{"id":2238,"date":"2024-05-19T11:27:52","date_gmt":"2024-05-19T14:27:52","guid":{"rendered":"https:\/\/anibalsilveira.org\/?page_id=2238"},"modified":"2024-05-19T11:27:52","modified_gmt":"2024-05-19T14:27:52","slug":"anibal-silveira-uma-homenagem-nos-10-anos-de-sua-morte","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/anibal-silveira-uma-homenagem-nos-10-anos-de-sua-morte\/","title":{"rendered":"ANIBAL SILVEIRA: UMA HOMENAGEM NOS 10 ANOS DE SUA MORTE."},"content":{"rendered":"<p class=\"has-text-align-center\">ANIBAL SILVEIRA: UMA HOMENAGEM NOS 10 ANOS DE SUA MORTE.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">Paulo Cezar Naglio Palladini<br>19\u00ba Congressoo Brasileiro de Neurologia, Psiquiatria e Higiene Mental, setembo de 1989, Escola Paulista de Medicina de S\u00e3o Paulo<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Decorridos 10 anos da morte de Anibal Silveira, psiquiatra e professor de S\u00e3o Paulo, presta-lhe o Autor uma homenagem enfocando aspectos de sua vida e de sua produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<br>A primeira parte de exposi\u00e7\u00e3o traz uma pequena biografia cient\u00edfica. Na segunda \u00e9 apresentado um \u00edndice-resumo dos principais campos abrangidos pela obra de Silveira e indica\u00e7\u00e3o bibliogr\u00e1fica b\u00e1sica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>1 PARTE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>16 de agosto de 1979. H\u00e1 dez anos morria em S\u00e3o Paulo o Professor Anibal Silveira, psiquiatra paulista criador de importante escola. Foi professor de psiquiatria nas faculdades de medicina de Botucat\u00fa, Campinas e Jundia\u00ed, mas sua vida esteve umbilicalmente ligada ao Hospital de Juqueri em Franco da Rocha, onde pesquisou e ensinou. Conheci-o naquele ano, meses antes de sua morte; sua estatura, sua pessoa deixaram em mim uma impress\u00e3o profunda. Tinha 77 anos.<br>Posso v\u00ea-lo em seu escrit\u00f3rio no Pavilh\u00e3o Escola, a porta entreaberta, inclinado sobre o projeto de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o que preparava. Ou em plena greve dos m\u00e9dicos-residentes, rec\u00e9m-chegado da Europa, recebendo-nos em sua casa em S\u00e3o Paulo: ap\u00f3s o ch\u00e1 levou-nos a apreciar as cam\u00e9lias do seu jardim. Recordo-me ainda do enorme esfor\u00e7o que nos era exigido para ouvi-lo dada a peculiaridade do seu falar, t\u00e3o bem caracterizado por H Grunspum em seu livro Trem para o hosp\u00edcio, onde dedica-lhe um cap\u00edtulo inteiro (5). Vivia cercado, literalmente cercado pelos disc\u00edpulos, cerco e prote\u00e7\u00e3o que sua aparente fragilidade inspirava. Era dif\u00edcil a aproxima\u00e7\u00e3o dos novatos naquelas frias manh\u00e3s de s\u00e1bado em Franco da Rocha, o dia das reuni\u00f5es cl\u00ednicas.<br>Silveira trabalhou muito e, durante 50 anos contribuiu ativamente para o desenvolvimento do conhecimento psiqui\u00e1trico: da tese inaugural em 1930 (7) \u00e0s \u00faltimas apresenta\u00e7\u00f5es do seu pensamento no International Meeting on a Multidisciplinary Approach to Brain Development (42) em Brindisi (It\u00e1lia), meses antes de morrer.<br>Construiu vasta obra e artigos como As Fun\u00e7\u00f5es do Lobo Frontal (12), Esquizofrenia e Psicoses Degenerativas de Kleist (34), Cerebral System in the Pathogenesis of endogenous Psychoses (35), Psicologia Fisiol\u00f3gica (39), apenas indicam a amplitude do seu saber.<br>Foi membro de v\u00e1rias associa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas internacionais; publicou no Brasil e no exterior (23).<br>Aprecia\u00e7\u00f5es de sua produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica fizeram muitos pesquisadores em v\u00e1rios pa\u00edses: O Vogt, C Schneider e R Gaupp na Alemanha; EE Kraft na Argentina; EA Spiegel, JF Fulton e Dusser de Barenne nos Estado Unidos; H Meige na Fran\u00e7a; F Reitmann na Inglaterra; VM Buscaino na It\u00e1lia; Barahona Fernandes e Egas Moniz em Portugal; F Morel e M Muller na Su\u00ed\u00e7a.<br>Com L von Meduna, o introdutor do m\u00e9todo de choque pelo cardiazol no tratamento de esquizofr\u00eanicos, teve especial proximidade. O pr\u00f3prio Meduna referiu-se a Silveira como o pesquisador que melhor compreendeu o m\u00e9todo e melhor aplicou-o, sistematizando suas indica\u00e7\u00f5es de modo original (23).<br>Da obra de K Kleist tinha profundo conhecimento. Assimilou os crit\u00e9rios desse autor \u00e0s suas pr\u00f3prias convic\u00e7\u00f5es; estudou a esquizofrenia e identificou suas formas evolutivas, isolando-as das formas de psicoses que a elas se assemelham, mas t\u00eam curso e progn\u00f3sticos diversos: as psicoses diet\u00e9ticas. Resumiu admiravelmente o pensamento de Kleist em dois memor\u00e1veis artigos comemorativos de seus 80 anos ( 33, 34).<br>Anibal era paulista, nascido em S\u00e3o Roque, 17 de mar\u00e7o de 1902. Positivista, adepto da doutrina de Auguste Comte, extraiu dos escritos do fil\u00f3sofo todo o embasamento filos\u00f3fico de sua obra (2, 3, 18, 35, 39). Nas palavras de Barahona Fernandes em Filosofia e Psiquiatria (4), ele foi dos &#8220;\u00faltimos representantes ortodoxos&#8221; do positivismo de Comte. Lucia Coelho, uma de suas disc\u00edpulas, dedicou-lhe o livro Fundamentos Epistemol\u00f3gicos de uma Psicologia Positiva (3), tese apresentada \u00e0 Universidade Aix-Marseille I para a obten\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo de M\u00e2itre en Philosophie des Sciences. Em outro livro, Epilepsia e Personalidade (2), ela faz importante s\u00edntese da teoria da personalidade desenvolvida por Silveira. Autores com Salles Barros (1), Dora Martinic (1), No\u00eamio Weniger e outros tamb\u00e9m trabalharam dentro do seu marco te\u00f3rico (43).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">2 PARTE<\/p>\n\n\n\n<p>Um esbo\u00e7o de sistematiza\u00e7\u00e3o de sua obra deveria incluir, segundo minha aprecia\u00e7\u00e3o, os seguintes campos, porque os abrange:<br>1) Fundamentos Filos\u00f3ficos( 2,3,18,35,39).<br>2) Fundamentos biol\u00f3gicos (12, 16, 28, 29, 30, 33, 39, 42).<br>3) Teoria da personalidade (18, 27, 35, 39).<br>4) Patologia cerebral ( 11, 19, 33).<br>5) Psicopatologia, Crit\u00e9rio Patogen\u00e9tico ( 13,14, 18, 30, 31, 33, 35, 41).<br>6) Semiologia. Prova de Rorschach ( 15,22, 25, 26, 27, 32, 36, 37, 38, 40)<br>7) Cl\u00ednica dos Dist\u00farbios Mentais. Classifica\u00e7\u00e3o (29,34, 41).<br>8) Terap\u00eautica Psiqui\u00e1trica ( 17, 20, 21, 24).<br>9) Organiza\u00e7\u00e3o de Servi\u00e7os ( 7, 8, 9, 10).<\/p>\n\n\n\n<p>Para Silveira, a teoria da personalidade \u00e9 o eixo em torno do qual se articula todo o saber e toda a pr\u00e1tica em sa\u00fade mental. Sua teoria \u00e9 sist\u00eamica.<\/p>\n\n\n\n<p>A personalidade consiste num conjunto de fun\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas agrupadas em tr\u00eas esferas, que mant\u00eam entre si rela\u00e7\u00f5es espec\u00edficas e hierarquizadas. As liga\u00e7\u00f5es de duas ou mais fun\u00e7\u00f5es simples formam sistemas. No plano cerebral estas esferas e sistemas ps\u00edquicos correspondem a regi\u00f5es e sistemas cerebrais, estes constitu\u00eddos por dois ou mais \u00f3rg\u00e3os interligados. A cada fun\u00e7\u00e3o, sistema e esfera ps\u00edquica correspondem, respectivamente, um \u00f3rg\u00e3o, um sistema e uma regi\u00e3o cerebral determinada. As fun\u00e7\u00f5es mais b\u00e1sicas s\u00e3o as mais en\u00e9rgicas e independentes, o que proporciona uma hierarquia entre as esferas e os sistemas. As fun\u00e7\u00f5es mais diferenciadas s\u00e3o menos en\u00e9rgicas, mais dependentes e regem as mais b\u00e1sicas. Todo o conjunto funciona harm\u00f4nica e continuamente, sendo respons\u00e1vel pela adapta\u00e7\u00e3o do organismo ao ambiente f\u00edsico e social (2,39). Segundo Silveira os \u00f3rg\u00e3os correlatos \u00e0s fun\u00e7\u00f5es s\u00e3o duplos e distribu\u00eddos em ambos os hemisf\u00e9rios cerebrais, o que permite tanto a altern\u00e2ncia funcional como a supl\u00eancia em caso de les\u00e3o. S\u00e3o tr\u00eas as esferas que comp\u00f5em a personalidade: Afetividade, Cona\u00e7\u00e3o e Intelig\u00eancia. A primeira, mais b\u00e1sica, abrange dois grupos de fun\u00e7\u00f5es: individualidade e sociabilidade. A esfera conativa responde pelo est\u00edmulo, inibi\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o e do trabalho intelectual. A esfera intelectual \u00e9 a mais dependente e menos en\u00e9rgica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s duas anteriores. Ela preside a capta\u00e7\u00e3o dos est\u00edmulos ( a partir dos \u00f3rg\u00e3os sensoriais), sua elabora\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s da linguagem. Al\u00e9m disso, regula a esfera conativa, orientando a a\u00e7\u00e3o no ambiente externo, e estabelece conex\u00e3o com a esfera afetiva, da qual recebe est\u00edmulo. \u00c9 a circularidade est\u00edmulo afetivo-repercuss\u00e3o intelectual, o que configura o processo emocional (39).<\/p>\n\n\n\n<p>As rela\u00e7\u00f5es entre as esferas s\u00e3o din\u00e2micas, espec\u00edficas e hierarquizadas. Ao influxo afetivo sobre a esfera conativa Silveira denomina motiva\u00e7\u00e3o, e sobre a intelig\u00eancia interesse. Ao influxo conativo incidindo na esfera intelectual aten\u00e7\u00e3o, e ao influxo intelectual sobre a cona\u00e7\u00e3o orienta\u00e7\u00e3o (2,3). Consci\u00eancia \u00e9, para ele, o resultado do funcionamento conjunto afetivo-intelectual, e espontaneidade do conjunto afetivo-conativo (27).<\/p>\n\n\n\n<p>Os sintomas ps\u00edquicos s\u00e3o express\u00e3o de altera\u00e7\u00f5es dos sistemas ps\u00edquicos, os quadros cl\u00ednicos s\u00e3o das esferas ps\u00edquicas. No plano cerebral correspondem aos sistemas e regi\u00f5es cerebrais. Esse \u00e9 o crit\u00e9rio patogen\u00e9tico: os sintomas e quadros cl\u00ednicos est\u00e3o filiados a sistemas e esferas, que lhe s\u00e3o correspondentes. Com esse crit\u00e9rio Silveira estudou a psicopatologia e a patologia cerebral (1, 6, 35). Aprofundou o entendimento dos casos de les\u00e3o cerebral, trabalhando com os conceitos de supl\u00eancia e repercuss\u00e3o. Distinguiu, na s\u00edndrome do lobo frontal, quais os sintomas locais e quais os sintomas de repercuss\u00e3o de les\u00f5es de outras regi\u00f5es encef\u00e1licas ( parieto-temporais e parieto-occipitais) (11). Em 1937 publicou um artigo (19) onde apresenta um caso de defici\u00eancia mental, que a anatomia patol\u00f3gica mostrou grave atrofia cerebelar com integridade dos lobos frontais. Interpretou o fato como supl\u00eancia por parte da regi\u00e3o frontal das fun\u00e7\u00f5es cerebelares deficit\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Os fen\u00f4menos ps\u00edquicos, afirmava, t\u00eam express\u00e3o pr\u00f3pria e n\u00e3o podem ser reduzidos aos fen\u00f4menos cerebrais, mas deles dependem. A personalidade emerge da intera\u00e7\u00e3o de fatores biol\u00f3gicos (cerebrais) com fatores do ambiente (sociais). Para ele n\u00e3o h\u00e1 dicotomia c\u00e9rebro-mente, os sistemas comportam v\u00e1rios n\u00edveis de express\u00e3o (39).<\/p>\n\n\n\n<p>No campo da semiologia fez importantes contribui\u00e7\u00f5es \u00e0 prova de Rorschach e difundiu o m\u00e9todo. Foi o fundador da Sociedade Rorschach de S\u00e3o Paulo (25, 32, 36, 37, 38, 40).<\/p>\n\n\n\n<p>Anibal, 10 anos s\u00e3o passados desde a sua morte, No verso de Maiakovsk&#8221; voc\u00ea partiu, como se diz, para o outro mundo&#8221;. Houve a di\u00e1spora. Hoje, Professor Anibal Silveira, voc\u00ea \u00e9 MEM\u00d3RIA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">BIBLIOGRAFIA<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Barros JS: Automatismo Mental de Cl\u00e8rambault. Patog\u00eanese e Cl\u00ednica. Tese de doutoramento, Faculdade de Medicina de Jundia\u00ed, 1976.<\/li>\n\n\n\n<li>Coelho LMS: Epilepsia e Personalidade. Sao Paulo, Editora \u00c1tica, 1980.<\/li>\n\n\n\n<li>Coelho LMS: Fundamentos Epistemol\u00f3gicos de uma Psicologia Positiva. Sao Paulo, Editora \u00c1tica, 1982.<\/li>\n\n\n\n<li>Fernandes B: Filosofia e Psiquiatria. Coimbra, Biblioteca Filos\u00f3fica, 1966.<\/li>\n\n\n\n<li>Grunspun H: Trem para o Hosp\u00edcio. Sao Paulo, Livraria Cultura Editora, 1980.<\/li>\n\n\n\n<li>Martinic Morales DL: Esquizofrenia pelo \u00e2ngulo da patog\u00eanese. Tese de doutoramento, Faculdade de Medicina de Jundia\u00ed, 1976.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Da Cl\u00ednica Psiqui\u00e1trica e do Ambulat\u00f3rio de Higiene Mental. Tese inaugural, Faculdade de Medicina de S\u00e3o Paulo, 1930.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>8) Silveira A: Do Ambulat\u00f3rio de Higiene Mental. Boletim de Higiene Mental 23: 2-5, 1930.<\/p>\n\n\n\n<p>9) Silveira A: Assist\u00eancia Geral aos Psicopatas. Boletim de Higiene Mental 25: 1, 1931.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\" start=\"10\">\n<li>Silveira A: Reeduca\u00e7\u00e3o de Doentes Mentais. Boletim de Higiene Mental 25:2, 1931.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: S\u00edndrome do Lobo Frontal. S\u00e3o Paulo M\u00e9dico 7(I): 167-193, 1934.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: As Fun\u00e7\u00f5es do Lobo Frontal. Rev de Neurol. e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo 1: 196-228, 1935.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: S\u00edndrome de Automatismo Mental de Cl\u00e8rambault. Rev de Neurol. e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo 1: 374-382, 1935.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: S\u00edndrome de Automatismo Mental de Cl\u00e8rambault. Observa\u00e7\u00f5es Cl\u00ednicas e Coment\u00e1rios. Rev de Neurol. e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo 2: 1-31, 1936.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Valor Semiol\u00f3gico do Automatismo Mental de Cl\u00e9rambault. S\u00e3o Paulo M\u00e9dico 9(II): 67-80, 1936.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Campos Arquitet\u00f4nicos do Lobo Frontal e Fun\u00e7\u00f5es da Intelig\u00eancia. Rev de Neurol. e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo 3: 131-161, 1937.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Contribui\u00e7\u00e3o para o Tratamento Convulsivante nos Esquizofr\u00eanicos. Arq Assist a Psicopatas de S\u00e3o Paulo 2: 391-450, 1937.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Das leis est\u00e1ticas e Din\u00e2micas da Intelig\u00eancia. Aplica\u00e7\u00e3o \u00e0 Patologia Mental. Arq Assist a Psicopatas de S\u00e3o Paulo 2: 571-582, 1937.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Les\u00f5es Casuais e Les\u00f5es Sistem\u00e1ticas do C\u00e9rebro nas Doen\u00e7as Mentais. Arq Assist a Psicopatas de S\u00e3o Paulo 2: 191-217, 1937.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Diretrizes para a escolha entre o Coma Insul\u00ednico e o Choque Convulsivante no Tratamento dos esquizofr\u00eanicos. Arq Assist a Psicopatas de S\u00e3o Paulo 3: 53-65, 1938.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Tratamentos Modernos nos Esquizofr\u00eanicos em compara\u00e7\u00e3o com os M\u00e9todos de Rotina, Neurobiologia 1: 327-342, 1938.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Altera\u00e7\u00f5es n\u00e3o Metalu\u00e9ticas do L\u00edquido Cefalorraquidiano em Doentes Mentais. Brasil M\u00e9dico 53 (15,16,17), 1939<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Memorial. S\u00e3o Paulo, 1941.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: O M\u00e9todo de Meduna em esquizofr\u00eanicos Cr\u00f4nicos. Arq Assist a Psicopatas de S\u00e3o Paulo, 1941. Separata.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Contribui\u00e7\u00e3o para os S\u00edmbolos e o Protocolo no M\u00e9todo de Rorschach. Rev de Neurol e Psiquiatria de S\u00e3o Paulo 10: 158, 1943.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Contribui\u00e7\u00e3o para a Semiologia Psiqui\u00e1trica- a Pneumoencefalografia. Arq Assist a Psicopatas de S\u00e3o Paulo 12:1-101, 1947.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Acep\u00e7\u00e3o de Semiologia no Dom\u00ednio das Doen\u00e7as Mentais. Arq Assist a Psicopatas de S\u00e3o Paulo 15: 5-21, 1950.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Genetics of Psychoses. Eugenical News 26: 27-29, 1951.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: A Human Genetics as an Approach to the Classification of Mental Diseases. Arq Neurol Psiquiatr 10: 41-46, 1952.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Aplica\u00e7\u00e3o da Gen\u00e9tica Humana \u00e0 Higiene Mental. Arq Neuro Psiquiatr 14: 117-135, 1956.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Problems Common to Children and Parents as detected in a Health Clinic. Acta Psychotherapeutic Psychosomatique et Orthopaedag\u00f3gica. Basel 4(2): 119-125, 1956.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Conative Index: an Empirical Evaluation of Affective-Emotional Level of Overt Behavior. IV Rorschach International Congress. Bruxelas, 1958.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Caracteriza\u00e7\u00e3o da Patologia Cerebral, da Psicopatologia e da Heredologia Psiqui\u00e1trica na Doutrina de Kleist, Arq Neuro-Psiquiatr 17:100-142, 1959.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Esquizofrenia e Psicoses Degenerativas de Kleist. Arq Neuro-Psiquiatr 17: 143-162, 1959.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Cerebral Systems in the Pathogenesis of Endogenous Psychoses. Arq Neuro-Psiquiatr 20: 263-278, 1962.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: M\u00e9todo de Rorschach- Terminologia e Crit\u00e9rios. Arq Assist Psicopatas de S\u00e3o Paulo 27: 5-57, 1963.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: M\u00e9todo de Rorschach. Elabora\u00e7\u00e3o do Psicograma. S\u00e3o Paulo, Edanele, 1964.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Un index pour la relation Intellectuelle avec le Monde Exterieur. VI Congr\u00e8s International Rorschach. Paris, 1966.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Psicologia Fisiol\u00f3gica. Maternidade e Inf\u00e2ncia 15 (1), 1966.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Impulsiveness and Ways of Mastering it. Rorschach data with 100 adults. Rorschach International Congress, London, 1968.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Conceitua\u00e7\u00e3o de esquizofrenia. Psiq Atual, 48-51, 1970.<\/li>\n\n\n\n<li>Silveira A: Dynamics of Mental Developments as attended by Brain Structures Maturation. International Meeting on a Multidisciplinary Approach to Brain Development, Brindisi, 1979.<\/li>\n\n\n\n<li>Weniger N Brandi AJ: Altera\u00e7\u00f5es das c\u00e9lulas de Purkinje em Camundongos de Linhagem cancerosa. Rev Paul de Medicina 64: 65-66, 1964.<\/li>\n<\/ol>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ANIBAL SILVEIRA: UMA HOMENAGEM NOS 10 ANOS DE SUA MORTE. 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