{"id":2246,"date":"2024-05-20T11:16:08","date_gmt":"2024-05-20T14:16:08","guid":{"rendered":"https:\/\/anibalsilveira.org\/?page_id=2246"},"modified":"2024-05-20T11:16:08","modified_gmt":"2024-05-20T14:16:08","slug":"formacao-em-psiquiatria-centrada-na-atuacao-do-clinico-geral-e-do-psiquiatra-no-ambito-da-atencao-publica-em-saude-mental","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/formacao-em-psiquiatria-centrada-na-atuacao-do-clinico-geral-e-do-psiquiatra-no-ambito-da-atencao-publica-em-saude-mental\/","title":{"rendered":"Forma\u00e7\u00e3o em Psiquiatria centrada na atua\u00e7\u00e3o do cl\u00ednico geral e do psiquiatra no \u00e2mbito da aten\u00e7\u00e3o p\u00fablica em sa\u00fade mental."},"content":{"rendered":"<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o em Psiquiatria centrada na atua\u00e7\u00e3o do cl\u00ednico geral e do psiquiatra no \u00e2mbito da aten\u00e7\u00e3o p\u00fablica em sa\u00fade mental<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong><sup>Francisco Drumond de Moura<br>Paulo Palladini<br>Roberto Fasano Neto<\/sup><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de sua not\u00e1vel produ\u00e7\u00e3o, te\u00f3rica e pr\u00e1tica, no campo da psiquiatria e da psicologia m\u00e9dica, que transcorreu no per\u00edodo de 1935 a 1979, An\u00edbal Silveira investiu, persistentemente, na atividade de ensino e pesquisa no \u00e2mbito dos Departamentos de Psiquiatria de v\u00e1rias Faculdades de Medicina do Estado de S\u00e3o Paulo: Faculdade de Medicina de Botucatu, Faculdade de Medicina de Campinas (Unicamp) e Faculdade de Medicina de Jundia\u00ed.<br>Dessa forma, organizou nesses Departamentos um processo de forma\u00e7\u00e3o orientado pela sua singular abordagem da psiquiatria, norteada por um crit\u00e9rio de diagn\u00f3stico mais rigoroso, baseado em uma inovadora Teoria da Personalidade que ele aperfei\u00e7oou desde 1935.<br>Tamb\u00e9m, ao longo desse per\u00edodo realizou, sistematicamente, v\u00e1rios Cursos extracurriculares sobre Teorias da Personalidade, Psicopatologia, Semiologia psiqui\u00e1trica e Psiquiatria Cl\u00ednica, cujos sum\u00e1rios ser\u00e3o arrolados mais adiante.<br>No per\u00edodo de 1975 a 1979 se empenhou muito para organizar um Curso de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Psiquiatria, vinculado ao Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Jundia\u00ed, sem \u00eaxito, infelizmente.<br>Ao longo de todo esse processo acumulou um conjunto de sum\u00e1rios tem\u00e1ticos, de roteiros, de formul\u00e1rios e de programas que s\u00e3o arrolados mais adiante, de forma a disponibiliz\u00e1-los como uma refer\u00eancia no processo de forma\u00e7\u00e3o no campo da psiquiatria.<br>Da mesma forma, ser\u00e3o tamb\u00e9m referenciados os artigos publicados ou apresentados em Congressos sobre essa quest\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o, do ensino e do papel do cl\u00ednico geral na aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e do psiquiatra na aten\u00e7\u00e3o p\u00fablica em sa\u00fade mental.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>A quest\u00e3o do ensino e da pr\u00e1tica psiqui\u00e1trica na aten\u00e7\u00e3o publica em sa\u00fade mental<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O resumo de um trabalho<strong>\u00b9<\/strong>, de 1975, o seu \u00faltimo texto sobre essa quest\u00e3o, d\u00e1 um apanhado geral bem abrangente sobre o seu ponto de vista do processo de forma\u00e7\u00e3o no campo da psiquiatria, raz\u00e3o pela qual o transcrevemos abaixo:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEm nosso Departamento, o ensino da Psiquiatria visa a forma\u00e7\u00e3o do cl\u00ednico geral, na fase de gradua\u00e7\u00e3o. Nossa inten\u00e7\u00e3o \u00e9 armar o estudante com o crit\u00e9rio da Psiquiatria, a ser utilizado no exerc\u00edcio da medicina comunit\u00e1ria preventiva. Somente a partir da fase de est\u00e1gio opcional \u00e9 que se inicia o ensino especializado, mesmo a\u00ed voltado para a comunidade. Ao atingir a fase de Resid\u00eancia psiqui\u00e1trica \u00e9 que se firma a especializa\u00e7\u00e3o, prevalecendo o trabalho de orienta\u00e7\u00e3o familial, como a\u00e7\u00e3o sobre a comunidade.<br>O contacto com os alunos se inicia no 3\u00ba ano did\u00e1tico, mediante a Psicologia M\u00e9dica: eles se dividem ent\u00e3o em grupos espont\u00e2neos, de tipo \u201csociom\u00e9trico\u201d para o trabalho pr\u00e1tico, os quais devem permanecer at\u00e9 o \u00faltimo ano letivo. Os temas te\u00f3ricos, como nos demais anos letivos, valem para fixar a orienta\u00e7\u00e3o dos trabalhos pr\u00e1ticos. No 2\u00ba semestre os grupos assumem a orienta\u00e7\u00e3o de alunos de escola prim\u00e1ria, como trabalho de psicologia aplicada; e redigem um tema, cada um, de livre escolha. No ano letivo seguinte \u00e9 estudada a Psicopatologia, aplicada \u00e0 Cl\u00ednica Geral no 1\u00ba semestre e \u00e0 Psiquiatria no 2\u00ba. Tamb\u00e9m os t\u00f3picos, seriados, servem para orientar as discuss\u00f5es de grupo. No 5\u00ba ano, a Psiquiatria toma dois per\u00edodos, por ora no mesmo dia da semana, durante o semestre. As discuss\u00f5es, como nos demais anos letivos, se fazem necessariamente sem a presen\u00e7a do observando. Na fase de est\u00e1gio rotativo da Faculdade, cada grupo de 5 alunos durante 1 m\u00eas, o programa do Departamento envolve semin\u00e1rios e reuni\u00f5es cl\u00ednicas, al\u00e9m da observa\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica individual.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00b9<strong><sub>\u201cPapel do Residente m\u00e9dico no ensino da Psiquiatria\u201d, An\u00edbal Silveira, elaborado em conjunto com integrantes do corpo docente do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Jundia\u00ed: Luis J.A.Fiore, Dora L. Martinic, Joacyr S. Barros, 1975.<\/sub><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><br>Finalmente, a fase de Resid\u00eancia, de R1 a R3, \u00e9 que permite ao m\u00e9dico formar experi\u00eancia pr\u00f3pria. Al\u00e9m de participar das Reuni\u00f5es Cl\u00ednicas, e an\u00e1tomo cl\u00ednicas, que deve preparar em rod\u00edzio, de efetuar plant\u00f5es e responsabilizar-se por leitos, o R1 deve auxiliar nas discuss\u00f5es de semin\u00e1rio do estagi\u00e1rio; o R2 se incumbe de lhe dar supervis\u00e3o e de orientar os grupos de alunos, nas 6 disciplinas do curso de gradua\u00e7\u00e3o, o que permite realmente melhor aprendizado te\u00f3rico, de modo mais ativo que os pr\u00f3prios semin\u00e1rios e, por outro lado, estimula os estudantes.\u201d<br>A perspectiva do processo de forma\u00e7\u00e3o vislumbrado por An\u00edbal Silveira est\u00e1 ancorada no seu entendimento da Psiquiatria \u201ccomo atividade essencialmente m\u00e9dica, de natureza multidisciplinar, baseada na gen\u00e9tica humana com finalidade social e preventiva. N\u00e3o pode prescindir da Neurologia, da Medicina Preventiva, nem da Sociologia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, concebe o Departamento de Psiquiatria, como unidade universit\u00e1ria, que visa ao ensino, \u00e0 pesquisa e \u00e0 atua\u00e7\u00e3o sobre a comunidade local, da\u00ed estruturar-se em tr\u00eas setores:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>setor de forma\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, pretende habilitar o m\u00e9dico geral a empregar na cl\u00ednica di\u00e1ria o crit\u00e9rio psiqui\u00e1trico-social preventivo; e dar ao psiquiatra experi\u00eancia nos aspectos din\u00e2micos e sociais da psicoterapia e da psiquiatria comunit\u00e1ria;<\/li>\n\n\n\n<li>setor de liga\u00e7\u00e3o, visando a integra\u00e7\u00e3o com outros departamentos da faculdade e, por outro lado, com as diversas organiza\u00e7\u00f5es da Comunidade local;<\/li>\n\n\n\n<li>setor de pesquisa, com dois tipos a longo prazo:<br>epidemiol\u00f3gica ou de gen\u00e9tica m\u00e9dica<br>custo operacional<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Os desafios da assist\u00eancia p\u00fablica em sa\u00fade mental e o papel do psiquiatra<\/strong><\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-code\"><code>Em 1947 foi publicado um artigo, que havia sido elaborado em fevereiro de 1945, de An\u00edbal Silveira e Jos\u00e9 d\u2019Alambert<strong>\u00b3<\/strong>. Esse artigo que foi apresentado no 1\u00ba Congresso M\u00e9dico-Social Brasileiro, como uma interven\u00e7\u00e3o e um apelo, expressa alguns problemas que se acentuaram a partir da d\u00e9cada de 50 e que somente come\u00e7aram a ser enfrentados a partir da d\u00e9cada de 80, j\u00e1 no contexto do processo de redemocratiza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, ap\u00f3s o longo per\u00edodo da ditadura militar, e no bojo da mobiliza\u00e7\u00e3o social pela Reforma Psiqui\u00e1trica<sup><strong>4<\/strong><\/sup>.\nNesse artigo, \u00e9 abordada a profunda dissocia\u00e7\u00e3o que havia entre o n\u00edvel de conhecimento e de possibilidades do psiquiatra e o que efetivamente era poss\u00edvel implementar nos hospitais do estado: \u201ctanto pelo aspecto cient\u00edfico-social como pelo lado material-econ\u00f4mico o m\u00e9dico tem sido colocado em segundo plano nas aludidas organiza\u00e7\u00f5es. O que pleiteamos para ele \u00e9 o papel de colaborador ativo dos poderes p\u00fablicos na assist\u00eancia aos doentes mentais. E que deixe de ser considerado simples funcion\u00e1rio burocr\u00e1tico\u201d. Nesse artigo ainda, eles denunciam que os \u201cCongressos m\u00e9dicos cl\u00e1ssicos n\u00e3o t\u00eam permitido ventilar quest\u00f5es dessa ordem. E esta \u00e9 a primeira vez que \u00e9 dado ao psiquiatra fazer-se ouvir pelos colegas de profiss\u00e3o sem as esterilizantes formalidades protocolares\u201d. Importante assinalar que esse artigo expressa o papel, de An\u00edbal Silveira e de Jos\u00e9 d\u2019Alambert, de porta-voz de todo o corpo cl\u00ednico do Juqueri. \u00c9 claro que essa interven\u00e7\u00e3o associada a outros enfrentamentos de 1947 a 1949 culminou com o expurgo de todo o corpo cl\u00ednico do Juqueri em 1950<sup><strong>5<\/strong><\/sup>.\nAs quest\u00f5es discutidas no Congresso apontaram para v\u00e1rios pontos de estrangulamento que emperravam a assist\u00eancia psiqui\u00e1trica no estado de S\u00e3o Paulo:<\/code><\/pre>\n\n\n\n<p><strong><sup>3<\/sup><sub><sup> O papel e a situa\u00e7\u00e3o do psiquiatra nos hospitais do Estado, An\u00edbal Silveira e Jos\u00e9 d\u2019Alambert, Arquivos da Assist\u00eancia a Psicopatas do Estado de S\u00e3o Paulo, 1947.<\/sup><\/sub><br><sup>4 \u00a0<sub>Bases para uma Reforma Psiqui\u00e1trica, Francisco Drumond Marcondes de Moura, Mandacar\u00fa, S\u00e3o Paulo, 1987.<\/sub><br>5<\/sup><\/strong> \u00a0<sub><sup><strong>Isto ser\u00e1 objeto de outro artigo: \u201cA saga de um construtor da Psiquiatria: um tributo \u00e0 tenacidade de An\u00edbal Silveira\u201d.<\/strong><\/sup><\/sub><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>\u201cas nossas organiza\u00e7\u00f5es hospitalares psiqui\u00e1tricas oficiais, oriundas que s\u00e3o da primitiva situa\u00e7\u00e3o de \u201chosp\u00edcio\u201d conservam ainda na estrutura os vest\u00edgios dessa condi\u00e7\u00e3o. Permanecem em grande parte no regime de asilo onde se recolhem os doentes cronificados em longos est\u00e1gios nas cadeias p\u00fablicas. Neles o Estado, mediante assist\u00eancia anacr\u00f4nica, mant\u00e9m o doente por per\u00edodo indeterminado, arcando, portanto, com despesas sempre crescentes\u201d<strong><sup>6<\/sup><\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li>\u201cO ambulat\u00f3rio para doentes mentais, regido pelas mesmas normas de reparti\u00e7\u00e3o p\u00fablica, desprovido de orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dico-social adequada, nada mais faz do que manter uma grande massa de cr\u00f4nicos sobre seus cuidados, dispondo, portanto, de tempo quase nulo para a investiga\u00e7\u00e3o cl\u00ednica discriminada e para a aplica\u00e7\u00e3o da medicina preventiva\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Expondo a situa\u00e7\u00e3o de desassist\u00eancia psiqui\u00e1trica, que impunha filas de espera no atendimento, salientam que \u201cisto acarreta o aumento percentual de pacientes cr\u00f4nicos entre os que s\u00e3o admitidos e dessa maneira cria um c\u00edrculo vicioso, pela reduzida possibilidade de alta hospitalar\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>O crit\u00e9rio obsoleto de se exigir do m\u00e9dico n\u00famero fixo de observa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas obriga a que este se limite a uma vis\u00e3o r\u00e1pida e est\u00e1tica do caso, quando \u00e9 estrito dever basear-se no estudo profundo, din\u00e2mico e elucidativo de cada paciente. E assim, ao inv\u00e9s de estimular o trabalho propriamente m\u00e9dico, imp\u00f5e-se ao exame psiqui\u00e1trico uma rotina in\u00fatil e esterilizante\u201d.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong><sup>6<\/sup><\/strong> <strong><sub><sup>De fato, na d\u00e9cada de 80, o sistema hospitalar da assist\u00eancia psiqui\u00e1trica consumia 96% do total dos recursos p\u00fablicos investidos na sa\u00fade mental.\u00a0<\/sup><\/sub><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Consolidado de temas do processo de forma\u00e7\u00e3o doa alunos de gradua\u00e7\u00e3o em medicina e da Resid\u00eancia psiqui\u00e1trica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>I. Teoria Sociol\u00f3gica da Personalidade<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>Teorias da Personalidade. Concep\u00e7\u00e3o neurobiol\u00f3gica de von Monakow. Fator \u201ctempo\u201d como vari\u00e1vel.<\/li>\n\n\n\n<li>Teoria psicodin\u00e2mica de Freud. Introdu\u00e7\u00e3o do elemento \u201cinterpessoal\u201d. Evolu\u00e7\u00e3o da corrente psicanal\u00edtica.<\/li>\n\n\n\n<li>Teoria de Comte. Advento do crit\u00e9rio sociol\u00f3gico. M\u00e9todo subjetivo. Considera\u00e7\u00e3o dos fatores sociais. Fundamenta\u00e7\u00e3o na neuroanatomia, na neurofisiologia e na psicologia comparada. Discuss\u00e3o sum\u00e1ria da terminologia de Comte em face dos termos atuais da psicologia.<\/li>\n\n\n\n<li>Compara\u00e7\u00e3o entre as teorias precedentes. Analogias e contrastes fundamentais.<\/li>\n\n\n\n<li>Estrutura subjetiva e comportamento. Aspectos gen\u00e9tico e evolutivo. Desenvolvimento som\u00e1tico e evolu\u00e7\u00e3o ps\u00edquica. Evolu\u00e7\u00e3o do psiquismo dos 3 aos 12 anos.<\/li>\n\n\n\n<li>Aprecia\u00e7\u00e3o conjunta dos setores da personalidade. Esferas e sistemas da personalidade. Fun\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas e fun\u00e7\u00f5es de liga\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>Afetividade e emo\u00e7\u00f5es.<\/li>\n\n\n\n<li>Fun\u00e7\u00f5es afetivas em n\u00edvel instintivo. Reg\u00eancia do metabolismo.<\/li>\n\n\n\n<li>Sentimentos da sociabilidade. Estudo da emo\u00e7\u00e3o como processo din\u00e2mico.<\/li>\n\n\n\n<li>Integra\u00e7\u00e3o do comportamento em fun\u00e7\u00e3o das interrela\u00e7\u00f5es subjetivas.<\/li>\n\n\n\n<li>Atividade ou fun\u00e7\u00f5es conativas. Din\u00e2mica fundamental no trabalho mental. Reg\u00eancia da a\u00e7\u00e3o expl\u00edcita e a\u00e7\u00e3o em potencial.<\/li>\n\n\n\n<li>Capta\u00e7\u00e3o intelectual das informa\u00e7\u00f5es. Fen\u00f4menos psicofisiol\u00f3gicos da percep\u00e7\u00e3o. Evolu\u00e7\u00e3o sensorial. Integra\u00e7\u00e3o sensorial e dos dados da realidade.<\/li>\n\n\n\n<li>Elabora\u00e7\u00e3o intelectual propriamente.<\/li>\n\n\n\n<li>Teoria das imagens. Evolu\u00e7\u00e3o da din\u00e2mica perceptiva.<\/li>\n\n\n\n<li>Fun\u00e7\u00e3o espec\u00edfica da comunica\u00e7\u00e3o. Teoria dos sinais.<\/li>\n\n\n\n<li>Integra\u00e7\u00e3o dos sistemas ps\u00edquicos. Sistemas neuronais e sistemas de fun\u00e7\u00f5es subjetivas.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Psicologia M\u00e9dica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Concep\u00e7\u00e3o atual da psiquiatria. Conjuntos gerais de disciplinas.<\/li>\n\n\n\n<li>Campos da psicologia. \u201cEscolas\u201d e m\u00e9todos. Confronto das v\u00e1rias orienta\u00e7\u00f5es. Psicologia experimental animal. Psicologia humana experimental. Fundamenta\u00e7\u00e3o da psicobiologia de Adolph Meyer.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicologia m\u00e9dica e psicologia fisiol\u00f3gica em particular.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicofisiologia comparada.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicofisiologia humana evolutiva.<\/li>\n\n\n\n<li>Correla\u00e7\u00f5es biopsicol\u00f3gicas. Temperamento e constitui\u00e7\u00e3o. Comportamento subjetivo e comportamento expl\u00edcito. Escala de temperamento de Sheldon.<\/li>\n\n\n\n<li>Mensura\u00e7\u00e3o das correla\u00e7\u00f5es. Escalas de avalia\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>Biotipologia. Crit\u00e9rio de Viola em particular.<\/li>\n\n\n\n<li>Vig\u00edlia e sono.<\/li>\n\n\n\n<li>Dinamismo neurofisiol\u00f3gico do sonho.<\/li>\n\n\n\n<li>Conte\u00fado on\u00edrico. M\u00e9todos de estudo.<\/li>\n\n\n\n<li>Fen\u00f4menos eid\u00e9ticos: aprecia\u00e7\u00e3o geral e poss\u00edvel aplica\u00e7\u00e3o ao aprendizado.<\/li>\n\n\n\n<li>Din\u00e2mica afetiva da indu\u00e7\u00e3o hipn\u00f3tica.<\/li>\n\n\n\n<li>Correlato neurofisiol\u00f3gico das fases de hipnose.<\/li>\n\n\n\n<li>Parapsicologia: fatos e preconceitos.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Semiologia psiqui\u00e1trica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Escolas psiqui\u00e1tricas. Esp\u00edrito e contribui\u00e7\u00e3o de cada uma.<\/li>\n\n\n\n<li>Peculiaridades da semiologia psiqui\u00e1trica. Dados relevantes do exame cl\u00ednico.<\/li>\n\n\n\n<li>T\u00e9cnica de entrevista.<\/li>\n\n\n\n<li>Anamnese em psiquiatria. Relev\u00e2ncia dos informes subjetivos.<\/li>\n\n\n\n<li>Import\u00e2ncia dos elementos geneal\u00f3gicos. Avalia\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica. Heredoprognose emp\u00edrica. Tipos de tra\u00e7os de personalidade a obter da anamnese heredol\u00f3gica.<\/li>\n\n\n\n<li>Import\u00e2ncia do exame som\u00e1tico.<\/li>\n\n\n\n<li>Patog\u00eanese dos dist\u00farbios mentais. Condi\u00e7\u00f5es m\u00f3rbidas end\u00f3genas e quadros reativos.<\/li>\n\n\n\n<li>Roteiro para anamnese objetiva. Confronto com os dados subjetivos.<\/li>\n\n\n\n<li>Exame do comportamento, na t\u00e9cnica de Adolph Meyer.<\/li>\n\n\n\n<li>Morfologia som\u00e1tica; aplica\u00e7\u00e3o da biotipologia. Escala de temperamento, de Sheldon, f\u00f3rmula simplificada. Constitui\u00e7\u00e3o e temperamento.<\/li>\n\n\n\n<li>Exames subsidi\u00e1rios no campo da psiquiatria.<\/li>\n\n\n\n<li>Contribui\u00e7\u00e3o da neuroimagem, estrutural e funcional. Dedu\u00e7\u00f5es espec\u00edficas.<\/li>\n\n\n\n<li>Avalia\u00e7\u00e3o da atividade bioel\u00e9trica cerebral. Eletroencefalografia. Dedu\u00e7\u00f5es espec\u00edficas.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia da vida afetiva. Afetividade e emo\u00e7\u00e3o. Desvios globais da afetividade. Desintegra\u00e7\u00e3o da vida afetiva. Psicog\u00eanse dos quadros mentais e de sintomas vegetativos. Psiconeuroses. Aprecia\u00e7\u00e3o dos m\u00e9todos de question\u00e1rio.<\/li>\n\n\n\n<li>Exame psicol\u00f3gico especializado. A prova de Rorschach.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicodiagn\u00f3stico de Mira y Lopez (PMK). Testes neuropsicol\u00f3gicos e outras provas projetivas.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia da cona\u00e7\u00e3o. Varia\u00e7\u00f5es da a\u00e7\u00e3o expl\u00edcita. Impulsos m\u00f3rbidos e compuls\u00e3o. Cona\u00e7\u00e3o e estados de consci\u00eancia. Estado crepuscular e desdobramento da personalidade. Import\u00e2ncia do diagn\u00f3stico diferencial.<\/li>\n\n\n\n<li>Exame da orienta\u00e7\u00e3o ps\u00edquica.<\/li>\n\n\n\n<li>Fen\u00f4menos ps\u00edquicos ligados \u00e0 percep\u00e7\u00e3o. Estudo semiol\u00f3gico da imagem normal. Evolu\u00e7\u00e3o do dinamismo sensorial. Ilus\u00f5es sensoriais. Eidetismo sob o aspecto semiol\u00f3gico.<\/li>\n\n\n\n<li>Fen\u00f4menos de automatismo mental (Clerambault). Discrimina\u00e7\u00e3o dos fen\u00f4menos \u00e0 luz da semiologia. N\u00edvel sensorial motor e n\u00edvel abstrato. Significado da evolu\u00e7\u00e3o m\u00f3rbida.<\/li>\n\n\n\n<li>Estudo diferencial dos fen\u00f4menos alucinat\u00f3rios. Participa\u00e7\u00e3o nos v\u00e1rios quadros m\u00f3rbidos. Progn\u00f3stico cl\u00ednico.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia da elabora\u00e7\u00e3o mental. Distin\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas. Implica\u00e7\u00f5es quanto ao dinamismo afetivo-emotivo e quanto \u00e0 cona\u00e7\u00e3o. Desordens elaborativas intr\u00ednsecas.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia geral das concep\u00e7\u00f5es delirantes.<\/li>\n\n\n\n<li>Fabula\u00e7\u00f5es. Significado diferencial.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia da express\u00e3o em sentido evolutivo. Significado top\u00edstico. Altera\u00e7\u00f5es de origem extr\u00ednseca e altera\u00e7\u00f5es intr\u00ednsecas. Distribui\u00e7\u00e3o segundo a esfera da personalidade.<\/li>\n\n\n\n<li>Reda\u00e7\u00e3o da observa\u00e7\u00e3o psiqui\u00e1trica. Exame ps\u00edquico. Converg\u00eancia entre a cl\u00ednica geral e a psiquiatria.<\/li>\n\n\n\n<li>Semiologia geral dos estados mentais m\u00f3rbidos: quadros constitucionais, quadros marginais e quadros ocasionais. Distribui\u00e7\u00e3o segundo as esferas da personalidade atingidas. Finalidade do estudo semiol\u00f3gico: atua\u00e7\u00e3o terap\u00eautica e progn\u00f3stico.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Psicopatologia geral<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Patog\u00eanese dos sintomas e dos quadros cl\u00ednicos em psiquiatria. Distin\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria. Doen\u00e7a como abstra\u00e7\u00e3o e doente como um todo. Psicose, Neurose e Psicopatia.<\/li>\n\n\n\n<li>Conceito de ciclo heredol\u00f3gico. Esbo\u00e7o de classifica\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es mentais m\u00f3rbidas. Distin\u00e7\u00e3o com o conceito de espectro.<\/li>\n\n\n\n<li>Acep\u00e7\u00e3o de ambiente e mundo interno. Aprecia\u00e7\u00e3o do meio familial pelo aspecto da din\u00e2mica. Ambiente dom\u00e9stico como reflexo da intera\u00e7\u00e3o da carga gen\u00e9tica com o contexto social e hist\u00f3rico.<\/li>\n\n\n\n<li>Dist\u00farbios afetivos em n\u00edvel instintivo. Conceito de doen\u00e7a psicossom\u00e1tica.<\/li>\n\n\n\n<li>Altera\u00e7\u00f5es da integra\u00e7\u00e3o afetiva na g\u00eanese de neuroses: histeria, neurose e rea\u00e7\u00e3o neur\u00f3tica.<\/li>\n\n\n\n<li>G\u00eanese afetiva dos dist\u00farbios na psicopatia e na encefalite epid\u00eamica.<\/li>\n\n\n\n<li>Altera\u00e7\u00f5es agudas na esfera afetiva: p\u00e2nico e c\u00f3lera pelo prisma da patog\u00eanese.<\/li>\n\n\n\n<li>Convuls\u00e3o. Estado crepuscular. \u201cEstado segundo\u201d. Despersonaliza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>Ilus\u00f5es sensoriais. Dinamismo diferencial.<\/li>\n\n\n\n<li>Fen\u00f4menos de automatismo mental (Clerambault), quanto \u00e0 patog\u00eanese.<\/li>\n\n\n\n<li>Din\u00e2mica patog\u00eanica das alucina\u00e7\u00f5es auditivas.<\/li>\n\n\n\n<li>Significado das alucina\u00e7\u00f5es visuais quanto \u00e0 patog\u00eanese. Confronto com fen\u00f4menos eid\u00e9ticos.<\/li>\n\n\n\n<li>\u201cDel\u00edrio\u201d on\u00edrico e fixa\u00e7\u00e3o p\u00f3s-on\u00edrica: hip\u00f3tese quanto \u00e0 patog\u00eanese.<\/li>\n\n\n\n<li>Fabula\u00e7\u00f5es ocasionais e fabula\u00e7\u00f5es est\u00e1veis pelo aspecto patogen\u00e9tico.<\/li>\n\n\n\n<li>Del\u00edrio em sentido estrito. Patog\u00eanese diferencial.<\/li>\n\n\n\n<li>Estudo patogen\u00e9tico das altera\u00e7\u00f5es da comunica\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Psicopatologia especial<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Dinamismos psicol\u00f3gicos nas psicoses end\u00f3genas e quadros \u201corg\u00e2nicos\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Patog\u00eanese nas doen\u00e7as mentais progressivas do grupo constitucional. Ambiente hospitalar como fator de \u201caliena\u00e7\u00e3o\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Dinamismo gen\u00e9tico nas formas mentais revers\u00edveis e nas psicoses diat\u00e9ticas em geral.<\/li>\n\n\n\n<li>Patog\u00eanese diferencial do quadro cl\u00ednico nos diversos tipos de psicopatia.<\/li>\n\n\n\n<li>Configura\u00e7\u00e3o das neuroses e das psicoses \u201cpsic\u00f3genas\u201d pelo aspecto da patog\u00eanese.<\/li>\n\n\n\n<li>Participa\u00e7\u00e3o de fatores patog\u00eanicos nas psicoses somat\u00f3genas.<\/li>\n\n\n\n<li>Dinamismos biol\u00f3gicos e conte\u00fados psicol\u00f3gicos nas psicoses chamadas \u201cinfecciosas\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Distin\u00e7\u00e3o de fatores patog\u00eanicos nas psicoses \u201cautot\u00f3xicas\u201d e nas \u201cheterot\u00f3xicas\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Conflu\u00eancia de fatores nas express\u00f5es cl\u00ednicas da epilepsia.<\/li>\n\n\n\n<li>Dinamismos v\u00e1rios nos quadros m\u00f3rbidos do ciclo epil\u00e9ptico. Estudo diferencial.<\/li>\n\n\n\n<li>Configura\u00e7\u00e3o cl\u00ednica da chamada \u201cpsicose man\u00edaco depressiva\u201d quanto \u00e0 patog\u00eanese.<\/li>\n\n\n\n<li>Distribui\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 patog\u00eanese dos quadros ligados \u00e0 PMD.<\/li>\n\n\n\n<li>Distin\u00e7\u00e3o das psicoses esquizofr\u00eanicas na acep\u00e7\u00e3o de Kleist pelo aspecto da patog\u00eanese.<\/li>\n\n\n\n<li>Patogenia do grupo esquizofr\u00eanico hebefr\u00eanico.<\/li>\n\n\n\n<li>Formas catat\u00f4nicas quanto \u00e0 patog\u00eanese.<\/li>\n\n\n\n<li>Dinamismos nas formas paranoides e nas confusionais.<\/li>\n\n\n\n<li>Parafrenia e paranoia, na acep\u00e7\u00e3o estrita, pelo prisma da patogenia.<\/li>\n\n\n\n<li>Patog\u00eanese nos quadros da oligofrenia e na defici\u00eancia mental n\u00e3o endogena.<\/li>\n\n\n\n<li>Din\u00e2mica patog\u00eanica nas condi\u00e7\u00f5es mentais mistas propriamente.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoses benignas de Kleist, dos grupos cicloide e epileptoide. Patog\u00eanese dos sintomas principais.<\/li>\n\n\n\n<li>Patog\u00eanese nas psicoses paranoides de Kleist.<\/li>\n\n\n\n<li>Patogenia dos quadros mentais nas doen\u00e7as de Alzheimer e de Pick, e na arteriosclerose cerebral.<\/li>\n\n\n\n<li>Presbiofrenia quanto \u00e0 patog\u00eanese dos dist\u00farbios mentais.<\/li>\n\n\n\n<li>G\u00eanese dos dist\u00farbios mentais nos processos desmielinizantes do enc\u00e9falo.<\/li>\n\n\n\n<li>Configura\u00e7\u00e3o do quadro cl\u00ednico nas les\u00f5es traum\u00e1ticas do enc\u00e9falo pelo prisma patogen\u00e9tico.<\/li>\n\n\n\n<li>Concep\u00e7\u00e3o de \u201csistemas cerebrais\u201d como substrato da patog\u00eanese dos sintomas mentais. \u201cLocaliza\u00e7\u00f5es\u201d funcionais em psiquiatria.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p><strong>Psiquiatria cl\u00ednica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>Din\u00e2mica da personalidade em condi\u00e7\u00f5es normais.<\/li>\n\n\n\n<li>Psiquiatria cl\u00ednica e psiquiatria social. Patologia do comportamento.<\/li>\n\n\n\n<li>Fun\u00e7\u00f5es da gen\u00e9tica psiqui\u00e1trica. Epidemiologia e preven\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoses infecciosas em geral. Neuro s\u00edfilis.<\/li>\n\n\n\n<li>Encefalite epid\u00eamica em fase residual. Implica\u00e7\u00f5es tardias da ocorr\u00eancia na inf\u00e2ncia.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicose por \u201cautointoxica\u00e7\u00e3o\u201d. Formas cl\u00ednicas.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicose \u201cheterot\u00f3xica\u201d. Distin\u00e7\u00e3o para com a toxicofilia.<\/li>\n\n\n\n<li>Quadros convulsivos na epilepsia.<\/li>\n\n\n\n<li>Convuls\u00f5es sintom\u00e1ticas e formas n\u00e3o convulsivas do ciclo epileptoide.<\/li>\n\n\n\n<li>Identifica\u00e7\u00e3o do quadro e formas cl\u00ednicas no grupo man\u00edaco depressivo, em sentido estrito.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoses \u201cafetivas\u201d com quadro predominante de excita\u00e7\u00e3o do grupo descrito por Leonhard.<\/li>\n\n\n\n<li>Grupo com predom\u00ednio de depress\u00e3o dos quadros de Leonhard.<\/li>\n\n\n\n<li>Formas bipolares da s\u00e9rie de Leonhard. Distin\u00e7\u00e3o para com as formas mistas da PMD.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoses progressivas descritas por Kleist. Compara\u00e7\u00e3o com o conceito de Kraepelin e com o da escola de Bleuler.<\/li>\n\n\n\n<li>Formas hebefr\u00eanicas segundo Kleist. Desmembramento da hebefrenia de Hecker e de Kraepelin.<\/li>\n\n\n\n<li>Grupo catat\u00f4nico de Kleist. Formas cl\u00ednicas. Desmembramento da catatonia de Kahlbaum e de Kraepelin.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoses paranoides progressivas de Kleist. Sub grupo Confusional. Confronto com os quadros descritos por Kraepelin e com os dos autores atuais.<\/li>\n\n\n\n<li>Parafrenia segundo Kleist. Confronto com as demais descri\u00e7\u00f5es. Paranoia em sentido estrito.<\/li>\n\n\n\n<li>Configura\u00e7\u00e3o dos quadros da oligofrenia propriamente, e dos tipos de Defici\u00eancia mental.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicose mista. Psicoses associadas e \u201cenxertadas\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoses diat\u00e9ticas do grupo cicloide.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoses diat\u00e9ticas do grupo epileptoide.<\/li>\n\n\n\n<li>Psicoses diat\u00e9ticas do grupo paranoide.<\/li>\n\n\n\n<li>Formas cl\u00ednicas habituais de personalidade psicop\u00e1tica.<\/li>\n\n\n\n<li>Neurose em sentido estrito. Rea\u00e7\u00f5es neur\u00f3ticas superficiais. Psicoses \u201cpsicog\u00eanicas\u201d.<\/li>\n\n\n\n<li>\u201cDel\u00edrio cr\u00f4nico\u201d, de base alucinat\u00f3ria, de Roxo. Paranoia de involu\u00e7\u00e3o de Kleist.<\/li>\n\n\n\n<li>Doen\u00e7as de Alzheimer e de Pick. Quadros cl\u00ednicos da arteriosclerose cerebral.<\/li>\n\n\n\n<li>Quadros cl\u00ednicos na dem\u00eancia senil.<\/li>\n\n\n\n<li>Configura\u00e7\u00e3o cl\u00ednica dos quadros m\u00f3rbidos nos diversos tipos de les\u00f5es cerebrais ocasionais.<\/li>\n<\/ol>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Forma\u00e7\u00e3o em Psiquiatria centrada na atua\u00e7\u00e3o do cl\u00ednico geral e do psiquiatra no \u00e2mbito da aten\u00e7\u00e3o p\u00fablica em sa\u00fade mental Francisco Drumond de MouraPaulo PalladiniRoberto Fasano Neto Al\u00e9m de sua not\u00e1vel produ\u00e7\u00e3o, te\u00f3rica e pr\u00e1tica, no campo da psiquiatria e da psicologia m\u00e9dica, que transcorreu no per\u00edodo de 1935 a 1979, An\u00edbal Silveira investiu, persistentemente, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-2246","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2246","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2246"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2246\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2250,"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2246\/revisions\/2250"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2246"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2246"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2246"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}