{"id":2435,"date":"2024-06-17T18:42:57","date_gmt":"2024-06-17T21:42:57","guid":{"rendered":"https:\/\/anibalsilveira.org\/?page_id=2435"},"modified":"2024-06-17T18:42:57","modified_gmt":"2024-06-17T21:42:57","slug":"aperfeicoamento","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/aperfeicoamento\/","title":{"rendered":"Aperfei\u00e7oamento"},"content":{"rendered":"<p class=\"has-text-align-center\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Aperfei\u00e7oamento<\/span><\/strong><sup data-fn=\"28048234-c5ce-4841-91d6-e7f638c04831\" class=\"fn\"><a href=\"#28048234-c5ce-4841-91d6-e7f638c04831\" id=\"28048234-c5ce-4841-91d6-e7f638c04831-link\">1<\/a><\/sup><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><br><\/span>(L\u00facia Maria Salvia Coelho)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na individualidade temos o grupo b\u00e1sico dos instintos que s\u00e3o as fun\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o, individual e da esp\u00e9cie. Em seguida, temos um grupo de fun\u00e7\u00f5es que n\u00e3o se limitam exclusivamente \u00e0 individualidade, mas que promovem o seu aperfei\u00e7oamento no ambiente. Estas fun\u00e7\u00f5es intermedi\u00e1rias permitem a continuidade do processo de socializa\u00e7\u00e3o. Assim, as fun\u00e7\u00f5es afetivas acham-se de tal modo integradas, que no comportamento individual se tornam dif\u00edcil distinguir os aspectos derivados das fun\u00e7\u00f5es ego\u00edstas e aqueles provenientes das fun\u00e7\u00f5es altru\u00edstas. De fato, toda rela\u00e7\u00e3o com o mundo exterior subentende o dinamismo social: quer esta inter-rela\u00e7\u00e3o se estabele\u00e7a de modo f\u00edsico, biol\u00f3gico, quer ela decorra de uma liga\u00e7\u00e3o interpessoal. Sempre \u00e9 o elemento social que rege a din\u00e2mica de personalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>O movimento da vida, filogeneticamente e ontogeneticamente, consiste em um processo de crescente autonomia. Este processo se inicia com a situa\u00e7\u00e3o de separa\u00e7\u00e3o do feto do organismo materno, em seguida do ambiente familiar ou imediato e, finalmente, ele se completa como capacidade de dar de si, isto \u00e9, de realiza\u00e7\u00e3o do homem como agente social. Durante o seu desenvolvimento o indiv\u00edduo aprende a relacionar-se com o ambiente de um modo novo, cada vez mais ativo e menos dependente.<\/p>\n\n\n\n<p>O grau e a natureza do conflito ou de facilidade com que o ser humano se aperfei\u00e7oa varia conforme o n\u00edvel de amadurecimento ps\u00edquico: todo o indiv\u00edduo passa de uma situa\u00e7\u00e3o de maior depend\u00eancia, na fase fetal, \u00e0 manifesta\u00e7\u00e3o da necessidade de submeter-se aos imperativos do ambiente \u2013 cada vez mais intensos e complexos. Por\u00e9m o impulso para o aperfei\u00e7oamento, para o atingimento de uma adapta\u00e7\u00e3o mais plena e flex\u00edvel ao ambiente, acha-se presente em toda esp\u00e9cie animal.<\/p>\n\n\n\n<p>O indiv\u00edduo aperfei\u00e7oa-se de duas maneiras distintas, mas complementares: pela <em>destrui\u00e7\u00e3o dos obst\u00e1culos<\/em> e pela <em>constru\u00e7\u00e3o dos meios<\/em>. Menos ego\u00edstas que os tr\u00eas instintos que se referem essencialmente \u00e0 sobreviv\u00eancia vegetativa, os instintos de aperfei\u00e7oamento s\u00e3o especialmente relacionados \u00e0 vida animal, a qual ficaria limitada a suas fun\u00e7\u00f5es as mais elementares sem o seu indispens\u00e1vel concurso. Os instintos de conserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o menos nobres e mais en\u00e9rgicos que os instintos de aperfei\u00e7oamento, os quais j\u00e1 sup\u00f5em uma certa diferencia\u00e7\u00e3o nos seres que os manifestam. Entretanto, o aperfei\u00e7oamento permanece subordinado aos instintos de conserva\u00e7\u00e3o, pois como observa Audiffrent, antes de aperfei\u00e7oar \u00e9 preciso conservar.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 medida que o indiv\u00edduo evolui as liga\u00e7\u00f5es entre as fun\u00e7\u00f5es instintivas e as demais fun\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas se tornam mais complexas. A participa\u00e7\u00e3o de cada uma das fun\u00e7\u00f5es de aperfei\u00e7oamento traduz-se de modo mais diferenciado e mais dependente em rela\u00e7\u00e3o ao dinamismo subjetivo e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es ambientais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Destrui\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3pria express\u00e3o da vida corresponde a um processo cont\u00ednuo de assimila\u00e7\u00e3o e desassimila\u00e7\u00e3o de materiais em um meio pr\u00f3prio ao organismo considerado. Neste sentido a desassimila\u00e7\u00e3o j\u00e1 traduz um aspecto rudimentar de destrui\u00e7\u00e3o e a assimila\u00e7\u00e3o corresponde primariamente \u00e0 constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Todo ato nutritivo se associa \u00e0 tend\u00eancia de destruir objetos, alimentos, a mastigar: esta destrui\u00e7\u00e3o corresponde a uma necessidade fisiol\u00f3gica cujo correlato psicol\u00f3gico n\u00e3o pode ser considerado propriamente como agress\u00e3o. A vida n\u00e3o poderia ser mantida sem esta destrui\u00e7\u00e3o inicial. O simples ato de se alimentar sup\u00f5e a supress\u00e3o de um animal ou de um vegetal e, o morder, o mastigar \u00e9 indispens\u00e1vel para a conserva\u00e7\u00e3o individual.<\/p>\n\n\n\n<p>A express\u00e3o do instinto de destrui\u00e7\u00e3o coincide com a chamada fase oral agressiva \u2013 quando a crian\u00e7a descobre o mundo mordendo os objetos ou desmontando-os. Este per\u00edodo \u00e9 concomitante ao aparecimento dos dentes. Ent\u00e3o, se no caso ela fora ainda amamentada, a crian\u00e7a poder\u00e1 morder o seio materno provocando assim, por parte da m\u00e3e uma rea\u00e7\u00e3o de repulsa. Eventualmente, atrav\u00e9s da emo\u00e7\u00e3o ligada ao sentimento do apego, a crian\u00e7a poder\u00e1 estabelecer um nexo entre esta experi\u00eancia que \u00e9 nutritiva e ao mesmo tempo social. Tal nexo emocional carregado de valor afetivo poder\u00e1 intervir no desenvolvimento psicol\u00f3gico da crian\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 em n\u00edvel mais diferenciado de seu desenvolvimento, a crian\u00e7a manifesta este impulso para a destrui\u00e7\u00e3o de modo diverso: gosto espont\u00e2neo por destruir objetos, em desmont\u00e1-los, em jog\u00e1-los ao ch\u00e3o. Tal tend\u00eancia associa-se ao impulso de apropriar-se dos objetos, de p\u00f4-los na boca, de mord\u00ea-los ou mesmo de engoli-los. Este comportamento denota n\u00e3o apenas uma tend\u00eancia agressiva, mas, sobretudo, uma curiosidade, um desejo de dominar o ambiente, de conhecer diretamente a situa\u00e7\u00e3o. Mesmo em suas rela\u00e7\u00f5es com outros seres humanos a crian\u00e7a pode manifestar esta tend\u00eancia com uma carga maior ou menor de agressividade contra as pessoas que se op\u00f5em \u00e0 satisfa\u00e7\u00e3o de desejos infantis. \u00c0s vezes durante um acesso de agressividade \u2013 quando a destrui\u00e7\u00e3o se associa \u00e0 coragem \u2013 a crian\u00e7a pode mesmo voltar sua raiva contra si pr\u00f3pria, especialmente quando ela se sente impotente para vencer o obst\u00e1culo. Ent\u00e3o, ela poder\u00e1 ferir-se, atirar-se no ch\u00e3o, morder-se.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 na idade adulta esta tend\u00eancia para a destrui\u00e7\u00e3o pode expressar-se tanto atrav\u00e9s de atos propriamente agressivos \u2013 guerra, ato col\u00e9rico, tortura \u2013 como atrav\u00e9s de uma atividade intelectual \u2013 esp\u00edrito cr\u00edtico, mordaz, pol\u00eamico, sarc\u00e1stico. Descrevemos muitas vezes os indiv\u00edduos com este comportamento como apresentando um \u201ccar\u00e1ter destrutivo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, em n\u00edvel subjetivo, esta fun\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve ser julgada boa ou m\u00e1, pois que ela apenas estimula o indiv\u00edduo para estabelecer um contato espec\u00edfico com o ambiente. Al\u00e9m disso, a express\u00e3o da destrui\u00e7\u00e3o associa-se a um ato intelectual de dedu\u00e7\u00e3o \u2013 desmontagem dos fen\u00f4menos concretos, de an\u00e1lise, de curiosidade e sobretudo de progresso para o conhecimento. Gaston Bachelard em sua an\u00e1lise sobre as formas de conhecimento cient\u00edfico assinala a este prop\u00f3sito: a necessidade de criticar e destruir as falsas teses ou de \u201cconhecer contra um conhecimento anterior\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, a destrui\u00e7\u00e3o de obst\u00e1culos \u00e9 um impulso inato e indispens\u00e1vel ao aperfei\u00e7oamento humano. Diante de situa\u00e7\u00f5es de priva\u00e7\u00e3o, de frustra\u00e7\u00e3o, tanto no n\u00edvel familial, como coletivo, e, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s necessidades vitais \u2013 alimento, abrigo, aquecimento \u2013 ou ainda, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s aspira\u00e7\u00f5es mais socializadas e complexas \u2013 necessidade de afeto, de reconhecimento social, de liberdade de opini\u00e3o \u2013 o impulso destrutivo acha-se presente de modo a permitir uma rea\u00e7\u00e3o por parte do indiv\u00edduo. Portanto, ao lado das atitudes construtivas existem as destrutivas e as ofensivas. O impulso para a destrui\u00e7\u00e3o ser\u00e1 tanto mais poderoso quanto maior for a priva\u00e7\u00e3o a que se acha submetido o indiv\u00edduo. Ele se revolta contra os obst\u00e1culos que se op\u00f5em \u00e0 sua autonomia. Diante de uma frustra\u00e7\u00e3o cont\u00ednua ou intensa de suas necessidades biol\u00f3gicas ou de suas necessidades sociais mais diferenciadas, o impulso de destrui\u00e7\u00e3o aliado \u00e0 coragem atinge a um n\u00edvel dificilmente control\u00e1vel pelo meio social. Frequentemente, o grupo social canaliza o impulso destrutivo atrav\u00e9s de formas de propaganda e de ensino estimulando manifesta\u00e7\u00f5es tais como as que ocorreram na \u00e9poca do nazismo ou em diferentes formas de racismo.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>De modo an\u00e1logo ao que ocorre com os demais instintos, o destrutivo sofre a influ\u00eancia do ambiente e a sua express\u00e3o depende da participa\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es conativas e das intelectuais. Apenas esclarecido pela raz\u00e3o ele ser\u00e1 \u00fatil socialmente, pois enquanto instinto este impulso ser\u00e1 cego. Quando moldado por influ\u00eancias sugestivas e irracionais do ambiente este impulso pode traduzir-se como um processo intelectual caracterizado como <em>fanatismo<\/em> ou pode desencadear atos de crueldade contra os demais indiv\u00edduos (persegui\u00e7\u00f5es, agress\u00f5es pol\u00edticas, religiosas, raciais); ou ainda, pode voltar-se contra o pr\u00f3prio indiv\u00edduo, traduzindo-se em diferentes graus como ascetismo, autodepreciar\u00e3o, suic\u00eddio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Constru\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Quando a crian\u00e7a expressa em seu comportamento o impulso destrutivo e o construtivo ela j\u00e1 se acha em uma fase mais diferenciada de relacionamento com o ambiente. Ela j\u00e1 \u00e9 capaz de transformar o est\u00edmulo recebido em um comportamento pessoal e original.<\/p>\n\n\n\n<p>O impulso construtivo j\u00e1 sup\u00f5e o amadurecimento das fun\u00e7\u00f5es conativas e se traduz como tend\u00eancia da crian\u00e7a em intervir no ambiente de modo a modific\u00e1-lo n\u00e3o simplesmente atrav\u00e9s da destrui\u00e7\u00e3o de objetos, mas especialmente atrav\u00e9s das realiza\u00e7\u00f5es psicossociais. Nesta fase a crian\u00e7a j\u00e1 consegue apreender a totalidade das experi\u00eancias e ela j\u00e1 percebe os outros como seres aut\u00f4nomos, particularmente ela j\u00e1 reconhece na m\u00e3e um ser humano independente e completo e n\u00e3o um simples conjunto de est\u00edmulos externos que atuam de modo positivo ou negativo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 crian\u00e7a. Nesta fase do desenvolvimento a atividade infantil j\u00e1 n\u00e3o se refere diretamente \u00e0s necessidades instintivas de conserva\u00e7\u00e3o, mas a crian\u00e7a j\u00e1 manifesta sua curiosidade pelo ambiente e seu impulso para nele intervir. A partir das constru\u00e7\u00f5es concretas e das constru\u00e7\u00f5es mentais a crian\u00e7a se aperfei\u00e7oa. Atinge uma forma de adapta\u00e7\u00e3o emocional que a torna capaz de reagir de modo aut\u00f4nomo e intencional aos fatores externos. Al\u00e9m disso, ela revela interesse em realizar &#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Angyall assinala esta tend\u00eancia b\u00e1sica humana e a denomina de \u201cimpulso para atuar construtivamente no ambiente\u201d. Esta tend\u00eancia apesar de ser basicamente individual \u2013 manifestando-se como busca de autonomia \u2013 evolui num sentido social, permitindo a formula\u00e7\u00e3o de novas concep\u00e7\u00f5es e a efetua\u00e7\u00e3o de novas realiza\u00e7\u00f5es concretas. Ela evolui segundo a disposi\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo em passar de um estado de maior depend\u00eancia (especialmente de necessidades de prote\u00e7\u00e3o f\u00edsica) a uma situa\u00e7\u00e3o de maior autonomia em rela\u00e7\u00e3o ao ambiente. Assim, a express\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es de constru\u00e7\u00e3o associada \u00e0 necessidade de aprova\u00e7\u00e3o, estabelece as bases para o desenvolvimento da fun\u00e7\u00e3o social de ordem mais diferenciada e superior: o amor universal ou a bondade.<\/p>\n\n\n\n<p>O impulso para a constru\u00e7\u00e3o \u00e9 um impulso para o progresso. Schachtel observa que a \u00eanfase de Freud no passado ontogen\u00e9tico era t\u00e3o acentuada que tendia a exagerar o poder do passado na determina\u00e7\u00e3o da vida presente e mesmo na evolu\u00e7\u00e3o para o futuro. Freud reduz a import\u00e2ncia da atitude humana j\u00e1 expressa desde a primeira inf\u00e2ncia para a busca espont\u00e2nea e desinteressada de uma variedade crescente de est\u00edmulos do ambiente. O conceito negativo do prazer tal como \u00e9 concebido pela psican\u00e1lise exclui deste fen\u00f4meno poderoso de expans\u00e3o e de aperfei\u00e7oamento individual. Schachtel comenta ainda que nos conceitos e na pr\u00f3pria linguagem de Freud ao descrever esta evolu\u00e7\u00e3o individual que se inicia na vida uterina e vai at\u00e9 a integra\u00e7\u00e3o social do adulto, abundam imagens de guerra, coer\u00e7\u00e3o, de compromisso relutante, de necessidades bloqueadas, de sacrif\u00edcios impostos, de modos de controlar ou de iludir as press\u00f5es internas, e de regressar \u00e0 paz original, ao estado de aus\u00eancia de consci\u00eancia e de elimina\u00e7\u00e3o de est\u00edmulos novos tal como ocorre durante o \u201crepouso fetal\u201d.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>No homem a satisfa\u00e7\u00e3o em realizar uma determinada atividade n\u00e3o se limita \u00e0 satisfa\u00e7\u00e3o instintiva da fome, do desejo sexual, da posse. J\u00e1 observamos na crian\u00e7a que o seu interesse pelos objetos do ambiente independe destes terem um car\u00e1ter de instrumento para a satisfa\u00e7\u00e3o instintiva.<\/p>\n\n\n\n<p>O mesmo se passa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 liga\u00e7\u00e3o afetiva que a crian\u00e7a estabelece com os demais seres humanos. Cada atividade do indiv\u00edduo pode implicar em um envolvimento pessoal pleno e em uma satisfa\u00e7\u00e3o em si mesma independentemente de objetivo final ao qual ele se prop\u00f5e.\u00a0<\/p>\n\n\n<ol class=\"wp-block-footnotes\"><li id=\"28048234-c5ce-4841-91d6-e7f638c04831\">Apostila produzida na Faculdade de Medicina de Jundia\u00ed, como complemento ao curso de Psicologia M\u00e9dica, para o curso de Psicologia M\u00e9dica para os m\u00e9dicos residentes em Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Jundia\u00ed e para o Curso de Teoria da Personalidade para a Sociedade Rorschach de S\u00e3o Paulo. Composta em agosto de 1978. J\u00e1 considerada em parte superada por sua autora que j\u00e1 reescreveu o tema sob novas perspectivas. No entanto, eu, Roberto Fazzani redigitalizei e formatei o grupo de apostilas ao qual esta pertence pois poder\u00e3o ser \u00fateis na compreens\u00e3o inicial da Teoria Sociol\u00f3gica da Personalidade por n\u00f3s adotada. <a href=\"#28048234-c5ce-4841-91d6-e7f638c04831-link\" aria-label=\"Aller \u00e0 la note de bas de page 1\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><\/ol>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aperfei\u00e7oamento(L\u00facia Maria Salvia Coelho) Na individualidade temos o grupo b\u00e1sico dos instintos que s\u00e3o as fun\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o, individual e da esp\u00e9cie. Em seguida, temos um grupo de fun\u00e7\u00f5es que n\u00e3o se limitam exclusivamente \u00e0 individualidade, mas que promovem o seu aperfei\u00e7oamento no ambiente. Estas fun\u00e7\u00f5es intermedi\u00e1rias permitem a continuidade do processo de socializa\u00e7\u00e3o. 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