. Barini) (73)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"61\" class=\"wp-block-list\">\n<li>O problema da assist\u00eancia p\u00fablica ao doente mental \u2013 1.\u00b0 Congr. M\u00e9dico-Social Bras., S\u00e3o Paulo, 15-3-1945 \u2013 Arq. Assist. Psicopatas S\u00e3o Paulo 12:277-285; 1947 (79)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>For the last 30 years, the Government\u2019s policy towards mental illness has been only to increase state hospital beds, as a rule. In addition, this has neither been planned nor supplemented by further steps, thus giving very little relief, if any, to such a challenging problem.<\/p>\n\n\n\n<p>On the other hand, the treatment of acute psychoses has repeatedly been thought of, as a matter of special buildings simply, what of course is not supported by the psychiatric experience. Unfortunately, such prejudice was sponsored in 1945 by some of the supposed authorities in psychiatry of S\u00e3o Paulo area, who claimed that if a new hospital building be bought by the State to admit acute patients only this would solve the problem. The arguments then produced threw an unfair discredit on Juqueri State Hospital, which also functions as a psychopathic hospital. This Institution, founded by Franco da Rocha, is really equipped to treat acute patients and in fact has been carrying it with efficiency for nearly 50 years now.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Aims of the foregoing paper are (1) to evidence that Juqueri Hospital still holds its high standard and its personnel is not to be blamed, (2) to show why the above mentioned means would soon become futile and (3) to suggest a minimum set of undertakings if the State is to meet the problem.<\/p>\n\n\n\n<p>Firstly, all groups of \u201cacute psychoses proper\u201d are represented in the hospital census for the psychopathic section. A report of the Director published in 1943, by the time the last available, entered under such heading 31% out of the 5,258 patients reviewed; including there the schizophrenics in acute period of illness raises the percentage of acute cases up to 40,9%. Out of that entire population were \u201cdischarged as recovered\u201d: 45.28% of all patients up to 6 months ill, 28.57% of those ill from 6 months to 1 year, 13.32% of those under illness to 18 months and 6.05% of those up to 2 years ill. Indeed, the percentage of restored patients was definitely better than that, since the report did not include general paretics admitted, who were referred to a special unit and showed recovery in high rate, or patients taken away under complete recovery but before getting official discharge. As for the standard of psychiatric care, the following features are representative: (1) routine of spinal fluid examination as developed there was second to none in the world, as far as we know; (2) the department of neuro-radiology is unparalleled in Brazil, even by any of the private and university hospitals; (3) the clinics have a neuro-surgical team headed by an outstanding neuro surgeon; (4) all shock treatments are carried out in each unit both the male and female sections; (5) Juqueri Hospital was the first in Brazil to introduce Sakel\u2019s method, one of the first as for Meduna\u2019s and Cerletti\u2019s and the first in this Hemisphere to use cerebral leucotomy of Moniz.<\/p>\n\n\n\n<p>Secondly, to think of a new hospital for acute cases only, all other aspects of the problem kept uncharged, means simply to indulge in an utopic dream. Mental patients are overcrowding the state hospitals and strange as it may be, the jails: yet the latter are only a fraction of the 4 or 5 thousands who must be outside the hospitals, in S\u00e3o Paulo. Now, what the prospect for a psychopathic hospital, which could not reasonably have more than 200 beds? It would be jammed in a few weeks, with no change at all in the social situation. Furthermore, to provide such a psychopathic hospital with qualified staff would mean to move there at once many psychiatrists and laboratory men from Juqueri Hospital, the only pool of specialists we have in S. Paulo. However, this would not help very much, according to local experience: only a small part of patients, around one fourth, leaves hospital before 6 months and about one third is supposed to stay longer than one year. Thus, in a few months the proposed psychopathic hospital would turn out in a custody hospital and find itself unable to transfer its chronic patients to other institutions, in order to clear the way for new admissions.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Finally, we believe that no progress may be achieved in out area along these lines, before drastic measures are directed at the core of the problem. These should consist of the combination of the following provisions:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Four hospital blocks are to be constructed in Juqueri State Hospital area, which is over 3000 Hectares wide. Local experience prove that they may be spacious, hygienic and comfortable, yet relatively inexpensive: the 4 would not require more than the equivalent of US$ 500,000.00 altogether. Such buildings should be reserved to admit chronic patients only, what would mean low operating cost and on the other hand admission for all of the patients with residence in the State of S\u00e3o Paulo. At the same time, this would allow to discharge two to four units, totaling 300 to 600 beds of the psychopathic section and have them set apart for acute cases only.<\/li>\n\n\n\n<li>Clinical staff and nursing personnel at present working at Juqueri Hospital must be augmented substantially, what indeed represents the central problem of our hospital for mental patients. This is discussed in another paper.<\/li>\n\n\n\n<li>The process of placement is quite out of date and entangled by much red taping. It must revised so as to render more expeditious and consistent with psychiatric care the admission of patients.\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"62\" class=\"wp-block-list\">\n<li>O exame pr\u00e9-nupcial pelo prisma da eugenia \u2013 1.\u00b0 Congr. M\u00e9dico-Social Bras., S\u00e3o Paulo, 17-3-1945 \u2013 Rev. Bras. Med. Publica (Rio) 1:39-47; 1945 (80).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>1. &nbsp;O exame m\u00e9dico pr\u00e9-nupcial n\u00e3o deve limitar-se \u00e0 verifica\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as ven\u00e9reas, nem a doen\u00e7as som\u00e1ticas somente.<\/p>\n\n\n\n<p>2.&nbsp; para que se torne eficiente como prote\u00e7\u00e3o higi\u00eanica social, deve pautar-se pelos postulados da eugenia.<\/p>\n\n\n\n<p>3.&nbsp; Estes n\u00e3o devem impor-se como medidas compuls\u00f3rias, mas cercar-se de trabalho m\u00e9dico-social educativo. Nestas condi\u00e7\u00f5es a esteriliza\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser \u00fatil como complemento ao esfor\u00e7o para segregar da corrente biol\u00f3gica os pacientes definidamente cacog\u00eanicos pelo aspecto mental heredol\u00f3gico.<\/p>\n\n\n\n<p>4.&nbsp; De acordo com o que est\u00e1 estabelecido no dom\u00ednio da psiquiatria cabem nesta rubrica as doen\u00e7as mentais propriamente end\u00f3genas e as chamadas psicopatias &#8211; na acep\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica deste termo &#8211; de tipo antissocial. Est\u00e3o no primeiro caso a epilepsia, a esquizofrenia, a psicose man\u00edaco-depressiva, a oligofrenia, todas entendidas no sentido estrito, segundo dissemos. No segundo grupo arrolam-se, para efeito de exclus\u00e3o da miscigenia, os casos de pervers\u00e3o moral end\u00f3gena e alguns de explosividade e f\u00e1cil reatividade convulsiva.<\/p>\n\n\n\n<p>5.&nbsp; Tais exames, bem como o trabalho educativo cont\u00ednuo e a longo termo que os torne realmente aceitos e procurados pelo p\u00fablico, devem ficar a cargo de m\u00e9dicos eugenistas, que n\u00e3o exer\u00e7am cl\u00ednica particular e que se equiparem a m\u00e9dicos higienistas e sanitaristas. A eles competir\u00e1 orientar a campanha junto \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e aos poderes p\u00fablicos, bem como desempenhar o trabalho de pesquisas em colabora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>6.&nbsp; A institui\u00e7\u00e3o do ramo eug\u00eanico da medicina preventiva dever\u00e1 acompanhar-se da organiza\u00e7\u00e3o de classes especializadas correlatas, como a de visitadoras sociais dedicadas a este setor.<\/p>\n\n\n\n<p>7.&nbsp; para maior efici\u00eancia e unidade de a\u00e7\u00e3o dever\u00e1 organizar-se um instituto nos moldes do American Institute of Family Relations, dos Estados Unidos, pois j\u00e1 provou completa efici\u00eancia. Naturalmente tal organismo dever\u00e1 ser moldado pelas nossas necessidades ambienciais e possibilidades econ\u00f4micas.<\/p>\n\n\n\n<p>8.&nbsp; enquanto o nosso meio m\u00e9dico n\u00e3o estiver aparelhado para tal empreendimento o Sindicato dos M\u00e9dicos Brasileiros tomar\u00e1 sobre si o encargo de propici\u00e1-lo, designando da forma que se decidir como a melhor uma comiss\u00e3o preparat\u00f3ria permanente, especialmente encarregada do assunto.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"63\" class=\"wp-block-list\">\n<li>O papel e a situa\u00e7\u00e3o do psiquiatra nos hospitais do Estado \u2013 1.\u00b0 Congr. M\u00e9dico-Social Bras., S\u00e3o Paulo, 19-3-1945 \u2013 Arq. Assist. Psicopatas S\u00e3o Paulo 12:287-292; 1947 (c\/ J. P. G. d\u2019Ambert) (81).<\/li>\n\n\n\n<li>Quadro cl\u00ednico do lobo orbit\u00e1rio com crises crebelares: cisticercose racemosa do \u00e2ngulo ponto-cerebelar \u2013 Centro de Estudos Franco da Rocha, 22-1121946 (c\/ M. Robortella e W. E. Maffei) \u2013 Arq. Neuro-Psiquiatria 18:152-165; 1960 (151)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O paciente fora apresentado duas vezes em reuni\u00f5es cl\u00ednicas, para diagn\u00f3stico diferencial entre altera\u00e7\u00f5es neurops\u00edquicas org\u00e2nicas e pitiatismo. Da primeira, aos 2 meses de interna\u00e7\u00e3o, revela notar os seguintes dados: trabalho mental lento, por\u00e9m sem dist\u00farbios intelectuais intr\u00ednsecos; aten\u00e7\u00e3o pouco fix\u00e1vel, express\u00e3o verbal sem transtornos intr\u00ednsecos, mas escassa; car\u00eancia global de iniciativa; indiferen\u00e7a para com a pr\u00f3pria situa\u00e7\u00e3o; atitudes por vezes teatrais, em apar\u00eancia piti\u00e1ticas; hipertonia muscular vari\u00e1vel, aparentemente despertada pelo exame; marcha em pequenos passos, com incerteza vari\u00e1vel; queda lenta, em dire\u00e7\u00e3o inconstante; camptormia, que se exagera quando desamparado; crises t\u00f4nicas, de tipo da descerebra\u00e7\u00e3o; condi\u00e7\u00f5es som\u00e1ticas prec\u00e1rias; exame neuro-oftalmol\u00f3gico s\u00f3 poss\u00edvel quanto a fundos oculares, sem anormalidade; exames de l\u00edquor incompletos, com altera\u00e7\u00f5es discretas; rea\u00e7\u00f5es negativas para s\u00edfilis no liquor e no sangue. Diagn\u00f3stico provis\u00f3rio: <em>Psicose por les\u00e3o cerebral, com prov\u00e1vel comprometimento org\u00e2nico da regi\u00e3o frontal orbit\u00e1ria ou da via fronto-ponto-cerebelar.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Ao ser apresentado da segunda vez, decorridos tr\u00eas meses, estavam mais acentuados o desligamento para com o ambiente, a car\u00eancia de iniciativa, a total incapacidade para cuidar de si, com espurc\u00edcia; agravou-se a perturba\u00e7\u00e3o da marcha com completa astasia-abasia e com ataxia do tronco; tornaram-se mais frequentes a crises t\u00f4nica de tipo cerebelar; repetidos os exames de l\u00edquor, ainda incompletos, denotaram altera\u00e7\u00f5es do mesmo tipo anterior; o exame de fundos oculares foi novamente negativo; n\u00e3o fora ainda poss\u00edvel a pneumoencefalografia. A evolu\u00e7\u00e3o dos dist\u00farbios, com altera\u00e7\u00f5es de origem org\u00e2nica evidente e com outras aparentemente piti\u00e1ticas, permitiu precisar o aspecto localizat\u00f3rio: <em>S\u00edndrome frontal orbit\u00e1ria por altera\u00e7\u00f5es cerebelares prov\u00e1veis.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Somente cinco meses ap\u00f3s a primeira discuss\u00e3o cl\u00ednica do quadro, quando obtido o exame completo do l\u00edquor, o diagn\u00f3stico etiol\u00f3gico pode ser aventado. O exame neuro-oftalmol\u00f3gico foi anda negativo. A evolu\u00e7\u00e3o dos sintomas levou o doente \u00e0 obnubila\u00e7\u00e3o e ao embotamento intelectuais, \u00e0 espurc\u00edcia; e, pelo lado neurol\u00f3gico, \u00e0 impossibilidade de locomo\u00e7\u00e3o, \u00e0 ataxia do tronco, ao relaxamento dos esf\u00edncteres. Diagn\u00f3stico: <em>quadro neuropsiqui\u00e1trico orbit\u00e1rio, como repercuss\u00e3o de altera\u00e7\u00f5es ponto-cerebelares, cisticercose prov\u00e1vel.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O paciente faleceu 11 meses ap\u00f3s a interna\u00e7\u00e3o. A necropsia revelou, quanto ao sistema nervoso central, um cacho de ves\u00edculas de cisticerco racemoso ao n\u00edvel do \u00e2ngulo ponto-cerebelar direito (fig. 1) e espessamento das leptomeninges na base do enc\u00e9falo at\u00e9 a dos lobos temporais. Nenhuma altera\u00e7\u00e3o histol\u00f3gica do c\u00f3rtex cerebral ou das vias intra-hemisf\u00e9ricas (Nissl e Weil).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao aspecto patog\u00eanico, o quadro orbit\u00e1rio descrito por Kleist era representado pela fal\u00eancia na manuten\u00e7\u00e3o do esfor\u00e7o e da atividade em geral (<em>Ausdauer<\/em>), na reg\u00eancia instintiva dos atos (<em>gesinnungsm\u00e4ssige Handlungen<\/em>), bem como pelo dist\u00farbio teatral, tipo piti\u00e1tico, do car\u00e1ter (<em>Gesinnung<\/em>). Os transtornos neurol\u00f3gicos e mesmo neurovegetativos correspondiam, na opini\u00e3o dos autores, \u00e0 fal\u00eancia paleocerebelar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"64\" class=\"wp-block-list\">\n<li>O aspecto heredol\u00f3gico na classifica\u00e7\u00e3o das doen\u00e7as mentais \u2013 5.\u00b0 Congr. Bras. Psiquiatria, Neurol. Med. Legal, S\u00e3o Paulo, 27-10-1947 \u2013 Arq. Assist. Psicopatas S\u00e3o Paulo 13:79-81; 1948 (190)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"65\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Acep\u00e7\u00e3o de semiologia no dom\u00ednio das doen\u00e7as mentais \u2013 Arq. Assist. Psicopatas, S\u00e3o Paulo 15:5-21; 1950 (212)<\/li>\n\n\n\n<li>Education of professional people: two motions \u2013 3<sup>rd<\/sup> Annual Meeting, World Federation for Mental Health \u2013 Paris, 7-9-1950 \u2013 Annual Report: 100; 1950 (224).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"67\" class=\"wp-block-list\">\n<li>L\u2019agressivit\u00e9 manifeste, d\u00e9guis\u00e9e et latente, evalu\u00e9e par le psychodiagnostique myokin\u00e9tique (P.M.K.) de Mira \u2013 2.\u00b0 Congr. Internat. Criminol., Paris, 15-6-1950 \u2013 Actes III\u00a0:317-328\u00a0; 1950 (225).\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"68\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Discussion of reports on leucotomy \u2013 Colloque, Congr. Internat. Psiquiatrie \u2013 Paris, 22-9-1950 \u2013 Comptes Rendus III\u00a0:86-146\u00a0; 1952 (226)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"69\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Des reisegnements que le psychiatre peut tirer de la pneumoenc\u00e9phalographie (colab. c\/ M. Robortella, S. Vizzotto e C. P. da Silva) \u2013 Symposium, Id. Ibd., 22-9-1950 \u2013 Comptes Rendus III\u00a0:293\u00a0; 1952 (227).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"70\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Anatomo-physiologie c\u00e9r\u00e9brale \u00e0 la lumi\u00e8re des lobotomies et topectomies \u2013 Discussion des Rapports officiels \u2013 S\u00e9ance pl\u00e9ni\u00e8re, Id. Ibid., 22-9-1950 \u2013 Comptes Rendus III\u00a0:86-92\u00a0; 1952.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"71\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Anatomo-physiologie c\u00e9r\u00e9brale d\u00e9c\u00e9l\u00e9e para la leucotomie pr\u00e9-frontale selective\u00a0: les dynamismes de r\u00e9gulation et de lib\u00e9ration cortico-corticales (colab. c\/ C. F. Camargo, E. M. Gomes, I. Melsohn, J. Longman, M. Robortella, O. L. Salles, P. Dantas, S. Vizzotto, W. Carvalho, A. M. Pimenta e A. Sette Jr.) \u2013 Id. Ibid., 25-9-1950 \u2013 Comptes Rendus III\u00a0:146-148\u00a0; 1952 (229)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"72\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Physiopathologie du cortex pr\u00e9-frontale d\u2019apr\u00e8s les recherches cliniques dans les sujets leucotomis\u00e9s (colab. c\/ A. M. Pimenta e A. Sette Jr.) \u2013 Id. Ibid., 25-9-1950 \u2013 Comptes Rendus III\u00a0: 142-146\u00a0; 1952 (230).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"73\" class=\"wp-block-list\">\n<li>L\u2019\u00e9lectroenc\u00e9phalographie en psychiatrie \u2013 Discussion of Dr. Hill\u2019s Report \u2013 Colloque, Id. ibid., 26-9-1950 \u2013 Comptes Rendus III\u00a0: 210-212\u00a0; 1952 (233).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"74\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Human Genetics as an approach to the classification of Mental Diseases \u2013 Id. Ibid. 27-9-1950 \u2013 Arq. De Neuro-Psiquiat. 10:41-46; 1952 (234)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>If we try to arrange the many patterns of mental disease as regards the underlying heredological trends it is possible to develop a system disposed as a \u201cnatural series\u201d. In our tentative one, which combines eugenic and dynamic criteria chiefly, we tried to assemble 24 separate clinical conditions into 5 major groups: I \u2013 <em>Psychoses with toxi-infectious diseases <\/em>(4 entries); II \u2013 <em>Psychoses with accidental intoxications <\/em>(2 entries); III \u2013 <em>Constitutional endogenous psychoses <\/em>(7 entries); IV \u2013 <em>Marginal endogenous states <\/em>(7 entries); V- <em>Defective states by local or abiotrophic brain lesions <\/em>(4 entries). Among the conditions listed under IV are Kleist\u2019s marginal or \u201cdegenerative\u201d psychoses, which are frequent indeed in psychiatric practice, so to require their consideration.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"75\" class=\"wp-block-list\">\n<li>G\u00e9netique et Eug\u00e9nie \u2013 Discussion of Dr. Kalmann\u2019s Report \u2013 S\u00e9ance Pl\u00e9ni\u00e8re, Id. ibid., 27-9-1950 \u2013 Eug. News 26:27-29; 1951 (235)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"76\" class=\"wp-block-list\">\n<li>A propaganda de Guerra sob o aspecto da sa\u00fade mental \u2013 Congr. Bras. Medicina Social, rio, 14-9-1951 (245)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"77\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Mental hygiene in the organization of health clinics. Working group 4, 5<sup>th<\/sup> Annual Meeting WFMH, Brussels, 30-6-1952.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"78\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Aplica\u00e7\u00e3o da gen\u00e9tica humana \u00e0 higiene mental. Revis\u00e3o de 300 matr\u00edculas do Centro de Sa\u00fade de Santana \u2013 10.\u00b0 Congr. Bars. De Higiene, Belo Horizonte, MG \u2013 10-10-1952 \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 14: 117-135; 1956 (259).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos 25 anos a gen\u00e9tica humana tem assumido import\u00e2ncia crescente na medicina geral e particularmente na psiquiatria. E a nosso ver a higiene mental s\u00f3 se torna eficiente quando norteada por aquela disciplina. Por ela orientamos nosso Servi\u00e7o de Higiene Mental \u2013 no Centro de Sa\u00fade de Santana e cujos dados cl\u00ednicos apresentamos em resumo. Correspondem eles \u00e0s primeiras matr\u00edculas no Servi\u00e7o, dentre as 317 efetuadas de fevereiro a 15 de julho de 1952. Frisamos que embora tais dados seja coligido com crit\u00e9rio cl\u00ednico rigoroso n\u00e3o foram ainda avaliados estatisticamente quanto ao aspecto heredobiol\u00f3gico: portanto nossas conclus\u00f5es devem ser encaradas com as devidas reservas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, merecem men\u00e7\u00e3o algumas ocorr\u00eancias cl\u00ednicas a\u00ed anotadas. Analisamos hoje apenas o ciclo epileptoide, que se revelou como predominante na linhagem dos consulentes, quer adultos, quer menores. Para os demais ciclos heredol\u00f3gicos ainda n\u00e3o dispomos de dados suficientes. Como indica a Tabela I, as condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas mais frequentes foram: \u201caus\u00eancias\u201d ps\u00edquicas (32%), irritabilidade (20,6%), enxaqueca (20%), equivalentes comiciais diversos, at\u00edpicos (12,6%), hiperemotividade (11%); o diagn\u00f3stico de neurose ocorre 15 vezes, ou seja em 6,9% dos adultos. Os \u00edndices relativos s\u00e3o, por\u00e9m, mais expressivos: entre as 115 consulentes que ultrapassaram a primeira gravidez anotamos aborto espont\u00e2neo em 27,8%, parto de natimorto em 13%, parto operat\u00f3rio e eclampsia, cada qual, em 3,5%. Duas outras condi\u00e7\u00f5es merecem relevo neste grupo especial: parto prematuro em 9,6% e parto de g\u00eameos tamb\u00e9m em 9,6%. O total de 11 pares de g\u00eameos se reporta a uma s\u00e9rie de 325 gesta\u00e7\u00f5es terminadas, o que perfaz o \u00edndice de 3,4%, quando na popula\u00e7\u00e3o m\u00e9dia este \u00e9 de 1,2%. A tabela II re\u00fane as manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas mais frequentes nos 84 menores, 42 de cada sexo: terror noturno, \u201caus\u00eancias\u201d ps\u00edquicas, convuls\u00f5es, hiperatividade, irritabilidade a\u00ed predomina. Mas as tabelas III e IV mostram que no grupo cronol\u00f3gico de 1 ano a 3,5 \u2013 22 menores \u2013 dominam o terror noturno (71,3%), a hiperatividade (54,5%), as crises de \u201cbirra\u201d (54,5%), as convuls\u00f5es (36,3%); ao passo que de 7 a 14 anos \u2013 com 39 consulentes \u2013 prevalecem as \u201caus\u00eancias\u201d ps\u00edquicas (43,5%), a irritabilidade (33,3%), a enxaqueca (30,8%), a hiperemotividade (30,8%).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A compreens\u00e3o heredol\u00f3gica desses v\u00e1rios elementos cl\u00ednicos nos tem permitido orientar melhor a psicoterapia e o reajustamento familial, bem como recorrer simultaneamente a medica\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria. A revis\u00e3o de 64 menores matriculados at\u00e9 fins de junho de 1952 revelou: 1) a psicoagogia foi eficiente quanto \u00e0 rebeldia, \u00e0 timidez, ao desajustamento, em parte \u00e0 enurese noturna; 2) foi mister associar-lhe a medica\u00e7\u00e3o nas crises de \u201cbirra\u201d, no retardo escolar, na agressividade; 3) a simples medica\u00e7\u00e3o foi eficaz nas \u201caus\u00eancias\u201d, no terror noturno, nas rea\u00e7\u00f5es de p\u00e2nico, nas convuls\u00f5es, na perda de f\u00f4lego, nos dist\u00farbios durante o sono.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"79\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Requisitos t\u00e9cnicos. Desenvolvimento das v\u00e1rias fases da prova. Crit\u00e9rio adotado. \u2013 Aula inaugural. Curso te\u00f3rico-pr\u00e1tico sobre o m\u00e9todo de Rorschach, Serv. Medidas e Pesq. Educacionais, S\u00e3o Paulo \u2013 8-9-1953. Bol. SMPE 2:57-66; 1958 (282)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"80\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Modalidades fundamentais das respostas: globais, pormenores prim\u00e1rios, pormenores secund\u00e1rios \u2013 Bol. SMPE 2:57-68; 1958 (282).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"81\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Modalidades menos frequentes: globais com espa\u00e7o, espa\u00e7o, pormenor inibit\u00f3rio, global a partir de pormenor, global com valor de pormenor \u2013 Bol. SMPE 3:31-44; 1959 (283)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"82\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Identifica\u00e7\u00e3o do fator determinante <em>forma. <\/em>Crit\u00e9rio para avalia\u00e7\u00e3o \u2013 Bol. SMPE 4:27-51; 1959 (284).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"83\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Caracteriza\u00e7\u00e3o da patologia cerebral, da psicopatologia e da heredologia psiqui\u00e1trica na doutrina de Kleist \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Neuropsiquiatria \u2013 5-2-1954: a) Rev. Paulista Med. 44:432; 1954; b) Arq. Neuro-Psiquiat. 17:102-142; 1959 (303)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>O ano de 1959 assinala tr\u00eas datas especiais em uma das mais f\u00e9rteis carreiras cient\u00edficas: completa 80 anos Karl Kleist, nascido em M\u00fclhausen, na Als\u00e1cia, a 31 de janeiro de 1879. Que comemora o jubileu de <em>v\u00eania legendi<\/em> (1909); e h\u00e1 um quarto de s\u00e9culo veia \u00e0 luz a Gehirnpathologie (1934), que marca a nova era da fisiologia cerebral<\/p>\n\n\n\n<p>A constru\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria de Kleist combina e aperfei\u00e7oa as diretrizes isoladas de Meynert, de Wernicke e de Kraepelin. Constitui nela uma constante a uni\u00e3o da psicopatologia \u00e0 patologia cerebral; e a pesquisa no dom\u00ednio cl\u00ednico se norteia pela patogenia, pela heredologia e pela catamnese sistem\u00e1tica. Na pr\u00f3pria patog\u00eanese \u2013 tanto dos quadros cl\u00ednicos como dos sintomas \u2013 h\u00e1 a considerar a diferente participa\u00e7\u00e3o do tronco cerebral e da corticalidade. E aqui, a seu turno, \u00e9 preciso distinguir as fun\u00e7\u00f5es que dependem de regi\u00f5es posteriores. Assim, descreveu Kleist, respectivamente, os dist\u00farbios agram\u00e1ticos e os paragram\u00e1ticos, os al\u00f3gicos e os paral\u00f3gicos, em analogia com os af\u00e1sicos e os paraf\u00e1sicos. Demonstrou pela primeira vez, em 1095, a exist\u00eancia da afasia de condu\u00e7\u00e3o e isolou dois novos tipos de apraxia: a apraxia segmentar e a apraxia de constru\u00e7\u00e3o. Outros quadros psicopatol\u00f3gicos descritos por ele tamb\u00e9m se tornaram cl\u00e1ssicos: a car\u00eancia de iniciativa, a apraxia de iniciativa, a apraxia de a\u00e7\u00e3o coordenada (Handlungsfolge), a cegueira espacial (Ortsblindheit), a agnosia crom\u00e1tica \u2013 que depende da no\u00e7\u00e3o abstrata de cor e nada tem a ver como o daltonismo \u2013 e ainda os quadros psiqui\u00e1tricos c\u00edngulo-orbit\u00e1rios. Divide a esfera da personalidade em diversos estratos de grande relev\u00e2ncia cl\u00ednico-localizat\u00f3ria (quadro 1).<\/p>\n\n\n\n<p>A carta localizat\u00f3ria \u2013 plano estrutural e funcional do c\u00e9rebro \u2013 ultrapassa a qualquer empreendimento an\u00e1logo, tanto pela an\u00e1lise penetrante quanto pela adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 realidade cl\u00ednica (fig. 1 e 2). Sobreleva notar a\u00ed que Kleist separa determinadas fun\u00e7\u00f5es dentro do mesmo campo arquitet\u00f4nico, fato este cuja veracidade pudemos comprovar em uma observa\u00e7\u00e3o an\u00e1tomo-cl\u00ednica (fig. 3). Outros aspectos desta carta din\u00e2mica podem ser verificados experimentalmente, segundo entendemos, no c\u00e9rebro de primatas (fig. 4, 5 e 6).<\/p>\n\n\n\n<p>Na cl\u00ednica, a contribui\u00e7\u00e3o de Kleist nada ficou a dever \u00e0 pr\u00f3pria patologia cerebral. Al\u00e9m de descrever psicoses particulares como a \u201cparan\u00f3ia de involu\u00e7\u00e3o\u201d e a \u201cpsicose de p\u00e2nico\u201d, psic\u00f3gena e de discutir a patogenia das \u201cpsicoses p\u00f3s-operat\u00f3rias\u201d e das \u201cpsicoses gripais\u201d, descreveu e estudou exaustivamente secundado por seus colaboradores, dois grandes grupos m\u00f3rbidos: as diferentes formas de esquizofrenia e as psicoses degenerativas. Os quadros esquizofr\u00eanicos constituem tipos aut\u00f4nomos, que se caracterizam pelo dist\u00farbio dos sistemas cerebrais (quadro 2). As psicoses degenerativas s\u00e3o tamb\u00e9m end\u00f3genas, por\u00e9m por tend\u00eancias latentes (quadro 3) e t\u00eam que ser diferenciadas tanto das esquizofrenias quanto do grupo man\u00edaco-depressivo. Extensas e exaustivas revis\u00f5es catamn\u00e9sticas atestam a realidade cl\u00ednica destes dois vastos grupos de psicose.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"84\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Karl Kleist \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 12:83-85; 1954 (305)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"85\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Problems common to children and their parents as detected in a health clinic \u2013 Internat. Congr. Group Psychother. Toronto (20-8-1954) \u2013 Acta Psychother. Psychosom. Orthopaedagogica 4:119-125; 1956 (307)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"86\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Institutos consagrados \u00e0 gen\u00e9tica humana \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 14:226-241; 1956 (320)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Em viagem feita em dezembro de 1951 aos Estados Unidos da Am\u00e9rica do Norte, nosso intuito fundamental era visitar o Department of Medical Genetics, dirigido por Franz J. Kallmann no New York State Psychatric Institute, e a Seizure Unit, dirigida por William G. Lennox no Children\u2019s Hospital, em Boston [\u2026].<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"87\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Prof. Otmar Freiherr von Verschuer \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 14:267-268; 1956 (321)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>A data de 16 de julho assumiu no corrente ano significado particular para todos os centros em que se cultiva a Gen\u00e9tica Humana. O Professor Otmar Freiherr von Verschuer, atualmente em M\u00fcnsingen, Westf\u00e1lia, completou ent\u00e3o 60 anos, dos quais mais de 33 t\u00eam sido consagrados \u00e0 pesquisa cient\u00edfica [\u2026].<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"88\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Bicenten\u00e1rio de Gall e sesquicenten\u00e1rio da Mem\u00f3ria sobre o Sistema Nervoso \u2013 \u201cA Gazeta\u201d (S\u00e3o Paulo), 14-3-1958 (336).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"89\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Prof. Bruno Schultz \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 16:269; 1958 (352).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Faleceu a 19 de fevereiro \u00faltimo, na Alemanha, o Prof. Dr. Bruno Schulz, que dirigia a Sec\u00e7\u00e3o de Genealogia e Demografia do Forschungsanstalt der Psychiatrie, M\u00fcnchen. Nessa organiza\u00e7\u00e3o, pioneira da Gen\u00e9tica Humana na Alemanha, sucedia Schulz a Ernst R\u00fcdin, de quem foi assistente por aproximadamente vinte anos [\u2026].<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"90\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Esquizofrenia e psicoses degenerativas de Kleist. Patogenia e psicopatologia diferenciais \u2013 1.\u00b0 Congr. Peruano de Neuro-Psiquiatria. Lima, 3-11-1958 \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 17:143-162; 1959 (358)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Imp\u00f5e-se o diagn\u00f3stico diferencial das formas esquizofr\u00eanicas entre si e para com numerosas doen\u00e7as hoje confundidas com elas. Entre estas sobreleva considerar as psicoses end\u00f3genas benignas, de Kleist, as quais t\u00eam sido em geral diagnosticadas como esquizofrenia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Kleist distingue na esquizofrenia 25 formas aut\u00f4nomas, para o que se baseia em rigoroso crit\u00e9rio ao mesmo tempo patog\u00eanico, psicopatol\u00f3gico, heredol\u00f3gico-evolutivo. Tais divis\u00f5es foram confirmadas por amplas revis\u00f5es catamn\u00e9sticas em base gen\u00e9tica ap\u00f3s cinco anos de decurso, no m\u00ednimo. Tanto na fase inicial (quadro I) quanto na presente (quadro 3) a sistem\u00e1tica se fundamenta na concep\u00e7\u00e3o de sistemas cerebrais. \u00c9 a participa\u00e7\u00e3o predominante dos diferentes sistemas no \u00e2mbito das v\u00e1rias esferas ps\u00edquicas, o que imprime o colorido cl\u00ednico principal aos quadros m\u00f3rbidos. Estes constituem assim (quadro 2) formas sistem\u00e1ticas e assistem\u00e1ticas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As psicoses end\u00f3genas benignas, descritas por Kleist (quadro 4 e 5) obedecem a dinamismos patog\u00eanicos precisos e tamb\u00e9m envolvem sistemas cerebrais distintos, que s\u00e3o os lhes imprimem o caracter\u00edstico cl\u00ednico. Os fatores fundamentais s\u00e3o as tend\u00eancias gen\u00e9ticas, n\u00e3o manifestas como nas psicoses end\u00f3genas constitucionais, mas latentes. Por isso Kleist as cognominava de in\u00edcio degenerativas, at\u00edpicas, e marginais \u00e0s end\u00f3genas comuns; acreditamos poder cham\u00e1-las diat\u00e9ticas, como designa\u00e7\u00e3o geral, uma vez que o conceito de di\u00e1tese corresponde a tend\u00eancias gen\u00e9ticas latentes. Algumas formas t\u00eam decurso cl\u00ednico ou por for fases; outras ocorrem como surtos espor\u00e1dicos ou epis\u00f3dicos. No quadro 6 procuramos distribuir as formas diat\u00e9ticas e as formas esquizofr\u00eanicas segundo as esferas e os sistemas cerebrais envolvidos em comum. Cremos que o dinamismo patog\u00eanico, em ambos os casos, o que leva \u00e0 confus\u00e3o diagn\u00f3stica, quando a psiquiatria n\u00e3o o toma em devida conta.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"91\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Prof. Karl Leonhard \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 17:231; 1959 (358).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>A 21 de mar\u00e7o completou 55 anos de idade Karl Leonhard, por certo um dos mais acreditados cultores da Psiquiatria na nova gera\u00e7\u00e3o de profess\u00f4res alem\u00e3es. Nascido em Edelsfeld, na Baviera, exerceu nesta circunscri\u00e7\u00e3o os primeiros passos na atividade did\u00e1tica, primeiro como m\u00e9dico no Hospital e na Cl\u00ednica Universit\u00e1ria de Erlangen, a seguir como m\u00e9dico-chefe no Hospital de Gabersee, Alta Baviera [\u2026].<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"92\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Celso Pereira da Silva \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 17:351-356; 1959 (359).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>A 23 de novembro de 1958, com a morte de Celso Pereira da Silva, abriu-se um claro irrepar\u00e1vel no ambiente neuropsiqui\u00e1trico paulista [\u2026].<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"93\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Oskar Vogt \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 18:99-110; 1960 (363).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"94\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Instituto de Preven\u00e7\u00e3o Eug\u00eanica e Gen\u00e9tica Humana \u2013 Rev. Paulista Med. 57:175-185; 1960 (371)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"95\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Cerebral systems in the pathogenesis of endogenous psychoses \u2013 3<sup>rd<\/sup> World Congr. Of Psychiatry, Montreal, Canada \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 20:263-278; 1962 (394)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Os processos mentais implicam no funcionamento harm\u00f4nico de sistemas ps\u00edquicos, os quais se re\u00fanem em unidades mais amplas, as esferas ps\u00edquicas (Quadro I).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A eles correspondem, no plano neurofisiol\u00f3gico, sistemas cerebrais formados por \u00e1reas e fibras que as interligam (fig. 1-4). Em condi\u00e7\u00f5es patol\u00f3gicas, org\u00e2nicas e funcionais, tais sistemas originam os sintomas principais (quadro II) que caracterizam as diversas psicoses end\u00f3genas: da\u00ed o quadro cl\u00ednico que as distingue entre si. (\u201cCerebral systems in the pathogenesis of endogenous psychoses\u201d)<\/p>\n\n\n\n<p>Nessas condi\u00e7\u00f5es, a compreens\u00e3o e a classifica\u00e7\u00e3o das psicoses deveriam basear-se no dinamismo patog\u00eanico e n\u00e3o na descri\u00e7\u00e3o cl\u00ednica. E \u00e9 por isto que as concep\u00e7\u00f5es de Kleist e Leonhard sobre as psicoses end\u00f3genas ultrapassam o valor de quaisquer outras. Kleist figura entre os fundadores da psiquiatria ao criar o grupo das \u201cpsicoses degenerativas\u201d e v\u00e1rias psicoses isoladas, bem como ao redefinir, isolar e esclarecer o conjunto das psicoses progressivas que mais tarde redenominou esquizofrenias (quadro III). Tal crit\u00e9rio patogen\u00e9tico pode tamb\u00e9m ser \u00fatil para a defini\u00e7\u00e3o de quadros cl\u00ednicos mentais que n\u00e3o s\u00e3o psicoses, tais a histeria, as neuroses em geral, as personalidades psicop\u00e1ticas (quadro IV e V). Neste dom\u00ednio, haveria a considerar, na patog\u00eanese, tanto as esferas e os sistemas mentais, quanto o modo pelo qual foram desorganizados e a fase do desenvolvimento em que se encontravam.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas \u201cpsicoses degenerativas\u201d de Kleist \u2013 sejam c\u00edclicas, sejam epis\u00f3dicas (quadro V) \u2013 as esferas e os sistemas s\u00e3o alterados por processos funcionais transit\u00f3rios devidos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o gen\u00e9ticas latentes, ao passo que as esquizofrenias dele e de Leonhard (quadro VII) decorrem em geral de modo progressivo e levam \u00e0 decad\u00eancia mental. (\u201cCerebral systems in the pathogenesis of endogenous psychoses\u201d) A pr\u00f3pria desordem \u00e9 de natureza gen\u00e9tica, como tamb\u00e9m o fato de se limitar a determinada esfera ps\u00edquica ou de se propagar a mais de uma. Os quadros cl\u00ednicos em que ocorre esta propaga\u00e7\u00e3o s\u00e3o excepcionais na esquizofrenia ao passo que constituem a regra nas \u201cpsicoses degenerativas\u201d, na nossa opini\u00e3o. Ambos estes grupos m\u00f3rbidos podem ter sintomas cl\u00ednicos em comum pelo fato de estar atingindo o mesmo sistema cerebral (quadro VIII), mas o diagn\u00f3stico cl\u00ednico poder\u00e1 ser estabelecido corretamente se a patog\u00eanese for levada em conta.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"96\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Karl Kleist. In memoriam \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 19:159-161; 1961 (401).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"97\" class=\"wp-block-list\">\n<li>M\u00e9todo de Rorschach: terminologia e crit\u00e9rio \u2013 Arq. Assist. Psicopatas \u2013 S\u00e3o Paulo 27:5-57; 1963 (414).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"98\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Walter Morgenthaler \u2013 Arq. Assist. Psicopatas, S\u00e3o Paulo 27:179-183; 1963 (415)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 PUBLICA\u00c7\u00d5ES ESPECIALIZADAS QUE ESTAMPARAM TRABALHOS DO AUTOR<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><em>Brasil:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Arquivos da Assist\u00eancia a Psicopatas de S\u00e3o Paulo<\/li>\n\n\n\n<li>Arquivos de Neuro-Psiquiatria<\/li>\n\n\n\n<li>Boletim de Higiene Mental, S\u00e3o Paulo<\/li>\n\n\n\n<li>Boletim do Servi\u00e7o de Medidas e Pesquisas Educacionais, S\u00e3o Paulo<\/li>\n\n\n\n<li>Gazeta Cl\u00ednica<\/li>\n\n\n\n<li>Revista de Medicina<\/li>\n\n\n\n<li>Revista de Neurologia e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo<\/li>\n\n\n\n<li>Revista Paulista de Medicina<\/li>\n\n\n\n<li>S\u00e3o Paulo M\u00e9ico<\/li>\n\n\n\n<li>Neurobiologia \u2013 Recife PE<\/li>\n\n\n\n<li>A Folha M\u00e9dica<\/li>\n\n\n\n<li>Arquivos do Departamento Nacional de Doen\u00e7as Mentais\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>Brasil-M\u00e9dico<\/li>\n\n\n\n<li>Imprensa M\u00e9dica<\/li>\n\n\n\n<li>Revista Brasileira de Medicina P\u00fablica<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Alemanha:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Allgemeine Zeitschrift f\u00fcr Neurologie und Psychiatrie<\/li>\n\n\n\n<li>Zeitschrift f\u00fcr die gesamte Neurologie und Psychiatrie<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Estados Unidos da Am\u00e9rica:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Journal of Neurophysiology<\/li>\n\n\n\n<li>Eugenical News<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Fran\u00e7a:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Comptes Rendus, 2<sup>\u00e8me<\/sup> Congr\u00e8s de Criminologie<\/li>\n\n\n\n<li>Comptes Rendus, 1<sup>er<\/sup> Congr\u00e8s International de Psychiatrie<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Holanda&nbsp;:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Acta Psychotherapeutica, Psychosomatica et Orthopaedagogica<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Peru&nbsp;:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Actas da Segunda Reuni\u00e3o das Jornadas Neuro-Psiqui\u00e1tricas Panamericana<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>ANEXO V&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS A PUBLICA\u00c7\u00d5ES DO AUTOR<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 APRECIA\u00c7\u00d5ES DE AUTORIDADES CIENT\u00cdFICAS<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 Em rela\u00e7\u00e3o ao <em>tratamento de esquizofr\u00eanicos <\/em>pelo m\u00e9todo de Meduna \u2013 objeto dos trabalhos de ns. 26, 29, 31, 32, 34, de 37 a 44 e, depois, de tese para doc\u00eancia livre, n.\u00b0 51:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Opini\u00e3o de Meduna <\/em>(doc. 69\u00aa) \u2013 a 16-10-1937, em rela\u00e7\u00e3o ao trabalho n.\u00b0 26:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u201cCom grande interesse li sua \u00faltima publica\u00e7\u00e3o e diria que acho seus resultados quase surpreendentes. As indica\u00e7\u00f5es que o senhor estabelece para a insulina e para o cardiazol constituem at\u00e9 agora a mais precisas que apareceram na Europa. At\u00e9 o aparecimento de suas publica\u00e7\u00f5es sab\u00edamos apenas que o m\u00e9todo do cardiazol era indicado particularmente para os casos estuporosos. Somente ap\u00f3s o seu trabalho pude eu pr\u00f3prio fazer ideia mais clara a respeito. Como infelizmente a literatura de ultramar quase nunca \u00e9 lida na Europa, aconselho-o a publicar tamb\u00e9m aqui, por extenso, em ingl\u00eas ou alem\u00e3o, seu interessante trabalho. Seria grande pena se a ci\u00eancia europeia tivesse de se privar desses trabalhos devido \u00e0s dificuldades de l\u00edngua.\u201d<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Trecho da carta em portugu\u00eas, enviada de Buenos Aires a 20-7-1939 (doc. 69c):<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>\u201cTendo tido ocasi\u00e3o de apreciar o seu valioso trabalho cient\u00edfico, e desejando que seja coroado do melhor \u00eaxito o valor de tal esfor\u00e7o, pe\u00e7o-lhe se digne aceitar as express\u00f5es de minha amizade e incondicional apoio, subscrevendo-me de V. Excia. com a maior considera\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Muito atto.<\/p>\n\n\n\n<p>a) <em>Dr. Landislaus v. Meduna.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Aprecia\u00e7\u00e3o de Krapf<\/em> (doc. n.\u00b0 67)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>A respeito da tese do Autor \u2013 n.\u00b0 51 \u2013 Krapf fez extensa an\u00e1lise no Index de Neurologia y Psiquiatria, de Buenos Aires, que encerra com a seguinte express\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cResumos em franc\u00eas, ingl\u00eas e alem\u00e3o assegurar\u00e3o a esta monografia a repercuss\u00e3o internacional que merece\u201d.<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 Quanto \u00e0s <em>pesquisas em fisiologia cerebral, <\/em>No Illinois Neuro-psychiatric Institue, 1941-1942:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>W. S. McCulloch, o qual orientou as pesquisas do Autor e se encarregou da supervis\u00e3o direta, exprimiu as seguintes considera\u00e7\u00f5es em mais de uma oportunidade:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Em cartas de 11-12-1942 dirigidas respectivamente ao Diretor do Hospital de Juqueri (doc. 68\u00aa) e ao Diretor da Faculdade de Medicina, USP (doc. n.\u00b0 68b), diz McCulloch:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u201cSr. Diretor, Hospital de Juqueri<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>S\u00e3o Paulo, Brasil<\/p>\n\n\n\n<p>Prezado Senhor:<\/p>\n\n\n\n<p>Tenho a honra de comunicar-lhe que o Dr. An\u00edbal Silveira est\u00e1 no momento completando com sucesso mais um ano de trabalho no Laborat\u00f3rio, no qual desenvolveu novas aptid\u00f5es e levou a tal perfei\u00e7\u00e3o a t\u00e9cnica na qual est\u00e1 mais interessado que em suas m\u00e3os ela se comprovar\u00e1 como instrumento \u00fatil para investigar a organiza\u00e7\u00e3o funcional de c\u00e9rebros. Como V. S. certamente se recordar\u00e1, ele veio at\u00e9 n\u00f3s a 7 de novembro de 1941 e provavelmente partir\u00e1 a 25-12-1942.<\/p>\n\n\n\n<p>Desejo exprimir o sentimento, n\u00e3o somente meu, mas de todo o Laborat\u00f3rio, ao dizer que estamos realmente tristes por ele n\u00e3o poder ficar mais tempo entre n\u00f3, pois lhe apreciamos a colabora\u00e7\u00e3o e lhe desfrutamos a amizade. Esperamos todos que ele nos informe de como prosseguir\u00e1 o trabalho experimental e nos fa\u00e7a saber se algum de n\u00f3s lhe poder\u00e1 ser \u00fatil em consegu\u00ed-lo.<\/p>\n\n\n\n<p>Sinceramente seu,<\/p>\n\n\n\n<p>a) <em>Dr. Warren S. McCulloch<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/em>Professor associado de Psiquiatria<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Encarregado de Pesquisas\u201d<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>\u201cSr. Diretor,<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Faculdade de Medicina<\/p>\n\n\n\n<p>Universidade de S\u00e3o Paulo<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o Paulo, Brasil<\/p>\n\n\n\n<p>Prezado Senhor:<\/p>\n\n\n\n<p>O Dr. An\u00edbal Silveira, que aqui chegou a 7 de novembro de 1941, espera deixar o Laborat\u00f3rio a 25 de dezembro de 1942. Tomo a liberdade de enviar-lhe esta mensagem por interm\u00e9dio dele.<\/p>\n\n\n\n<p>Desejo exprimir a gratid\u00e3o de todos os que trabalhamos neste Laborat\u00f3rio e tivemos o prazer de estar relacionados com o Dr. Silveira, pois todos aproveitamos com a estadia dele entre n\u00f3s. Ele teve a oportunidade \u2013 e a aproveitou \u2013 de iniciar novo tipo de investiga\u00e7\u00e3o sobre a organiza\u00e7\u00e3o funcional do c\u00f3rtex, que promete, muito quanto a ulterior desenvolvimento. Espero que ele fa\u00e7a desta, cada vez mais, seu pr\u00f3prio problema e me sentirei honrado se V. S. me comunicar alguma coisa que eu possa fazer doravante para que ele continue as pesquisas. Verificamos desde o come\u00e7o a capacidade mental incomum do Dr. Silveira e foi grande prazer v\u00ea-lo desenvolver as habilidades manuais exigidas pela investiga\u00e7\u00e3o que escolheu. Espero, n\u00e3o por causa dele, mas por nossa causa, que ele disponha de facilidades para continuar esse trabalho no Brasil. Os c\u00e9rebros de alguns dos animais de experi\u00eancia ficar\u00e3o conosco para prepara\u00e7\u00f5es histol\u00f3gicas, as quais enviaremos a ele para estudo. Espero que V. S. avalie quanto lamentamos v\u00ea-lo partir do Laborat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Sinceramente,<\/p>\n\n\n\n<p>a) <em>Dr. W. S. McCulloch<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/em>Professor Associado de Psiquiatria<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Encarregado de Pesquisas\u201d<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>No cap\u00edtulo <em>c\u00f3rtico-cortical connections <\/em>(VIII) do livro editado por P. C. Bucy \u2013 <em>The precentral motor c\u00f3rtex <\/em>(10 do ANEXO V) \u2013 McCulloch alude ao Autor nos seguintes t\u00f3picos (doc. n.\u00b018):<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u201cAgradecimento &#8211; &#8230;; e, finalmente, a C. Goodwin, J. M. Hamilton, E. Roseman, E. W. Davis e A. Silveira, os quais permitiram a inclus\u00e3o de observa\u00e7\u00f5es ainda n\u00e3o publicadas\u201d (pag. 212).<\/li>\n\n\n\n<li>\u201cExiste um segundo processo, at\u00e9 agora n\u00e3o descrito, inventado pelo Sr. Craig Goodwin, da Universidade de Illinois, experimentado pelo Dr. Hugh Garol e o Ser. John Hamilton para termocoagular as camadas profundas do c\u00f3rtex, deixando intactas as superficiais &#8230;levar\u00e1 muito tempo para que possam ser descritas as condi\u00e7\u00f5es exatas para obt\u00ea-lo. Entretanto inesperadamente, o S. Goodwin com Dr. Roseman e o Dr. Silveira obtiveram sucesso em v\u00e1rias ocasi\u00f5es; e, embora comprova\u00e7\u00f5es histol\u00f3gicas adequadas ainda n\u00e3o estejam \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o, as experi\u00eancias deles mostraram que se as camadas mais profundas forem termocoaguladas e alguma das superficiais persistir, esta produzir\u00e1 esp\u00edculas somente negativas-\u00e0-superf\u00edcie\u201d (p\u00e1g. 227).<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>\u201cNo momento atual o <em>Dr. Silveira est\u00e1 estudando <\/em>\u2013 mediante termocoagula\u00e7\u00e3o laminar, estricniniza\u00e7\u00e3o e tra\u00e7ado bioel\u00e9trico \u2013 <em>as camadas do c\u00f3rtex que d\u00e3o origem \u00e0s condi\u00e7\u00f5es c\u00f3rtico-corticais. <\/em>Nesse empreendimento <em>ele j\u00e1 pode indicar que<\/em>, pelo menos de certas \u00e1reas, <em>os impulsos eferentes continuam a ir para outras \u00e1reas corticais<\/em> at\u00e9 que a <em>termocoagula\u00e7\u00e3o <\/em>seja <em>suficientemente profunda para abolir a fase positiva-\u00e0-superf\u00edcie.<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Finalmente, o <em>Dr. Silveira mostrou que se as camadas mais superficiais do c\u00f3rtex forem termocoaguladas v\u00e1rios dias antes da estricniniza\u00e7\u00e3o, a propaga\u00e7\u00e3o <\/em>pode ocorrer a partir da <em>segunda fase positiva-\u00e0-superf\u00edcie,<\/em> mais difusa.\u201d (p\u00e1g. 229. Grifos desta tradu\u00e7\u00e3o.)<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 Sobre as concep\u00e7\u00f5es e o trabalho cl\u00ednico que tem dado a p\u00fablico:<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Conceitos de Mira y L\u00f3pez<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>No <em>Pr\u00f3logo<\/em> em que apresenta a monografia sobre pneumoencefalografia, publicada pelo Autor em colabora\u00e7\u00e3o com C. Pereira da Silva e M. Robortella (n.\u00b082):<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c&#8230;acho justo que seja um estranho ao parnorama da cultura cient\u00edfica brasileira quem as escreva (palavras de apresenta\u00e7\u00e3o). Pois assim tenho perspectiva, neutralidade e independ\u00eancia suficiente para poder chamar \u201curbi et orbi\u201d a aten\u00e7\u00e3o sobre o extraordin\u00e1rio valor do livro que t\u00e3o merecidamente conquistou o galard\u00e3o do Pr\u00eamio \u201cAustrag\u00e9lilo\u201d. (p\u00e1g. 6)<\/p>\n\n\n\n<p>Os AA. Seguiram, precisamente, essa orienta\u00e7\u00e3o, principalmente baseada na doutrina de Kleist, cujo monumental trabalho de sistematiza\u00e7\u00e3o conhecem a fundo e citam com frequ\u00eancia, embora sem aderir demasiado dogmaticamente a ele, pois t\u00eam suficientes reservas para notar um crit\u00e9rio ecl\u00e9tico, integrador das concep\u00e7\u00f5es organicistas e organ\u00edsmicas, aparentemente antin\u00f4micas. Assim \u00e9 que se firmam no conceito de \u201corganiza\u00e7\u00e3o\u201d e \u201creg\u00eancia\u201d perfeitamente equidistante entre as ideias de Kleist e as de Lashley, por exemplo. E nos brindam com quatro quadros originais, de correspond\u00eancia entre sintomas psicol\u00f3gicos e patol\u00f3gicos nas esferas ps\u00edquica e neurol\u00f3gica que, por si s\u00f3s, justificariam o pr\u00eamio outorgado e deveriam figurar, com esquemas did\u00e1ticos de primeira magnitude, em todos os centros de trabalho cl\u00ednico neuropsiqui\u00e1trico.\u201d (p\u00e1g. 6)<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCremos sinceramente achar-nos entre uma obra de import\u00e2ncia internacional, que haver\u00e1 de ser vertida, quando menos, para o idioma ingl\u00eas e que contribuir\u00e1 grandemente para elevar o j\u00e1 crescente prest\u00edgio da neuropsiquiatria brasileira no mundo cient\u00edfico.\u201d (p\u00e1g. 7).<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Julgamentos de Kleist<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Informa\u00e7\u00f5es sobre aprecia\u00e7\u00f5es de Kleist, transmitida por Meduna em carta de 2-6-1939, enviada de Chicago:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u201c&#8230;Levo ao seu conhecimento que a 9 de julho embarcarei no navio \u201cSouthern Princess\u201d, com destino ao Rio. Espero que me seja dado viajar para S\u00e3o Paulo, para a\u00ed realizar duas confer\u00eancias. Ser-me-\u00eda particularmente agrad\u00e1vel se eu tivesse oportunidade de completar nossa velha amizade cient\u00edfica com a amizade pessoal. Se o Sr. tiver ocasi\u00e3o de se comunicar com o Sr. Alfredo Scheibe, Caixa Postal 3943, S\u00e3o Paulo, poder\u00e1 obter dele a data exata da minha chegada.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o h\u00e1 muito quando de minha passagem por Frankfurt am Mani, o Professor Kleist, a quem voto o mais elevado apre\u00e7o, tanto pessoal como cient\u00edfico, manifestou-se em termos particularmente encomi\u00e1ticos acerca da atividade cient\u00edfica de V. S. Foi com grande satisfa\u00e7\u00e3o que ouvi essa refer\u00eancia&#8230;\u201d (doc. 69b).<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>T\u00f3picos da carta de 13-7-1959, em que Kleist agradece dois trabalhos de homenagem do Autor, pelo 80.\u00b0 anivers\u00e1rio (doc. n.\u00b0 66):<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>\u201cO Sr. apresentou no fasc\u00edculo de ARQUIVOS DE NEURO-PSIQUIATRIA, vo. 17, n.\u00b0 2, a mim dedicado, uma exposi\u00e7\u00e3o de tal modo excelente de minhas pesquisas em patologia cerebral e psiqui\u00e1tricas, que lhe devo os maiores agradecimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o conhe\u00e7o pessoa alguma que haja compreendido t\u00e3o completamente o meu modo de trabalho e os resultados de minhas pesquisas como o Sr. Eu seria muito feliz se pud\u00e9ssemos novamente encontrar-nos e exprimir-lhe verbalmente minha satisfa\u00e7\u00e3o e meu agradecimento.\u201d<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li><em>Ju\u00edzo expresso por Ferdinand Morel <\/em>em maio de 1950 (doc. n.\u00b0 71):<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>\u201cBel-Air, 20 de maio de 1950<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCaro confrade e amigo:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cRegressando da assembleia de primavera da Sociedade Su\u00ed\u00e7a de Psiquiatria, tenho o grande prazer de informar-vos que, por proposta minha, fostes nomeado membro correspondente da Sociedade Sui\u00e7a de Psiquiatria.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 a primeira vez que temos a honra de contar um psiquiatra brasileiro no n\u00famero de nossos membros correspondentes. Sinto-me particularmente feliz em que esse membro sejais v\u00f3s, precisamente. Veremos, espero-o, gra\u00e7as a esse novo liame, estreitarem-se as rela\u00e7\u00f5es entre a psiquiatria brasileira e a psiquiatria su\u00ed\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDesejei anunciar-vos eu mesmo essa nomea\u00e7\u00e3o, sem esperar que sejais informado pelo nosso Secret\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cValho-me desta ocasi\u00e3o para lhe enviar minhas mensagens muito amigas e devotadas.\u201d<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"4\" class=\"wp-block-list\">\n<li>A respeito do <em>trabalho em higiene mental:<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><em>Opini\u00e3o de Rees<\/em> (doc. n.\u00b0 73), em 3-12-1960, ap\u00f3s ter visitado a Secretaria de Sa\u00fade P\u00fablica e da Assist\u00eancia Social e tomado contacto com a atividade do Autor:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMeu caro An\u00edbal:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cS\u00f3 agora encontrei oportunidade para me haver com a correspond\u00eancia, e desejo dizer-lhe quanto fiquei satisfeito em v\u00ea-lo novamente e quanto lhe sou grato por ter-me propiciado aquela visita t\u00e3o estimulante e t\u00e3o cheia de interesse, ao Secret\u00e1rio da Sa\u00fade. Fiquei verdadeiramente, muito bem impressionado, e n\u00e3o me admira que o seu interesse seja muito absorvido pelas tarefas nos Centros de Sa\u00fade. \u00c9, em realidade, trabalho preventivo de primeira ordem.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEspero que tenhamos oportunidade de nos encontrarmos novamente algures, de alguma forma.\u201d<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"5\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Com refer\u00eancia ao <em>modo de encarar a prova de Rorschach:<\/em><\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><em>Aprecia\u00e7\u00e3o de Morgenthaler<\/em> em agosto de 1963, a prop\u00f3sito de dois artigos dedicados pelo Autor \u00e0quele pesquisador, quando do 80.\u00b0 anivers\u00e1rio (doc. n.\u00b0 72):<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAgrade\u00e7o-lhe de cora\u00e7\u00e3o! Foi uma grande surpresa, que me alegrou no mais algo grau e sempre me alegra. Fiz logo traduzir o trabalho de anivers\u00e1rio e o li, naturalmente com grande interesse.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c&#8230;Agora, quanto ao trabalho \u201c<em>M\u00e9todo de Rorschach<\/em>\u201d. O Sr. o dedicou a mim, o que tamb\u00e9m me alegra e pelo que de novo lhe agrade\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSobretudo, fiquei impressionado pelo aspecto multilateral e pelo modo de sistematiza\u00e7\u00e3o. O Sr. me parece ser, tamb\u00e9m, francamente poliglota. Acho que o trabalho merece ser traduzido para o alem\u00e3o e publicado em Rorschachiana.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNaturalmente, por\u00e9m, <em>se o Sr. mesmo concordar com isso.<\/em> Com j\u00e1 faz tempo que n\u00e3o sou editor de Rorschachiana, devo falar sobre isso com os Professores Meili e Friedmann e lhe comunicar.\u201d (grifado no original)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>CITA\u00c7\u00c3O DE TRABALHOS<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 MONOGRAFIAS\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>SAMPAIO, G. \u2013 A esteriliza\u00e7\u00e3o eug\u00eanica e a deontologia m\u00e9dica \u2013 S\u00e3o Paulo, SP; 1928.<\/li>\n\n\n\n<li>SILVA, N. T. \u2013 Esquizofrenia. Sua terap\u00eautica pelo m\u00e9todo de von Meduna \u2013 Curitiba, PR; 1938.<\/li>\n\n\n\n<li>RUFFIN, H. \u2013 Sitrnhirnsymptomatologie und Stirnhirnsyndrome \u2013 Fortschr. Neurol. 1:34-84; 1939.<\/li>\n\n\n\n<li>M\u00dcLLER, M. \u2013 Die Insulin-und Cardizaolbehandlung in der Psychiatrie \u2013 Fortschr. Neurol. 11:361-408, 417-486; 1939.<\/li>\n\n\n\n<li>RAM\u00cdREZ MORENO, R. \u2013 Tratamiento de la esquizofrenia \u2013 2.\u00aa Jorn. Panamer., Lima 1:369-416; 1939.<\/li>\n\n\n\n<li>YAHN, M. e PUPO, P. P. \u2013 Estudo cl\u00ednico e neuro-histol\u00f3gico dos comas post-hipoglic\u00eamicos no decurso da insulinoterapia pelo m\u00e9todo de Sakel \u2013 S\u00e3o Paulo; 1940.<\/li>\n\n\n\n<li>SAL U ROSAS, F. \u2013 Contribuci\u00f3n experimental a la patogenia de la epilepsia y de la histeria \u2013 Rev. Neuro-Psiquiatria, Lima 5:450-521; 1942.<\/li>\n\n\n\n<li>McCULLOCH, W. S. \u2013 Cortico-cortical connections \u2013 Chapter VIII (211-242), <em>in <\/em>BUCY, P. C., Ed.: The precentral motor cortex \u2013 Illinois Monographs: Urbana; 1943 \u2013 2<sup>nd<\/sup> ed.; 1949.<\/li>\n\n\n\n<li>BARBOSA, J. T. \u2013 Tratamento de doen\u00e7as nervosas e mentais \u2013 Rio de Janeiro; 1944.<\/li>\n\n\n\n<li>BARAHONA FERNANDES, H. J. \u2013 Considera\u00e7\u00f5es sobre o eletrochoque \u2013 Lisboa; 1947.<\/li>\n\n\n\n<li>WARD Jr, A. A. \u2013 The anterior cingulate gyrus \u2013 Chap. XIV, <em>in <\/em>The Frontal Lobes, 438-445 \u2013 Williams &amp; Wilkins: Baltimore; 1947.<\/li>\n\n\n\n<li>RIECHERT, T. \u2013 Der heutige Stand der Psychochirurgie \u2013 Nervenarzt 20:14-20; 1949.<\/li>\n\n\n\n<li>BONIN, G von \u2013 Architectonics of the precentral motor cortex \u2013 Chapt. II, <em>in <\/em>BUCY, P. C.: The precentral motor cortex \u2013 7-82, 2<sup>nd<\/sup> ed. \u2013 Illinois Monographs: Urbana; 1949<\/li>\n\n\n\n<li>HASSLER, R. \u2013 \u00dcber die anatomischen Grundiagen der Leukotomie \u2013 Fortschr. Neurol. 18:351-367; 1950.<\/li>\n\n\n\n<li>MEYER, A. \u2013 Anatomical lessons from prefrontal leucotomy \u2013 Comptes Redus, Congr. Internat. Psychiatrie, Paris \u2013 III:107-146; 1950.<\/li>\n\n\n\n<li>MONTE SERRAT, P. T. \u2013 Perturba\u00e7\u00f5es da afetividade \u2013 Curitiba, PR: Escola T\u00e9cnica de Curitiba; 1953.<\/li>\n\n\n\n<li>CHOW, K. L and P. J. HUTT \u2013 The \u201cassociation cortex\u201d of <em>Macaca mulatta<\/em>: a review of recent contributions to its anatomy and functions \u2013 Brain 76:625-677; 1953.<\/li>\n\n\n\n<li>MARTUCELLI, C. \u2013 Estudos de sociologia e hist\u00f3ria (p\u00e1gs. 92-124) \u2013 Editora Anhembi: S\u00e3o Paulo; 1957.<\/li>\n\n\n\n<li>DENNY-BROWN, D. \u2013 Motor mechanisms \u2013 <em>in<\/em> FIELD, J. and H. W. MAGOUN: Neurophysiology, vol. II \u2013 Williams &amp; Wilkins: Baltimore, Md; 1960 (Chap XXXII: 781-796).<\/li>\n\n\n\n<li>TERZUOLO, C. A. and H. W. ADEY \u2013 Sensorimotor cortical activities \u2013 <em>in <\/em>FIELD, J and H. W. MAGOUN: Neurophysiology, vol. II \u2013 Williams &amp; Wilkins: Baltimore, Md; 1960 (Chap. XXXII: 797-835).<\/li>\n\n\n\n<li>KAADA, B. R. \u2013 Cingulate, posterior orbital, anterior insular and temporal pole c\u00f3rtex \u2013 <em>in <\/em>FIELD, J and H. W. MAGOUN: Neurophysiology, vol. II \u2013 Williams &amp; Wilkins: Baltimore, Md; 1960 (Chap. LV: 1345-1372)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"2\" class=\"wp-block-list\">\n<li>\u2013 LIVROS<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>BARAHONA FERNANDES, H. J. \u2013 An\u00e1lise cl\u00ednica dos s\u00edndromes hipercin\u00e9ticos \u2013 Lisboa; 1938.<\/li>\n\n\n\n<li>GOMES, H. \u2013 Estudo m\u00e9dico-legal dos esquizofr\u00eanicos insulinizados e cardiazolizados \u2013 Rio de Janeiro; 1939.<\/li>\n\n\n\n<li>MENDON\u00c7A, A. R. \u2013 Novos aspectos na terap\u00eautica da esquizofrenia \u2013 Belo Horizonte, MG; 1939.<\/li>\n\n\n\n<li>SCHNEIDER, C. \u2013 Behandlung und Verh\u00fctung der Geiteskrankheiten \u2013 Springer: Berlin; 1939.<\/li>\n\n\n\n<li>LEWIS, N. D. \u2013 Year Book of Neurology, Psychiatry and Endocrinology \u2013 Year Book Publishers: Chicago; 1940<\/li>\n\n\n\n<li>ROSSETO, O. \u2013 Consulsoterapia e sua aplica\u00e7\u00e3o ao tratamento da coreia \u2013 S\u00e3o Paulo; 1940.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>BASTOS, F. O. \u2013 Convulsoterapia aplicada aos dist\u00farbios mentais n\u00e3o esquizofr\u00eanicos \u2013 S\u00e3o Paulo; 1941.<\/li>\n\n\n\n<li>BALMES, J. P. \u2013 Contribuci\u00f3n al estudio de la terap\u00e9utica convulsivante en las enfermedades mentales \u2013 Salvat: Barcelona; 1941.<\/li>\n\n\n\n<li>PEREIRA, M. \u2013 Morfolog\u00eda constitucional feminina \u2013 S\u00e3o Paulo; 1942.<\/li>\n\n\n\n<li>BUCY, P. C. \u2013 The precentral motor cortex \u2013 Illinois monographs: Chicago; 1943.<\/li>\n\n\n\n<li>CASTRO, A. \u2013 Problemas de neurologia \u2013 Ponzini: S\u00e3o Paulo, 1943.<\/li>\n\n\n\n<li>MIRA Y L\u00d3PEZ, E. \u2013 Manual de Psiquiatria, 2.\u00aaed. \u2013 Ateneo, Buenos Aires; 1943.<\/li>\n\n\n\n<li>MOUCHET, E. \u2013 Nuevos tratamientos de los estados esquizofr\u00e9nicos \u2013 Gil: Buenos Aires; 1943.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>PERNAMBUCANO, J. \u2013 Estudo an\u00e1tomo-cl\u00ednico das atrofias cerebelares \u2013 Recife PE; 1944.<\/li>\n\n\n\n<li>CERQUEIRA, L. \u2013 Psicodiagn\u00f3stico de Roschach \u2013 Salvador, BA; 1945.<\/li>\n\n\n\n<li>ROXO, H. \u2013 Manual de Psiquiatria, 4.\u00aa ed. \u2013 Alves: Rio de Janeiro; 1945.<\/li>\n\n\n\n<li>BONIN, G von and BAILEY, P. \u2013 The neocortex of <em>Macaca mulatta<\/em> \u2013 University of Illinois Press: Urbana; 1947.<\/li>\n\n\n\n<li>McCULLOCH, W. W. <em>et al.<\/em> \u2013 The frontal lobes \u2013 A.R.N.M.D., vol. 27 \u2013 Williams &amp; wilkins: Baltimore; 1947.<\/li>\n\n\n\n<li>BELLAK, L. \u2013 Dementia praecox \u2013 Grune &amp; Stratton: New York; 1948.<\/li>\n\n\n\n<li>HEYGSTER, H. \u2013 Die psychische Symptomatologie bei Stirnhirnl\u00e4sionen \u2013 Hirzel: Leipzig; 1948.<\/li>\n\n\n\n<li>FULTON, J. F. \u2013 Physiology of the nervous system, 3<sup>rd<\/sup> ed. \u2013 Oxford University Press: London, New York, Toronto; 1949.<\/li>\n\n\n\n<li>BONIN, G von \u2013 Essay on the cerebral cortex \u2013 Thomas Springfield; 1950.<\/li>\n\n\n\n<li>CORONEL, C. G. \u2013 El psicodiagn\u00f3stico miokinetico. Su teor\u00eda y su pr\u00e1ctica \u2013 Ateneo: Buenos Aires; 1950.<\/li>\n\n\n\n<li>ARRUDA, J. R. \u2013 Comp\u00eandio de psicologia \u2013 Saraiva: S\u00e3o Paulo; 1951.<\/li>\n\n\n\n<li>YAHN, M, A. M. PIMENTA e SETTE Jr. \u2013 Tratamento cir\u00fargico das mol\u00e9stias mentais (leucotomia) \u2013 Edigraf: S\u00e3o Paulo; 1951.<\/li>\n\n\n\n<li>MIRA Y L\u00d3PEZ, E. \u2013 a) Le psychodiagnostic myokin\u00e9tique \u2013 Centre de Psychologia Appliqu\u00e9e\u00a0: Paris\u00a0; 1951\u00a0; b) El psicodiagnostico miokinetico (trad. Castellana A. M. Galland) \u2013 Paid\u00f3s : Buenos Aires ; 1957.<\/li>\n\n\n\n<li>M\u00dcLLER, M. \u2013 Die k\u00f6rperlichen Behandlungsverfahren in der Psychiatrie \u2013 I. Band: Die Insulinschockbehandlung \u2013 Thieme: Stuttgart; 1952.<\/li>\n\n\n\n<li>BERARDINELLI, W. \u2013 Biotipologia: constitui\u00e7\u00e3o, temperamento, car\u00e1ter, 5.\u00aa ed. \u2013 Alves: Rio; 1952.<\/li>\n\n\n\n<li>ROF CARBALLO, J. \u2013 Cerebro interno y mundo emocional \u2013 Labor: Barcelona; 1952.<\/li>\n\n\n\n<li>SOUSA, C. C. \u2013 O m\u00e9todo de Rorschach \u2013 Editora Nacional: S\u00e3o Paulo; 1953<\/li>\n\n\n\n<li>BARRAQUER-BORDAS, L. \u2013 Fisiologia y cl\u00ednica del sistema l\u00edmbico \u2013 Montalvo: Madrid; 1955<\/li>\n\n\n\n<li>CORNIDE, J. L. \u2013 Anatomia del sistema nervioso, 2.\u00b0 tomo \u2013 Cubanacan: Habana; 1956<\/li>\n\n\n\n<li>PERNETTA, A. B. \u2013 Filosofia Primeira \u2013 Laemmert: Rio; 1957.<\/li>\n\n\n\n<li>MIRA Y L\u00d3PEZ, E. \u2013 Manual de orientaci\u00f3n profesional, 4.\u00b0 vol. \u2013 Kapelusz: Buenos Aires, 1957.<\/li>\n\n\n\n<li>ARMBRUST-FIGUEIREDO, J. \u2013 Contribui\u00e7\u00e3o ao estudo cl\u00ednico da epilepsia temporal \u2013 Escola Paulista de Medicina: S\u00e3o Paulo; 1958.<\/li>\n\n\n\n<li>HUTCHINSON, B. \u2013 Mobilidade e trabalho \u2013 Centro Brasileiro de Pesquisas: Rio de Janeiro, 1960 (Cap. 10, MATUSCHELLI BORI, C.)<\/li>\n\n\n\n<li>HERMANN, G. \u2013 Nuestra Psiquiatria \u2013 Paid\u00f3s: Buenos Aires; 1960.<\/li>\n\n\n\n<li>MORAES PASSOS, A. C. e O. FARINA, eds. \u2013 Aspectos atuais da Hipnologia \u2013 Linogr\u00e1fica Editora: S\u00e3o Paulo; 1961.\u00a0<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"3\" class=\"wp-block-list\">\n<li>RESUMOS E AN\u00c1LISES DE TRABALHOS DO AUTOR<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><em>Revistas brasileiras:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Anais Paulistas de Medicina e Cirurgia<\/li>\n\n\n\n<li>Arquivos de Neuro-Psiquiatria<\/li>\n\n\n\n<li>Gazeta Cl\u00ednica<\/li>\n\n\n\n<li>Revista da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina<\/li>\n\n\n\n<li>Revista de Neurologia e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo<\/li>\n\n\n\n<li>Arquivos da Cl\u00ednica Pinel (Porto Alegre, RS)<\/li>\n\n\n\n<li>Neurobiologia (Recife, PE)<\/li>\n\n\n\n<li>A Folha M\u00e9dica (Rio, GB)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Revistas alem\u00e3s<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Fortschritte der Neurologie und Psychiatrie<\/li>\n\n\n\n<li>Psychiatrisch-neurologische Wochenschrift<\/li>\n\n\n\n<li>Zeitschrift f\u00fcr die gesamte gerichtliche Medizin<\/li>\n\n\n\n<li>Zentralblatt f\u00fcr die gesamte Neurologie und Psychiatrie<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Revistas argentinas<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>El Ateneo<\/li>\n\n\n\n<li>Index de Neurolog\u00eda y Psiquiatr\u00eda<\/li>\n\n\n\n<li>Revista Neurol\u00f3gica de Buenos Aires<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Revista equatoriana:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Archivos de Criminolog\u00eda, Neurolog\u00eda, Psiquiatr\u00eda y Disciplinas Conexas<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Revistas francesas:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Annales M\u00e9dico-Psychologiques<\/li>\n\n\n\n<li>Revue Neurologique<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Revista holandesa:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Excerpta Medica \u2013 Section VIII (Neurology and Psychiatry)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Revista inglesa:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Journal of Mental Science<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Revistas norte-americanas:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>American Journal of Human Genetics<\/li>\n\n\n\n<li>American Journal of Psychiatry<\/li>\n\n\n\n<li>Archives of Neurology and Psychiatry<\/li>\n\n\n\n<li>Journal of the American Medical Association<\/li>\n\n\n\n<li>Journal of Nervous and Mental Diseases<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><em>Revista peruana:<\/em><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Revista de Neuro-Psiquiatria<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>ANEXO VI<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ATIVIDADE PROFISSIONAL E T\u00cdTULOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>An\u00e1tomo-patologista do Hospital de Juqueri, S\u00e3o Paulo, 1931 (12).<\/li>\n\n\n\n<li>Perito forense no Foro da Capital, desde 1932.<\/li>\n\n\n\n<li>Alienista do Hospital de Juqueri, 1932-1935 (12).<\/li>\n\n\n\n<li>M\u00e9dico interno Residente (psiquiatra de tempo integral) do Hospital de Juqueri, 1935-1938 (12)<\/li>\n\n\n\n<li>Psiquiatra do Hospital de Juqueri, 1938-1947 (12).<\/li>\n\n\n\n<li>Chefe de Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica, Departamento Masculino, Hospital de Juqueri, 1947-1951 (15).<\/li>\n\n\n\n<li>Psiquiatra encarregado de Servi\u00e7o de Higiene Mental, Departamento de Sa\u00fade do Estado, desde 1951 (16).<\/li>\n\n\n\n<li>Redator, Revista de Neurologia e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo, 1934 (27).<\/li>\n\n\n\n<li>Membro, Comiss\u00e3o Julgadora do Pr\u00eamio Enjolras Vampr\u00e9, APM, 1940 (28)<\/li>\n\n\n\n<li>Presidente, Departamento de Neuropsiquiatria, Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina, 1941 (28)<\/li>\n\n\n\n<li>Docente-livre de Psiquiatria, Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo, 1941 (20).<\/li>\n\n\n\n<li>Fellow, John Simon Guggenheim, Memorial Foundation (fisiologia do cortex cerebral), 1941-1942 (29)<\/li>\n\n\n\n<li>Research Assistant in Psychiatry, University of Illinois College of Medicine, Chicago, USA, 1942-1943 (21).<\/li>\n\n\n\n<li>Pr\u00eamio \u201cA. Austreg\u00e9lio\u201d, de Neurologia, Academia Nacional de Medicina, Rio, 1945 (30).<\/li>\n\n\n\n<li>Pr\u00eamio \u201cGen. Jo\u00e3o Severiano da Fonseca\u201d, de Medicina Militar, Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina, 1945 (31).<\/li>\n\n\n\n<li>Membro, Comiss\u00e3o de Sele\u00e7\u00e3o, Arquivos da Assist\u00eancia a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, 1946 (32a).<\/li>\n\n\n\n<li>Presidente, Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, S\u00e3o Paulo, SP, 1946 (32a).<\/li>\n\n\n\n<li>Membro da Comiss\u00e3o Nacional para a Revis\u00e3o da Classifica\u00e7\u00e3o Brasileira de Doen\u00e7as Mentais, Rio, 1948 (33).<\/li>\n\n\n\n<li>Membro do Conselho Consultivo, Departamento de Psicologia M\u00e9dica e Medicina Psicossom\u00e1tica, Centro Acad\u00eamico \u201cOswaldo Cruz\u201d, USP, S\u00e3o Paulo, 1949 (34).<\/li>\n\n\n\n<li>Membro da Comiss\u00e3o para Sele\u00e7\u00e3o de Especialistas, Departamento de Neuropsiquiatria, Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina, 1952 (28)<\/li>\n\n\n\n<li>Fundador e orientador inicial, Grupo de Rorschach, Sociedade de Psicologia de S\u00e3o Paulo, 1949.<\/li>\n\n\n\n<li>Representante do Departamento de Sa\u00fade do Estado e do Departamento de Assist\u00eancia a Psicopatas, 2<sup>nd<\/sup> International Congress on Orthopedagogics, Amsterdam, 1949 (35)<\/li>\n\n\n\n<li>Diretor Brasileiro, Section III \u2013 \u201cAnatomophysiologie C\u00e9r\u00e9brale et Biologie\u00a0\u00bb, Congr\u00e8s International de Psychiatrie, Paris, 1950 (32).\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>Pr\u00e9sident de S\u00e9ance, Congr\u00e8s International de Psychiatrie, Paris, 1950 (32).<\/li>\n\n\n\n<li>Delegado Brasileiro, Congr\u00e8s International de Psychiatrie (\u00e9lection pour la S\u00e9ance de Cl\u00f4ture), Paris, 1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Delegado Brasileiro, International Rorschach Committee, Zurich, 1950 (37).<\/li>\n\n\n\n<li>Delegado Brasileiro, 3<sup>rd<\/sup> Annual Meeting, World Federation for the Mental Health, Paris, 1950 (38).<\/li>\n\n\n\n<li>Redator, Revista Latino-Americana de Psiquiatria, Argentina, 1950 (39)<\/li>\n\n\n\n<li>Contributing Editor, International Journal of Group Psychotherapy, USA, 1951 (40).<\/li>\n\n\n\n<li>Delegado Brasileiro, 4<sup>th<\/sup> Annual Meeting, World Federation for Mental Health, M\u00e9xico, 1941 (41).<\/li>\n\n\n\n<li>Member, Editorial Board, Acta Psychotherapeutica, Psychosomatica, Orthopaedagogica, Amsterdam, 1952 (42)<\/li>\n\n\n\n<li>Presidente, Sociedade Rorschach de S\u00e3o Paulo, 1952-1953 (43)<\/li>\n\n\n\n<li>Representante da Sociedade Rorschach de S\u00e3o Paulo, 2<sup>nd<\/sup> International Rorschach Congress, Bern, 1952 (43)<\/li>\n\n\n\n<li>Professor-visitante de Psicopatologia, Faculdade de Filosofia, Ci\u00eancias e Letras, USP, 1954-1957 (24)<\/li>\n\n\n\n<li>Member, Sonsoring Committee, International Congress on Group Psychotherapy, Canada, 1954 (44)<\/li>\n\n\n\n<li>Panel Speaker, International Congress on Group Psychotherapy, Toronto, 1954 (45)<\/li>\n\n\n\n<li>Vice-Presidente, Sociedade Pavlov de Fisiologia e Medicina, S\u00e3o Paulo, 1955<\/li>\n\n\n\n<li>Membro da Comiss\u00e3o Organizadora, 1.\u00b0 Congresso Latino-Americano de Psicoterapia de Grupo, Argentina, 1956 (45)<\/li>\n\n\n\n<li>Membro, Comiss\u00e3o universit\u00e1ria para estudar a funda\u00e7\u00e3o de um Instituto de Gen\u00e9tica Humana, USP, S\u00e3o Paulo, 1956 (16)<\/li>\n\n\n\n<li>Relator Oficial, Simp\u00f3sio da Liga Brasileira contra Epilepsia, Salvador, BA, 1957.<\/li>\n\n\n\n<li>Convidado (1956) para integrar a Banca Examinadora do Concurso \u00e0 C\u00e1tedra de Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica em 1957, Faculdade Nacional de Medicina, Rio GB (46)<\/li>\n\n\n\n<li>Vice-Presidente, Sec\u00e7\u00e3o de Gen\u00e9tica M\u00e9dica, 1.\u00aa Reuni\u00e3o Brasileira de Gen\u00e9tica Humana, Curitiba PR, 1958 (47)<\/li>\n\n\n\n<li>S\u00f3cio honor\u00e1rio, Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, S\u00e3o Paulo, 1959 (48)<\/li>\n\n\n\n<li>Organizador dos Programas de Concurso para Especialistas em Psicologia M\u00e9dica e Psiquiatria. Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina, 1960 (28)<\/li>\n\n\n\n<li>Vice-pr\u00e9sident de S\u00e9ance, 5. Internationaler Kongress f\u00fcr Psychotherapie, Wien, 1961 (49)<\/li>\n\n\n\n<li>Symposium Speaker, 3<sup>rd<\/sup> World Congress of Psychiatry, Montreal, PQ, Canada, 1961 (50)<\/li>\n\n\n\n<li>Member, Collaboratores, Acta Psychotherapeutica et Psychosomatica, Basel, 1963 (51)<\/li>\n\n\n\n<li>Presidente, Instituto Paulista de Parapsicologia, 1963 (52)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>ANEXO VII<\/p>\n\n\n\n<p><strong>SOCIEDADES CIENT\u00cdFICAS PARA AS QUAIS FOI ELEITO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina, Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, S\u00e3o Paulo, 1932 (28)<\/li>\n\n\n\n<li>American Eugenic Society, USA, 1940 (53)<\/li>\n\n\n\n<li>American Orthopsychiatric Association, USA, 1941 (54)<\/li>\n\n\n\n<li>Sociedade de Medicina Legal e Criminologia de S\u00e3o Paulo, 1941<\/li>\n\n\n\n<li>Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, S\u00e3o Paulo, 1942 (32)<\/li>\n\n\n\n<li>American Academy of Political and Social Sciences, USA, 1944 (56)<\/li>\n\n\n\n<li>American Group Psychotherapy Association, USA, 1946 (57)<\/li>\n\n\n\n<li>Nacional Council on Family Relation, USA, 1947 (58)<\/li>\n\n\n\n<li>Sociedade de Psicologia de S\u00e3o Paulo, 1949<\/li>\n\n\n\n<li>Sociedad de Neurolog\u00eda y Psiquiatr\u00eda de Buenos Aires, Rep\u00fablica Argentina (s\u00f3cio correspondente), 1949 (59 <em>a<\/em> e <em>b<\/em>)<\/li>\n\n\n\n<li>International Rorschach Society, Su\u00ed\u00e7a (membro fundador), 1949 (37)<\/li>\n\n\n\n<li>American Society of Human Genetics, USA, 1950 (60)<\/li>\n\n\n\n<li>Soci\u00e9t\u00e9 Suisse de Psychiatrie (membro correspondente), Suisse, 1950 (61)<\/li>\n\n\n\n<li>The Society for Applied Anthropology, USA, 1951 (62)<\/li>\n\n\n\n<li>World Federation for Mental Health (associate member), London, 1952 (63)<\/li>\n\n\n\n<li>Sociedade Rorschach de S\u00e3o Paulo (membro fundador), S\u00e3o Paulo, 1952 (43)<\/li>\n\n\n\n<li>American Association for the Advancement of Science, USA, 1952 (64)<\/li>\n\n\n\n<li>American Genetic Association (corresponding member), USA, 1953 (65)<\/li>\n\n\n\n<li>Sociedade Pavlov de Fisiologia e Medicina, S\u00e3o Paulo, 1955<\/li>\n\n\n\n<li>Sociedade de Higiene Mental e Psiquiatria Infantil, S\u00e3o Paulo, 1956<\/li>\n\n\n\n<li>Sociedade Brasileira de Gen\u00e9tica, 1958<\/li>\n\n\n\n<li>Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia, 1959<\/li>\n\n\n\n<li>Sociedade Paulista de Psicologia e Psicoterapia de Grupo, 1960<\/li>\n\n\n\n<li>Associa\u00e7\u00e3o dos M\u00e9dicos do Servi\u00e7o dos Centros de Sa\u00fade, S\u00e3o Paulo, 1960<\/li>\n\n\n\n<li>Departamento de Psiquiatria, Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina (membro fundador), S\u00e3o Paulo, 1960 (28)<\/li>\n\n\n\n<li>Academia Brasileira de Neurologia, 1962<\/li>\n\n\n\n<li>Instituto Paulista de Parapsicologia, 1963 (52)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>ANEXO VIII<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CONGRESSOS CIENT\u00cdFICOS PARA OS QUAIS CONTRIBUIU<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>1.\u00b0 Congresso Brasileiro de Oftalmologia, S\u00e3o Paulo, 1935 (23)<\/li>\n\n\n\n<li>1.\u00b0 Congresso Paulista de Psicologia, Neurologia e Psiquiatria, S\u00e3o Paulo, 1938 (33, 35)<\/li>\n\n\n\n<li>2.\u00aa Jornada Sul-Americana de Medicina y Especialidades, Montevideo, 1938 (29)<\/li>\n\n\n\n<li>10.\u00b0 Congreso Panamericano de Medicina e Higiene, Bogot\u00e1, 1938 (29)<\/li>\n\n\n\n<li>2.\u00aa Jornada Neuro-Psiqui\u00e1trica Panamericana, Lima, 1939 (40-42)<\/li>\n\n\n\n<li>Annual Meeting, Society for Neurological Physiology, Chicago, 1942 (53, 54)<\/li>\n\n\n\n<li>Congresso, Sociedad de Neurolog\u00eda y Psiquiatr\u00eda de Buenos Aires,1944 (75-78)<\/li>\n\n\n\n<li>1.\u00b0 Congresso M\u00e9dico-Social Brasileiro, S\u00e3o Paulo, 1945 (79-81)<\/li>\n\n\n\n<li>1.\u00b0 Congresso Inter-Americano de Medicina, Rio, 1946 (147)<\/li>\n\n\n\n<li>International Conference on Psychosurgery, Lisboa, 1948 (187, 188)<\/li>\n\n\n\n<li>International Congress on Mental Health, London, 1948 (189)<\/li>\n\n\n\n<li>5.\u00b0 Congresso Brasileiro de Psiquiatria, Neurologia, Medicina Legal, Rio, 1948 (190-198)<\/li>\n\n\n\n<li>2<sup>nd<\/sup> International Congress for the Education of Maladjusted Children, Amsterdam, 1949 (203)<\/li>\n\n\n\n<li>International Rorschach Meeting, Z\u00fcrich, 1949 (204-206)<\/li>\n\n\n\n<li>Third Annual Meeting, Word Federation for Mental Health, Paris, 1950 (224)<\/li>\n\n\n\n<li>2<sup>eme<\/sup> Congr\u00e8s International de Criminologie, Paris, 1950 (225)<\/li>\n\n\n\n<li>Congr\u00e8s International de Psychiatrie, Paris, 1950 (226-235)<\/li>\n\n\n\n<li>4.\u00b0 Congresso Sul-Americano de Neurocirurgia, Porto Alegre, RS, 1951 (240)<\/li>\n\n\n\n<li>3.\u00aa Jornada Brasileira de Radiologia, Rio DF, 1951 (243)<\/li>\n\n\n\n<li>Fifth Annual Meeting, World Federation for Mental Health, Bruxelles, 1952 (257)<\/li>\n\n\n\n<li>2<sup>nd<\/sup> International Rorschach Congress, Bern, 1952 (258)<\/li>\n\n\n\n<li>10.\u00b0 Congresso Brasileiro de Higiene. Belo Horizonte, MG, 1952 (259)<\/li>\n\n\n\n<li>1.\u00b0 Congresso Latino-Americano de Psicologia, Curitiba PR, 1953 (301, 302)<\/li>\n\n\n\n<li>1.\u00b0 Congresso Latino-Americano de Sa\u00fade Mental, S\u00e3o Paulo SP, 1954 (Discuss\u00e3o em Mesa Redonda)<\/li>\n\n\n\n<li>International Congress on Group Psychotherapy, Toronto, 1954 (307)<\/li>\n\n\n\n<li>1<sup>st<\/sup> International Congress on Human Genetics, Copenhague, 1956 (316)<\/li>\n\n\n\n<li>Simp\u00f3sio da Liga Brasileira contra a Epilepsia, Salvador BA, 1957 (323)<\/li>\n\n\n\n<li>9.\u00aa Reuni\u00e3o Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia, Rio, 1957 (334)<\/li>\n\n\n\n<li>4<sup>\u00e8me<\/sup> Congr\u00e8s International Rorschach, Bruxelles, 1958 (350)<\/li>\n\n\n\n<li>1.\u00aa Reuni\u00e3o Brasileira de Gen\u00e9tica Humana, Curitiba PR, 1958 (355, 356)<\/li>\n\n\n\n<li>1.\u00b0 Congreso Peruano de Neuropsiquiatr\u00eda, Lima, 1958 (353)<\/li>\n\n\n\n<li>1.\u00b0 Simp\u00f3sio Sul-Americano de Gen\u00e9tica, S\u00e3o Paulo SP, 1960 (364)<\/li>\n\n\n\n<li>12.\u00aa Reuni\u00e3o Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia, Piracicaba, SP, 1960 (368)<\/li>\n\n\n\n<li>Symposium on Endogenous Psychoses, 3<sup>rd<\/sup> World Congress of Psychiatry, Montreal, 1961 (394)<\/li>\n\n\n\n<li>13.\u00aa Reuni\u00e3o Annual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia, Po\u00e7os de Caldas, MG, 1961 (402)<\/li>\n\n\n\n<li>Internationaler Kongress f\u00fcr Psychotherapie, Wien, 1961 (403)<\/li>\n\n\n\n<li>14.\u00aa Reuni\u00e3o Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia, Curitiba PR, 1962 (413)<\/li>\n\n\n\n<li>6.\u00b0 Congresso Nacional de Neurologia, Psiquiatria e Higiene Mental, Belo Horizonte MG, 1962 (416)<\/li>\n\n\n\n<li>1.\u00aa Reuni\u00e3o Anual, Academia Brasileira de Neurologia, Curitiba PR, 1963 (420)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>ANEXO IX<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TRABALHOS NEUROPSIQUI\u00c1TRICOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(PUBLICA\u00c7\u00d5ES, COMUNICA\u00c7\u00d5ES, CONFER\u00caNCIAS)<\/p>\n\n\n\n<p>No campo da investiga\u00e7\u00e3o neuropsiquiatria, quer terap\u00eautica, quer an\u00e1tomo-cl\u00ednica, nossos esfor\u00e7os t\u00eam visado sempre a patologia cerebral, procurando estabelecer as correla\u00e7\u00f5es entre altera\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas focais e desordens ps\u00edquicas locais ou originadas \u00e0 dist\u00e2ncia, e ao mesmo tempo tentando esclarecer a din\u00e2mica do c\u00e9rebro. Procuramos sempre frisar a solidariedade entre os planos estrutural, din\u00e2mico e subjetivo da personalidade humana na exterioriza\u00e7\u00e3o dos quadros m\u00f3rbidos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 essa a orienta\u00e7\u00e3o que temos empregado no estudo das altera\u00e7\u00f5es cerebrais n\u00e3o cong\u00eanitas; e assim, ao que saibamos pela primeira vez na literatura, pudemos demonstrar \u2013 por meio da pneumoencefalografia \u2013 altera\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas <em>in vivo<\/em> em pacientes com o s\u00edndromo psiqui\u00e1trico do lobo frontal; pelo mesmo processo e tamb\u00e9m, segundo supomos, pela primeira vez na literatura chegamos a identificar o s\u00edndromo do lobo frontal consequente a les\u00f5es distantes, situados na zona parieto-temporal; ainda dessa forma estamos procurando isolar o s\u00edndromo psiqui\u00e1trico correspondente \u00e0 zona parieto-temporal, para o que estamos reunindo observa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e anat\u00f4micas pessoais concludentes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O emprego da pneumoencefalografia como recurso \u201clocalizat\u00f3rio\u201d e a interpreta\u00e7\u00e3o dela sob esse aspecto \u2013 isto \u00e9, controlada pelos dados psiqui\u00e1tricos \u201cfocais\u201d, pelos neurol\u00f3gicos e pelos experimentais \u2013 constituem orienta\u00e7\u00e3o original. Utilizando tal orienta\u00e7\u00e3o nos nossos pacientes obtivemos resultados interessantes n\u00e3o somente nos esquizofr\u00eanicos, como tamb\u00e9m em doentes com les\u00f5es anat\u00f4micas do enc\u00e9falo e sobretudo em casos em que havia indica\u00e7\u00e3o para interven\u00e7\u00e3o operat\u00f3ria no c\u00e9rebro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esse modo de encarar a patologia cerebral, articulando os dados anat\u00f4micos, fisiol\u00f3gicos, psicol\u00f3gicos e filogen\u00e9ticos temos aplicado com finalidade pr\u00e1tica no estudo dos m\u00e9todos mais recentes para o tratamento da esquizofrenia \u2013 e o de Meduna e o de Sakel; investigamos assim n\u00e3o s\u00f3 o mecanismo de a\u00e7\u00e3o desses processos, mas tamb\u00e9m as indica\u00e7\u00f5es para a escolha do m\u00e9todo mais adequado; e chegamos, neste particular, a conclus\u00f5es mais precisas que as que se conheciam nas publica\u00e7\u00f5es americanas e europeias. Temo-nos esfor\u00e7ado por apurar as diferentes causas que falseiam os resultados destes m\u00e9todos terap\u00eauticos, apontando fatos que ainda n\u00e3o foram satisfatoriamente focalizados pelos diversos autores. Tanto quanto podemos avaliar pela bibliografia mundial de que dispomos, acreditamos ter primazia no estudo apurado do biotipo como fator nas remiss\u00f5es terap\u00eauticas, na sistematiza\u00e7\u00e3o dos fen\u00f4menos motores e vegetativos do tratamento convulsivante e principalmente da psicopatologia deste processo, para o que nos valemos de filmes cinematogr\u00e1ficos; isolamos v\u00e1rios tipos motores e arrolamos diversos dist\u00farbios perceptivos, com significa\u00e7\u00e3o para o progn\u00f3stico.<\/p>\n\n\n\n<p>No dom\u00ednio da semiologia fomos dos primeiros autores brasileiros a publicar estudos sobre o automatismo mental de Cl\u00e9rambault (o 1.\u00b0 trabalho que conhecemos \u00e9 de Teixeira Lima e Guerner, apresentado pouco antes do nosso mas at\u00e9 agora in\u00e9dito), com documenta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica em 29 casos pessoais; quanto \u00e0s psicoses toxi-infecciosas fomos, que saibamos, o primeiro no Brasil a estudar as encefalites psic\u00f3ticas de Marchand; e, em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. J. B. dos Reis \u2013 assistente de laborat\u00f3rio do Hospital de Juqueri \u2013 o primeiro na literatura que estudou em bases precisas e de modo sistem\u00e1tico grupos de altera\u00e7\u00f5es liqu\u00f3ricas globais em doentes com encefalite t\u00f3xi-infeciosa, t\u00f3xica, ou com amolecimento cerebral em fase aguda.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o os seguintes os trabalhos, com orienta\u00e7\u00e3o neuropsiqui\u00e1trica, de nossa autoria:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Eugenismo do abor\u00edgene \u2013 Correio Paulistano (S\u00e3o Paulo) 10-1-1927<\/li>\n\n\n\n<li>Higiene e eugenia \u00e0 luz da moral \u2013 Gaz. Clin. (S\u00e3o Paulo) 26:180-191; 1928<\/li>\n\n\n\n<li>De eugenia \u2013 Correio Paulistano (S\u00e3o Paulo) 8, 15, 25, 29-2; 9. 15-3-1928<\/li>\n\n\n\n<li>Bases fisiol\u00f3gicas da fisicultora \u2013 Ver. Med. (S\u00e3o Paulo) 12: 330-338; 1927.<\/li>\n\n\n\n<li>Educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica \u2013 265 p\u00e1gs (S\u00e3o Paulo), Ed. A. Tisi; 1929 (ver Caps. VI, VII, XI, XII, parte segunda, sobre higiene mental e eugenia).<\/li>\n\n\n\n<li>Do ambulat\u00f3rio de higiene mental. Colabora\u00e7\u00e3o na campanha social \u2013 Bol. Hig. Mental (S\u00e3o Paulo) 23:2-5; 1930.<\/li>\n\n\n\n<li>Assist\u00eancia geral aos psicopatas \u2013 Bol. Hig. Mental (S\u00e3o Paulo) 25:1; 1931.<\/li>\n\n\n\n<li>Reeduca\u00e7\u00e3o de doentes mentais \u2013 Bol. Hig. Mental (S\u00e3o Paulo) 25:2; 1931.<\/li>\n\n\n\n<li>Esporte e Higiene Mental \u2013 Bol Hig. Mental (S\u00e3o Paulo) 25:3-4; 1931.<\/li>\n\n\n\n<li>Da cl\u00ednica psiqui\u00e1trica e do ambulat\u00f3rio de higiene mental \u2013 83 p\u00e1gs. Tese de doutoramento (S\u00e3o Paulo) Fac. Med.: 1931.<\/li>\n\n\n\n<li>S\u00edndromo do lobo frontal \u2013 S\u00e3o Paulo Med. (S\u00e3o Paulo) 7, vol. I:167-183: 134.<\/li>\n\n\n\n<li>As fun\u00e7\u00f5es do lobo frontal \u2013 Rev. Neurol. Psiquiatria S\u00e3o Paulo (S\u00e3o Paulo) 196-228; 1935.<\/li>\n\n\n\n<li>S\u00edndromo de automatismo mental de Cl\u00e9rambault \u2013 Rev. Neurol. Psiquiatria S\u00e3o Paulo (S\u00e3o Paulo) 1:374-382; 1935.<\/li>\n\n\n\n<li>S\u00edndromo de automatismo mental de Cl\u00e9rambault. Observa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e coment\u00e1rios \u2013 Rev. Neurol. Psiquiatria S\u00e3o Paulo (S\u00e3o Paulo) 2:1-31; 1936.<\/li>\n\n\n\n<li>Homic\u00eddio como rea\u00e7\u00e3o psicop\u00e1tica em uma septuagen\u00e1ria com les\u00e3o cerebral org\u00e2nica. Diagn\u00f3stico diferencial e conclus\u00f5es m\u00e9dico-legais \u2013 Rev. Neurol. Psiquiatria S\u00e3o Paulo (S\u00e3o Paulo) 2: 128-134; 1936 (c\/ L. P. Toledo)<\/li>\n\n\n\n<li>Rea\u00e7\u00e3o antissocial (fratric\u00eddio) prodr\u00f4mica de encefalite. Diagn\u00f3stico diferencial. Considera\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas de ordem localizat\u00f3ria. Conclus\u00f5es m\u00e9dico-legais<em> \u2013 <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. J. de Andrade Silva Jr.) \u2013 Rev. de Neurol. e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo, <em>2,<\/em> p\u00e1gs. 246-257, 1936.<\/li>\n\n\n\n<li>Valor semiol\u00f3gico do automatismo mental de Cl\u00e9rambault. Coment\u00e1rios em torno de alguns casos pessoais<em> \u2013 <\/em>S\u00e3o Paulo M\u00e9d., <em>9<\/em>, vol. II, p\u00e1gs. 67-80, 1936. (17)<\/li>\n\n\n\n<li>Catalepsia peri\u00f3dica concomitante a fen\u00f4menos de automatismo mental e dist\u00farbios neurovegetativos epis\u00f3dicos<em> <\/em>(Observa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, com apresenta\u00e7\u00e3o de doente) \u2013 Reuni\u00e3o neuropsiqui\u00e1trica do Hospital de Juqueri, 6-6-1936.<\/li>\n\n\n\n<li>Tumor cerebral em menina de 7 anos<em> <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com os Drs. Vicente Batista da Silva, A. Mattos Pimenta e P. Pinto Pupo) \u2013 Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Pediatria, reuni\u00e3o de 19-6-1936.<\/li>\n\n\n\n<li>Encefalites \u201cpsic\u00f3ticas\u201d de Marchand. A prop\u00f3sito de um caso m\u00e9dico-legal<em> \u2013 <\/em>bibliografia \u2013 11 p\u00e1gs. \u2013 A Folha M\u00e9d., Rio de Janeiro, 5-10-1936. (20)<\/li>\n\n\n\n<li>Teoria das fun\u00e7\u00f5es cerebrais segundo Augusto Comte. Apanhado geral<em> \u2013 <\/em>Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 5-11-1936.<\/li>\n\n\n\n<li>Tumor cerebral da fossa anterior (meningioma paramediano) em doente sexagen\u00e1rio. Observa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e anat\u00f4mica<em> \u2013 <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. P. Pinto Pupo) \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>I,<\/em> p\u00e1gs. 57-76, 1936. (22)<\/li>\n\n\n\n<li>Tumor do \u00e2ngulo pontocerebelar com estase papilar tardia<em> \u2013 <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. G. Junqueira Franco) \u2013 7 figs. \u2013 2 pranchas estereosc\u00f3picas \u2013 bibliografia \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>1<\/em>, p\u00e1gs. 77-89, 1936. (23)<\/li>\n\n\n\n<li>Campos arquitet\u00f4nicos do lobo frontal e fun\u00e7\u00f5es da intelig\u00eancia. Resumo an\u00e1tomo-fisiol\u00f3gico cr\u00edtico. Ensaio cl\u00ednico baseado em observa\u00e7\u00f5es pessoais<em> \u2013 <\/em>26 figs. 1 em cores \u2013 bibliografia \u2013 Rev. de Neurol. e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo, <em>3<\/em>, p\u00e1gs. 131-161, 1937. (24)<\/li>\n\n\n\n<li>Les\u00f5es casuais e les\u00f5es sistem\u00e1ticas do c\u00e9rebro nas doen\u00e7as mentais<em> \u2013 <\/em>40 figs. \u2013 bibliografia \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>2<\/em>, p\u00e1gs. 191-217, 1937. (25)<\/li>\n\n\n\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o tratamento convulsivante nos esquizofr\u00eanicos \u2013 I: Tentativa de explica\u00e7\u00e3o para os resultados<em>. \u2013 <\/em>2 figs. \u2013 bibliografia \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>2<\/em>, 391-450, 1937. (26)<\/li>\n\n\n\n<li>Das leis est\u00e1ticas e din\u00e2micas da intelig\u00eancia. Aplica\u00e7\u00e3o \u00e0 patologia mental<em> <\/em>\u2013 bibliografia \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>2<\/em>, 571-582, 1937. (27)<\/li>\n\n\n\n<li>Pervers\u00e3o de instintos e do car\u00e1ter, consequente a encefalite epid\u00eamica na inf\u00e2ncia. Homic\u00eddio. Considera\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas de ordem localizat\u00f3ria. Conclus\u00f5es m\u00e9dico-legais<em> \u2013 <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. Luiz Pinto de Toledo) \u2013 1 fig. \u2013 bibliografia \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>3<\/em>, p\u00e1gs. 31-52, 1938. (28)<\/li>\n\n\n\n<li>Diretrizes para a escolha entre o coma insul\u00ednico e o choque convulsivante no tratamento de esquizofr\u00eanicos \u2013 Contribui\u00e7\u00e3o cl\u00ednica pessoal<em> \u2013 <\/em>Jorn. Sul-amer. de Medicina e Especialidades. \u2013 Bibliografia \u2013 Arq. Assist. a Psicopatas, S\u00e3o Paulo, <em>3<\/em>, p\u00e1gs. 53-65, 1938. (29)<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<ol start=\"30\" class=\"wp-block-list\">\n<li>Doen\u00e7a de Alzheimer sob a forma de apraxia construtiva, alexia, agrafia e amn\u00e9sia verbal (observa\u00e7\u00e3o cl\u00ednica pessoal) Etiopatogenia dos sintomas \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Paulista Med. Dep. Neuropsiquiatria, 5-2-1936.<\/li>\n\n\n\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o tratamento convulsivante nos esquizofr\u00eanicos: II \u2013 Modalidades do acesso provocado. An\u00e1lise das observa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas pessoais \u00e0 luz da patologia cerebral \u2013 Assoc. Paulista Med. Dep. Neuro-Psiquiatria, 5-4-1938.<\/li>\n\n\n\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o tratamento convulsivante nos esquizofr\u00eanicos: III \u2013 Dist\u00farbios da percep\u00e7\u00e3o e da express\u00e3o desencadeados pelo choque convulsivante \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Neuro-Psiquiatria.<\/li>\n\n\n\n<li>Import\u00e2ncia das concep\u00e7\u00f5es localizat\u00f3ria para a neuropsiquiatria e particularmente para a interven\u00e7\u00e3o no c\u00e9rebro \u2013 1.\u00b0 Congresso Paulista Neurol. Psiquiatria, S\u00e3o Paulo, 27-7-1938. Rev. Neurol. Psiquiatria S\u00e3o Paulo (S\u00e3o Paulo):154; 1938.<\/li>\n\n\n\n<li>Tratamentos modernos nos esquizofr\u00eanicos, em compara\u00e7\u00e3o com os m\u00e9todos de rotina. Resultados estat\u00edsticos em duzentos casos pessoais. Neurobiol. (Recife) 1:327-342; 1938.<\/li>\n\n\n\n<li>Altera\u00e7\u00f5es n\u00e3o meta-lu\u00e9ticas do l\u00edquido c\u00e9falo-raquidiano em doentes mentais. Ensaio de sistematiza\u00e7\u00e3o cl\u00ednica \u2013 (em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. J. Be. Dos Reis) \u2013 I. Congr. Paulista de Neurol., Psicol. Psiquiatria, Endocrinol., etc., S\u00e3o Paulo, 27-7-1938 \u2013 1 tabela \u2013 bibliografia \u2013 51 p\u00e1gs. \u2013 Brasil-M\u00e9d., <em>53<\/em>, n.\u00bas 15, 16 e 17, de 8, 15 e 22 de abril, 1930. (35)<\/li>\n\n\n\n<li>Valor dos sinais neurops\u00edquicos para o diagn\u00f3stico topogr\u00e1fico das les\u00f5es cerebrais em foco. Observa\u00e7\u00e3o pessoal, cl\u00ednica e anat\u00f4mica \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Neuro-Psiquiatria, 5-11-1938.<\/li>\n\n\n\n<li>Pelos m\u00e9todos de von Meduna e de Sakel, mas contra a aplica\u00e7\u00e3o deles como tratamento inicial<em> \u2013 <\/em>Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 5-12-1938.<\/li>\n\n\n\n<li>Influ\u00eancia real do tratamento convulsivante sobre o psiquismo esquizofr\u00eanico. Tr\u00eas casos de aparente recidiva \u2013 Assoc. Paulista de Med., Dep. Neuro-Psiquiatria, 6-2-1939.<\/li>\n\n\n\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o tratamento convulsivante nos esquizofr\u00eanicos \u2013 IV: Fen\u00f4menos neurovegetativos no acesso provocado<em> \u2013 <\/em>Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 5-4-1939.<\/li>\n\n\n\n<li>Ensaio de psicopatologia no choque convulsivante. Aplica\u00e7\u00f5es de import\u00e2ncia pr\u00e1tica imediata \u2013 2.\u00aa Reun. Jorn. Neuro-Psiquiat. Panamer. Tomo II:578-586; 1939.<\/li>\n\n\n\n<li>Estudos biotipol\u00f3gicos em esquizofr\u00eanicos tratados pelo m\u00e9todo de von Meduna<em> \u2013 <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. Coriolano R. Alves) \u2013 2\u00aa Jorn. Neuro-psiqui\u00e1tr. Panamer., Lima, mar\u00e7o de 1939 \u2013 5 figs. \u2013 2 tabelas \u2013 bibliografia \u2013 Neurobiologia (Recife), <em>2, <\/em>p\u00e1gs. 155-169, 1939.<\/li>\n\n\n\n<li>Einige Fehlerquellen, die sich bei den modernen Schizophreniebehandlungen vermeiden lossen<em> \u2013 <\/em>bibliografia \u2013 Allgemaine Zeitschrift f\u00fcr Psychiatrie, <em>114<\/em>, p\u00e1gs. 125-139, 1940. (42)<\/li>\n\n\n\n<li>Behandlung Schizophrener mittels Insulins \u2013 oder Konsulsions-shocks? Klinischer Beitrag f\u00fcr die Auswahl der Kranken.<em> \u2013 <\/em>bibliografia \u2013 Zeitschrift f\u00fcr die gesamte Neurol. Und Psychiatrie, <em>166<\/em>, p\u00e1gs. 604-622, 1939.<\/li>\n\n\n\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o tratamento convulsivante nos esquizofr\u00eanicos: V \u2013 O fator biotipol\u00f3gico em confronto com os demais<em> \u2013 <\/em>(em colabora\u00e7\u00e3o com o Dr. Coriolano R. Alves) \u2013 Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 24-1-1940.<\/li>\n\n\n\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o estudo do automatismo mental. O \u201ceco\u201d neurol\u00f3gico e o \u201ceco\u201d ps\u00edquico<em> \u2013 <\/em>Assoc. Paulista de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 15-2-1940.<\/li>\n\n\n\n<li>Les\u00f5es prov\u00e1veis do estriado. Apresenta\u00e7\u00e3o de doentes \u2013 Reun. Hosp. Juqueri, 15-3-1940.<\/li>\n\n\n\n<li>A idade como fator patopl\u00e1stico em doentes mentais. Casos cl\u00ednicos e anat\u00f4micos pessoais<em> \u2013 <\/em>Reuni\u00e3o Neuro-psiqui\u00e1tr. do Hospital de Juqueri, 15-5-1940.<\/li>\n\n\n\n<li>S\u00edndromo extrapiramidal fili\u00e1vel \u00e0 automatose. Apresenta\u00e7\u00e3o de doentes \u2013 Reun. Hosp. Jqueri, 15-9-1940<\/li>\n\n\n\n<li>Conceitos de esquizofrenia. Casos cl\u00ednicos pessoais<em> \u2013 <\/em>Reuni\u00e3o Neuro-psiqui\u00e1tr. do Hospital de Juqueri. 15-10-1940.<\/li>\n\n\n\n<li>\u201cPsicoses degenerativas\u201d. \u201cEstados crepusculares epis\u00f3dicos\u201d (Kleist). Cinco observa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas pessoais.<em> <\/em>\u2013 Assoc. Paulistas de Med., Sec\u00e7\u00e3o de Neuropsiquiatria, reuni\u00e3o de 5-11-1940.<\/li>\n\n\n\n<li>O m\u00e9todo de Meduna em esquizofr\u00eanicos cr\u00f4nicos \u2013 Tese de doc\u00eancia-livre, 150 p\u00e1gs. (S\u00e3o Paulo); Fac. Med.; 1941.<\/li>\n\n\n\n<li>Paranoia. Nosografia, cl\u00ednica, medicina legal \u2013 Aula Fac. Med. S\u00e3o Paulo, 6-31941<\/li>\n\n\n\n<li>On signs of cortical potentials \u2013 Soc. Neurol. Physiology, annual meeting, Chicago, 3-6-1942 (c\/ C. Goodwin)<\/li>\n\n\n\n<li>Effects of thermocoagulation on cortical potentials \u2013 Soc. Neurol. Physiology, Chicago, 24-12-1942 (c\/ C. Goodwin e W. S. McCulloch).<\/li>\n\n\n\n<li>Orienta\u00e7\u00e3o da neuropsiquiatria em Chicago \u2013 Assoc. Paulista Med. Dep. Neuro-Psiquiatria, 19-3-1943.<\/li>\n\n\n\n<li>O eletroencefalograma em cl\u00ednica e na experimenta\u00e7\u00e3o \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 14-5-1943<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia da percep\u00e7\u00e3o \u2013 Curso de Psiquiatria, Hosp. Juqueri, 11-6-1943.<\/li>\n\n\n\n<li>O eletroencefalograma em neuropsiquiatria. Valor diagn\u00f3stico e indica\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Neuro-Psiquiatria, 19-7-1943.<\/li>\n\n\n\n<li>Notas sobre a atividade el\u00e9trica do c\u00e9rebro, especialmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 eclampsia \u2013 Confer\u00eancia, Serv. Prof. Briquet, S\u00e3o Paulo, 12-7-1943.<\/li>\n\n\n\n<li>A classifica\u00e7\u00e3o nacional das doen\u00e7as mentais. Sugest\u00f5es para a revis\u00e3o. Arq. Assist. Psicopatas S\u00e3o Paulo 9:73-106; 1944 (Reun. Hosp. Juqueri, 30-7-1943)<\/li>\n\n\n\n<li>Psicose Man\u00edaco-depressiva \u2013 Curso de Psiquiatria, Hosp. Juqueri, 20-8-1943.<\/li>\n\n\n\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para os s\u00edmbolos e o protocolo no m\u00e9todo de Rorschach \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Neuro-Psiquiatria, 8-10-1943.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicodiagn\u00f3stico de Rorschach. Algumas notas pr\u00e1ticas \u2013 Confer\u00eancia. Soc. De Neurol. e Psiquiatria, Belo Horizonte, MG, 12-10-1943.<\/li>\n\n\n\n<li>Encefalite epid\u00eamica \u2013 Curso de Psiquiatria, Hosp. Juqueri, 22-10-1943.<\/li>\n\n\n\n<li>Diagn\u00f3stico diferencial nas psicoses senis e pr\u00e9-senis. Contribui\u00e7\u00e3o para o tema oficial \u2013 3.\u00aa Jorn. Neuropsiq. Panamer., 31-10-1943.<\/li>\n\n\n\n<li>Respostas sobre \u201cclaro-escuro\u201d e perspectiva, no m\u00e9todo de Rorschach \u2013 3.\u00aa Reun. Jorn Neuro-Psiquiat. Panamer., 31-10-1943.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoses Degenerativas (Kleist). Considera\u00e7\u00f5es sobre cinco novos casos \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 22-12-1943.<\/li>\n\n\n\n<li>Afasia de tipo particular em paciente de \u201cdoen\u00e7a de Alzheimer\u201d \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 21-1-1944.<\/li>\n\n\n\n<li>Heredologia no dom\u00ednio das doen\u00e7as mentais \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 22-4-1944.<\/li>\n\n\n\n<li>Functional organization of the cortex of primates \u2013 Jorn. Neurophysiol. 7:51-56; 1944 (colab. Com P. Bailey, G. von Bonin, E. Davis, H. Garo, W. S. McCulloch e E. Roseman).<\/li>\n\n\n\n<li>Aproveitamento de inaptos em servi\u00e7os auxiliares de guerra. Sele\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica, de acordo com as aptid\u00f5es. \u2013 Curso de Psiquiatria de Guerra, S\u00e3o Paulo, 2-5-1944 \u2013 Imprensa M\u00e9dica (Rio) 21:39-47; 1945<\/li>\n\n\n\n<li>O problema das psicoses infecciosas em tempo de guerra \u2013 Curso de Psiquiatria de Guerra, S\u00e3o Paulo, 12-5-1944 \u2013 Imprensa (Rio) 21:50-56; 1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Sugest\u00f5es para a classifica\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica brasileira \u2013 Env. Ao Dep. Nac. Doen\u00e7as Mentais, Rio, em 15-6-1944 (c\/ M. Robortella e O. Barini).<\/li>\n\n\n\n<li>Pervers\u00e3o sexual. Hipertireoidismo. Homic\u00eddio. Considera\u00e7\u00f5es m\u00e9dico-legais \u2013 C. Est. For\u00e7a Policial, S\u00e3o Paulo, 16-6-1944 (c\/ O. Barini)<\/li>\n\n\n\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para o conceito \u201corganol\u00f3gico\u201d em psiquiatria \u2013 Congr. Soc. Neurol. Psiquiat., Buenos Aires, 12-11-1944.<\/li>\n\n\n\n<li>Import\u00e2ncia dos feixes intracerebrais para o dinamismo psicopatol\u00f3gico \u2013 Congres. Soc. Neurol. Psiquiat. Buenos Aires, 12-11-1944 (c\/ A. M. Pimenta)<\/li>\n\n\n\n<li>\u201cSinais de Piotrowski\u201d em pacientes com traumatismo craniano fechado \u2013 Congrs. Soc. Neurol. Psiquiat. Buenos Aires \u2013 12-11-1944.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicodiagn\u00f3stico de Rorschach e tipo som\u00e1tico comparados num mesmo grupo de doentes mentais \u2013 Soc. Neurol. Psiquiat. Buenos Aires 12-11-1944 (c\/ C. R. Alves e M. Robortella)<\/li>\n\n\n\n<li>O problema da assist\u00eancia p\u00fablica ao doente mental \u2013 1.\u00b0 Cong. M\u00e9dico Social Bras. S\u00e3o Paulo, 15-3-1945 \u2013 Arq. Assist. Psicopatas, S\u00e3o Paulo 12:277-285, 1947.<\/li>\n\n\n\n<li>O exame m\u00e9dico pr\u00e9-nupcial pelo prisma da eugenia \u2013 1.\u00b0 Congr. M\u00e9dico-Social Bras., S\u00e3 Paulo, 17-3-1945 \u2013 Rev. Bras. Med. P\u00fablica (Rio): 1:39-47; 1945<\/li>\n\n\n\n<li>O papel e a situa\u00e7\u00e3o do psiquiatra nos hospitais do Estado \u2013 1.\u00b0 Congr. M\u00e9dico Social Brasileiro, S\u00e3o Paulo, 19-3-1945 \u2013 Arq. Assist. Psicopatas, S\u00e3o Paulo, 12:287-292; 1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o para a semiologia psiqui\u00e1trica: a pneumoencefalografia \u2013 16 tabelas, 1 quadro e 94 figuras \u2013 Pr\u00eamio Austreg\u00e9silo, Ac. Nac. Med. (Rio) 30-4-1945 (c\/ M. Robortella e C. P. da Silva) \u2013 Arq. Assist. Psicopatas, S\u00e3o Paulo, 12:1-101; 1947.<\/li>\n\n\n\n<li>A prova de Rorschach em psiquiatria. Indica\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e diagn\u00f3stico diferencial \u2013 Curso Ext. Universid. Bahia, 25-5-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Eletroencefalografia. Indica\u00e7\u00f5es neuropsiqui\u00e1tricas \u2013 Curso Ext. Universid. da Bahia, 25-5-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Localiza\u00e7\u00f5es cerebrais. Aplica\u00e7\u00f5es \u00e0 cl\u00ednica psiqui\u00e1trica \u2013 Curso Ext. Universid. da Bahia, 30-5-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>C\u00e1lculo do psicograma no m\u00e9todo de Rorschach \u2013 Conf., Assoc. Baiana de Medicina, Bahia, 1-6-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>S\u00edndromo frontal orbit\u00e1rio e sintomas cerebelares (apres. do paciente) \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 27-6-1945 (c\/ M. Robortella) \u2013 Arq. Assist. Psicopatas 12:309-310; 1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Evolu\u00e7\u00e3o da integra\u00e7\u00e3o encef\u00e1lica na s\u00e9rie vertebrada. Alcance e utilidade das pesquisas experimentais \u2013 Curso de fisiologia cerebral, S\u00e3o Paulo, 11-7-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Fisiologia dos n\u00facleos encef\u00e1licos. Contribui\u00e7\u00e3o do dienc\u00e9falo para a atividade cortical. Reg\u00eancia das fun\u00e7\u00f5es vegetativas \u2013 Ibid. 13-4-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Apanhado fisiol\u00f3gico sobre as rela\u00e7\u00f5es t\u00e1lamo-corticais \u2013 Ibid. 16-7-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Dos n\u00facleos motores da base do c\u00e9rebro. Participa\u00e7\u00e3o nos quadros ps\u00edquicos \u2013 Ibid., 18-7-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00facleos sensoriais da base. Subs\u00eddio para a atividade do c\u00f3rtex cerebral. Ibid., 20-7-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Rela\u00e7\u00f5es funcionais c\u00e9rebro-cerebelares \u2013 Ibid., 23-7-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>No\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas sobre a evolu\u00e7\u00e3o do manto cerebral na s\u00e9rie vertebrada e no homem em particular \u2013 Ibid., 25-7-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Atividade bioel\u00e9trica do c\u00e9rebro. Eletroencefalograma \u2013 Ibid., 27-7-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Sincronismo din\u00e2mico c\u00f3rtico-cortical. Hierarquia de fun\u00e7\u00f5es. Supl\u00eancia. Repercuss\u00e3o \u2013 Ibid., 30-7-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Zonas inibidoras e zonas excitadoras do c\u00f3rtex cerebral \u2013 Ibid., 1-8-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Fun\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas dos lobos parietal e occipital nos primatas e no homem em particular \u2013 Ibid., 4-8-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Fun\u00e7\u00f5es do lobo temporal e da zona parieto-temporal nos primatas e especialmente no homem \u2013 Ibid. 6-8-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Fun\u00e7\u00f5es da convexidade do lobo frontal humano. Compara\u00e7\u00e3o com as dos outros primatas \u2013 ibid., 9-8-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Fun\u00e7\u00f5es da zona frontal orbit\u00e1ria humana \u2013 Ibid., 11-8-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Retrospecto. Entrela\u00e7amento dos n\u00edveis neurol\u00f3gico e ps\u00edquico em psiquiatria \u2013 Ibid., 13-8-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Estudo cl\u00ednico das provas psicol\u00f3gicas \u2013 Curso de Psicologia M\u00e9dica. S\u00e3o Paulo, 20-7-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>A personalidade psicof\u00edsica. N\u00edveis de integra\u00e7\u00e3o funcional \u2013 Ibid., 13-8-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Fun\u00e7\u00f5es do c\u00e9rebro e meio de pesquis\u00e1-las \u2013 Confer\u00eancia, Soc. Cultural Brasil-URSS, S\u00e3o Paulo, 22-9-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Normas b\u00e1sicas para a ministra\u00e7\u00e3o da prova de Rorschach \u2013 Curso intensivo sobre o teste de Rorschach, S\u00e3o Paulo, 19-11-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>As v\u00e1rias partes do protocolo. Ficha cl\u00ednica \u2013 Ibid., 21-11-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Fatores determinantes das respostas. Os grupos principais. \u2013 Ibid., 28-11-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Fatores determinantes compostos e variantes dos grupos principais \u2013 Ibid., 26-11-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Extens\u00e3o das figuras abrangidas pela resposta. \u2013 Ibid., 28-11-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Conte\u00fado das associa\u00e7\u00f5es livres. Elabora\u00e7\u00e3o. Crit\u00e9rio de originalidade \u2013 Ibid., 30-11-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Terminologia comparada. S\u00edmbolos correspondentes. Cr\u00edtica dos sistemas mais usados \u2013 Ibid. 9-12-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Valor psicol\u00f3gico e cl\u00ednico dos v\u00e1rios elementos do protocolo \u2013 Ibid., 6-12-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Como calcular o trabalho mental. Percep\u00e7\u00e3o e sucess\u00e3o \u2013 Ibid., 8-12-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Elementos que indicam o feitio da personalidade. \u00cdndices patol\u00f3gicos. \u00cdndices de Beck, Piotrowski, Miale &amp; Harrower-Erickson \u2013 Ibid., 10-12-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Normas e c\u00e1lculos para a representa\u00e7\u00e3o do protocolo em gr\u00e1fico \u2013 Ibid., 12-12-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>An\u00e1lise \u201c\u00e0s cegas\u201d. Protocolos situados na faixa normal. Varia\u00e7\u00f5es intr\u00ednsecas e varia\u00e7\u00f5es de tipo cultural \u2013 Ibid., 14-12-1945<\/li>\n\n\n\n<li>Protocolos obtidos em neur\u00f3ticos de v\u00e1rios tipos \u2013 Ibid., 17-12-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Resultados encontradi\u00e7os em psic\u00f3ticos e em pacientes com les\u00e3o cerebral \u2013 Ibid., 19-12-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>T\u00e9cnica e valor cl\u00ednico da aplica\u00e7\u00e3o \u201cgr\u00e1fica\u201d do teste e da aplica\u00e7\u00e3o em grupo \u2013 Ibid., 21-12-1-45.<\/li>\n\n\n\n<li>O psicograma de Rorschach para a sele\u00e7\u00e3o de candidatos militares \u2013 Confer\u00eancia, C. Est. For\u00e7a Policial, S\u00e3o Paulo, 28-12-1945.<\/li>\n\n\n\n<li>Modalidades de psicoterapia. Esferas de a\u00e7\u00e3o do cl\u00ednico geral, do psiquiatra e do psicoanalista \u2013 Curso de aperfei\u00e7oamento. Fac. Med. Univ. S\u00e3o Paulo, 7-1-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Normas fundamentais de psicoterapia \u2013 Ibid., 9-1-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoterapia em cl\u00ednica geral. Concep\u00e7\u00e3o psicobiol\u00f3gica \u2013 Ibid., 11-1-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoterapia em \u201cneuroses atuais\u201d e em doen\u00e7as mentais psic\u00f3genas \u2013 Ibid., 18-1-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>T\u00e9cnica para a anamnese e para a obten\u00e7\u00e3o de dados n\u00e3o conscientes \u2013 Ibid., 21-1-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Problemas especiais quanto \u00e0 dire\u00e7\u00e3o e \u00e0 profundidade do tratamento \u2013 Ibid., 23-1-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoterapia na inf\u00e2ncia. T\u00e9cnica. Modalidades \u2013 Ibid., 28-1-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoterapia nos dist\u00farbios mentais <em>org\u00e2nicos<\/em>. Indica\u00e7\u00f5es e t\u00e9cnica \u2013 Ibid., 30-1-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoterapia de grupo. Sele\u00e7\u00e3o de casos. Orienta\u00e7\u00e3o \u2013 Ibid., 1-2-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Reeduca\u00e7\u00e3o do ambiente. A\u00e7\u00e3o da visitadora social psiqui\u00e1trica \u2013 Ibid., 4-2-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Significa\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica dos fatores determinantes das respostas no teste de Rorschach \u2013 Curso de aperfei\u00e7oamento, Univ. de S\u00e3o Paulo, 28-1-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Terminologia tipol\u00f3gica de Rorschach. Cr\u00edtica \u2013 Ibid., 30-1-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>C\u00e1lculo do psicograma. Condi\u00e7\u00f5es para a an\u00e1lise \u201c\u00e0s cegas\u201d \u2013 Ibid., 1-2-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Resultado da prova de Rorschach nas doen\u00e7as \u201corg\u00e2nicas\u201d do c\u00e9rebro \u2013 Ibid., 4-2-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Epilepsia e estados convulsivos n\u00e3o end\u00f3genos, ante a prova de Rorschach \u2013 Ibid., 6-2-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicograma de pacientes esquizofr\u00eanicos \u2013 Ibid., 8-2-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Resultados frequentes em neur\u00f3ticos \u2013 Ibid., 11-2-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Feitio psicop\u00e1tico da personalidade. Simula\u00e7\u00e3o \u2013 Ibid., 13-2-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicograma do \u201cnormal m\u00e9dio\u201d. Disposi\u00e7\u00f5es mentais e cultura \u2013 Ibid., 15-2-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Problemas afetivos do \u201cnormal m\u00e9dio\u201d aparentes no psicograma \u2013 Ibid., 18-2-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicograma de Rorschach em um grupo de pacientes com les\u00f5es cerebrais \u201corg\u00e2nicas\u201d. Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d. 23-2-1946 (col. c\/ O. Barini).<\/li>\n\n\n\n<li>O psicograma de Mira em epil\u00e9pticos \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Neuro-psiquiatria, 6-2-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Problemas imediatos da psiquiatria local \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 19-2-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Sugest\u00f5es para a organiza\u00e7\u00e3o interna da Assist\u00eancia a Psicopatas \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d. 26-6-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>As grandes s\u00edndromes psiqui\u00e1tricas \u2013 Curso de Psiquiatria, Hosp. Juqueri, 26-7-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Bases fisiol\u00f3gicas da leucotomia \u2013 1.\u00b0 Congr. Interamer. Med., Rio, 12-9-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Utiliza\u00e7\u00e3o dos recursos neuro-radiol\u00f3gicos no campo da psiquiatria \u2013 Curso de Psiquiatria, Hosp. Juqueri, 21-9-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>A semiologia psiqui\u00e1trica, com base para a orienta\u00e7\u00e3o terap\u00eautica \u2013 Ibid., 5-10-1946.<\/li>\n\n\n\n<li>Pneumoencefalografia. Confronto cl\u00ednico e \u201clocalizat\u00f3rio\u201d em 10 pacientes necropsiados \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Radiologia, 15-10-1945 (c\/ C. P. Silva e M. Robortella)<\/li>\n\n\n\n<li>Quadro cl\u00ednico do lobo orbit\u00e1rio com crises cerebelares: cisticercose racemosa do \u00e2ngulo: ponto-cerebelar \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 221-11-1946 (c\/ M. Robotella e W. E. Maffei) \u2013 Arq. Neuro-Psiquiatria 18:152-165; 1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoses at\u00edpicas \u201cdegenerativas\u201d de Kleist. Confronto com as end\u00f3genas t\u00edpicas baseado em 5 novas observa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 18-12-1946 (c\/ M. Robortella)<\/li>\n\n\n\n<li>Conceito de semiologia no dom\u00ednio das doen\u00e7as mentais \u2013 Curso de aperfei\u00e7oamento, Fac. Med. Univ. S\u00e3o Paulo, 14-51947.<\/li>\n\n\n\n<li>Utiliza\u00e7\u00e3o dos exames paracl\u00ednicos \u2013 Ibid., 16-5-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Indica\u00e7\u00f5es da eletroencefalografia e da pneumoencefalografia. Resultados \u2013 Ibid., 19-5-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Revis\u00e3o cr\u00edtica das provas psicol\u00f3gicas. Indica\u00e7\u00f5es principais \u2013 Ibid., 21-5-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia dos transtornos afetivo-emotivos \u2013 Ibid., 23-5-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia da esfera conativa da personalidade \u2013 Ibid., 26-5-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia dos dist\u00farbios de percep\u00e7\u00e3o. Estudo diferencial \u2013 Ibid., 29-5-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Ilus\u00f5es. Fen\u00f4menos eid\u00e9ticos de Jaensch \u2013 Ibid., 30-5-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Automatismo mental de Cl\u00e9rambault \u2013 Ibid., 2-6-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Alucina\u00e7\u00f5es. Valor semiol\u00f3gico \u2013 Ibid., 4-6-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia dos processos intelectuais de elabora\u00e7\u00e3o \u2013 Ibid., 6-6-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Exame da produ\u00e7\u00e3o mental delirante \u2013 Ibid., 9-6-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Desordens da express\u00e3o \u2013 Ibid., 11-6-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Interpreta\u00e7\u00e3o dos dist\u00farbios \u201clocalizat\u00f3rios\u201d do c\u00e9rebro \u2013 Ibid., 13-6-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Quadros mentais mais frequentes. Diagn\u00f3stico diferencial \u2013 Ibid., 15-6-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicologia Fisiol\u00f3gica \u2013 Cap. III <em>in<\/em> O. Klineberg \u2013 Psicologia moderna \u2013 p\u00e1gs. 73-100 \u2013 Agir: S\u00e3o Paulo; 1953 (2.\u00aa ed., revista, no prelo).<\/li>\n\n\n\n<li>O trabalho mental em algumas respostas ao psicodiagn\u00f3stico de Rorschach \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 17-12-1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Bases fisiol\u00f3gicas da psicologia. Conceito atual de psicologia fisiol\u00f3gica \u2013 Curso sobre \u201cN\u00edvel psicol\u00f3gico da fisiologia cerebral\u201d \u2013 S\u00e3o Paulo, 26-1-1948.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>Psicofisiologia humana evolutiva \u2013 Ibid., 31-1-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicofisiologia comparada \u2013 Ibid., 20-1-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Localiza\u00e7\u00f5es cerebrais em cl\u00ednica. Din\u00e2mica das fun\u00e7\u00f5es \u2013 Ibid., 2-2-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Teoria positiva das fun\u00e7\u00f5es cerebrais \u2013 Ibid., 4-2-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Os motores ego\u00edsticos da pesonalidade. Teoria da nutri\u00e7\u00e3o \u2013 Ibid., 6-4-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Fun\u00e7\u00f5es afetivas da sociabilidade \u2013 Ibid., 9-2-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Sono e vig\u00edlia. Dinamismo psicol\u00f3gico do sonho \u2013 Ibid., 16-2-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Os atributos da cona\u00e7\u00e3o \u2013 Ibid., 18-2-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Teoria da sensa\u00e7\u00e3o \u2013 Ibid., 20-2-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Teoria da percep\u00e7\u00e3o. Fen\u00f4menos patol\u00f3gicos e lim\u00edtrofes \u2013 Ibid., 23-2-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>O problema das imagens acess\u00f3rias \u2013 Ibid., 25-2-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Elabora\u00e7\u00e3o intelectual \u2013 Ibid., 27-2-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Din\u00e2mica subjetiva da express\u00e3o \u2013 Ibid., 1-3-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Leis da Filosofia Primeira, de Augusto Comte. Apanhado geral \u2013 Ibid., 8-3-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Diagn\u00f3stico diferencial a prop\u00f3sito de um neur\u00f3tico obsessivo com arteriosclerose cerebral \u2013 (Colab. Com W. S. Carvalho) Assoc. Paulista Med. Dep. Neuro-Psiquiatria, 5-5-1948 \u2013 Rev. Paulista Med. 33:145-146; 1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Considera\u00e7\u00f5es sobre os sentidos e a raz\u00e3o \u2013 Conf. Assoc. Paulista Med., Dep. Cultura Geral, 28-5-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Lobotomy in the light of brain physiology \u2013 Confer\u00eancia Internac. Psico-cirurgia, Lisboa, 5-7-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Clinical localization of cerebral functions: local and indirect syndromes of the frontal lobe (col. Com J. Longmann, I. Mathias, I. Mehnson, M. Robortella e S. Vizzotto) \u2013 Id. Ibid., 6-7-1948<\/li>\n\n\n\n<li>Teaching Psychiatry \u2013 Roundtable, discussion. Internat. Congress on Mental Health, London, 18-7-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>O aspecto heredol\u00f3gico na classifica\u00e7\u00e3o das doen\u00e7as mentais \u2013 5.\u00b0 Congr. Bras. Psiquiatria, Neurol. Med. Legal, S\u00e3o Paulo, 27-10-1947 \u2013 Arq. Assist. Psicopatas, S\u00e3o Paulo 13:79-81; 1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Provas de Mira e Rorschach comparadas com o tipo som\u00e1tico no mesmo grupo de indiv\u00edduos (colab. com C. R. Alves e M. Robortella) \u2013 Id. Ibid., 28-10-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Plano e fun\u00e7\u00f5es do Servi\u00e7o de Assist\u00eancia a menores e anormais (colab. com S. Krinski) \u2013 Id. Ibid., 28-10-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicopatologia nas psicoses degenerativas de Kleist (colab. com M. Robortella, S. Vizzotto, I. Mehlson e O. B. Salles) \u2013 Ibid., 29-10-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Fatores end\u00f3genos e fatores ocasionais nas psicoses, \u00e0 luz dos psicogramas de Mira e Rorschach (colab. com C. R. Alves, I. Mathias, I. Mehlsohn, O. B. Salles e S. Vizzotto) \u2013 Ibid., 29-10-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Assistencia hospitalar e social ao alcoolista. Relat\u00f3rio oficial, 5.\u00b0 Congr. Bras. Psiquiatria, Neurol., Med. Legal, S\u00e3o Paulo, 29-10-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Lobotomia. Retrospecto, avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e perspectivas \u2013 Tema recomendado, 5.\u00b0 Congr. Brasil. Psiquiatria, Neurol., Med. Legal, Rio, 4-11-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Resultado da leucotomia seletiva em pacientes om quadro cl\u00ednico localizat\u00f3rio (colab. com A. Mattos Pimenta, A. Sette Jr., M. Robortella, I. Melsohn, O. B. Salles, S. Vizzotto) \u2013 Id. Ibid., 4-11-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Interpreta\u00e7\u00e3o da imagem cortical na pneumoencefalografia (col. com M. Robortella, S. Vizzotto e C. P. da Silva) \u2013 Id. Ibid., 4-11-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>A constru\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria de Karl Kleist. Influ\u00eancia nos conhecimentos neuropsiqui\u00e1tricos \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, Sess\u00e3o comemorativa do 70.\u00b0 anivers\u00e1rio de Karl Kleist \u2013 31-1-1949.<\/li>\n\n\n\n<li>Patologia cerebral e psicopatologia segundo Karl Kleist \u2013 Id. Ibid., 31-1-1949<\/li>\n\n\n\n<li>O aspecto cl\u00ednico das localiza\u00e7\u00f5es cerebrais \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Neuro-Psiquiatria, 5-4-1948.<\/li>\n\n\n\n<li>Import\u00e2ncia da psicologia nos conhecimentos m\u00e9dicos \u2013 Aula inaugural. Curso de Medicina Psicossom\u00e1tica, Dep. Psicol. E Med. Psicossomat. C.A.O.C., S\u00e3o Paulo, 11-5-1949.<\/li>\n\n\n\n<li>Mental defective and maladjusted children \u2013 2<sup>nd<\/sup> Internat. Congr. Educ. Maladj. Children, Amsterdam, 18 a 24-7-1949 (colab. Com O. L. B. Salles, S. Vizzotto e S. Krynski).<\/li>\n\n\n\n<li>Rorschach Situation in Brazil \u2013 Report, International Rorschach Meeting, Z\u00fcrich, 20-8-1949.<\/li>\n\n\n\n<li>Modalities of determining factors and their differential meaning \u2013 Round table discussion, International Rorschach Meeting, Z\u00fcrich, 22-8-1949.<\/li>\n\n\n\n<li>Teaching the Rorschach and minimum training for the practice \u2013 Round table discussion, Id. Ibid., 23-8-1949.<\/li>\n\n\n\n<li>Desajustamentos na inf\u00e2ncia \u2013 Aula n Curso de Higiene Mental, Fac. Higiene, S\u00e3o Paulo, 24-11-1949.<\/li>\n\n\n\n<li>Como enfrentar o problema do desajustamento na inf\u00e2ncia \u2013 Id. Ibid., 26-11-1949.<\/li>\n\n\n\n<li>Patogenia dos sintomas na leucoencefalose (Schilder e Jakob) (colab. com W. E. Maffei, I. Mathias, I. Melsohn, U. Penteado, L. Silva e S. Vizzotto) \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 25-11-1949.<\/li>\n\n\n\n<li>Fen\u00f4menos metaps\u00edquicos \u2013 Confer\u00eancia, Assoc. Paulista de Med., Dep. Cultura Geral, 18-12-1949.<\/li>\n\n\n\n<li>O dinamismo epileptoide em alguns dist\u00farbios da elabora\u00e7\u00e3o intelectual \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 26-6-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Acep\u00e7\u00e3o de semiologia no dom\u00ednio das doen\u00e7as mentais \u2013 Aula introdut\u00f3ria. Curso de Aperfei\u00e7oamento, C. E. \u201cFranco da Rocha\u201d, 4-3-1950 \u2013 Arq. Assist. Psicopatas 15:5-21; 1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia geral dos setores da personalidade \u2013 Ibid., 18-3-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica do laborat\u00f3rio cl\u00ednico \u2013 Ibid., 1-4-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Indica\u00e7\u00f5es da eletroencefalografia e do radiodiagn\u00f3stico \u2013 Ibid., 22-4-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Avalia\u00e7\u00e3o dos m\u00e9todos psicodiagn\u00f3sticos \u2013 Ibid., 6-5-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Eidetismo. Ilus\u00f5es. Diagn\u00f3stico diferencial \u2013 Ibid., 27-5-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Semi\u00f3tica diferencial do automatismo mental (Clerambault) e das alucina\u00e7\u00f5es. Significa\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica \u2013 Ibid., 3-6-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia da elabora\u00e7\u00e3o. Leis que presidem o trabalho mental \u2013 Ibid., 17-6-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Dist\u00farbios da linguagem. Estudo semi\u00f3tico diferencial \u2013 Ibid., 22-7-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia da esfera afetivo-emotiva \u2013 Ibid., 20-7-1950<\/li>\n\n\n\n<li>Interpreta\u00e7\u00e3o dos dist\u00farbios conativos \u2013 Ibid., 12-8-1950<\/li>\n\n\n\n<li>Apanhado geral dos quadros mentais mais frequentes \u2013 Ibid., 19-8-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Education of professional people: two motions \u2013 3<sup>rd<\/sup> Annual Meeting, World Federation form Mental Health \u2013 Paris, 7-9-1950 \u2013 Annual Report: 100; 1950.<\/li>\n\n\n\n<li>L\u2019agressivit\u00e9 manifeste, d\u00e9guis\u00e9 et latente, \u00e9valu\u00e9s par le psychodiagnostique myokin\u00e9tique (P.M.K.) de Mira \u2013 2.\u00b0 Congr. Internat. Criminolog., Paris, 15-6-1950 \u2013 Actes III\u00a0:317-328\u00a0; 1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Discussion of reports on leucotomy \u2013 Colloque, Congr. Internat. Psychiatrie \u2013 Paris, 22-9-1950 \u2013 Comptes Rendus III\u00a0:86, 146\u00a0; 1952.<\/li>\n\n\n\n<li>Des renseignements que le psychiatre peut tirer e la pneumoenc\u00e9phalographie (col. c\/ M. Robortella, S. Vizzoto e C. P. da Silva) \u2013 Symposium, Id. Ibid., 22-9-1950 \u2013 Comptes Rendus III\u00a0:293\u00a0; 1952.<\/li>\n\n\n\n<li>Anatomo-physiologie c\u00e9r\u00e9brale \u00e0 la lumi\u00e8re des lobotomies et topectomies \u2013 Discussion des Rapports officielle \u2013 S\u00e9ance pl\u00e9ni\u00e8re, Id. Ibid., 22-9-1950 \u2013 Comptes Rendus III\u00a0:86-92\u00a0; 1952.<\/li>\n\n\n\n<li>Anatomo-physiologie c\u00e9r\u00e9brale d\u00e9cel\u00e9e para la leucotomie pr\u00e9frontale s\u00e9lective\u00a0: les dynamismes de r\u00e9gulation et de lib\u00e9ration cortico-corticale (colab. c\/ C. F. Camargo, E. M. Gomes, I. Melsohn, J. Longman, M. Robortella, O L. Salles, P. Dantas, S. Vizzotto, W. Carvalho, A. M. Pimenta, e A. Sette Jr.) Id. ibid., 29-9-1950 \u2013 Comptes Redus III\u00a0: 146-148\u00a0; 1952.<\/li>\n\n\n\n<li>Physiopathologie du cortex pr\u00e9frontal d\u2019apr\u00e8s les recherches cliniques dans les sujets leucotomis\u00e9s (colab. c\/ A. M. Pimenta e A. Sette Jr.) \u2013 id. ibid., 29-9-1950 \u2013 Comptes Rendus III\u00a0: 142-146\u00a0; 1952.<\/li>\n\n\n\n<li>Syst\u00e8mes c\u00e9r\u00e9braux et labilit\u00e9 g\u00e9n\u00e9tique comme base pour le classement des tableaux schizophr\u00e9niques \u2013 Symposium, Id. ibid., 29-5-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Aspects th\u00e9rapeutiques des lobotomies\u00a0: suggestion pour le choix entre lobotomie et topectomie \u2013 Symposium, Id. ibid., 25-9-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>L\u2019\u00e9lectroenc\u00e9phalographie en psychiatrie \u2013 Discussion of Dr. Hill\u2019s Rep. \u2013 Colloque, Id. ibid., 26-9-1950 \u2013 Comptes Rendus\u00a0III\u00a0: 210-212\u00a0; 1952.<\/li>\n\n\n\n<li>Human Genetics as an approach to the classification of Mental Diseases \u2013 Id. Ibid., 27-9-1950 \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 10:41-46; 1952.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>234a. &nbsp; &nbsp; Mentally defective and maladjusted children. A personality study through combined Mira\u2019s and Rorschach\u2019 psychodiagnoses (colab. Com O. L. Barros Salles, S. Vizzotto et S. Krynski) id. Ibid., 26-9-1950<\/p>\n\n\n\n<ol start=\"235\" class=\"wp-block-list\">\n<li>G\u00e9n\u00e9tique et Eug\u00e9nie \u2013 Discussion of Dr. Kallmann\u2019s Report \u2013 S\u00e9ance pl\u00e9ni\u00e8re, Id. ibid., 27-9-1950 \u2013 Eug. News 26:27-29\u00a0; 1951.<\/li>\n\n\n\n<li>Causas mais frequentes das doen\u00e7as mentais \u2013 Aula no Curso de Higiene Mental para Educadoras Sanit\u00e1rias \u2013 Fac. Hig. E Sa\u00fade P\u00fablica, S\u00e3o Paulo, 16-11-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Recursos vi\u00e1veis para evitar as doen\u00e7as mentais \u2013 Ibid., 18-11-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Problemas do Hospital de Juqueri \u00e0 luz dos recentes Congressos de Psiquiatria \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, 27-11-1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoses at\u00edpicas degenerativas de Kleist. Conceito, quadros cl\u00ednicos e diagnose diferencial (colab. com I. Melsohn, M. Robortella e S. Vizzotto) \u2013 (monografia em prepara\u00e7\u00e3o)<\/li>\n\n\n\n<li>\u201cLocaliza\u00e7\u00e3o funcional\u201d cl\u00ednica e pneumoencefalogr\u00e1fica, de dist\u00farbios psiqui\u00e1tricos. Confronto em 200 casos (colab. com M. Robortella, S. Vizzotto, I. Melsohn e C. P. da Silva) \u2013 IV Congr. Sul-Amer. Neurocirurgia, Porto Alegre RS, 6-5-1951.<\/li>\n\n\n\n<li>Hereditariedade em Psiquiatria. Fatos e preconceitos \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Neuro-Psiquiatria, 5-7-1951.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoses pr\u00e9-senis e senis. Cl\u00ednica e patogenia \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Neuro-Psiquiatria, 5-9-1951.<\/li>\n\n\n\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o da pneumoencefalografia para o estudo das localiza\u00e7\u00f5es cerebrais (c\/C. P. da Silva) \u2013 3.\u00aa Jorn. Brasi. De Radiologia, Rio, 9-9-1951.<\/li>\n\n\n\n<li>O diagn\u00f3stico como elemento para o progn\u00f3stico das psicoses \u2013 Aula no Curso de Diagnost. e Terap\u00eautica Neuro-psiqu\u00e1trica \u2013 Esc. Paulista Med., 10-9-1951.<\/li>\n\n\n\n<li>A propaganda de guerra sob o aspecto da sa\u00fade mental \u2013 Congr. Bras. Medicina Social, Rio, 14-9-1951.<\/li>\n\n\n\n<li>Fatores que mais frequentemente causam doen\u00e7as mentais \u2013 Aula no Curso de Higiene Mental para Educadoras Sanit\u00e1rias, Fac. Higiene e Sa\u00fade P\u00fablica, S\u00e3o Paulo, 13-10-1951.<\/li>\n\n\n\n<li>Meios exequ\u00edveis para prevenir as doen\u00e7as mentais \u2013 Ibid., 18-10-1951.<\/li>\n\n\n\n<li>Instituto de Preven\u00e7\u00e3o Eug\u00eanica e Gen\u00e9tica Humana. Plano e fun\u00e7\u00f5es \u2013 Exposi\u00e7\u00e3o para o Departamento de Sa\u00fade do Estado, 22-10-1951.<\/li>\n\n\n\n<li>Indica\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas para as \u201clocaliza\u00e7\u00f5es cerebrais\u201d em psiquiatria \u2013 Curso de semiologia psiqui\u00e1trica. Serv. Prof. Tolosa \u2013 S\u00e3o Paulo, 15-2-1952.<\/li>\n\n\n\n<li>Quadros psiqui\u00e1tricos parieto-occipital e parieto-temporal \u2013 Ib. ibid., 19-2-1952.<\/li>\n\n\n\n<li>A Higiene Mental e os aspectos psicol\u00f3gicos do casamento \u2013 Curso para Noivas, Centro de Sa\u00fade de Santana, 14-7-1952.<\/li>\n\n\n\n<li>Import\u00e2ncia do noivado para a prepara\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica \u2013 Ibid., 23-6-1952.<\/li>\n\n\n\n<li>O Servi\u00e7o de Higiene Mental no Centro de Sa\u00fade de Santana. Dados principais e subsidi\u00e1rios obtidos em 200 matr\u00edculas consecutivas (em colab. c\/ Educ. san. Gina Mistrorigo) \u2013 Dep. Neuro-Psiquiatria, APM, 8-7-1952 \u2013 Rev. Paulista Med. 41:427-428; 1952.<\/li>\n\n\n\n<li>Que significa a uni\u00e3o biol\u00f3gica do casamento \u2013 Curso para Noivas, Centro de Sa\u00fade de Santana, 14-7-1952.<\/li>\n\n\n\n<li>O que nos ensina a evolu\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a \u2013 Id. Ibid., 16-7-1952.<\/li>\n\n\n\n<li>Discuss\u00e3o dos sintomas ps\u00edquicos nas doen\u00e7as de Sturge-Werber-Dimitri e de Krabe \u2013 Simp\u00f3sio sobre \u201cmalforma\u00e7\u00f5es vasculares cong\u00eanitas do c\u00e9rebro\u201d \u2013 Dep. Neuro-Psiquiatria, Assoc. Paulista Med., 5-8-1952.<\/li>\n\n\n\n<li>Mental hygiene in the organization of health clinics. Working group 4, 5<sup>th<\/sup> Annual meeting WFMH, Brussels, 30-8-1952.<\/li>\n\n\n\n<li>\u201cChiaroscuro\u201d and perspective as Rorschach factors \u2013 2<sup>nd<\/sup> Internat. Rorschach Congress, Bern, 14-9-1952.<\/li>\n\n\n\n<li>Aplica\u00e7\u00e3o da gen\u00e9tica humana \u00e0 higiene mental. Revis\u00e3o de 300 matr\u00edculas do Centro de Sa\u00fade de Santana \u2013 10.\u00b0 Congr. Bras. De Higiene, Belo Horizonte MG \u2013 19-10-1952 \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 14:117-135; 1956.<\/li>\n\n\n\n<li>Tra\u00e7os epileptoides comuns em um Centro de Sa\u00fade P\u00fablica \u2013 Simp\u00f3sio sobre epilepsia \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Neuro-Psiquiatria, 5-12-1952<\/li>\n\n\n\n<li>Revis\u00e3o geral e perspectivas no dom\u00ednio da psiquiatria \u2013 Curso de f\u00e9rias para m\u00e9dicos \u201cEspecialidades em cl\u00ednica\u201d, Assoc. Paulista Med., Dep. Cient\u00edfico, 11-2-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoses infecciosas. Epilepsia. Neuroses. Orienta\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica para o internista \u2013 Id. Ibid., 12-2-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Tend\u00eancias e confrontos atuais no dom\u00ednio do Rorschach. Breve aprecia\u00e7\u00e3o do recente Congresso Internacional \u2013 Soc. Rorschach de S\u00e3o Paulo, 25-2-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Orienta\u00e7\u00e3o das tend\u00eancias emocionais da adolesc\u00eancia \u2013 Curso para Noivas, Centro de Sa\u00fade de Santana, 27-4-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Duas fases decisivas: noivado e casamento \u2013 Id. Ibid., 29-4-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>O casamento em face da eugenia \u2013 id. Ibid., 21-5-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Programa de Rorschach em pacientes com les\u00f5es cerebrais. Discuss\u00e3o de tr\u00eas protocolos d\u00edspares \u2013 Soc. Rorschach S\u00e3o Paulo, 27-5-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>O lado psicol\u00f3gico da educa\u00e7\u00e3o dos filhos \u2013 Curso para Noivas, Centro de Sa\u00fade de Santana, 28-5-1953<\/li>\n\n\n\n<li>Posi\u00e7\u00e3o do Rorschach entre os m\u00e9todos de proje\u00e7\u00e3o. Esp\u00edrito e condi\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas da prova \u2013 Curso sobre \u201cQuest\u00f5es b\u00e1sicas do M\u00e9todo de Rorschach\u201d, patroc\u00ednio do Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, da Sociedade de Psicologia de S\u00e3o Paulo e da Soc. Rorschach , S\u00e3o Paulo, 8-6-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Significa\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica das modalidades das respostas \u2013 Id. Ibid., 11-6-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Aprecia\u00e7\u00e3o do n\u00edvel \u201cforma\u201d nas associa\u00e7\u00f5es \u2013 Id. Ibid.., 15-6-1953<\/li>\n\n\n\n<li>Avalia\u00e7\u00e3o e valor diferencial do fator \u201ccrom\u00e1tico\u201d \u2013 Id. Ibid., 18-6-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Problemas relativos ao determinante \u201cMovimento\u201d \u2013 Id. Ibi., 22-6-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Associa\u00e7\u00f5es baseadas na \u201cperspectiva\u201d \u2013 Id. Ibid., 25-6-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Rea\u00e7\u00f5es determinadas pela \u201cluminosidade\u201d. Sentido psicol\u00f3gico \u2013 Id. Ibid., 26-6-1953<\/li>\n\n\n\n<li>Conte\u00fado expl\u00edcito. Varia\u00e7\u00e3o consoante a frequ\u00eancia. Valores percentuais. Aprecia\u00e7\u00e3o psicodiagn\u00f3stica \u2013 Id. Ibid., 30-6-1953;<\/li>\n\n\n\n<li>Discuss\u00e3o sucinta da nomenclatura. Tend\u00eancias atuais para um sistema internacional de nota\u00e7\u00e3o \u2013 Id. Ibid., 2-7-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Fundamento do c\u00e1lculo do psicograma \u2013 Id. Ibid., 3-7-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Utilidade e valor relativo da \u201can\u00e1lise \u00e0s cegas\u201d do protocolo \u2013 Id. Ibid., 6-7-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Discuss\u00e3o do psicodiagn\u00f3stico quanto \u00e0 viabilidade e ao esp\u00edrito que o deve presidir \u2013 Id. Ibid., 8-7-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Requisitos t\u00e9cnicos. Desenvolvimento das v\u00e1rias fases da prova. Crit\u00e9rio adotado. \u2013 Aula inaugural. Curso te\u00f3rico-pr\u00e1tico sobre o m\u00e9todo de Rorschach, Serv. Medidas e Pesq. Educacionais, S\u00e3o Paulo \u2013 8-9-1953 \u2013 Bol. SMPE 1:21-40; 1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Modalidades fundamentais das respostas globais, pormenores prim\u00e1rios, pormenores secund\u00e1rios \u2013 Id.ibid., 2:57-66; 1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Modalidades menos frequentes: globais com espa\u00e7o, espa\u00e7o, pormenor inibit\u00f3rio, global a partir de pormenor, global com valor de pormenor \u2013 Ibid., 15-9-1953 -Bol. SMPE 3:31-44;1959.<\/li>\n\n\n\n<li>Identifica\u00e7\u00e3o do fator determinante <em>forma<\/em>. Crit\u00e9rio para avalia\u00e7\u00e3o \u2013 Ibid., 19-9-1953. Bol. SMPE 4:27-51; 1959.<\/li>\n\n\n\n<li>Classifica\u00e7\u00e3o na categoria <em>movimento.<\/em> Necessidade de diferencia\u00e7\u00e3o \u2013 Ibid. 22-9-1953.<\/li>\n\n\n\n<li><em>Perspectiva<\/em>, como fator associativo: autonomia, baseada no significado psicol\u00f3gico \u2013 Ibid., 26-9-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Rea\u00e7\u00f5es \u00e0 <em>luminosidade <\/em>propriamente dita. Valor diferencial \u2013 Ibid. 29-9-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Associa\u00e7\u00f5es suscitadas pelo <em>contraste<\/em> entre luz e sombra identificadas desde Rorschach. Caracteres diferenciais para com a categoria precedente \u2013 Ibid., 2-10-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Aprecia\u00e7\u00e3o das respostas determinadas pelo est\u00edmulo <em>crom\u00e1tico<\/em> \u2013 Ibid., 5-10-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Fatores determinantes associados na mesma resposta. Incid\u00eancia de outras rea\u00e7\u00f5es mais raras \u2013 Ibid., 9 -10-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Estudo diferencial das categorias de conte\u00fado das respostas \u2013 Ibid., 12-10-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Classifica\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 frequ\u00eancia: respostas vulgares, respostas originais, respostas individuais \u2013 Ibid., 16-10-1953<\/li>\n\n\n\n<li>Rela\u00e7\u00f5es qualitativas atinentes \u00e0 produ\u00e7\u00e3o intelectual. O coeficiente de elabora\u00e7\u00e3o, segundo Beck \u2013 Ibid., 19-10-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>\u00cdndices intelectuais quantitativos. Tentativa de \u00edndice conativo \u2013 Ibid., 23-10-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Correla\u00e7\u00f5es entre os componentes intelectuais e afetivo-emotivos \u2013 Ibid., 26-10-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Alcance pr\u00e1tico das s\u00e9ries de sinais psicodiagn\u00f3sticos estabelecidos por Molly Harrower e por Piotrowski \u2013 Ibid., 30-10-1953<\/li>\n\n\n\n<li>Avalia\u00e7\u00e3o do trabalho intelectual atrav\u00e9s do psicograma \u2013 Ibid., 9-11-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Dedu\u00e7\u00f5es quanto ao n\u00edvel afetivo-emocional \u2013 Ibid. 13-10-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Varia\u00e7\u00f5es compat\u00edveis com a normalidade e desvios de tipo m\u00f3rbido \u2013 Ibid., 16-11-1953<\/li>\n\n\n\n<li>Normas gerais para a reda\u00e7\u00e3o da an\u00e1lise \u00e0s cegas do psicograma \u2013 Ibid., 20-11-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>A psicologia orientada pela gen\u00e9tica humana como recurso para a higiene mental. Dados relativos a mil matr\u00edculas no Servi\u00e7o de Higiene Mental do Centro de Sa\u00fade de Santana \u2013 1.\u00b0 Congr. Latino-americano Psicol. Curitiba PR \u2013 5-12-1953.<\/li>\n\n\n\n<li>Fun\u00e7\u00f5es atuais e perspectiva do Servi\u00e7o de Higiene Mental e do \u201cCentro de Noivas\u201d do Centro de Sa\u00fade de Santana \u2013 Id. Ibid., 5-12-1953 (c\/ Educ. san. E. Negro).<\/li>\n\n\n\n<li>Caracteriza\u00e7\u00e3o da patologia cerebral, da psicopatologia e da heredologia psiqui\u00e1trica na doutrina de Kleist \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Neuropsiquiatria \u2013 5-2-1954: a) Rev. Paulista Med., 44:432; b) Arq. Neuro-Psiquiatria 17:102-142; 1959.<\/li>\n\n\n\n<li>Escala de movimento de Piotrowski \u2013 Soc. Rorschach S\u00e3o Paulo, 25-2-1954.<\/li>\n\n\n\n<li>Karl Kleist \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 12:83-85; 1954.<\/li>\n\n\n\n<li>Perspectivas da psicologia na sociedade contempor\u00e2nea \u2013 Aula inaugural Curso de psicologia cl\u00ednica, Fac. Fil. USP \u2013 22-3-1954.<\/li>\n\n\n\n<li>Problems common to children and their parents as detected in a health clinic \u2013 Internat. Congress Group Psychother., Toronto \u2013 20-8-1954 \u2013 Acta Psychother. Psychosom. Orthopaedagogica 4:119-125; 1956.<\/li>\n\n\n\n<li>Fun\u00e7\u00e3o da psiquiatria em medicina preventiva \u2013 Confer\u00eancia, APM, Sec\u00e7\u00e3o Regional, Piracicaba, SP \u2013 16-10-1954.<\/li>\n\n\n\n<li>O m\u00e9todo de Rorschach em psiquiatria \u2013 Sess\u00e3o conj. Comemorat. 70.\u00b0 aniv. De Hermann Rorschach \u2013 Soc. Rorschach S\u00e3o Paulo, 8-11-1954.<\/li>\n\n\n\n<li>Discuss\u00e3o dos fatores determinantes na escala \u201cclaro-escuro\u201d ou \u201cluminosidade\u201d \u2013 Soc. Rorschach S\u00e3o Paulo, 31-3-1955.<\/li>\n\n\n\n<li>Hemiplegia residual e afasia pregressa. Dados significativos ao psicograma de Rorschach \u2013 Soc. Rorschach S\u00e3o Paulo, 26-4-1955.<\/li>\n\n\n\n<li>Dos deveres no casamento \u2013 Curso para Noivas, Centro de Sa\u00fade de Santana, 28-9-1955.<\/li>\n\n\n\n<li>Desvios da personalidade subjetiva pelo prisma gen\u00e9tico \u2013 Curso sobre \u201cFatores do comportamento humano\u201d \u2013 CEFR, 11-10-1955.<\/li>\n\n\n\n<li>Exame m\u00e9dico pr\u00e9-nupcial. Natureza e finalidade \u2013 Curso para Noivas, Centro de Sa\u00fade de Santana, 19-10-1955.<\/li>\n\n\n\n<li>\u00c1lcool, t\u00f3xicos e doen\u00e7as mentais em face do casamento \u2013 Id.ibid., 9-12-1955.<\/li>\n\n\n\n<li>Twinning and epileptoid traits: a research on 2.060 counselees of health clinic \u2013 1<sup>st<\/sup> Internat. Congr. Human Genetics, Copenhagen, 3-8-1956.<\/li>\n\n\n\n<li>Conte\u00fado sexual expl\u00edcito no psicograma de Rorschach. Impropriedade para aferir problemas sexuais conscientes, em 10 protocolos \u2013 Soc. Rorschach S\u00e3o Paulo, 29-5-1956.<\/li>\n\n\n\n<li>Neurose, psicose e psicopatia. Distin\u00e7\u00e3o \u00e0 luz da cl\u00ednica e da patog\u00eanese \u2013 Esc. Soc. Pol\u00edtica, S\u00e3o Paulo, 13-6-1956.<\/li>\n\n\n\n<li>Desenvolvimento biopsicol\u00f3gico da personalidade \u2013 Curso sobre \u201cDesenvolvimento da personalidade\u201d \u2013 Centro D. Vital, 27-8-1956.<\/li>\n\n\n\n<li>Institutos consagrados \u00e0 gen\u00e9tica humana \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 14:226-241; 1956.<\/li>\n\n\n\n<li>Prof. Otmar Freiherr von Verschuer \u2013 Arq. Neuro-psiquiat. 14:267-268; 1956.<\/li>\n\n\n\n<li>A doutrina de Pavlov em confronto com as demais escolas \u2013 Curso sobre a atividade nervosa superior e suas implica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas \u2013 S\u00e3o Paulo, 15-10-1956.<\/li>\n\n\n\n<li>Aspectos gen\u00e9ticos etiol\u00f3gicos no dom\u00ednio da epilepsia \u2013 Simp\u00f3sio do Cap\u00edtulo Baiano da Liga Bras. Contra a Epilepsia \u2013 Salvador BA, 3-4-1957.<\/li>\n\n\n\n<li>Material de trabalho e sistema de nota\u00e7\u00e3o adotados \u2013 Curso sobre \u201cElementos para interpreta\u00e7\u00e3o do psicograma\u201d, Esc. Soc. E Pol\u00edtica, S\u00e3o Paulo, 22-4-1957.<\/li>\n\n\n\n<li>Valor diagn\u00f3stico das modalidades das respostas \u2013 Ibid., 25-4-1957.<\/li>\n\n\n\n<li>Significado psicol\u00f3gico dos <em>determinantes<\/em>. Discuss\u00e3o das v\u00e1rias categorias \u2013 Ibid., 29-4-1957.<\/li>\n\n\n\n<li>Conte\u00fado expl\u00edcito. Estudo diferencial \u2013 Ibid., 2-5-1957.<\/li>\n\n\n\n<li>Avalia\u00e7\u00e3o quantitativa do n\u00edvel intelectual \u2013 Ibid., 6-5-1957.<\/li>\n\n\n\n<li>Qualidade do trabalho mental. \u00cdndices de amadurecimento \u2013 Ibid., 9-5-1957.<\/li>\n\n\n\n<li>Problemas emocionais, atrav\u00e9s do psicograma \u2013 Ibid., 16-5-1957.<\/li>\n\n\n\n<li>Rea\u00e7\u00f5es afetivas: interpreta\u00e7\u00e3o dos diferentes \u00edndices \u2013 Ibid., 16-5-1957.\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>Compara\u00e7\u00e3o entre as manifesta\u00e7\u00f5es atuais e as tend\u00eancias da personalidade \u2013 Ibid., 20-5-1957.<\/li>\n\n\n\n<li>Normas gerais para a reda\u00e7\u00e3o do psicograma \u2013 Ibid., 23-5-1957.<\/li>\n\n\n\n<li>Notas relativas ao ensino da psicopatologia no Curso de Especializa\u00e7\u00e3o em Psicologia Cl\u00ednica \u2013 IX\u00aa Reuni. Anual, SBPC, Rio, 9-7-1957.<\/li>\n\n\n\n<li>Augusto Comte. Unidade e ascens\u00e3o cont\u00ednua na constru\u00e7\u00e3o filos\u00f3fico-religiosa \u2013 Assoc. Paulista Med. Dep. Neuro-Psiquiatria, 5-9-1957.<\/li>\n\n\n\n<li>Bicenten\u00e1rio de Gall e sesquicenten\u00e1rio da Mem\u00f3ria sobre o Sistema Nervoso \u2013 \u201cA Gazeta\u201d, S\u00e3o Paulo, 14-3-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Antecedentes filos\u00f3ficos da teoria cerebral. Precursores imediatos \u2013 Curso sobre \u201cTeoria da personalidade, segundo o ensino de Auguste Comte\u201d \u2013 Esc. de Soc. e Pol\u00edtica S\u00e3o Paulo, 4-3-1958<\/li>\n\n\n\n<li>Concep\u00e7\u00e3o inicial, \u00e0 luz da Filosofia Positiva, sob o ascendente da Sociologia \u2013 Id.ibid., 6-3-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Evolu\u00e7\u00e3o das concep\u00e7\u00f5es, contempor\u00e2neas \u00e0 funda\u00e7\u00e3o da Moral \u2013 Id. Ibid., 11-3-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Estudo de conjunto da personalidade. Condi\u00e7\u00f5es para a harmonia mental \u2013 Id. Ibid., 13-3-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>M\u00f3veis afetivos do comportamento humano. Unidade individual e integra\u00e7\u00e3o na sociedade \u2013 Id. Ibid., 18-3-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Qualidades conativas ou da atividade pr\u00e1tica. Estudo anal\u00edtico e comparativo \u2013 Id. Ibid., 20-3-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Teoria da sensa\u00e7\u00e3o e da percep\u00e7\u00e3o. Teoria das imagens \u2013 Id. Ibid., 25-3-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>As fun\u00e7\u00f5es da intelig\u00eancia, em geral. Papel da express\u00e3o no trabalho elaborativo \u2013 Id. Ibid., 27-3-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Processos mentais inconscientes. Dinamismo e dramatiza\u00e7\u00e3o do sonho \u2013 Id. Ibid., 1-4-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>As \u201clocaliza\u00e7\u00f5es\u201d cerebrais segundo Comte. Apoio da anatomia comparada e da patologia cerebral \u2013 Id. Ibid., 3-4-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Din\u00e2mica cerebral segundo Comte: confronto com as concep\u00e7\u00f5es de Pavlov e com as de Freud \u2013 Id. Ibid., 8-4-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Evolu\u00e7\u00e3o da personalidade humana, individualmente e como fen\u00f4meno social \u2013 Id.ibid., 10-4-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Breves indica\u00e7\u00f5es sobre o Positivismo \u2013 Esc. Soc. Pol. S\u00e3o Paulo, 15-4-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Conative index: an empirical evaluation of affective-emotional level of overt behavior \u2013 IV Congre. Internat. Rorschach, Bruxelles, 3-8-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Psiquiatria e psicoan\u00e1lise \u2013 Conf., Dep. Neuropsiquiatria, A.M.M.G., Belo Horizonte, MG \u2013 31-7-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Prof. Bruno Schultz \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 16:269; 1958 (352)<\/li>\n\n\n\n<li>Esquizofrenia e psicoses degenerativas de Kleist. Patogenia e psicopatologia diferenciais \u2013 1.\u00b0 Congr. Neuro-Psiquiat., Lima, 3-11-1958 \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 17:143-162; 1959.<\/li>\n\n\n\n<li>A teoria cerebral de Augusto Comte ante as aquisi\u00e7\u00f5es atuais da neurofisiologia \u2013 Museu Cel. David Carneiro, Curitiba PR, 13-11-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Alguns registros cl\u00ednicos de interesse gen\u00e9tico nos Centros de Sa\u00fade de S\u00e3o Paulo \u2013 1.\u00aa Reuni\u00e3o Bras. Gen\u00e9t. Humana, Curitiba PR, 15-11-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Leucoencefalose centrolobar infantil \u2013 1.\u00aa Reuni\u00e3o Bras. Gen\u00e9t. Humana, Curitiba PR, 15-11-1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Resultados do Rorschach em pacientes com psicose degenerativa (Kleist) \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Neuro-Psiquiatria, 5-2-1959.<\/li>\n\n\n\n<li>Prof. Karl Leonhard \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat., 17:231; 1959.<\/li>\n\n\n\n<li>Celso Pereira da Silva \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 17:351-356; 1959.<\/li>\n\n\n\n<li>Doen\u00e7as mentais pelo prisma da gen\u00e9tica humana \u2013 Curso de Gen\u00e9t. Humana, Hosp. Cl\u00ednicas S\u00e3o Paulo, 20-10-1959.<\/li>\n\n\n\n<li>Mme Loosli-Usteri \u2013 Soc. Rorschach S\u00e3o Paulo, 9-11-1959.<\/li>\n\n\n\n<li>Aprecia\u00e7\u00e3o sobre o psicograma de Rorschach em pacientes delirantes \u2013 Soc. Rorschach S\u00e3o Paulo, 9-11-1959.<\/li>\n\n\n\n<li>Oskar Vogt \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat. 18:99-100; 1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Peromelia em graus diversos (c\/ A. P. Viegas e O. Lobato) \u2013 1.\u00b0 Simp\u00f3sio Sul-americano de Gen\u00e9tica, S\u00e3o Paulo SP, 10-3-1960 \u2013 Atas gen\u00e9t.: 305; 1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Fen\u00f4menos parapsicol\u00f3gicos \u2013 Dov; Mac; Bras. ISCEH, S\u00e3o Paulo, SP, 16-3-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>O m\u00e9todo de Rorschach em psiquiatria \u2013 Simp\u00f3sio Soc. Rorschach de S\u00e3o Paulo, SP, 28-4-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Aspectos gerais da doutrina de Kleist \u2013 Inst. Psicol. Univ. Cat., SP, 30-4-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Amel\u00eda e tra\u00e7os epileptoides \u2013 12.\u00aa Reuni\u00e3o Anual SBPC, Piracicaba SP, 5-7-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Lobo frontal e comportamento \u2013 Simp\u00f3sio, Centro M\u00e9d. Ribeir\u00e3o Preto, 19-8-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 psicoterapia \u2013 Curso sobre \u201cEscolas de orienta\u00e7\u00e3o psicoter\u00e1pica\u201d \u2013 Centro de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d, S\u00e3o Paulo SP, 12-9-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Instituto de Preven\u00e7\u00e3o Eug\u00eanica e Gen\u00e9tica Humana \u2013 Rev. Paulista Med. 57:175-185; 1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Aplica\u00e7\u00e3o da prova de Rorschach em psicoterapia \u2013 Soc. Rorschach S\u00e3o Paulo, 29-9-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia psiqui\u00e1trica \u00e0 luz da gen\u00e9tica humana \u2013 Curso sobre Semiologia dos dist\u00farbios mentais, Centro Acad. Oswaldo Cruz, S\u00e3o Paulo, 27-9-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Exames subsidi\u00e1rios \u2013 Id. Ibid., 6-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia da vida afetiva \u2013 Id. Ibid., 11-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Altera\u00e7\u00f5es da a\u00e7\u00e3o expl\u00edcita \u2013 Id. Ibid., 18-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Fen\u00f4menos ps\u00edquicos ligados \u00e0 percep\u00e7\u00e3o \u2013 Id. Ibid., 25-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Automatismo mental de Cl\u00e9rambault \u2013 Id. Ibid., 28-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Alucina\u00e7\u00f5es sensoriais \u2013 Id. Ibid., 31-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia da elabora\u00e7\u00e3o intelectual \u2013 Id. Ibid., 4-11-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Dist\u00farbios da linguagem \u2013 Id. Ibid., 8-11-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia geral dos estados mentais m\u00f3rbidos \u2013 Id. Ibid., 11-11-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Discuss\u00e3o dos v\u00e1rios sistemas de nota\u00e7\u00e3o no m\u00e9todo de Rorschach \u2013 Curso te\u00f3rico-pr\u00e1tico intensivo sobre o m\u00e9todo de Rorschach., Soc. Rorschach S\u00e3o Paulo, SP, 24-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Modalidades comuns e modalidades menos frequentes \u2013 Id. Ibid., 24-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Fatores determinantes. Setores correlatos da personalidade \u2013 Id. Ibid., 25-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>N\u00edvel das formas. Avalia\u00e7\u00e3o e aprecia\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica \u2013 Id. Ibid., 25-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Sentido psicol\u00f3gico das respostas crom\u00e1ticas \u2013 Id. Ibid., 26-10-1960.]<\/li>\n\n\n\n<li>Discuss\u00e3o das categorias de movimento. Diferencia\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica \u2013 Id. Ibid., 26-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Identifica\u00e7\u00e3o e diferencia\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica das respostas de luminosidade \u2013 Id. Ibid., 27-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Escala de fatores da s\u00e9rie perspectiva. Estudo comparativo \u2013 Id. Ibid., 27-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Conte\u00fado expl\u00edcito. Frequ\u00eancias especiais \u2013 Id. Ibid., 28-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>C\u00e1lculo dos v\u00e1rios \u00edndices e percentagens. Utiliza\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica \u2013 Id. Ibid., 28-10-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Efeito psicol\u00f3gico da corrida at\u00f4mica sobre a coletividade \u2013 Curso sobre \u201cRadia\u00e7\u00f5es\u201d, Assoc. M\u00e9d. Centro de Sa\u00fade da Capital, S\u00e3o Paulo SP, 10-11-1960.<\/li>\n\n\n\n<li>Cerebral systems in the pathogenesis of endogenous psychoses \u2013 3<sup>rd<\/sup> World Congr. Of Psychiatry, Montreal, Canada, 1961. Arq. Neuro-Psiquiat. 20:263-278; 1962.<\/li>\n\n\n\n<li>Karl Kleist, um dos fundadores da psiquiatria \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Psiquiatria, 8-3-1961 \u2013 Rev. Paulista Med. 59:62; 1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Afasia nominal (col. c\/ C. Lichtenstein Luz) \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Psiquiatria, 8-3-1961 \u2013 Rev. Paulista Med. 59:64; 1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Dist\u00farbio da consci\u00eancia: patogenia e cl\u00ednica \u2013 Simp\u00f3sio, Dep. Neurologia, Assoc. Paulista Me., 5-5-1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Medicina psicossom\u00e1tica. Os dinamismos instintivos \u2013 Curso sobre medicina psicossom\u00e1tica, Instituto de Psicologia, Fac. Filos., Sedes Sapientieae, 12-5-1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Base neurofisiol\u00f3gicas da patogenia psicossom\u00e1tica \u2013 Id. Ibid., 19-5-1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Dinamismo da prova de Rorschach fili\u00e1vel \u00e0 consci\u00eancia de estado m\u00f3rbido \u2013 Soc. Rorschach de S\u00e3o Paulo, 22-6-1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Karl Kleist. In memoriam \u2013 Arq. Neuro-Psiquiat., 19:150-161; 1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Sindactilia \u2013 13.\u00aa Reuni\u00e3o anual SBPC, Po\u00e7os de Caldas Mg, 12-7-1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Combined psycho-and drug therapy for neurotics belonging in the epileptoid genetic circle \u2013 5<sup>.<\/sup> Internat. Kongr. F\u00fcr Pscychotherapie, Wien, 22-8-1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Problemas de parapsicologia \u2013 Discuss\u00e3o do relat\u00f3rio do Dr. Lago sobre \u201cProblemas e perspectivas da parapsicologia\u201d \u2013 Assoc. Paulista Med., Dep. Psiquiatria, 27-5-1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Orienta\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica na educa\u00e7\u00e3o da crian\u00e7a \u2013 Simp\u00f3sio \u201cS\u00e2o Paulo e a crian\u00e7a\u201d, CASS Tucuruvi, S\u00e3o Paulo, 5-10-1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicopatologia dos del\u00edrios \u2013 Curso de Estudos \u201cFranco da Rocha\u201d e Dep. Psiquiatria, Assoc. Paulista Med., 9-10-1961 \u2013 Bol. CEFR Iv-V:18-20; 1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Discuss\u00e3o sobre a utilidade de um novo \u00edndice na prova de Rorschach: Imp., Impulsividade \u2013 Soc. Rorschach S\u00e3o Paulo, 26-10-1961.<\/li>\n\n\n\n<li>Parapsicologia: fatos e artif\u00edcios \u2013 Curso \u201cDepoimento sobre parapsicologia\u201d, Departamento Cultural de \u201cA Tribuna\u201d, Santos SP, 24-6-1962.<\/li>\n\n\n\n<li>Conceito de personalidades psicop\u00e1ticas \u2013 Simp\u00f3sio sobre \u201cPersonalidades psicop\u00e1ticas\u201d, Penitenci\u00e1ria do Estado, S\u00e3o Paulo, 9-4-1962.<\/li>\n\n\n\n<li>Divis\u00e3o da esquizofrenia em formas distintas: bases patog\u00eanicas \u2013 Simp\u00f3sio sobre \u201cEsquizofrenia\u201d, Assoc. Paulista Med., Dep. Psiquiatria, 9-4-1962.<\/li>\n\n\n\n<li>Morgenthaler, no 80.\u00b0 anivers\u00e1rio \u2013 Soc. Rorschach S\u00e3o Paulo, Sess\u00e3o em homenagem ao Dr. Walter Morgenthaler, 3-5-1962.<\/li>\n\n\n\n<li>Provas psicol\u00f3gicas: recurso para o conhecimento da crian\u00e7a \u2013 Confer\u00eancia, Externato Pedro I, S\u00e3o Paulo, 27-6-1962.<\/li>\n\n\n\n<li>Microftalmo Unilateral \u2013 2.\u00aa Reuni\u00e3o Bras. Gen\u00e9t. Humana, Curitiba PR, 11+7+1962.<\/li>\n\n\n\n<li>M\u00e9todo de Rorschach: terminologia e crit\u00e9rio \u2013 Arq. Psicopatas, S\u00e3o Paulo 27:5-57; 1963.<\/li>\n\n\n\n<li>Walter Morgenthaler \u2013 Arq. Assist. Psicopatas, S\u00e3o Paulo 27:179-183; 1963.<\/li>\n\n\n\n<li>Aspectos gerais da nosologia psiqui\u00e1trica \u2013 Simp\u00f3sio, 6.\u00b0 Congresso Soc. Bras. De Neurol., Psiquiatria, Neurocirugia \u2013 Belo Horizonte Mg, 29-8-1962.<\/li>\n\n\n\n<li>Neuropatologia segundo Kleist \u2013 Reuni\u00e3o H. Mental, Cl. Pedi\u00e1trica do H. C., S\u00e3o Paulo, 18-10-1962.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicopatologia e nosologia psiqui\u00e1trica de Kleist \u2013 Id. Ibid., 25-10-1962.<\/li>\n\n\n\n<li>Desobramento de respostas e de protocolos na prova de Rorschach \u2013 Soc. Rorschach S\u00e3o Paulo, 20-11-1962.<\/li>\n\n\n\n<li>Apraxia de constru\u00e7\u00e3o e de a\u00e7\u00e3o coordenada, em doente de Alzheimer. Correla\u00e7\u00e3o an\u00e1tomao-cl\u00ednica (com contribui\u00e7\u00e3o citoarquitet\u00f4nica do Por. Paulo Pinto Pupo) \u2013 1.\u00aa Reuni\u00e3o Anual, Academia Brasileira de Neurologia, Curitiba PR, 1-7-1963.<\/li>\n\n\n\n<li>Transmiss\u00e3o gen\u00e9tica nas miopatias, nas doen\u00e7as medulares e nas abiotrofias cerebrais \u2013 Curso sobre \u201cGen\u00e9tica aplicada \u00e0 Neurologia\u201d, Cl\u00ednica Neurol\u00f3gica, Fac. Med. USP, 10-9-1963.<\/li>\n\n\n\n<li>Oligofrenia em sentido estrito e defici\u00eancia mental \u2013 Id. Ibid., 13-9-1963.<\/li>\n\n\n\n<li>Gen\u00e9tica na epilepsia e nos quadros do ciclo epil\u00e9ptico \u2013 Id. Ibid., 17-9-1963.<\/li>\n\n\n\n<li>Desvios do psicograma de Rorschach encontradi\u00e7os em epil\u00e9pticos e em esquizofr\u00eanicos \u2013 Simp\u00f3sio, Soc. Rorschach, S\u00e3o Paulo Sp, 31-10-1963.<\/li>\n\n\n\n<li>M\u00e9todo de Rorschach: Elabora\u00e7\u00e3o do psicograma, 308 p\u00e1ginas, 1963 (no prelo)<\/li>\n<\/ol>\n<\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Composto com o Memorial apresentado \u00e0 Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo por ocasi\u00e3o do concurso \u00e0 doc\u00eancia-livre de Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica \u2013 Inscrito em 15 de janeiro de 1941; e com o apresentado \u00e0 Escola Paulista de Medicina por ocasi\u00e3o do concurso para Livre-Doc\u00eancia em Psiquiatria, em 1963. 1941 _______________ 1963 AN\u00cdBAL SILVEIRA [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"templates\/template-full-width.php","meta":{"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-113","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/113","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=113"}],"version-history":[{"count":31,"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/113\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3435,"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/113\/revisions\/3435"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=113"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=113"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=113"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}