{"id":2444,"date":"2024-06-17T18:47:38","date_gmt":"2024-06-17T21:47:38","guid":{"rendered":"https:\/\/anibalsilveira.org\/?page_id=2444"},"modified":"2024-06-17T18:48:28","modified_gmt":"2024-06-17T21:48:28","slug":"2444-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/anibalsilveira.org\/fr\/2444-2\/","title":{"rendered":"Sentimentos: Fun\u00e7\u00f5es da sociabilidade"},"content":{"rendered":"<p class=\"has-text-align-center\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Sentimentos<\/span><\/strong><sup data-fn=\"d70cd220-880e-47c1-9795-e88e749f0d37\" class=\"fn\"><a href=\"#d70cd220-880e-47c1-9795-e88e749f0d37\" id=\"d70cd220-880e-47c1-9795-e88e749f0d37-link\">1<\/a><\/sup><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><br>Fun\u00e7\u00f5es da sociabilidade<br><\/span>(Lucia Maria Salvia Coelho)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Apego:<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 podemos observar a manifesta\u00e7\u00e3o do apego entre as aves e, particularmente, entre os pombos, animais facilmente domestic\u00e1veis. Nos animais superiores, encontramos a express\u00e3o deste sentimento b\u00e1sico tanto entre os indiv\u00edduos da mesma esp\u00e9cie como entre o animal sub-humano e o homem que o criou. Gra\u00e7as ao apego, torna-se poss\u00edvel o amestramento dos animais e evidenciam-se as manifesta\u00e7\u00f5es de solidariedade entre eles.<\/p>\n\n\n\n<p>Na crian\u00e7a pequena, o apego aparece com grande carga de individualidade. Esse sentimento resulta da pr\u00f3pria experi\u00eancia direta da crian\u00e7a com o meio ambiente e sua express\u00e3o n\u00e3o se confunde com a manifesta\u00e7\u00e3o do conhecimento intelectual. Assim, o apego, como todo sentimento, acompanha-se de um valor emocional: o beb\u00ea pode sentir o amor materno sem compreend\u00ea-lo. Mesmo entre os adultos, a liga\u00e7\u00e3o afetiva expressa atrav\u00e9s do apego assume um car\u00e1ter pouco objetivo, difuso e, no entanto, com elevada carga emocional.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Logo ap\u00f3s o nascimento, as rea\u00e7\u00f5es instintivas do ser humano s\u00e3o regidas pelo sentimento do apego. Esta afirma\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o do apego nas fases iniciais do relacionamento interpessoal resulta apenas de uma infer\u00eancia, pois que n\u00e3o permite uma verifica\u00e7\u00e3o direta. Gra\u00e7as a um processo emp\u00e1tico, o adulto atribui determinadas rea\u00e7\u00f5es do comportamento infantil como sendo uma manifesta\u00e7\u00e3o do apego. O instinto nutritivo que prevalece nesta fase inicial representa o principal est\u00edmulo \u00e0 express\u00e3o deste sentimento b\u00e1sico. Assim a crian\u00e7a sente necessidade de alimento e de cuidados e, ent\u00e3o, apega-se ao adulto, que lhe proporciona sua satisfa\u00e7\u00e3o instintiva. E, nessa \u00e9poca, a no\u00e7\u00e3o de realidade resulta do apego aos elementos ambientais que satisfazem as necessidades nutritivas da crian\u00e7a, por\u00e9m esta no\u00e7\u00e3o n\u00e3o atinge o n\u00edvel da abstra\u00e7\u00e3o, pois as \u00e1reas cerebrais correspondentes ainda n\u00e3o est\u00e3o amadurecidas.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>O apego corresponde ao sentimento predominante na fase inicial do desenvolvimento humano, entretanto, ele permanece ativo durante toda exist\u00eancia individual. Este sentimento se manifesta em v\u00e1rios n\u00edveis do comportamento subjetivo e objetivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Inicialmente, a crian\u00e7a se apega de modo indiferenciado aos seres e aos objetos que lhe proporcionam satisfa\u00e7\u00e3o. Ela ainda n\u00e3o conseguiu distingui-los entre si e nem mesmo ela tem no\u00e7\u00e3o de sua pr\u00f3pria identidade. Entretanto, mesmo neste n\u00edvel, ela sente ao mesmo tempo uma sensa\u00e7\u00e3o do relaxamento ap\u00f3s a satisfa\u00e7\u00e3o de um impulso instintivo e a sensa\u00e7\u00e3o de conforto, de aconchego, de prote\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 correspondem \u00e0s emo\u00e7\u00f5es resultantes do sentimento do apego. Em per\u00edodos ulteriores e diante de uma situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil, o sentimento de apego passa novamente a predominar e ela busca a prote\u00e7\u00e3o da m\u00e3e ou de pessoas com as quais ela mant\u00e9m uma liga\u00e7\u00e3o afetiva mais intensa. Nesta fase, o apego pode expressar-se atrav\u00e9s do instinto de posse e o estabelecimento de rela\u00e7\u00f5es interpessoais ainda \u00e9 rudimentar, indefinido intelectualmente. Apesar dela n\u00e3o se distinguir como ser aut\u00f4nomo e de n\u00e3o reconhecer a identidade dos demais, a express\u00e3o de seus sentimentos acompanha-se de intensa carga afetiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Por estar mais diretamente ligado \u00e0s tend\u00eancias instintivas, o apego revela-se como uma natureza mais conservadora e egoc\u00eantrica. Este sentimento pode manifestar-se como resist\u00eancia a mudan\u00e7as, como medo de progredir. No caso de preval\u00eancia do apego, o indiv\u00edduo revela relut\u00e2ncia em abandonar sua situa\u00e7\u00e3o atual, sua casa, sua terra natal, ou teme mudar de trabalho ou de concep\u00e7\u00e3o de exist\u00eancia. Ele evita arriscar-se, teme o que lhe \u00e9 desconhecido e tende a apegar-se em sua situa\u00e7\u00e3o atual.<\/p>\n\n\n\n<p>Deste modo, o apego pode traduzir tanto em seu car\u00e1ter de liga\u00e7\u00e3o afetiva profunda e intensa com os demais indiv\u00edduos, facilitando a \u201cempatia\u201d, o cont\u00e1gio afetivo, ou a liga\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia e de posse em rela\u00e7\u00e3o ao outro ser, como sua express\u00e3o de relut\u00e2ncia na busca da afirma\u00e7\u00e3o pessoal e na realiza\u00e7\u00e3o do progresso social.<\/p>\n\n\n\n<p>Em n\u00edvel mais diferenciado de desenvolvimento individual, o sentimento de apego se combina com o da bondade e perde assim seu car\u00e1ter predominantemente individual e irracional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Venera\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A express\u00e3o da venera\u00e7\u00e3o corresponde \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do ser humano em subordinar-se voluntariamente a valores extra-individuais. Esta necessidade de participar de um universo mais amplo, de compartilhar com os demais determinados valores, aspira\u00e7\u00f5es, modos de conduta e de pensamento, ainda possui componente de individualidade que corresponde \u00e0 necessidade de aprova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A manifesta\u00e7\u00e3o deste sentimento exige j\u00e1 um certo n\u00edvel de amadurecimento biol\u00f3gico e um funcionamento neurofisiol\u00f3gico mais diferenciado. A venera\u00e7\u00e3o e o apego s\u00e3o \u00f3rg\u00e3os que se assistem mutuamente, sobretudo na fase inicial de assimila\u00e7\u00e3o dos valores grupais. Este sentimento corresponde a uma fonte poderosa de est\u00edmulos para o comportamento humano. Ele se manifesta em v\u00e1rias formas de comportamento cotidiano, entretanto, nunca se traduz isoladamente, mas sempre associado a outras fun\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas. Assim, por exemplo, o sentimento complexo de lealdade \u00e0 fam\u00edlia, \u00e0 religi\u00e3o, \u00e0 p\u00e1tria, ou mesmo \u00e0 gang, possui como fun\u00e7\u00e3o primordial o sentimento de venera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A fase em que predomina o sentimento de venera\u00e7\u00e3o corresponde ao momento cr\u00edtico de acultura\u00e7\u00e3o individual. Consideramos cultura como um corpo organizado de padr\u00f5es de comportamento que se transmite pela tradi\u00e7\u00e3o e que \u00e9 caracter\u00edstico de um grupo definido de pessoas. Assim, a cultura define o que \u00e9 \u201cpr\u00f3prio\u201d e o que \u00e9 \u201cimpr\u00f3prio\u201d no comportamento. As san\u00e7\u00f5es culturais e os tabus, embora possam ser dirigidos \u00e0s fun\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas prim\u00e1rias, referem-se predominantemente aos modos de se estabelecer os diversos relacionamentos humanos. A venera\u00e7\u00e3o \u00e9 um sentimento indispens\u00e1vel \u00e0 harmonia ps\u00edquica que decorre do ajustamento social. Em sua express\u00e3o individual, este sentimento \u00e9 respons\u00e1vel pelo desenvolvimento dos auto-ideais e das aspira\u00e7\u00f5es de exist\u00eancia. Neste sentido, ele se manifesta como sentimento religioso, como amor \u00e0 natureza ou como respeito aos valores \u00e9ticos.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A import\u00e2ncia da assimila\u00e7\u00e3o dos valores culturais consiste na necessidade de o indiv\u00edduo sentir-se como membro da comunidade, como uma parte da coletividade. Tal sentimento proporciona seguran\u00e7a emocional que \u00e9 indispens\u00e1vel ao estabelecimento da autoafirma\u00e7\u00e3o. Enquanto o sentimento de apego faz com que o indiv\u00edduo se ligue predominantemente aos valores que lhe s\u00e3o imediatos, presentes, o sentimento da venera\u00e7\u00e3o faz com que o indiv\u00edduo atribua maior import\u00e2ncia ao passado cultural.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>De modo an\u00e1logo ao que se passa com os demais sentimentos, a venera\u00e7\u00e3o, que implica em um processo de socializa\u00e7\u00e3o, traduz-se de modo diverso, conforme a fase do desenvolvimento ontogen\u00e9tico. Assim de in\u00edcio, ela se apresenta como submiss\u00e3o, de ordem predominantemente passiva, aos valores do ambiente. Nessa fase, a crian\u00e7a imita os pais e os adota como modelo de conduta ideal. Ela ensaia seus principais pap\u00e9is sociais, atrav\u00e9s dos jogos em grupo, quando come\u00e7a a partilhar com os demais as mesmas regras de conduta e as mesmas emo\u00e7\u00f5es de alegria ou de fracasso. Nota-se que todo o aprendizado decorre basicamente da venera\u00e7\u00e3o, ou mais precisamente, o n\u00edvel elementar de aprendizagem depende da fus\u00e3o dos sentimentos de apego e venera\u00e7\u00e3o \u2013 que presidem o contato indispens\u00e1vel do adulto com o meio social \u2013 e que resulta da disposi\u00e7\u00e3o a captar os valores externos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a0O sentimento de venera\u00e7\u00e3o apresenta uma dire\u00e7\u00e3o inversa, embora n\u00e3o necessariamente conflitiva, \u00e0quela das necessidades ego\u00edstas. Enquanto estas \u00faltimas impelem o indiv\u00edduo para o desenvolvimento de sua autonomia pessoal, a venera\u00e7\u00e3o estimula a subordina\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo a um universo mais amplo, onde ele assume apenas uma posi\u00e7\u00e3o de um dos membros participantes. Apenas com o desenvolvimento do altru\u00edsmo, estas tend\u00eancias gerais \u2013 autoc\u00eantricas e aloc\u00eantricas \u2013 encontram uma s\u00edntese harm\u00f4nica: o ser humano atinge sua autoafirma\u00e7\u00e3o e ao mesmo tempo a sua capacidade de dar de si.<\/p>\n\n\n\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o do sentimento de venera\u00e7\u00e3o sup\u00f5e j\u00e1 uma participa\u00e7\u00e3o ativa no processo de sele\u00e7\u00e3o, de assimila\u00e7\u00e3o e de ado\u00e7\u00e3o dos valores grupais. Deste modo, o indiv\u00edduo n\u00e3o assimila os valores sociais em si, mas tal como ele os interpreta. Uma fun\u00e7\u00e3o simples que em n\u00edvel elementar surge com respeito absoluto, admira\u00e7\u00e3o dos valores externos que neste caso s\u00e3o considerados como \u201csuperiores\u201d, evolui atrav\u00e9s do estabelecimento de rela\u00e7\u00f5es interpessoais cada vez mais complexas e mais diferenciadas, at\u00e9 atingir as concep\u00e7\u00f5es de ordem mais abstrata e geral.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\">Bondade, amor universal ou altru\u00edsmo<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este sentimento caracteriza-se basicamente pela capacidade de dar de si, pelo estabelecimento de uma liga\u00e7\u00e3o eferente, espont\u00e2nea e criativa para com o ambiente. A express\u00e3o plena do amor universal sup\u00f5e o estabelecimento adequado na no\u00e7\u00e3o de pr\u00f3pria identidade e capacidade pessoal, implica no conhecimento do lugar que o indiv\u00edduo ocupa em rela\u00e7\u00e3o ao ambiente f\u00edsico e social; sup\u00f5e o amadurecimento da elabora\u00e7\u00e3o l\u00f3gica e a ado\u00e7\u00e3o consciente de normas de conduta pessoais, de atitudes b\u00e1sicas com rela\u00e7\u00e3o ao meio social. Mas, este sentimento se acompanha sobretudo de um desprendimento moral e de aceita\u00e7\u00e3o da responsabilidade social e do respeito pelos sentimentos e pelas convic\u00e7\u00f5es alheias. O indiv\u00edduo capaz de desenvolver plenamente este sentimento atinge o grau mais elevado de socializa\u00e7\u00e3o e consegue uma integra\u00e7\u00e3o harm\u00f4nica das fun\u00e7\u00f5es da personalidade.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Seu comportamento se caracteriza pela flexibilidade de a\u00e7\u00e3o e pela capacidade de transformar ativamente o ambiente, promovendo assim o progresso social.<\/p>\n\n\n\n<p>Deste modo, a bondade \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o afetiva que estabelece o contato mais direto com o meio externo, e de um modo geral mais fecundo. A bondade e o instinto nutritivo representam os polos extremos do interesse, respectivamente, em rela\u00e7\u00e3o ao ambiente social e em rela\u00e7\u00e3o ao meio biol\u00f3gico interno. Os tr\u00eas \u00f3rg\u00e3os simp\u00e1ticos ligam-se apenas de modo indireto com a vida nutritiva, atrav\u00e9s de suas rela\u00e7\u00f5es com as inclina\u00e7\u00f5es ego\u00edsticas.<\/p>\n\n\n\n<p>Gra\u00e7as ao amadurecimento psicol\u00f3gico, o indiv\u00edduo sente-se capaz de exercer uma cr\u00edtica construtiva das condi\u00e7\u00f5es ambientais e, em particular, dos sentimentos alheios. Ele j\u00e1 conhece sua responsabilidade como agente social. Neste n\u00edvel, o indiv\u00edduo j\u00e1 n\u00e3o busca apenas a aprova\u00e7\u00e3o alheia e nem se satisfaz em submeter-se passivamente aos valores coletivos, mas sente-se impelido a contribuir para o progresso social.<\/p>\n\n\n\n<p>Este sentimento j\u00e1 se manifesta em fases mais precoces do desenvolvimento individual \u2013 a crian\u00e7a revela uma tend\u00eancia espont\u00e2nea em dar seu amor aos demais.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, este sentimento atua de modo indireto na evolu\u00e7\u00e3o dos sentimentos mais b\u00e1sicos e na pr\u00f3pria express\u00e3o intelectual e nas disposi\u00e7\u00f5es conativas.<\/p>\n\n\n\n<p>O amor universal desenvolve-se a partir da autoafirma\u00e7\u00e3o e do julgamento objetivo das pr\u00f3prias capacidades e ele depende do interesse real pelos outros seres humanos e pelo respeito pelos sentimentos alheios, que s\u00e3o percebidos como caracter\u00edsticas do outro e n\u00e3o necessariamente coincidentes com o pr\u00f3prio modo de pensar e de sentir do indiv\u00edduo que ama. Como express\u00e3o atuante no processo intelectual, este sentimento altru\u00edsta estimula o pr\u00f3prio progresso cient\u00edfico e cultural do ser humano.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto \u00e0 bondade n\u00e3o se desenvolve suficientemente, em decorr\u00eancia de uma defici\u00eancia no processo de integra\u00e7\u00e3o social, o indiv\u00edduo tende a expressar sua afetividade, atrav\u00e9s da necessidade de dom\u00ednio e da necessidade de aprova\u00e7\u00e3o. Neste caso, o relacionamento interpessoal pode assumir um feitio de troca de interesses materiais em termos de meios e fins.<\/p>\n\n\n<ol class=\"wp-block-footnotes\"><li id=\"d70cd220-880e-47c1-9795-e88e749f0d37\">Apostila produzida na Faculdade de Medicina de Jundia\u00ed, como complemento ao curso de Psicologia M\u00e9dica, para o curso de Psicologia M\u00e9dica para os m\u00e9dicos residentes em Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Jundia\u00ed e para o Curso de Teoria da Personalidade para a Sociedade Rorschach de S\u00e3o Paulo. Composta em agosto de 1978. J\u00e1 considerada em parte superada por sua autora que j\u00e1 reescreveu o tema sob novas perspectivas. No entanto, eu, Roberto Fazzani redigitalizei e formatei o grupo de apostilas ao qual esta pertence pois poder\u00e3o ser \u00fateis na compreens\u00e3o inicial da Teoria Sociol\u00f3gica da Personalidade por n\u00f3s adotada. <a href=\"#d70cd220-880e-47c1-9795-e88e749f0d37-link\" aria-label=\"Aller \u00e0 la note de bas de page 1\">\u21a9\ufe0e<\/a><\/li><\/ol>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SentimentosFun\u00e7\u00f5es da sociabilidade(Lucia Maria Salvia Coelho) Apego: J\u00e1 podemos observar a manifesta\u00e7\u00e3o do apego entre as aves e, particularmente, entre os pombos, animais facilmente domestic\u00e1veis. Nos animais superiores, encontramos a express\u00e3o deste sentimento b\u00e1sico tanto entre os indiv\u00edduos da mesma esp\u00e9cie como entre o animal sub-humano e o homem que o criou. 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